Política Arquivo

Relatoria de Styvenson Valentim garante aprovação de projeto que facilita denúncias de maus-tratos contra idosos – Podemos

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador potiguar Styvenson Valentim, do Podemos, não ficou confortável com a possibilidade da legenda integrar o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva a partir do próximo ano e se posicionar como aliado na gestão no Congresso Nacional. De acordo com o parlamentar do Rio Grande do Norte, se houver apoio em troca de espaço no governo, ele vai se desfiliar do partido.

A manifestação do parlamentar ocorre após o presidente eleito ter iniciado diálogo com a presidente do Podemos, deputada reeleita Renata Abreu (SP), para que a sigla faça parte do futuro governo, inclusive com direito a comandar um ministério. O partido terá uma bancada federal formada por 12 deputados e seis senadores, podendo ainda receber o ingresso de mais um senador do PSC.

Styvenson Valentim, no entanto, diz que não há nenhum tipo de tratativa neste sentido entre os senadores da legenda, que encontram-se em recesso parlamentar.

“O Podemos no Senado não está fazendo qualquer tratativa no sentido de apoiar o governo com base em trocas, toma lá da cá, que todos, eu em especial, rechaçamos. E, caso o Podemos no Senado insinue ou decida ser base do governo nessa situação, minha desfiliação é certa. Não faço parte de algo que eu não concorde. Mais ainda, que sou crítico ferrenho, um governo baseado na cleptocracia”, disse Styvenson Valentim. O termo “cleptocracia” é utilizado para uma prática na qual indivíduos que estão no poder/governo se utilizam dos recursos públicos para enriquecerem ilicitamente.

Tribuna do Norte

 

Rosano Taveira empossa novos secretários de Parnamirim (RN)

Foto: Divulgação/Prefeito Rosano Taveira

Em Parnamirim, os bastidores da política também está movimentado sobre a eleição de 2024. Na Trampolim da Vitória, cinco nomes despontam como possíveis candidatos ao cargo de prefeito. A maioria deles hoje fazem parte da base aliada do prefeito Rosano Taveira. Confira os nomes:

Vereador Wolney França (PSC)

Vice-prefeita Kátia Pires (União Brasil)

Ex-vereadora Professora Nilda (Solidariedade)

Apresentador Salatiel de Souza

Secretário de Gabinete Civil Honório

Lula dá aval a Walter Alves como vice de Fátima Bezerra, mas chapa ainda  não foi confirmada

Foto: Reprodução

A governadora Fátima Bezerra (PT) ainda vai sentar e conversar com o vice-governador eleito Walter Alves para definir o espaço do MDB no novo governo. De acordo com a Tribuna do Norte, o MDB tem interesse em comandar a secretaria de Recursos Hídricos (Semarh). Expectativa que a governadora converse com Walter ainda essa semana antes da posse.

Fátima ainda precisará definir os espaços do PDT, PSB, PV, PC do B, PROS e uma parte do PSDB.

No meio político a disputa eleitoral de 2024 já entrou em pauta. Os principais nomes cotados para prefeito são: Emídio Júnior (PL), Netinho França (PSB) e Dr. Fernando Cunha (PSD).

Emídio Jr.

É um nome natural na disputa, conta ao seu favor o fato de estar no cargo. O prefeito Emídio Júnior nos últimos meses ampliou a base governista na Câmara Municipal, saindo de 12 para 15 vereadores, o prefeito que está na metade do mandato, terá alguns desafios a cumprir, uma das suas principais promessas de campanha foi a criação da guarda municipal, até o momento o prefeito criou apenas a secretaria de Segurança Pública e a guarda municipal tem apenas o comandante.

Outro desafio do atual prefeito é a finalização do concurso público em andamento. O prefeito Emídio terá que convocar mais de 500 pessoas, número de vagas ofertadas no concurso. Para convocar os aprovados, o prefeito terá que demitir os atuais servidores que tem vinculo temporário com o município, no caso são enfermeiros temporários, professores celetistas e outros profissionais de outras áreas. No atual momento, os candidatos do concurso aguardam o resultado definitivo. A convocação dos aprovados poderá fazer o prefeito enfrentar um desgaste com os servidores que sairão da prefeitura.

Emídio também terá que busca um vice que some eleitoralmente na chapa, hoje teria poucas opções.

Netinho França

O vice-prefeito Netinho França disputou as eleições 2022 e saiu das urnas em Macaíba como o candidato a deputado federal mais votado da história da terra de Auta de Souza. Hoje, Netinho França é o principal cotado para enfrentar Emídio Júnior nas urnas, mas para isso o vice-prefeito vai precisar criar um arco de aliança além do seu grupo. Para observadores da política local, a eleição de Netinho França em 2022 serviu como termômetro, Netinho França saiu bem avaliado.

Netinho foi o mais votado para federal em Macaíba e teve mais votos que o deputado Kleber Rodrigues na zona urbana, candidato que teve apoio do prefeito, 11 vereadores e diversas lideranças ligadas ao Palácio Auta de Souza.

Em favor de Netinho conta sua alta popularidade em diversas regiões da zona urbana, o vice-prefeito sabe disso e terá como desafio, aglutinar mais lideranças em comunidades rurais, região onde o atual prefeito tem mais facilidade. Na condição de vice-prefeito, Netinho França trouxe para Macaíba mais de 2 milhões em emendas, principalmente para saúde.

Dr. Fernando

Um aliado do ex-prefeito Dr. Fernando Cunha nos revelou que o médico participará das eleições 2024. Fernando é uma liderança política importante, independente de estar ou não no cargo. Nas quatro vezes que disputou o pleito, Fernando Cunha saiu vitorioso, o cenário atual não é o mesmo das outras eleições, mas o nome do médico ainda é bastante lembrado. Para a oposição, a próxima eleição passa por sua participação, seja direta como candidato ou não.

Conversando com o aliado do ex-prefeito, ele fez questão de destacar que Dr. Fernando quando saiu em 31 de dezembro de 2020, deixou diversos convênios do município com o governo federal, o que segundo ele, teria garantido algumas obras que foram executadas dentro da atual gestão. “Assim como mostramos esse ano, vamos relembrar a população o que deixamos” finalizou.

Parecer reforça cassação de prefeito e vice e aponta novas eleições

O prefeito de Assú, Dr. Gustavo Soares, caminha para romper com a vice-prefeita Fabielle Bezerra. Nas últimas semanas está notório o afastamento de Dr. Gustavo e Fabielle. Mesmo diante dessa situação, a vice-prefeita segue fazendo seu trabalho, bastante popular Fabielle é dada como certa na próxima eleição municipal na condição de candidata a prefeita.

Fabielle Bezerra não está só, ao seu lado lhe acompanham dois vereadores e uma vereadora. Deixando claro que vai romper, nesta segunda-feira (26) o prefeito exonerou a secretária de Educação Claudia Cezário, indicação da vice.

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação Lula

presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articula para acomodar integrantes de partidos de centro na Esplanada dos Ministérios e deve anunciar nesta semana os nomes dos futuros ministros. A nova lista deve contemplar as legendas que apoiaram o petista nas eleições deste ano.

Lula deve anunciar futuros ministros de ao menos quatro partidos: MDB, PSD, Rede e União Brasil. Há, ainda, 16 pastas cujos titulares não foram indicados. Lula anunciou 21 nomes até o momento e foi alvo de críticas pela falta de diversidade no primeiro escalão.

A principal dificuldade envolve a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e a deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP). Lula passou os últimos dias em reuniões e deve se reunir novamente nesta segunda-feira (26) com integrantes dos dois partidos em busca de solução.

Lula deve indicar Marina para comandar novamente o Ministério do Meio Ambiente, de acordo com fontes ouvidas pela reportagem. A medida ocorre após a deputada federal eleita recusar o convite feito pelo petista, na sexta-feira (23), para ocupar o cargo de Autoridade Nacional de Segurança Climática.

Na reunião, Marina argumentou que a função, a ser criada pelo novo governo, precisa ser desempenhada por um técnico e não por alguém de perfil político. Diante do impasse, Lula chamou mais uma vez Tebet, com quem tinha conversado horas antes, na tentativa de encontrar uma saída.

O presidente eleito tinha a intenção que as duas fizessem uma dobradinha, com Tebet no Meio Ambiente e Marina na Autoridade Climática. A proposta, inclusive, já tinha sido apresentada à senadora em outras duas ocasiões pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Tebet disse que só aceitaria a chefia do ministério se Marina concordasse em assumir a função de Autoridade Climática, o que não ocorreu. Até agora, não está definida a pasta que a senadora vai assumir. Durante voo de Brasília a São Paulo, Lula disse para ela que não poderia dispensar sua colaboração no governo.

R7.com

PSB oficializa Marina Silva e Beto Albuquerque na nova chapa presidencial -  País - Diário de Canoas

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-deputado federal que compôs a chapa de Marina Silva para presidente em 2014, Beto Albuquerque (PSB) defende o nome da ex-ministra para o Meio Ambiente. Beto usou suas redes sociais para destacar que a ex-ministra é o nome mais qualificado para o cargo.

“Não há ninguém mais identificada e comprometida com o meio ambiente do que a minha amiga Marina Silva. Na eleição de 2014 Marina foi candidata a Presidente pelo PSB após a inesquecível perda de Eduardo Campos. E eu tive a honra de ser o seu candidato a Vice Presidente. Agora vejo com alegria está guerreira voltar ao comando do Ministério do Meio Ambiente e das políticas públicas de proteção ambiental. A Amazônia, o clima, a natureza, a sustentabilidade e o nosso futuro agradecem” finalizou Beto.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O presidente eleito Luís Inácio Lula da Silva (PT) anunciou hoje (22) mais dezesseis nomes que irão compor o primeiro escalão de seu governo. As grandes pastas como educação e desenvolvimento social ficaram com os petistas Camilo Santana e Wellington Dias, ambos eleitos para o Senado pelos estados do Ceará e Piauí.

Confira os nomes anunciados:

Camilo Santana (PT), Ministério da Educação;

Wellington Dias (PT), Ministério do Desenvolvimento Social;

Luciana Santos (PC do B), Ciência e Tecnologia;

Márcio França (PSB), Portos e Aeroportos;

Luiz Marinho (PT), Ministério do Trabalho;

Alexandre Padilha (PT), Ministério das Relações Institucionais;

Geraldo Alckmin (PSB), Ministério da Indústria e  Comércio;

Nísia Trindade, Ministério da Saúde;

Esther Dweck, Ministério de Gestão;

Cida Gonçalves, Ministério das Mulheres;

Anielle Franco, Ministério da Igualdade Racial;

Silvio Almeida, Ministério dos Direitos Humanos

Márcio Macêdo, Secretaria-Geral;

Jorge Messias, Advocacia Geral da União.

 

 

A  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição foi promulgada na noite desta quarta-feira (21) pelo Congresso Nacional em sessão solene semipresencial realizada no plenário do Senado, cerca de 15 minutos após a aprovação da PEC no Senado. Com a promulgação, as mudanças propostas no texto passam a fazer parte da Constituição por meio da Emenda Constitucional 126/2022. 

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse, no discurso da promulgação, que a proposta foi alvo de intensos debates no Senado e na Câmara, sendo que nesta última Casa passou por “aprimoramentos” que demandaram seu retorno ao Senado, onde a PEC inicialmente foi votada, e agradeceu empenho dos parlamentares.

Pacheco destacou que a proposta levou um período de 23 dias de sua apresentação até a promulgação, o que impediu que as famílias beneficiárias do Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família, deixassem de receber um benefício de R$ 600 já em janeiro de 2023. Para o presidente do Congresso a Emenda Constitucional garante “a todos os brasileiros e brasileiras patamares minimamente aceitáveis de dignidade humana e de exercício da cidadania”.

A promulgação da PEC permite que a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vote a Lei Orçamentária Anual na reunião da comissão marcada para as 10h desta quinta (22). Na avaliação relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), o Orçamento da União para o próximo ano apenas seria viabilizado com a aprovação da PEC da Transição.

Mudanças

Com a promulgação da PEC, o novo governo terá R$ 145 bilhões para além do teto de gastos, dos quais R$ 70 bilhões serão para custear o Auxílio Brasil (que voltará a se chamar Bolsa Família em 2023) de R$ 600 com um adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos.

Os outros R$ 75 bilhões podem ser destinados para as despesas como políticas de saúde (R$ 16,6 bilhões), entre elas o programa Farmácia Popular e o aumento real do salário mínimo (R$ 6,8 bilhões). A PEC também abre espaço fiscal para outros R$ 23 bilhões em investimentos pelo prazo de um ano.

A validade desses gastos extra-teto é de um ano. A proposta inicial aprovada pelo Senado era de dois anos. A Câmara reduziu para um.

A emenda constitucional também alterou a destinação dos recursos do chamado orçamento secreto, as emendas de relator, consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Acordo entre líderes partidários definiu que os recursos serão rateados entre emendas individuais e programações de execução não obrigatória pelo Executivo. A Câmara ficará com 77,5% do valor global das emendas individuais; e o Senado, com 22,5%.

Regra de ouro

A emenda constitucional dispensa a “regra de ouro” em relação à necessidade de que o Poder Executivo solicite ao Congresso Nacional autorização para emitir títulos da dívida pública para financiar despesas correntes no montante de R$ 145 bilhões no próximo ano. Os recursos ficarão de fora ainda da meta de resultado primário.

Também estão retiradas as limitações do teto de gastos em doações recebidas por universidades federais, recursos para o auxílio-gás em 2023, transferência de recursos dos estados para União executar obras e serviços de engenharia. Ficam fora da limitação as doações para projetos socioambientais relacionados às mudanças climáticas.

No caso dos restos a pagar, que são as despesas para as quais existe comprometimento de pagamento por parte do governo e referentes a exercícios anteriores, o texto aumenta de 0,6% para 1% da receita o montante total que pode ser considerado para execução das emendas parlamentares. A referência também será a receita corrente líquida do exercício anterior ao do encaminhamento do projeto de Lei Orçamentária.

A emenda constitucional também determina que o presidente da República encaminhe ao Congresso Nacional, até 31 de agosto de 2023, um projeto de lei complementar com o objetivo de instituir um novo regime fiscal “sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do País e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico”.

Agência Brasil

Fátima Bezerra (PT) é reeleita governadora do Rio Grande do Norte — Foto: Elisa Elsie

Foto: Elisa Elsie

A governadora Fátima Bezerra (PT) divulgou na noite desta quarta-feira (21) parte dos nomes que irão compor o secretariado no segundo mandato. A grande maioria são de pessoas que já estão no primeiro escalão. Confira:

Casa Civil, Raimundo Alves;

Secretaria de Planejamento, Aldemir Freire;

Secretaria de Tributação, Carlos Eduardo Xavier;

Secretaria de Gestão e Projetos Especiais, Virgínia Ferreira;

Secretaria de Comunicação, Daniel Cabral;

Controladoria Geral do Estado, dra. Luciana Daltro;

Secretaria de Segurança Pública, Cel. Araújo;

Comandante da PM, Cel. Alarico;

Comandante do Corpo de Bombeiros, Cel. Monteiro;

Delegacia Geral de Polícia Civil, Dra. Ana Claudia.

Os demais nomes serão anunciados nos próximos dias.

 

Unidade Macaíba, Rua da Conceição, 114

Ao lado de Tebet e Marina, Lula diz que enfrenta 'máquina total' do Estado  em 'eleição anormal' - InfoMoney

Foto: Ricardo Stuckert/Flickr Lula

De acordo com Blog de Ana Flor, do G1, nos últimos dias, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), conversou Simone Tebet.

No encontro, o governo eleito ofereceu o Ministério do Meio Ambiente, mas Simone Tebet rejeitou o convite.

Simone teria dito que recusou o convite “para não trair uma mulher”, referindo-se à Marina Silva, que é um dos principais nomes ventilados para comandar a pasta.

Todos sabem que a senadora Simone Tebet tem interesse em ser ministra do Desenvolvimento Social, mas o PT resiste e quer um petista à frente da pasta. Em resumo, o PT quer tudo!.

Foto: Eduardo Maia

A Assembleia Legislativa aprovou na tarde desta quarta-feira (21) o projeto de lei que prevê o aumento do ICMS de 18% para 20% no Rio Grande do Norte. Os deputados estaduais aprovaram a proposta, que foi encaminhada pelo governo do Estado, com emendas.

Uma delas reduziu o projeto para nove meses e a outra prevê uma revogação da lei caso o governo federal compense as perdas de arrecadação dos estados, já que o Congresso Nacional derrubou o veto do governo federal.

A pedido dos deputados, a votação foi nominal e separada: primeiro foi votado o projeto original do governo e em seguida as emendas substitutivas apresentadas pela deputada Isolda Dantas (PT). Os dois projetos foram aprovados por maioria na Assembleia – o primeiro por 12 a 11 e o segundo por 16 a 7. Com Informações do G1 RN. 

Votou a favor do aumento de 18 para 20% do ICMS:

Albert Dickson (PSDB)

Dr Bernardo (PSDB)

Eudiane Macedo (PV)

Ezequiel Ferreira (PSDB)

Francisco do PT (PT)

George Soares (PV)

Hermano Morais (PV)

Isolda Dantas (PT)

Kleber Rodrigues (PL)

Raimundo Fernandes (PSDB)

Ubaldo Fernandes (PSDB)

Vivaldo Costa (PV)

Votou contra o aumento de 18% para 20% do ICMS:

Coronel Azevedo (PL)

Cristiane Dantas (SD)

Galeno Torquato (PSDB)

Getúlio Rego (PSDB)

Gustavo Carvalho (PSDB)

José Dias (PSDB)

kelps Lima (SD)

Nelter Queiroz (PSDB)

Souza Neto (PSB)

Subtenente Eliab (SD)

Tomba Farias (PSDB)

Ausente na votação

Jáco Jacóme (PSD)

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, falou hoje (14) em entrevista ao programa A Voz do Brasil sobre o cronograma de implantação da quinta geração de conectividade móvel, o 5G

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro das Comunicações Fábio Faria pediu exoneração do cargo. Deputado federal licenciado, Fábio Faria (PP) retorna para a Câmara Federal, onde cumprirá os 39 dias restantes do mandato. Suplente de Fábio, a deputada Carla Dickson além de ter perdido a eleição, vai deixar o cargo antes do término do mandato.

Apenas Natália Bonavides e Rafael Motta votam contra aumento do fundo eleitoral; confira a lista - Por dentro do RN

Reprodução

A Câmara Federal aprovou nesta terça-feira (20), em primeiro turno, a PEC da Transição, proposta que eleva o teto de gastos a fim de que o governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possa pagar em 2023 o Bolsa Família de 600 reais e garantir mais 150 reais por criança de até 6 anos.

A bancada federal do Rio Grande do Norte é composta por oito deputados federais, cinco votaram a favor e três votaram contra, confira o voto de cada deputado.

Votaram Sim

Benes Lecádio (União Brasil) Sim

Beto Rosado (PP) Sim

Natália Bonavides (PT) Sim

Rafael Motta (PSB) Sim

Walter Alves (MDB) Sim

Votaram Não

Carla Dickson (União Brasil) Não

General Girão (PL) Não

João Maia (PL)