Política Arquivo

Governador Robinson

A crise hídrica que atinge o Rio Grande do Norte, principalmente na região do Seridó, vem causando um muído grande entre os políticos do estado. O Governador Robinson Faria vem sendo alvo de criticas por parte da oposição e de ex-aliados, por outro lado dizem que o governo não tem culpa do DNOCS  (Governo Federal) ter ficado como responsável pela construção da adutora de Caicó, é um muído grande.

 

A capital do país, Brasília, está cheia de visitantes e não é de turistas, são prefeitos reeleitos, prefeitos eleitos, governadores e até vereadores. A capital da política brasileira recebe neste momento um “monte” de gente requerendo recursos para suas cidades. O presidente Temer se reúne com os governadores para ofertar ajuda aos estados quebrados e os prefeitos vão em busca de verbas de convênios e emendas que estão por lá.

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A vereadora Kátia Sena (PRP), que foi candidata à Prefeitura de Macaíba, e que ficou em terceiro lugar  respondeu a nossa matéria sobre seu futuro político ( veja aqui ).

Kátia usou seu perfil na rede social Facebook para responder a matéria, onde disse que sua vida é um projeto de Deus e nada pode mudar.

“Estarei aonde a vontade de Deus me levar. Em minhas orações, só peço a Deus que me mantenha firme e forte, lutando pelo bem comum”, publicou Kátia.

Em nenhum momento a parlamentar que termina o mandato em 31 de dezembro falou sobre uma possível candidatura em 2018 e muito menos em 2020.

Ministro Geddel Vieira Lima

Agência Brasil

Agência Brasil – A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir procedimento para apurar a conduta ética do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ao procurar o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, para tratar de interesses pessoais. Pela manhã, o relator do caso, conselheiro José Saraiva, havia pedido vista por não ter tido tempo para analisar o assunto, mas durante a tarde ele voltou atrás e votou pela abertura do processo.

De acordo com Mauro Menezes, presidente da comissão, o órgão declarou por unanimidade o início das investigações sobre Geddel. “Ele trouxe reflexão no sentido de que não gostaria de atrasar o andamento do processo”, disse Menezes, referindo-se ao relator. A partir de hoje (22), o ministro terá dez dias para se manifestar sobre o assunto. A depender de outras informações que serão solicitadas, o colegiado já poderá deliberar sobre o caso na próxima reunião, marcada para 14 de dezembro.

O presidente do órgão informou que, enquanto os conselheiros discutiam o assunto, o ministro Geddel telefonou à comissão. “Ele se mostrou disposto a prestar esclarecimentos que julga pertinentes, mostrou boa vontade em responder com máxima rapidez a comissão. Expressei ao ministro que ele terá todas as condições de oferecer sua manifestação. A comissão levará em conta seu pronunciamento, produzirá provas que ele eventualmente desejar. Foi uma conversa amistosa, cordial”, disse Menezes.

Pedido de demissão

O ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, pediu demissão do cargo na última sexta-feira (18), alegando razões pessoais. No fim de semana, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmou que o ministro Geddel Vieira Lima o pressionou a intervir junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para liberar a construção de um edifício de alto padrão em Salvador, onde ele adquiriu um imóvel.

O empreendimento não foi autorizado pelo instituto e por outros órgãos por ferir o gabarito da região, que fica em área tombada. Também em entrevista à Folha, Geddel admitiu ter conversado com Calero sobre a obra, mas negou tê-lo pressionado. Durante a tarde de hoje (21), o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, veio a público dizer que o presidente Michel Temer decidiu manter o ministro no cargo.

Segundo Mauro Menezes, a comissão não cogita levantar dúvidas sobre a atitude do conselheiro José Saraiva devido à sua mudança de opinião. “O tempo foi muito exíguo para cada um formar sua convicção. Temos o maior respeito pelo conselheiro Saraiva, os posicionamentos dele foram fundamentados”, disse, explicando que as denúncias surgiram nas últimas 48 horas. Nesta terça-feira (22), um dos sete membros da Comissão de Ética será sorteado relator do caso.

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O Presidente da Câmara Municipal de Macaíba, Gelson Lima, também estará em Brasília amanhã (22) e quarta-feira. O vereador pretende visitar o Ministério da Educação. A informação foi confirmada através do boletim oficial do município, onde o vice-presidente da Câmara, Silvan Freitas,  autorizou o pagamento do custeio de hospedagem, alimentação e locomoção para o presidente do legislativo macaibense.

Não adianta lamentar, chorar ou espernear, na política quem diz quem ganha é o povo. Quem deixou de caminhar, fazer visitas e ter trabalhado mais, deve deixar o muro das lamentações, as eleições já passou e o povo foi quem decidiu.

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A fisioterapeuta Fracielle Lopes, segunda colocada na disputa pela Prefeitura de Caicó em 2012, aliada de primeira hora do então vice-governador Robinson em 2014, hoje faz criticas ao seu ex-aliado. Francielle Lopes afirma através de um comentário em uma postagem  sua no facebook, que foi isolada por Robinson Faria e que nunca foi recebida por ele após ele ganhar a disputa ao governo do estado.

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O presidente Michel Temer convocou, para a próxima terça-feira (22), uma reunião com os governadores para discutir a situação financeira dos estados. Antes do encontro com Temer no Palácio do Planalto, os governadores terão uma reunião com o ministro Henrique Meirelles, no Ministério da Fazenda.

O Governador Robinson Faria deverá participar da reunião com o presidente Michel Temer, diante da crise e frustação de receitas que o Rio Grande do Norte vem sofrendo com quedas de repasses da união.

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

André Richter – Repórter da Agência Brasil

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciaram nesta última sexta-feira  (18) que entraram com uma ação na Justiça contra o juiz federal Sérgio Moro por abuso de autoridade. A defesa pede punição ao juiz de acordo com a Lei de Abuso de Autoridade (Lei 4.898/65), que prevê diversas penalidades, entre elas prisão de dez dias a seis meses e a demissão do cargo.

Os advogados alegam que Moro praticou várias irregularidades na condução dos processos que envolvem Lula na Operação Lava Jato, como a decretação da condução coercitiva do ex-presidente, decretação de buscas e apreensões e autorizações de escutas telefônicas consideradas ilegais.

“Após expor todos os fatos que configuram abuso de autoridade, a petição pede que o agente público Sérgio Fernando Moro seja condenado nas penas previstas no artigo 6º. da Lei 4.898/65, que pune o abuso de autoridade com detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão.”, diz nota da defesa. Procurada, a assessoria de imprensa do juiz Sérgio Moro disse que não irá se proncunciar sobre a ação.

Na ação penal a que responde na 13ª Vara Federal em Curitiba, comandada por Moro,  Lula é acusado pela força-tarefa de procuradores da Lava Jato de receber R$ 3,7 milhões de propina de empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras, por meio de vantagens indevidas, como a reforma de um apartamento tríplex em Guarujá (SP), e pagamento de despesas com guarda-volumes para os objetos que ele ganhou quando estava na Presidência. As vantagens teriam sido pagas pela empreiteira OAS.

O foro privilegiado é um hoje dos assuntos da pauta da política brasileira, mesmo que parte da classe política não queira discutir a redução ou extinção desse foro. O que é o foro privilegiado? é um direito adquirido por algumas autoridades públicas, de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, garantindo que possam ter um julgamento especial e particular quando são alvos de processos penais.

Alguns figuras públicas tanto da política quanto do judiciário já se manifestaram a respeito do assunto, o blog perguntou qual opinião do juiz DR. Felipe Barros, da vara criminal de Macaíba. Para o juiz Felipe Barros, deve haver modificação, pois ele entende que o Supremo Tribunal Federal não comporta.

Você também pode deixar sua opinião a respeito do assunto, basta acessar a parte final desta máteria e deixar sua mensagem.

Perguntamos ao Dr. Felipe sobre o assunto através do twitter.

 

Foto: Moreira Mariz / Agência Senado

Foto: Moreira Mariz / Agência Senado

Decisão do juiz da 4ª Vara da Justiça Federal, Janilson Bezerra de Siqueira, determinou que o senador potiguar José Agripino tenha suas remunerações adequadas ao teto constitucional no valor de R$ 33.763,00, subsídio recebido por ministros do Superior Tribunal Federal.

Atualmente o senador potiguar estava recebendo cerca de R$ 56 mil mensais, sendo R$ 26 mil do cargo de senador e pouco mais de R$ 30 mil de pensão por ter sido ex-governador do Estado.

O juiz também determinou que o valor recebido desde 1995, como ex-governador, não precisará ser devolvido. A decisão ainda cabe recurso

Do Blog do BG

Mineiro (Divulgação assembleia)

O deputado Fernando Mineiro (PT) concedeu entrevista ao programa “Meio-Dia Cidade”, da Rádio Cidade (94,3 FM), na última sexta-feira (18), oportunidade em que avaliou alguns elementos que poderiam ter prejudicado as candidaturas do PT pelo Brasil neste ano, bem como a sua ao pleito de prefeito de Natal.

Para Mineiro, o PT pagou o pato ao ser “exclusivamente” associado aos escândalos de corrupção vistos pelo povo brasileiro em 2016 que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O deputado avaliou que mesmo que o Partido dos Trabalhadores tenha perdido força durante as eleições para prefeito – nas capitais brasileiras conseguiu vencer apenas em Rio Branco, Acre – a “corrupção não foi derrotada” nas eleições.

“Acho que houve uma relação com a vinculação e exploração do PT à corrupção, como se apenas dirigentes do PT houvessem cometido irregularidades. Não foi a corrupção que foi derrotada nas eleições, foi o PT o derrotado e massacrado como se os atos de irregularidades fossem exclusivos dos petistas. Vários corruptos com processos na Justiça foram eleitos pelo Brasil. O PT pagou o pato”, lamentou Fernando Mineiro.

No âmbito natalense, Mineiro, que terminou as eleições na terceira colocação, foi derrotado por Carlos Eduardo Alves (PDT). O petista explicou que ao manterem o prefeito no cargo, a população “escolheu uma gestão para poucos”, mas admitiu a derrota decorrente de um processo democrático. “A população escolheu um outro caminho, com todo o respeito à decisão dela, mas creio que nosso projeto era o melhor para atender as necessidades da cidade. Natal acabou escolhendo uma gestão que é para alguns apenas, mas é assim que funciona a democracia”, concluiu.

Do Agora RN