Saúde Arquivo

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa da cerimônia de lançamento da Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lançou hoje (12) a Campanha de Conscientização sobre Medidas Preventivas e Vacinação contra a Covid-19, em cerimônia no Teatro do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Também foi apresentada a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19. A nova secretária é médica infectologista Luana Araújo.

“O governo tem o objetivo de reforçar cada vez mais a campanha e alertar sobre medidas não farmacológicas, como uso de máscaras”, disse o ministro durante o lançamento da campanha em Brasília.

Segundo ele, a ideia é dar qualidade à comunicação com a sociedade, tendo por base “mensagens calcadas em evidências científicas”. Para tanto, a estratégia é a de atuar de forma conjunta com outras pastas, de forma a buscar “mais eficiência na luta contra essa emergência sanitária que afeta o Brasil e o mundo”.

Também presente na cerimônia, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu o uso de máscaras também por crianças. Segundo ela, para lidar com a pandemia “é todo mundo cuidando de todo mundo”, argumento que foi corroborado pelo ministro da Cidadania, João Roma.

“O enfrentamento da pandemia é de todos. Sem dúvida nenhuma vamos vencer esse momento de dificuldade”, disse Roma.

 

O Instituto Butantan liberou hoje (12) mais 1 milhão de doses da vacina contra o novo coronavírus ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com essa remessa, o Butantan totaliza 46,112 milhões de doses disponibilizadas ao Ministério da Saúde desde o início deste ano e cumpre o primeiro contrato firmado com o governo federal em janeiro.

Segundo informações do governo de São Paulo, na próxima sexta-feira (14) começa a entrega das doses previstas no segundo contrato, que é de 54 milhões de vacinas. A primeira remessa será de 1,1 milhão de doses.

“As vacinas entregues em maio foram produzidas a partir de 3 mil litros de insumos recebidos no dia 19 de abril. Assim que um novo lote de insumos da China chegar ao país, será possível retomar a produção e efetuar novas entregas do imunizante ao governo federal”, diz o governo estadual.

De acordo com as informações, também serão entregues neste mês mais 30 milhões de doses da vacina contra a gripe para distribuição em todo o país.

Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga,  participa de Cerimônia de Liberação de Recursos para Atenção Primária à Saúde no Enfrentamento da Covid-19

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira (11) a liberação de recursos para atenção primária à saúde no enfrentamento da covid-19. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o ministro assinou portaria que libera pouco mais de R$ 909 milhões para a atenção básica em saúde.

Os recursos serão destinados aos 5.570 municípios de todo o país e incluem repasse a unidades básicas de saúde, atendimento a crianças menores de 7 anos vinculadas ao programa Bolsa Família, atendimento de idosos em situação de vulnerabilidade e limitações funcionais além de fortalecimento de equipes de assistência em saúde para povos e comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.

O evento teve a participação do presidente Jair Bolsonaro e de outros ministros.

Segundo o ministério, a atenção primária à saúde é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e do centro de comunicação com toda a rede de atenção dos SUS. “É caracterizado por um conjunto de ações de saúde que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde”, diz o site do ministério.

A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte ganha reforço esta semana. O Goveno do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), recebeu na manhã desta terça-feira (11) o segundo carregamento de vacinas da Pfizer. São 18.720 imunizantes destinados à primeira doses para o público com comorbidades.

Seguindo a determinação do Ministério da Saúde, por conta das condições diferenciadas de armazenamento que a vacina da Pfizer exige, o lote será distribuído apenas para municípios da Região Metropolitana.

A Sesap orienta que sendo finalizada a vacinação com a primeira dose do grupo de portadores de diabetes mellitus e doenças cardiovasculares, pode se dar prosseguimento com a vacinação de hipertensos, imunossuprimidos, pessoas com doenças respiratórias crônicas e com obesidade mórbida (IMC ≥ 40), que estejam entre 55 e 59 anos.

Há também a orientação de poder ampliar para a diminuição da faixa etária – 50 a 59 anos – entre as pessoas com deficiência permanente cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Junto à carga de vacinas, a Sesap também recebeu uma nova leva de anestésicos utilizados para intubação de pacientes internados em UTI.

A vacina da Pfizer é a terceira disponível para imunização contra a Covid-19, junto à Coronavac/Butantan e a Oxford/Fiocruz. O RN recebeu na primeira semana de maio um lote com 7020 doses da Pfizer.

Com esse novo lote, o estado chega a 1,18 milhão de vacinas recebidas. A plataforma RN+ Vacina registra, até o início da manhã de hoje, 824 mil vacinas aplicadas no RN, atingindo 552 mil pessoas com ao menos a primeira dose.

A Sesap aguarda uma sinalização do Ministério da Saúde quanto aos pedidos para ampliar a distribuição de Coronavac/Butantan, com objetivo de atender os mais de 80 mil potiguares que ultrapassaram o período recomendado para receber a segunda dose do imunizante.

Segundo Cruz, parte das vacinas da Coronavac “podem ser usadas como segunda dose para completar o esquema vacinal de todos os brasileiros”.

Nesta segunda-feira, o ministério iniciou a distribuição de um lote de 1,12 milhão de doses da vacina da Pfizer. As doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente e distribuídas todos os estados e o Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária. De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante, que exige temperaturas de armazenamento muito baixas.

Também hoje o Instituto Butantan entregou mais 2 milhões de doses da vacina Coronavac para o Programa Nacional de Imunizações. A previsão é que o Butatan libere mais 1 milhão de doses na quarta-feira (12), concluindo o primeiro contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 46 milhões de doses da vacina. O instituto tem um segundo contrato com o ministério para fornecer mais 54 milhões de doses da vacina até 30 de agosto.

Nesta terça-feira (11), o Ministério da Saúde vai anunciar, às 16h30, a  liberação de recursos para a Atenção Primária à Saúde no Enfrentamento da Covid-19. O evento terá a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e está prevista a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com outras instituições de pesquisa constatou uma transmissão mais frequente da covid-19 de adultos para crianças do que de crianças para adultos, em um grupo de voluntários de uma comunidade do Rio de Janeiro. 

Parte das conclusões foram divulgadas hoje (10) pela Agência Fiocruz de Notícias, mas o trabalho será publicado no artigo “A dinâmica da infecção de Sars-CoV-2 em crianças e contatos domiciliares em uma comunidade pobre do Rio de Janeiro”, na revista científica Pediatrics, Official Journal of the American Academy of Pediatrics.

O estudo foi realizado entre maio e setembro do ano passado e contou com um grupo de 667 participantes que viviam em 259 domicílios de uma comunidade pobre do Rio de Janeiro. Entre as pessoas observadas pelos pesquisadores, havia 323 crianças, 54 adolescentes e 290 adultos. Os autores destacam que os resultados referem-se ao local e período específico que foram estudados e também não consideram as novas variantes do SARS-CoV-2 que circulam no país.

Testes PCR e de sorologia (IgG) realizados detectaram que 45 crianças com menos de 14 anos foram infectadas pelo novo coronavírus (covid-19), sendo que 26 delas tiveram contato com um adulto também positivo e 19 com adultos sintomáticos que não consentiram em fazer o teste. A pesquisa observou também uma proporção maior de crianças com menos de um ano infectadas, em comparação com grupos pediátricos de outras idades.

O estudo revela que cerca de um terço do grupo pesquisado havia tido contato com o coronavírus em agosto, enquanto o percentual geral da cidade no mesmo período era de 7,5%.

A hipótese dos pesquisadores era de que, se a transmissão ocorre principalmente de adultos e adolescentes para crianças, eles teriam um pico de prevalência de anticorpos IgG antes das crianças, o que foi confirmado na análise.

“A menos que essas crianças fossem portadoras do Sars-CoV-2 por um longo período, nossos resultados são compatíveis com a hipótese de que elas se infectam por contatos domiciliares, principalmente com seus pais”, diz um trecho do artigo publicado pela Agência Fiocruz de Notícias. “As crianças incluídas no estudo não parecem ser a fonte da infecção de Sars-CoV-2 e mais frequentemente adquiriram o vírus de adultos”.

Os pesquisadores ponderam, entretanto, que os testes foram realizados em um período em que as escolas estavam fechadas no Rio de Janeiro. Desse modo, os adultos podem ter tido um papel de propagador mais importante porque continuaram expostos ao vírus ao sair para trabalhar fora de casa.

O artigo sugere que, em um cenário semelhante ao estudado, “escolas e creches poderiam potencialmente reabrir se medidas de segurança contra a covid-19 fossem tomadas e os profissionais adequadamente imunizados”.

Os cientistas defendem que compreender o papel das crianças na dinâmica de transmissão é de importância fundamental para diversas estratégias de enfrentamento da pandemia, como a reabertura segura das escolas. Além disso, eles alertam que é necessário incluir as crianças nos estudos clínicos de vacinação.

“Se os adultos forem imunizados e as crianças não, elas podem continuar a perpetuar a epidemia. Se no mínimo 85% dos indivíduos suscetíveis precisam ser imunizados para conter a pandemia da covid-19 em países de alta incidência, esse nível de proteção só pode ser alcançado com a inclusão de crianças em programas de imunização, principalmente no Brasil, onde 25% da população têm menos de 18 anos”, diz o artigo.

O estudo foi coordenado pela chefe do Laboratório de Pesquisa Clínica em Doenças Febris Agudas do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Patrícia Brasil. Além de outros pesquisadores da Fiocruz, participaram do trabalho cientistas da Universidade da Califórnia (UCLA) e da London School of Hygiene and Tropical Medicine (LSHTM).

Agência Brasil

A taxa de transmissibilidade [R(t)] da covid-19 geral do Rio Grande do Norte é de 0,74, o que é considerado como zona segura dentro dos parâmetros estabelecidos.

Há três semanas, no dia 17 de abril, o RN tinha 121 cidades taxa superior a 1,03 (zona de risco) ou maior que 2,00 (zona de perigo), hoje são 60 municípios nestas condições, segundo dados do LAIS/UFRN.

A maior parte do Rio Grande do Norte está em área segura, com a taxa de transmissibilidade menor ou igual a 1,00. A população inserida nesta zona é de 2.514.869, segundo o Lais. Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Extremoz são algumas das cidades dentro dessa faixa.

Três municípios em zona de perigo, com taxa superior a 2,00. Itaú (2,76), Portalegre (2,38) e Santana do Matos (2,04).

Com taxa maior que 1,03 e menor ou igual a 2,00 são 57 municípios que estão na chamada zona de risco.

A taxa de transmissibilidade é um indicador importante para analisar a pandemia do coronavírus. No entanto, o laboratório destaca que os dados não podem ser utilizados separadamente e que é preciso considerar outros indicadores nas avaliações dos contextos epidemiológicos.

Taxas de Transmissibilidade pode município

Zona de perigo (taxa maior que 2,00)

Itaú 2,76
Portalegre 2,38
Santana do Matos 2,04

Zona de risco (taxa maior que 1,03 a menor ou igual a 2,00)

Rodolfo Fernandes 1,89
Almino Afonso 1,79
Severiano Melo 1,63
Serra Negra do Norte 1,62
João Dias 1,60
José da Penha 1,59
Itajá 1,58
Triunfo Potiguar 1,51
Januário Cicco 1,50
Espírito Santo 1,49
Ouro Branco 1,45
São Rafael 1,39
Paraú 1,38
Ruy Barbosa 1,38
Cerro Corá 1,37
Lagoa Salgada 1,37
Carnaúba dos Dantas 1,36
Rafael Fernandes 1,36
Viçosa 1,35
Parelhas 1,31
Apodi 1,29
São Miguel do Gostoso 1,29
Serra Caiada 1,28
Bodó 1,24
Rio do Fogo 1,24
Senador Georgino Avelino 1,21
Sítio Novo 1,20
Coronel João Pessoa 1,19
Janduís 1,19
Porto do Mangue 1,19
São Bento do Trairi 1,17
Felipe Guerra 1,16
Lucrécia 1,16
Campo Redondo 1,14
Doutor Severiano 1,14
Grossos 1,14
São João do Sabugi 1,14
Jardim de Piranhas 1,13
Fernando Pedroza 1,12
São José do Seridó 1,12
Ipanguaçu 1,11
Santana do Seridó 1,10
Frutuoso Gomes 1,09
Mossoró 1,09
Assú 1,08
Bom Jesus 1,08
Francisco Dantas 1,07
Passa e Fica 1,06
São José de Mipibu 1,06
Timbaúba dos Batistas 1,06
Areia Branca 1,05
Japi 1,05
Venha-ver 1,05
Augusto Severo 1,04
Ceará-Mirim 1,04
Major Sales 1,04

Zona neutra (Maior que 1,00 a menor ou igual a 1,03)

Caicó 1,01
Tenente Laurentino Cruz 1,01

Zona segura (igual ou menor a 1,00)

Água Nova 1,00
Carnaubais 1,00
São Vicente 1,00
Taboleiro Grande 0,99
Lagoa Nova 0,97
Nova Cruz 0,97
Marcelino Vieira 0,96
Martins 0,96
Vera Cruz 0,96
Antônio Martins 0,95
Extremoz 0,95
Macaíba 0,95
Pendências 0,95
Santa Cruz 0,95
Coronel Ezequiel 0,94
Umarizal 0,94
Upanema 0,94
São Gonçalo do Amarante 0,93
Parnamirim 0,92
Tenente Ananias 0,92
Currais Novos 0,91
Florânia 0,89
Ielmo Marinho 0,89
Lagoa de Velhos 0,89
Natal 0,89
Tangará 0,89
Senador Elói de Souza 0,88
São Miguel 0,87
Tibau do Sul 0,87
Pau dos Ferros 0,86
Alexandria 0,85
Baraúna 0,85
Pilões 0,85
Rafael Godeiro 0,85
Santo Antônio 0,85
Serrinha dos Pintos 0,84
Caiçara do Norte 0,83
Jucurutu 0,83
São Fernando 0,83
Barcelona 0,80
Canguaretama 0,79
Jardim do Seridó 0,79
Patu 0,76
Encanto 0,75
Pureza 0,75
Angicos 0,74
Nísia Floresta 0,74
Riacho da Cruz 0,74
Jaçanã 0,73
Lagoa de Pedras 0,73
Serrinha 0,73
Tibau 0,73
São Paulo do Potengi 0,72
Arez 0,71
Goianinha 0,71
Riacho de Santana 0,71
Serra do Mel 0,71
Brejinho 0,70
Galinhos 0,70
Pedra Grande 0,70
São Tomé 0,70
Caraúba 0,69
Taipu 0,68
Macau 0,66
Jundiá 0,65
Lagoa d’Anta 0,65
Lajes Pintadas 0,65
Parazinho 0,65
Pedra Preta 0,65
Alto do Rodrigues 0,64
Maxaranguape 0,64
Guamaré 0,63
Jardim de Angicos 0,63
São Bento do Norte 0,63
São José do Campestre 0,63
Caiçara do Rio do Vento 0,61
São Francisco do Oeste 0,61
Poço Branco 0,60
Pedro Velho 0,59
Santa Maria 0,58
Acari 0,57
Equador 0,57
Montanhas 0,57
Serra de São Bento 0,56
Bento Fernandes 0,55
Lajes 0,55
Monte Alegre 0,54
Paraná 0,54
Passagem 0,54
Pedro Avelino 0,54
Cruzeta 0,53
Monte das Gameleiras 0,51
Ipueira 0,50
João Câmara 0,49
Riachuelo 0,48
Afonso Bezerra 0,46
Messias Targino 0,46
Olho d’Água do Borges 0,44
Luís Gomes 0,41
São Pedro 0,39
Jandaíra 0,38
Várzea 0,36
Vila Flor 0,29
Touros 0,28
Baía Formosa 0,17

De acordo com dados do boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (07), Macaíba registra 3.554 casos confirmados da covid-19, 1.653 casos suspeitos, 58 óbitos sob investigação e 137 mortes confirmadas ao longo da pandemia.

 

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (8) que o Ministério da Saúde enviará 3,9 milhões de vacinas AstraZeneca/Fiocruz para todos os estados e o Distrito Federal. A Região Norte receberá 281,4 mil doses, a Região Nordeste terá 984,1 mil doses e a Região Centro-Oeste receberá 294,1 mil doses. Já as regiões Sudeste e Sul receberão 1,79 milhão e 624,3 mil doses, respectivamente. O comunicado foi feito em redes sociais.

Além disso, o Ministério da Saúde distribuiu quase 1 milhão de vacinas da Coronavac/Butantan para uso apenas como segunda dose. A ideia é completar os esquemas vacinais de mais de 900 mil pessoas. As doses da Coronavac começaram a ser entregues ontem (7).

A vacinação contra a COVID-19 seguirá para uma nova etapa no município de Macaíba. Agora será a vez da parcela da população composta por pessoas com comorbidades, ou seja, quando um paciente apresenta e convive, ao mesmo tempo, com mais de uma doença; pessoas com deficiência permanente; gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto). Todas as pessoas que precisam ser vacinadas deverão apresentar documento de identidade com CPF e comprovante de residência de Macaíba, além da documentação médica com cópia comprovando cada comorbidade.

As faixas etárias a serem imunizadas nesta etapa são variadas. De acordo com a tabela divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP/RN), na Fase I: Pessoas com Síndrome de Down (18-59 anos); Pessoas com doença renal crônica, em diálise (18-59 anos); Gestantes e puérperas com comorbidades (18-59 anos); Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos; Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos. Entre as comorbidades cobertas nesta fase, estão: diabetes mellitus e doenças cardíacas.

Na Fase II: deverão ser vacinadas proporcionalmente, de acordo com o quantitativo de doses disponibilizado, seguindo as faixas de idade de 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos: Pessoas com comorbidades; Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC; Gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes. Pressão alta, obesidade, cirrose, anemia e AIDS estão entre as comorbidades incluídas nesta fase. Para mais informações, contate a equipe do posto de saúde de seu bairro ou área de cobertura.

A Prefeitura iniciará a vacinação na próxima terça-feira (11/05) pela zona urbana, no horário das 8h às 12h. Os demais polos terão, em breve, suas datas divulgadas. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, serão 06 polos de vacinação, localizados no Centro (Pax Club), Traíras, Mangabeira, Cajazeiras, Canabrava e Bela Vista. O polo do Pax Club irá atender os usuários de todos os bairros da zona urbana.

O polo de Traíras atenderá: Traíras, Lagoa Do Sítio I, Lagoa Nova, Sucavão, Porteiras, Riacho do Feijão, Assentamento Margarida Alves, Assentamento Zumbi dos Palmares, Félix Lopes e localidades circunvizinhas.

O polo localizado em Mangabeira atenderá: Mangabeira, Guarapes, Loteamento Santa Rosa, Barro Branco, Conjunto Manoel Dias e localidades circunvizinhas.

O polo de Cajazeiras atenderá: Cajazeiras, As Marias, Mata Verde, Lagoa dos Cavalos, Reta Tabajara, Retiro, Rua da Palha, Assentamento José Coelho, Lagoa do Lima, Assentamento Caracaxá, Lagoa do Sítio II, Lagoa dos Espinheiros e Lagoa dos Currais e localidades circunvizinhas.

O polo de Canabrava atenderá: Canabrava, Riacho do Sangue, Peri-Peri, Jundiaí, Tabatinga Lagoa Seca, Cajarana, Betúlia, Curralinho, Japecanga, Assentamento Eldorado dos Carajás, Assentamento Quilombo dos Palmares e localidades circunvizinhas.

Por sua vez, o polo de Bela Vista atenderá: Bela Vista, Cidade Campestre e localidades circunvizinhas.

Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A proporção de mortes de idosos com 80 anos ou mais caiu pela metade no Brasil após o início da vacinação contra a covid-19. Os dados fazem parte de um estudo liderado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O percentual médio de vítimas dessa faixa etária era de 25% a 30% em 2020 e passou para 13% no final de abril.  Quando teve início a imunização, em janeiro de 2021, o percentual era de 28%.

De acordo com o Cesar Victora, epidemiologista e líder da pesquisa, outros estudos já demonstraram a associação entre a vacinação e a queda nas internações e nas mortes, por exemplo a partir dos dados da população de Israel. A novidade desta análise é que o mesmo se confirma em um cenário com predominância da variante P1. Em Israel, a imunização alcança mais de 55% da população, segundo dados da plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford.

A pesquisa liderada pela UFPel indica que pelo menos 13,8 mil mortes de brasileiros com 80 anos ou mais em um intervalo de oito semanas foram evitadas. O país registra 407.639 mortes por covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesse domingo (2). Em 24 horas, foram 1.202 novas mortes. A aplicação da primeira dose alcança cerca de 14% dos brasileiros; e 6,5% receberam as duas doses.

Os dados utilizados na análise foram disponibilizados pelo Ministério da Saúde e referem-se ao período de 3 de janeiro a 22 de abril. Nessas datas, 171.454 pessoas morreram pelo novo coronavírus no Brasil.

No começo de 2021, a taxa de mortalidade entre pessoas de 80 anos ou mais era 13,7 vezes maior do que para pessoas com zero a 79 anos. De acordo com o estudo, essa relação caiu para 6,9 vezes no início de abril.

As estimativas dos pesquisadores apontam que, com a nova cepa, se o número de mortes entre os mais idosos tivesse continuado no mesmo ritmo observado para grupos etários mais jovens, seriam esperadas quase 48 mil mortes contra as 34.168 registradas no período.

Os níveis nacionais de cobertura vacinal com a primeira dose nessa faixa etária chegaram a 50% na primeira quinzena de fevereiro, a 80% na segunda quinzena do mês e ficou em 95% em março. Os pesquisadores apontam que os resultados de queda da mortalidade encontrados são compatíveis com o efeito protetor da primeira dose e deve aumentar a partir da segunda.

O estudo também confirma que as vacinas aplicadas no Brasil protegem mesmo em um cenário em que a P1 predomina. Pesquisas com profissionais de saúde vacinados em Manaus e São Paulo já demonstravam essa proteção.

Um lote com 220 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, contra a covid-19, chegaram hoje (1º) por volta das 17 horas no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). Os imunizantes foram importados por intermédio do consórcio Covax Facility, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse é o primeiro de três lotes que deverão chegar até o final do domingo no país. Amanhã (2), duas novas remessas desse imunizante, também obtidos pelo Covax Facility, chegarão a São Paulo, com mais 3,8 milhões de doses. Com isso, completam-se os quatro milhões de doses previstos para maio, anunciados pelo Ministério da Saúde.

Covax Facility é uma aliança internacional da OMS que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 e garantir acesso igualitário à imunização. Além da OMS, fazem parte do grupo a Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (CEPI), a Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O Brasil tem direito a receber 10,5 milhões de doses do consórcio. Em março, já foram enviadas ao país um total de 1 milhão de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, cujos lotes foram fabricados na Coreia do Sul pelo laboratório BK Bioscience.

De acordo com a Opas, as vacinas AstraZeneca recebidas são do mesmo tipo que as produzidas em solo brasileiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “É um produto seguro e de qualidade, tendo aprovação para uso emergencial tanto da OMS quanto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)”, destacou a organização, em nota.

Após o desembarque, os imunizantes foram levados a Coordenação de Armazenagem e Distribuição Logística de Insumos Estratégicos para a Saúde (COADI) do Ministério da Saúde, em Guarulhos. As vacinas, agora, serão distribuídas conforme o Plano Nacional de Vacinação (PNI).

Agência Brasil

Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior númerode óbitos

Ministério da Saúde

O total de mortes relacionadas à covid-19 e de diagnósticos da doença teve uma redução no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, que avaliou a Semana Epidemiológica (SE) 16, de 18 a 24 de abril.

Neste período, foram registrados 17.814 novos óbitos, contra 20.344 confirmados na semana anterior. O resultado representa uma queda de 12% entre as duas semanas epidemiológicas. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas pelo número de dias) na SE 16 ficou em 2.545.

A curva de mortes durante a pandemia mostra o início de uma reversão da tendência de alta da segunda onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. A inflexão teve início na semana epidemiológica 14, na 1ª quinzena de abril.

Os dados estão no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o Coronavírus 60. O documento reúne a avaliação da pasta sobre a evolução da pandemia, considerando as semanas epidemiológicas e o tipo de mediação empregada por autoridades de saúde para essas situações.

O número de novos diagnósticos de covid-19 também teve queda, de 10%. Nesta última semana (SE 16) foram registrados 408.124 novos diagnósticos positivos de covid-19, contra 455.085 novas notificações de pessoas infectadas com o novo coronavírus na semana anterior. A média móvel foi de 58.303.

O resultado da SE 16 confirma uma tendência de queda no registro de novos diagnósticos positivos de covid-19, iniciado em março, apenas com a SE 13 contrariando a tendência.

Estados

Conforme o boletim epidemiológico, 20 estados e o Distrito Federal tiveram redução de casos na Semana Epidemiológica 16, enquanto três ficaram estáveis e três tiveram aumento. Os acréscimos mais efetivos ocorreram no Rio de Janeiro (16%) e no Espírito Santo (12%). Já as quedas mais intensas se deram no Acre (-38%) e no Amapá (-32%).

Quando consideradas as mortes, o número de estados com queda das curvas foi de 18, quatro ficaram estáveis e cinco tiveram acréscimo em relação ao balanço da semana anterior. Os aumentos mais representativos foram registrados no Amazonas (23%) e Pará (14%). As quedas mais expressivas aconteceram em Roraima (-48%) e no Amapá (-47%).

Mundo

O Brasil continua sendo o país com mais novas mortes por covid-19. Em seguida vêm Índia (15.161), Estados Unidos (4.894), Polônia (3.397) e Colômbia (2.955). Enquanto a curva do Brasil sobe de forma intensa, assim como a da Índia, a curva de mortes dos EUA vem fazendo movimento inverso. Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição, atrás dos Estados Unidos (571.921).

O Brasil foi o terceiro país com mais novos diagnósticos. A liderança foi da Índia, que vive uma explosão da pandemia e teve 2.172.169 novos diagnósticos no período. Ainda acima do Brasil estão os Estados Unidos (417.100). O Brasil é seguido por Turquia (378.771) e pela França (213.480). Na comparação em números absolutos, o Brasil fica na terceira posição, atrás dos EUA (32 milhões) e da Índia (16,9 milhões).

Agência Brasil

Mais de um ano se passou após a identificação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, pandemia que modificou a rotina de milhões de pessoas em todo o mundo, alterando a percepção sobre o dia a dia, entre outras ações que modificaram o cenário econômico e social do país.

Neste contexto de mudança brusca, a saúde mental é um fator sensível da população e que está recebendo atenção da Prefeitura de Macaíba, por meio do CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial contra Álcool e outras Drogas). O Centro lançou um aplicativo para que a população possa fazer uma auto avaliação para detecção da Covid-19 e compartilhar informações sobre sua saúde mental.

Os usuários podem preencher questionários com informações sobre o estado de saúde deles e também compartilhar dados que auxiliem na identificação de autoestima baixa, depressão e estresse, algumas das enfermidades que podem surgir no contexto da pandemia. No aplicativo também é possível conversar com uma assistente virtual é tirar dúvidas sobre o período pandêmico

A iniciativa não tem fins de diagnósticos e tem como metas auxiliar a população durante a pandemia e contribuir para uma melhor apuração sobre os dados da Covid-19 no município. Dados como nome, idade, gênero são alguns dos itens a serem preenchidos pelos usuários de forma voluntária.

O aplicativo foi desenvolvido pelo CAPS AD em parceria com o grupo Ações Promocionais e de Atenção a Grupos Humanos em Saúde Mental e Saúde Coletiva (APASMC) e a Incubadora de Procedimentos em Enfermagem (GPIPE) da UFRN e pode ser acessado por meio deste link https://app-capsad-macaiba-rn.bubbleapps.io/.

Assecom-PMM