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(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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Pesquisa Datafolha divulgada ontem (09) pelo Jornal Folha de São Paulo mostra insatisfação da população brasileira que não quer mais a chapa Dilma (PT) e Temer (PMDB) conduzindo o país. Segundo o Datafolha, 60% dos entrevistados querem  renúncia da presidente quanto do seu vice. Ao impeachment 61% pedem a saída da Presidente Dilma Rousseff, 58% pedem o impeachment do vice.

Novas eleições

Caso a chapa Dilma/Temer saia da presidência, 79% dos entrevistados  querem novas eleições, contrários ao novo pleito soma 16% e 4% não opinaram ou  são indiferente.  Lembrando que no Tribunal Superior eleitoral consta um processo onde pede a cassação da chapa por suspeita que a campanha da chapa Dilma/ Temer pode ter recebido dinheiro roubado da Petrobras através de doações.

A pesquisa foi realizada com 2.779 entrevistados em 170 cidades, a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Paulo Victor Chagas e Ivan Richard – Repórteres da Agência Brasil

Contrários ao parecer favorável ao impeachment apresentado pelo deputado Jovair Arantes (PTB-GO), representantes do PT, PDT e PSOL apresentaram hoje (9) votos em separado à comissão especial que analisa o pedido de impedimento da presidenta Dilma Rousseff.

Os votos em separado, no entanto, só passarão a ter significado prático se o parecer do relator Jovair Arantes for rejeitado pelos deputados. Os autores dos relatórios alternativos admitiram que a medida é muito mais política do que prática. “Apresentamos o nosso voto para marcar posição e para ficar nos anais da Casa nossa posição contrária”, disse o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

Na avaliação dos partidos contrários ao parecer do relator do processo, não há razões para imputar crime de responsabilidade à Dilma. Eles criticam a denúncia apresentada pelos juristas Miguel Reale Junior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

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A Rede Sustentabilidade encaminhou na última terça-feira (5 de abril), junto com o PSB e o PPL, uma ação de “Amicus Curiae” sobre o processo de cassação da chapa presidencial Dilma Rousseff/Michel Temer, que está em tramitação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Essa ação permite à REDE participar voluntariamente do processo, oferecendo as mais diversas formas de colaboração referentes a essa pauta. Caso a relatora, ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, aprove o pedido, os partidos autores da proposta poderão apresentar esclarecimentos, argumentos, teses e quaisquer informações relativas ao processo, inclusive utilizar a tribuna para sustentação oral durante o julgamento. É preciso ressaltar que  a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aimee), em curso no TSE, é uma ação prevista na Constituição Federal, que tem por objetivo impugnar o mandato obtido com abuso de poder econômico, corrupção ou fraude.

O anúncio foi feito durante o lançamento da campanha “Nem Dilma Nem Temer, Nova Eleição é a Solução”, realizado nesta terça-feira em ato público realizado no Hotel Nacional, em Brasília (DF). O evento contou com as presenças dos principais parlamentares e lideranças da REDE, membros de outros partidos, além de integrantes da sociedade civil que apoiam essa causa.

Além dos porta-vozes da REDE, Marina Silva e José Gustavo Fávaro Barbosa, também estiveram presentes outros membros da executiva nacional, o vice-líder da bancada na Câmara, deputado Aliel Machado (PR) e o deputado Miro Teixeira (RJ). O líder no Senado, senador Randolfe Rodrigues (AP), a vereadora de Maceió (AL) Heloisa Helena, o deputado estadual do Amazonas Luiz Castro e o distrital do Distrito Federal Chico Leite também marcaram presença.

O lançamento da campanha também contou com as participações de lideranças de outros partidos, como o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) e o Secretário Nacional de Organização do PPL, Miguel Manso. Representando a sociedade civil, compareceram o presidente da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Ubiraci Dantas Oliveira, e a presidente da Federação das Mulheres do DF, Jane Ferreira.

Via TSE é o caminho
A porta-voz Marina Silva destacou a iniciativa da REDE junto com o PSB e PPL, de entrar com a ação “Amicus Curiae” no TSE. Para ela, a iniciativa auxilia no objetivo de cassar a chapa da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer. “Ao cassar a chapa, será possível que a população faça de novo uma escolha em cima de compromissos e transição de dois anos. Eu defendo que quem participar e ganhar não participe em 2018. O governo só não caiu porque não tem para onde cair”, avaliou.

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Diante da grave crise política que o Brasil enfrenta, muitas são as manifestações contrárias ao atual sistema e aos atuais detentores de poder.


A operação Lava-jato trouxe à tona denúncias de corrupção envolvendo diversos partidos políticos e, por mais que a mídia dê foco apenas em um, o senso crítico nos permite perceber que a corrupção é um problema generalizado e que precisa ser tratado sem dois pesos e duas medidas.


Apesar disso, ambas as manifestações que vem sendo organizadas tanto por setores do PT quanto por setores da direita tentam capitanear apoio da população que se encontra totalmente desamparada pelos atuais representantes.
Com isso, o movimento estudantil, juntamente com diversos grupos populares vem propor:

– Que se devolva ao povo por meio de novas eleições o direito de julgar tanto o governo, que implementa programa totalmente contrário ao que o elegeu, quanto uma oposição que tenta ascender ao poder de forma antidemocrática;

-Uma ampla reforma política que aproxime da população o atual Congresso Nacional;

-A democratização dos sistemas de mídia, buscando imparcialidade na transmissão de informações;

-O fim dos ataques aos direitos trabalhistas e ao ensino público.

Vamos juntas e juntos às ruas construir uma luta popular por mudança real! Para além de um projeto de poder, queremos um projeto de país!

kátia sena

A vereadora Kátia Sena (PRP) poderá vir disputar a Prefeitura de Macaíba. A parlamentar que faz forte oposição ao prefeito Fernando Cunha (PSD) estaria com dificuldades de encontrar um grupo para tentar reeleição, diante do cenário indefinido na oposição com mais de três pré-candidatos ao executivo, Kátia Sena poderá ser mais um nome.

Um dos destaques da vereadora na Câmara Municipal foi a regulamentação da profissão de Bombeiro Civil na cidade, além disso a vereadora também é bastante conhecida nas redes socais por seus vídeos onde mostra ela criticando o prefeito da cidade.

gov

O governador Robinson Faria reuniu nesta semana, parte do secretariado e diretores de órgãos do Estado para uma reunião administrativa. Com a condução do chefe do Poder Executivo, os secretários discutiram o cumprimento de metas administrativas e prazos para a conclusão de obras e projetos de governo e acertaram a formação de grupos de trabalho, sob a coordenação do Gabinete Civil do Governo do Estado, para o acompanhamento dos projetos e obras. O encontro foi realizado na Escola de Governo do Rio Grande do Norte.

A reunião entre Robinson e os secretários foi pautada pelo diagnóstico de projetos e obras em andamento nas mais diversas áreas do Governo do Estado. Participaram o vice-governador Fábio Dantas, os secretários Gustavo Nogueira (Planejamento e Finanças), Cristiano Feitosa (Justiça e Cidadania), Kalina Leite (Segurança Pública), Tatiana Mendes Cunha (Gabinete Civil), Mairton França (Meio Ambiente e Recursos Hídricos), Ruy Gaspar (Turismo), Julianne Faria (Trabalho, Habitação e Assistência Social), Jáder Torres (Infraestrutura), Flávio Azevedo (Desenvolvimento Econômico), Marcony Leal (Administração e Recursos Humanos), Juliska Azevedo (Comunicação) e Haroldo Abuana (Agricultura, Pecuária e Pesca) e os diretores Marcelo Toscano (Caern), Jorge Fraxe (DER-RN), Beto Santos (Potigás) e Rondinelle Oliveira (Idema), além do procurador-geral do Estado Francisco Wilkie Rebouças.

O governador destacou a necessidade de afinar as metas administrativas entre os órgãos, criando uma cultura de cooperação mais forte entre as pastas. “Precisamos de mais velocidade na realização dos projetos do governo, o que será conseguido com mais conversas entre cada uma das secretarias responsáveis pelos projetos que discutimos hoje”, ressaltou Robinson.

Um dos principais pontos apresentados na reunião foi a aplicação dos R$ 65,8 milhões remanescentes do Proinveste, liberados pelo Banco do Brasil na semana passada. Boa parte destes recursos, cerca de R$ 48 milhões, será aplicada no Pró-Transporte. “Temos essa situação da liberação do Proinveste, que é muito boa. Os recursos serão para o campus da UERN na Zona Norte de Natal, a conclusão do primeiro trecho da Estrada da Produção e a conclusão das obras da Avenida Moema Tinoco, que é aguardada há muito tempo. É preciso uma parceria entre os setores para que essas obras não sejam mais interrompidas, criando blocos de trabalho dentro do governo”, explicou o governador.

As reuniões administrativas do Governo do Estado prosseguirão este mês. O governador Robinson Faria propôs encontros semanais, dividindo os principais setores da administração pública a cada reunião.

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff discursa no encerramento da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, no Palácio do Planalto (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff voltou a criticar a tentativa de afastá-la do poder nesta última quinta-feira  (7), explicando que as pressões estão baseadas na ilegalidade, uma vez que ela não cometeu crime de responsabilidade. Dilma destacou saber que nos próximos dias as pressões serão reforçadas, com novos vazamentos de informações à imprensa de forma seletiva, premeditada e direcionada, com o claro objetivo de atacar o seu governo, dentro de uma trama golpista.

“São vazamentos seletivos e oportunistas. Eu já determinei ao senhor ministro da Justiça (Eugênio Aragão) a apuração e responsabilidade por vazamentos recentes. Passou de todos os limites” disse a presidenta no Encontro com Mulheres em Defesa da Democracia, realizados hoje no Palácio do Planalto. “Dilma fica, Cunha sai”, bradavam os presentes.

As destacar que ocorrem vazamentos de dados com o “claro objetivo de criar um ambiente propício ao golpe”, a presidenta ressaltou os argumentos citados como motivo para interromper o seu mandato são ilegais, como já demonstrou a Advocacia-Geral da União (AGU). Na última segunda-feira (4), o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, foi à Câmara e desmontou, uma a uma as acusações, demonstrando que o processo atual não tem base legal, mas política. “Não está escrito que presidente possa sofrer impeachment porque o País passa por dificuldades na economia”, lembrou hoje a presidenta.

Ao defender a legalidade de seu mandato, a presidenta também citou os avanços na igualdade de oportunidades e de gênero para o Brasil conquistados desde o primeiro governo Lula, em 2003.

Segundo a presidenta, neste momento o primeiro passo necessário é acabar com as “pautas-bomba” no Congresso Nacional, prática que vem sendo adotada desde que atual presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), assumiu o posto, em fevereiro de 2015. Dilma acredita que é preciso haver unidade pela aprovação das reformas e a retomada do crescimento do País. Defendeu, ainda, urgente reforma política.

Blog do Planalto

 

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) determinou, em sessão da Primeira Câmara realizada nesta quinta-feira (07), o ressarcimento ao erário de R$  4.317.413,82 por irregularidades detectadas na execução de projetos culturais na Fundação José Augusto. Foram condenados os ordenadores de despesa da FJA nos anos de 2003 a 2006, entre eles o então presidente François Silvestre, diretores e coordenadores financeiros e administrativos, coordenador de obras e outros servidores, além de empresas prestadoras de serviços.

Segundo os termos do voto relatado pelo conselheiro Gilberto Jales, acatado por unanimidade pela Primeira Câmara, a equipe técnica da Diretoria de Administração Indireta do Tribunal de Contas encontrou irregularidades na realização de serviços de engenharia, principalmente na construção de Casas de Cultura; contratação de apresentações musicais cuja realização não foi comprovada; e não comprovação da destinação de passagens aéreas.

Em relação aos serviços e obras de engenharia, a equipe técnica do TCE identificou a utilização irregular de R$ 2.172.580,40, a partir de “práticas que se materializaram predominantemente no pagamento por serviços não executados ou valores pagos em quantitativos maior que o devido, ou, ainda, de compra de materiais sem identificação de sua destinação, além de constatado casos pontuais de superfaturamento de preços”. Fazem parte da lista de obras com problemas a construção de 13 casas de cultura e obras no Teatro de Cultura Popular, Teatro Alberto Maranhão, Forte dos Reis Magos, Mercado Público de Martins e no próprio prédio da Fundação José Augusto.

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André Richter – Repórter da Agência Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ontem (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer pela anulação da posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Civil da Presidência. De acordo com Janot, houve desvio de finalidade na nomeação para “tumultuar” das investigações da Operação Lava Jato e retirar a competência do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, em Curitiba, para julgar Lula.

“A nomeação e a posse do ex-presidente foram mais uma dessas iniciativas, praticadas com a intenção, sem prejuízo de outras potencialmente legítimas, de afetar a competência do juízo de primeiro grau e tumultuar o andamento das investigações criminais no caso Lava Jato”, disse Janot no parecer.

No novo parecer, Janot mudou sua posição em relação à posse de Lula. No dia 28 de março, em outras duas ações que contestavam a posse, o procurador manifestou-se favorável à nomeação.

Desta vez, Janot disse que decidiu fazer um exame detalhado das provas: “Elementos mais amplos constantes destes mandados de segurança e de procedimentos investigatórios criminais de conhecimento notório ou de acesso público permitem rediscussão ampla da validade do ato na via mandamental”, disse o procurador no novo parecer sobre a posse de Lula na Casa Civil da Presidência da República.

No parecer, Janot cita uma conversa monitorada na Operação Lava Jato, na qual Lula e o ministro do gabinete pessoal da presidenta Dilma, Jaques Wagner, citam a ministra do Supremo Rosa Weber. Na conversa, Lula pede que o governo procure a ministra, que relatava um pedido da defesa do ex-presidente para suspender as investigações contra ele. A ministra rejeitou o pedido. Segundo o procurador, o diálogo mostra que Lula tentou “interferir” nas investigações.

“Embora sejam corriqueiras audiências solicitadas por advogados com juízes para discutir processos judiciais e não haja ilicitude na realização dessas reuniões, a movimentação de aparato estatal, sobretudo autoridade do mais alto escalão, para defesa de interesses privados, põe em evidencia tentativa de intervenção do senhor LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA no funcionamento regular das instituições, valendo-se de importante aparato estatal, em temas afetos às investigações do caso Lava Jato”, diz o procurador.

O procurador também citou o episódio em que a Presidência da República enviou a Lula o termo de posse para ser utilizado caso ele não pudesse comparecer à posse.
“A atitude é inegavelmente inusual e reforça o conjunto de indícios de desvio de finalidade, porquanto a posse de agentes públicos deve ocorrer mediante assinatura do respectivo termo, pessoalmente ou por procuração específica”, disse Janot.

Segundo a Presidência, o termo de posse foi enviado para que Lula assinasse e o devolvesse à Casa Civil. No dia 17 de março, o Palácio do Planalto negou que a assinatura do termo de posse tenha sido antecipada para garantir foro privilegiado de modo imediato a Lula no Supremo Tribunal Federal.

A validade da posse do ex-presidente no cargo de ministro da Casa Civil deve ser julgada pela Corte na semana que vem. O ministro Gilmar Mendes, relator das ações em que a posse foi suspensa, aguardava parecer da PGR para liberar o processo para julgamento de mérito.

No dia 18 de março, Gilmar Mendes suspendeu a posse de Lula na Casa Civil, por entender que a nomeação do ex-presidente teve objetivo de retirar a competência do juiz Sérgio Moro para investigá-lo. A investigação na Operação Lava Jato apura suposto favorecimento de Lula na compra  de um apartamento da empreiteira OAS, no município de  Guarujá (SP), e em benfeitorias num sítio frequentado pelo ex-presidente, em Atibaia, interior de São Paulo.

Em recursos apresentados ao Supremo, a Advocacia-Geral da União (AGU) rebateu o entendimento de Gilmar Mendes sobre suposta intenção de o governo nomear Lula para beneficiá-lo com foro privilegiado nas investigações da Lava Jato.

Além disso, a AGU alegou que a avaliação do ministro é equivocada, porque parte da premissa de que o Supremo é um lugar para proteção contra impunidade, o que não é verdade, segundo o órgão. A defesa de Lula argumenta que o juiz federal Sérgio Moro tenta intervir na organização política do país. A afirmação está na manifestação em que os advogados pedem a derrubada da decisão de Gilmar Mendes, que suspendeu monocraticamente a posse de Lula na Casa Civil.

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Francielle Divulgação

A fisioterapeuta Francielle Lopes (SDD), pré-candidata a prefeita de Caicó, afirmou ao nosso blog que não existiu nenhuma conversa com o pré-candidato a prefeito pelo PSDB, o vereador Batata,  sobre a sucessão municipal.

Francielle afirmou que por parte dela não existe rejeição para um diálogo com o pré-candidato do PSDB, que poderá ser seu adversário na eleição deste ano.

No último sábado (02), Francielle ingressou no Solidariedade e é um dos nomes fortes para ganhar o pleito na capital do Seridó.

Bastidores

Inconformados

 Em uma reunião ocorrida no final de semana, um opositor pergunta ao governista oposicionista o que ele está fazendo dentro do Governo e o aliado de última hora responde ” Você verá na campanha quem é aliado do Governo”.

O vice

Já se comenta em uma roda de conversa no centro de Macaíba qual nome seria melhor como vice na chapa de Valério Mesquita (PDT). Uns apostam que ele deva ter um nome que tenha experiência na máquina pública, outros apostam que ele deva ter um jovem, pois seria um aceno ao eleitorado jovem que não o conhece.

O vice com mandato

O vice-prefeito Olímpio Maciel (PSDB) é dado como certo na chapa da ex-prefeita Marília Dias. Olímpio nas últimas semanas anunciou sua pré-candidatura ao executivo, seria uma jogada política ou o sogro do Presidente da Assembleia vai mesmo disputar à Prefeitura?

Frente questionada

A união de vários partidos na frente independente já gera questionamentos, um deles é  como foi feito o diálogo entre eles, onde os estatutos desses partidos defendem bandeiras totalmente diferente. O grupo é composto por 11 partidos políticos.

 

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff discursa no encerramento da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, no Palácio do Planalto (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Ivan Richard, Iolando Lourenço e Pedro Peduzzi – Repórteres da Agência Brasil

O deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator do processo de impeachment, acatou o pedido para dar prosseguimento ao processo que visa ao impedimento da presidenta Dilma Rousseff por crimes de responsabilidade. O pedido foi apresentado pelos advogados Miguel Reale Junior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo.

Na conclusão do parecer, que está sendo lido neste momento na comissão da Câmara que analisa o pedido, Arantes afirma que o pedido “preenche todas as condições jurídicas e políticas relativas à sua admissibilidade”. No documento, o relator afirma ainda que “não são pertinentes as diligências, a oitiva das testemunhas e a produção de provas ao juízo preliminar desta Casa, sendo relacionadas ao juízo de mérito, vale dizer, à procedência ou improcedência da acusação”.

Mesmo não tendo analisado o mérito da denúncia, o relator concluiu que existem “outras questões de elevada gravidade”. O parecer tem 128 páginas e Arantes analisou todos os pontos da denúncia. “A magnitude e o alcance das violações praticadas pela Presidente da República, em grave desvio dos seus deveres funcionais e em quebra da grande confiança que lhe foi depositada, justifica a abertura do excepcional mecanismo presidencialista do impeachment, na medida em que resultou na usurpação de uma das funções mais importantes do Parlamento relativas à deliberação das leis orçamentárias e ao controle legislativo sobre os limites dos gastos públicos, e que objetiva a proteção do erário público”, diz trecho do parecer que a Agência Brasil teve acesso.

Finalizada a leitura do parecer, será concedida vistas coletivas de duas sessões legislativas e, de acordo com o cronograma de trabalho da comissão, o colegiado retomará os trabalhos na próxima sexta-feira (8) para discutir o parecer. O início da votação do relatório está marcado para a próxima segunda-feira (11), a partir das 17h.