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O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte – MPRN ajuizou, ontem (21), Mandado de Segurança contra ato omissivo do Governador do Estado do Rio Grande do Norte, em função da ausência de repasse do valor mensal correspondente ao duodécimo a que o Órgão tem direito para o custeio de seus serviços e da remuneração de seus membros, servidores e colaboradores.

O objetivo da medida é garantir a defesa da autonomia da Instituição que, assim como o Poder Judiciário, o Poder Legislativo, o Tribunal de Contas e a Defensoria Pública, deve receber do Poder Executivo, até o dia 20 de cada mês, o repasse financeiro necessário para adimplir com suas obrigações e manter a continuidade de seus serviços.

O MPRN informa que, em que pese contribuir com os esforços de economia decorrentes da frustração de receitas do Estado, o que já ocasionou a redução considerável do valor mensal que tem recebido mês a mês, ainda sim o Poder Executivo não tem cumprido o dever de repasse do montante do duodécimo dentro do prazo constitucional, prejudicando seriamente o planejamento e o funcionamento da Instituição.

Esclarece também que, em função da atual crise econômica, tem efetivado medidas sérias de contenção de despesas, notadamente de pessoal, tendo cortado 10% do seu quadro de promotores e procuradores de justiça, executado um plano de incentivo à aposentadoria de seus membros e parado de repor cargos de servidores vagos, medidas que reduziram significativamente o custo de sua folha de pessoal.

Entende oportuno ainda esclarecer que, em que pese compreender a difícil situação financeira do Poder Executivo para o cumprimento de suas obrigações, é ilegítimo e fora do que determina a Constituição Federal pretender utilizar os valores dos duodécimos dos poderes – já devidamente reduzidos pelos contingenciamentos feitos, na forma da lei – além do prazo determinado para o repasse, conduta que atenta contra o Estado Democrático de Direito, no qual o Poder Executivo é um dos indispensáveis braços, mas não mais que os demais poderes e órgãos com autonomia, entre eles o Ministério Público, os quais, por isso mesmo, têm direito inarredável à proteção dos valores necessários para seus funcionamentos.

 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki negou ontem (20) liminar protocolada pela defesa da ex-presidente Dilma Rousseff para anular a decisão final sobre o impeachment, definida pelo Senado em agosto. No recurso, a defesa de Dilma alegou que não houve motivo legal para o afastamento e que houve cerceamento de defesa em várias fases do processo.

Na decisão, o ministro disse que não ficou demonstrado, na decisão dos senadores que aprovaram o afastamento definitivo, nenhum “risco às instituições republicanas, ao Estado Democrático de Direito ou à ordem constitucional” que justifique a intervenção do Supremo.

“Somente uma cabal demonstração da indispensabilidade de prevenir gravíssimos danos às instituições, ou à democracia ou, enfim, ao Estado de Direito é que poderia justificar um imediato juízo sobre as questões postas na demanda, notadamente para o efeito de antecipar qualquer dos provimentos antecipatórios requeridos”, afirmou Teori Zavascki.

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O vereador eleito Igor Targino (PRB), que foi eleito pela coligação da ex-prefeita Marília Dias, pretende apoiar o vereador Gerson Lima (PSB) na reeleição para Presidência da Câmara Municipal de Macaíba, segundo informa o Senadinho Macaíba. Igor Targino foi eleito pela oposição e  Gerson Lima é um dos vereadores da bancada do governo do Prefeito Fernando Cunha (PSD).

Racha na oposição

Alguns opositores não estão nada satsifeito com o rumo da oposição em Macaíba que ainda nem tomo posse, pois foi eleita neste último dia 02 de outubro, cinco vereadores pela coligação da ex-prefeita Marília. Os opositores defendem a união da oposição dentro da Câmara e que uma candidatura própria à Presidência do Legislativo já mostraria a que veio a oposição eleita.

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Zé Gustavo, Mário Victor e Marina Silva em evento da Rede em Natal

A Rede Sustentabilidade, partido fundado pela ex-senadora Marina Silva, após disputar sua primeira eleição, pretende iniciar uma campanha de filiação no Rio Grande do Norte. Segundo o jovem Mário Victor, Coordenador Estadual de Organização, o partido já está estruturado em mais de dez cidades e tem filiados em mais de vinte.

A exposição na TV através da candidatura de Freitas Júnior a Prefeitura do Natal e dos candidatos a vereadores da Rede, fizeram chegar a muitas pessoas que a Rede Sustentabilidade já está organizada no estado e por causa disso se viu a necessidade de realizar uma campanha de filiação por causa da procura.

O objetivo segundo Mário Victor, é que os simpatizantes das ideias da Rede e da ex-ministra do meio ambiente, venham fortalecer a sigla no estado. A formação Política será uma das maneiras para apresentar o partido nas cidades tanto da Região Metropolitana quanto do interior do estado.

Foto: Nilson Bastian / Agência Câmara

Foto: Nilson Bastian / Agência Câmara

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil

O presidente Conselho de Ética da Câmara, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), adiou para terça-feira (25) a reunião destinada a discutir e votar os pareceres preliminares relativos às representações contra os deputados Jair Bolsonaro (PSC-RJ), Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Laerte Bessa (PR-DF). A reunião deveria ter ocorrido ontem  (19), mas por falta de quórum foi adiada.

O deputado Jair Bolsonaro responde a representação feita contra ele pelo Partido Verde (PV) por uma homenagem que prestou ao torturador Brilhante Ustra durante a sessão da Câmara que aprovou a admissibilidade do pedido de impeachment contra a então presidenta Dilma Rousseff. O relator do caso é o deputado Odorico Monteiro (PROS-CE).

Jean Wyllys responde no conselho por representação apresentada pelo PSC, que considera “incompatível com o decoro parlamentar” texto divulgado no dia 12 de junho em que o deputado do PSOL teria associado os nomes dos deputados Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Marco Feliciano (PSC-SP) ao atentado a uma boate gay em Orlando, nos Estados Unidos, com a morte de 50 pessoas. O relator é o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Já o deputado Laerte Bessa é alvo de representação do PT, que alega que o parlamentar feriu o decoro ao fazer ofensas ao PT e, em discurso na Câmara, ofender a então presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e filiados da legenda ao chamá-los de “ladrões” e por ter chamado Dilma de “vagabunda”, o que, para o partido, seria uma ofensa ao conjunto das mulheres. A relatoria está a cargo do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG).

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A oposição que foi eleita nas urnas neste último dia 02, pode chegar rachada na Câmara Municipal a partir de 2017. O motivo é a disputa da Presidência da Câmara, que será realizada logo após o legislativo iniciar os trabalhos ano que vem. Nos bastidores já existe a insatisfação de opositores com alguns eleitos nesse pleito, pois eles defendem a união de todos os nomes que foram eleitos pela coligação da ex-prefeita Marília Dias (PMDB) na disputa pela Presidência da Câmara Municipal e alguns vereadores eleitos pela oposição pretendem apoiar um candidato da bancada governista.

Fábio Rodrigues-Pozzebom - Abr

Fábio Rodrigues-Pozzebom – Abr

O deputado cassado Eduardo Cunha foi preso hoje (19) em Brasília, no âmbito da Operação Lava Jato. O pedido de prisão preventiva do ex-presidente da Câmara dos Deputados foi emitido pelo juiz Sérgio Moro, que conduz as investigações da Lava Jato, na primeira instância.

A Polícia Federal (PF) confirmou a prisão preventiva e informou que Cunha está sendo levado para o hangar da PF no Aeroporto de Brasília para embarcar para Curitiba, onde estão sendo conduzidas as investigações. A previsão é de que Cunha chegue entre as 17h e as 18h à capital do Paraná.

Entre os argumentos utilizados para justificar o pedido de prisão de Cunha, a força-tarefa de procuradores da Lava Jato afirmou que a liberdade do ex-deputado representava risco às investigações.

Segundo a acusação, “há evidências” de que existem contas pertencentes a Cunha no exterior que ainda não foram identificadas, fato que coloca em risco as investigações. Além disso, os procuradores ressaltaram que Cunha tem dupla nacionalidade (brasileira e italiana) e pode fugir do país.

“Enquanto não houver rastreamento completo do dinheiro e a total identificação de sua localização atual, há risco de dissipação do produto do crime, o que inviabilizará a sua recuperação. Enquanto não for afastado o risco de dissipação do produto do crime, presente igualmente um risco maior de fuga ao exterior, uma vez que o acusado poderia se valer de recursos ilícitos ali mantidos para facilitar fuga e refúgio no exterior”, disse Moro na decisão.

A prisão foi decretada na ação penal em que o deputado cassado é acusado de receber R$ 5 milhões, que foram depositados em contas não declaradas na Suíça. O valor seria oriundo de vantagens indevidas, obtidas com a compra de um campo de petróleo pela Petrobras em Benin, na África. O processo foi aberto pelo Supremo Federal, mas após a cassação do ex-deputado, a ação foi enviada para o juiz Sérgio Moro porque Cunha perdeu o foro privilegiado.

A matéria foi alterada às 14h56 para acréscimo de informações

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Um projeto de lei de autoria do deputado da Rede Sustentabilidade João Derly (RS) quer impedir o compartilhamento dos dados pessoais dos usuários por mais de uma empresa do setor de redes sociais na internet. Por meio dessa proposta, a ideia é evitar que o WhatsApp entregue ao Facebook essas informações sem a devida autorização expressa dos titulares das contas. Esse fornecimento só poderia acontecer mediante consenso do internauta.

O projeto foi apresentado nesta terça-feira, 11 de outubro, e prevê uma alteração no Marco Civil da Internet. Agora, a iniciativa segue tramitação normal na Casa. Na avaliação do parlamentar, o Facebook poderia usar informações em tese confidenciais e pessoais do WhatsApp para melhorar suas estratégias comerciais. Através desses dados alusivos a gostos, preferências e tendências individuais de cada pessoa, a gigante das mídias sociais poderia customizar e direcionar anúncios em sua página.

Na opinião de João Derly, a tal conduta caracteriza invasão de privacidade e pirataria digital. “A ascensão das redes sociais, como Facebook e WhatsApp, e dos grandes portais, como o Google, tornaram essas empresas detentoras de informações relativas a milhões de usuários em todo o mundo, justifica o deputado da REDE.

O parlamentar explica ainda que a importância do referido projeto de lei é garantir uma tutela legal para o processamento dessas informações não apenas pelas empresas, mas também pelos governos. O WhatsApp foi adquirido pelo Facebook em 2014 e desde então atuava de forma independente.

Mas em agosto deste ano, o WhatsApp anunciou que irá compartilhar os números de telefones de seus usuários com o Facebook e também permitirá o envio de mensagens por empresas. Trata-se da primeira alteração de sua política de privacidade desde que foi comprada.

Com a mudança, a ideia é fazer com que os usuários passem a receber sugestões de contatos “mais relevantes”. Por outro lado, também deverão contar com mais propagandas direcionadas em seus respectivos perfis, avaliam alguns especialistas em internet.

Com informações da Assessoria de Imprensa do deputado João Derly

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Do Agora RN – A secretária-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Tatiana Mendes Cunha, demonstrou no último domingo (16) através de sua conta no Twitter, insatisfação com o que seria um tratamento desigual por parte do Governo Federal para com estados do Norte e Nordeste do Brasil.

Tatiana apontou para uma omissão por parte da bancada federal do RN, que é formada pelos três senadores, Fátima Bezerra (PT), Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), e pelos oito deputados federais. Eles não estariam lutando para um tratamento proporcional do governo para com os estados menores e mais pobres.

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Segundo ela, os recursos da ordem de 1,95 bilhão que o governo anunciou liberação através de Medida Provisória na última quinta-feira (13) beneficiará cinco estados mais ricos com mais de um bilhão, ou seja, mais da metade dos recursos.

“Sinto falta de um posicionamento efetivo da nossa bancada federal. São três senadores e oito deputados que precisam cobrar igual tratamento”, revelou a secretária pela rede social.

Confira, na íntegra, as palavras de Tatiana Mendes Cunha:

“Presidente Michel Temer editou a MP para liberar R$ 1,95 bilhão a Estados e Municípios, com o objetivo de fomentar as exportações do País. Em tese seria uma excelente notícia. O problema é quando olhamos com uma lupa para divisão desses recursos.

Essa medida provisória, em nada beneficia o Nordeste. Enquanto Mato Grosso vai ficar com mais de 20% dos recursos – quase R$ 400 milhões – por causa da soja, ao RN cabem R$ 7,2 milhões. A Fazenda diz que não tem dinheiro e depois abre o cofre para o pagamento do FEX, que estava sendo pago com um ano de atraso. Estranho.

Agora, a Fazenda paga no exercício, isso em ano de déficit orçamentário histórico. A Fazenda fez esse “sacrifício” porque entendeu que governadores iriam melar o acordo. Alguém duvida?

A atualização do pagamento do FEX para o ano da própria incorrência aconteceu com o embarque do Centro-Oeste nos protestos do N e NE. Entraram, depois que estiveram reunidos com Temer, e agora saem com a parte deles, beneficiados. N e NE excluídos. Mato Grosso, Goias, Minas, Espirito Santo e Rio Grande do Sul juntos levam mais de um bilhão do total. Mais da metade.

Volto a falar do Pacto Federativo, da harmonia de tratamento com os Estados, da proporcionalidade e não de privilégios. O RN deveria receber pelo menos R$ 1 bilhão para compensar as perdas de arrecadação e ser possível prestar serviços básicos a população.

Até mesmo do dinheiro da repatriação, ainda em discussão na Câmara, o valor destinado ao RN é pequeno. Segundo cálculos, R$ 113 milhões.

Sinto falta de um posicionamento efetivo da nossa bancada federal. São três senadores e oito deputados que precisam cobrar igual tratamento.”

Eleições 2016
Michèlle Canes – repórter da Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a analisar os recursos apresentados por candidatos às eleições municipais deste ano que tiveram o registro de candidatura negado por um juiz eleitoral. Segundo informações do tribunal, a Resolução Nº 23.455/2015 do TSE (Artigo 44) permitiu que o candidato que teve seu registro negado, mas apresentou recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), continue a fazer a campanha até que a ação fosse julgada na instância superior.

Segundo o TSE, a legislação e o Código Eleitoral trazem a possibilidade da apresentação do recurso e estabelecem também o rito do julgamento desses casos. Agora, o TSE vai analisar cada um dos recursos que foram à Corte pelos tribunais regionais Eleitorais.

Novas eleições

Caso o candidato a prefeito que está recorrendo ao TSE tenha obtido o maior número de votos na eleição e o seu recurso não seja aceito pelos ministros, ou seja, o registro seja negado, novas eleições serão feitas no município. A regra passou a valer depois da reforma eleitoral de 2015 que trouxe a modificação para o Código Eleitoral.

De acordo com a Corte, nas localidades que têm uma população com menos de 200 mil habitantes, se a soma dos votos dos outros candidatos concorrentes for menor que 50% ninguém é considerado eleito e ocorre uma nova eleição.

Nos municípios que têm uma população superior a 200 mil habitantes existe a possibilidade de segundo turno. Se na segunda rodada de votação algum dos candidatos estiver com recurso aguardando julgamento, até que saia decisão do TSE ele poderá concorrer.

Ver. Hugo Manso - Foto ELPÍDIO JÚNIOR

Elpídio Júnior

Do Agora RN – Duas semana após as eleições, o vereador Hugo Manso (PT) fez uma avaliação da campanha municipal. Ele disse que os candidatos de oposição ao prefeito Carlos Eduardo (PDT) em Natal não conseguiram fazer com que o ritmo da campanha favorecesse ao debate.

Em entrevista ao Portal Agora RN, Hugo Manso afirmou que houve um desinteresse pelo debate político na cidade. “Não houve campanha de rua. O prefeito ficou monitorando a campanha por pesquisas e, vendo que estava favorável, esfriou o clima”, disse.

Para o vereador, faltou “criatividade e ritmo de campanha” por parte da oposição, inclusive do candidato de seu partido, Fernando Mineiro (PT). Ele também criticou a campanha do Partido dos Trabalhadores, que esqueceu de focar no debate municipal. “A campanha ficou extremamente fria. Os candidatos de oposição, talvez até tenha tentado, mas não conseguiram esquentar o debate. O prefeito ficou pintando a cidade e a população não se atentou para isso. No partido, fomos incompetentes no sentido da crítica, ficamos muito centrados no debate nacional, no ‘Fora Temer’, e deixamos o debate municipal esquecido”, declarou.

Na Câmara Municipal de Natal, a vereadora eleita Natália Bonavides é quem vai ocupar a vaga do PT deixada por Hugo a partir de 2017, junto com o vereador Fernando Lucena.

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

Os senadores interrompem nesta semana  a participação nas campanhas municipais de segundo turno para se reunir em esforço concentrado. E uma das votações mais importantes previstas para o período é a do projeto que libera créditos para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que está pendente na pauta do Congresso e será analisado conjuntamente com os deputados na próxima terça-feira (18).

Além disso, os senadores vão votar projetos da pauta e das comissões permanentes da Casa. De acordo com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), matérias econômicas terão prioridade. Ele disse que, entre outras coisas, pretende incluir na pauta do plenário do projeto que trata da securitização das dívidas.

O projeto permite que a União e os estados vendam as dívidas que têm a receber por um valor menor. No entanto, a matéria ainda está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que deve apreciá-la somente em 1º de novembro. Para que o tema seja adiantado, pode ser necessário um acordo com a presidente da CAE, Gleisi Hoffmann (PT-PR), o relator, Paulo Bauer (PSDB-SC), e líderes partidários.

A ordem do dia de terça-feira (18) começará com a pauta trancada pela Medida Provisória (MP) 735, que altera várias leis do setor elétrico e abre a possibilidade de privatização das empresas distribuidoras estaduais de energia elétrica que foram federalizadas.

Também está pronto para votação em turno suplementar o projeto de lei, já aprovado anteriormente, que estabelece prazo de 24 horas para que presos em flagrante sejam apresentados a uma autoridade judicial.

Comissões

Na Comissão de Infraestrutura, os senadores deverão apreciar projeto de lei segundo o qual as nomeações feitas pelo presidente da República para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Petrobras terão de passar pelo crivo do Senado.

Assim como já ocorre com outras autoridades, como o presidente do Banco Central e dirigentes das agências reguladoras, o projeto do senador Roberto Rocha (PSB-MA) prevê que os indicados para a Petrobras e o BNDES passem por sabatina e votação dos senadores. O tema é o primeiro item da pauta da Comissão de Infraestrutura, que se reúne na quarta-feira (19).

Também na quarta-feira a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará reunião cuja pauta inclui uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estende aos militares estaduais o direito de acumular cargos públicos e um projeto de lei que altera o Código de Trânsito para tratar de crimes cometidos ao volante, além de projeto que trata da caracterização do crime de exploração do trabalho infantil.

Mesmo com a reunião com o governador do Estado, a Diretoria do SINPOL-RN informa está mantido o ato público marcado para a próxima terça-feira (18), a partir das 8h, em frente ao Midway Mall. Tal ato deverá contar com a presença dos policiais civis, servidores do ITEP e servidores da Sesed.
Já no próximo dia 21 também está marcada uma paralisação geral dos servidores estaduais, envolvendo todas as categorias. Neste mesmo dia, acontecerá a reunião do governador Robinson Faria com os outros poderes para tratar da proposta da repactuação do duodécimo.
“Precisamos nos manter mobilizados, pois a situação ainda não está resolvida. Precisamos cobrar do Governo do Estado e pressionar os outros poderes para que eles aceitem a proposta e devolvam dinheiro para pagamento dos nossos salários”, completa Renata Pimenta.

Bastidores

Nesta semana alguns opositores  em Macaíba se reuniram na praça de alimentação do Favorito, onde tinha como  prato principal da conversa a eleição deste ano. Um dos assuntos falado foram os fatores que contribuiram  para vitória do Prefeito Fernando Cunha (PSD). Entre os fatos que eles acreditam que ajudaram na reeleição do prefeito estão,  entrega de dezenas de ruas calçadas,  a publicidade das obras através da TV e da internet, além também do grupo governista ter conseguido na campanha retirar algumas pessoas que caminhavam com a oposição.

Outro fator que foi apontado como decisivo  para reeleição do médico foi mais de uma candidatura da oposição, além da ampla base de vereadores. Como erros cometidos pela oposição foi apontado a indefinição com qual candidato a frentinha iria apoiar para prefeito antes de iniciar a campanha.

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De Heitor Gregório

O governador Robinson Faria declarou em entrevista ao jornalista Diogenes Dantas no domingo passado, que tinha apoiado a candidatura da prefeita eleita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), mesmo o partido dele tendo apresentado a candidatura do atual prefeito Silveira Júnior até a penúltima semana.

Rosalba desconhece o apoio do governador e diz que o partido dele teve um candidato.