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Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff limitou os valores autorizados para despesas dos ministérios e órgãos do governo federal até que uma nova norma seja editada estabelecendo o contingenciamento de gastos para este ano.

Por meio de decreto publicado há pouco, em edição extra do Diário Oficial da União, os órgãos, fundos e entidades do Poder Executivo só poderão empenhar despesas até o limite especificado.

A limitação ficará valendo até que Dilma e a equipe econômica estabeleçam a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso, nos quais deve constar os cortes de gastos.

Com a medida, os valores autorizados para movimentação e empenho de cada órgão ficam restritos ao previsto no decreto e não mais no Orçamento Geral da União de 2016, sancionado semana passada.

No ano passado, o governo limitou mensalmente em um doze avos do Orçamento o que poderia ser utilizado por cada pasta em despesas de custeio antes que a Lei Orçamentária Anual de 2015 fosse aprovada.

Agência Brasil –  prestação mínima do Minha Casa, Minha Vida vai subir de R$ 25 para R$ 80 e será cobrada para as novas moradias do programa habitacional, que começam a ser contratadas neste ano. Pertencente à terceira etapa do programa, a mudança se refere às famílias pertencentes à primeira faixa, com renda de até R$ 1,8 mil.

Para as pessoas que recebem salário mensal de no máximo R$ 800, a prestação será de R$ 80. De acordo com o Ministério das Cidades, para aqueles que têm renda mensal entre R$ 800 e R$ 1,2 mil, o valor corresponderá a 10% do salário. As famílias cujo salário médio varia entre R$ 1,2 mil e R$ 1,8 mil pagarão mensalmente o valor que corresponde a 15% do salário.

A prestação mínima paga anteriormente pelos beneficiários do programa era de R$ 25 por mês. Antes das mudanças, em toda a Faixa 1, cerca de 95% do imóvel era subsidiado pelo governo.

Segundo a presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, a prestação para as famílias da faixa de renda mais baixa atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida não tinha reajuste desde o lançamento do programa, em 2009, enquanto a renda dos beneficiários e o valor dos imóveis subiram no período.

Paulo Victor Chagas e Ana Cristina Campos – Repórteres da Agência Brasil

A prestação mensal do financiamento para a faixa de renda mais baixa do Programa Minha Casa, Minha Vida vai sofrer reajuste neste ano. O aumento na prestação vai passar a valer para os novos contratos do programa habitacional, que começarão a ser assinados até fevereiro.

Por e-mail, o Ministério das Cidades confirmou à Agência Brasil o reajuste nos novos contratos do programa para a prestação mínima. De acordo com a assessoria, no entanto, a nova mensalidade ainda não foi definida.

A prestação mínima atual para os beneficiários da Faixa 1 do programa é R$ 25.  O novo valor está sendo discutido pelo governo e deve ser anunciado antes do início das contratações da terceira fase do Minha Casa, Minha Vida, no final deste mês ou no começo de fevereiro.

A Faixa 1 contempla famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil e concentra os beneficiários que mais recebem subsídios do governo para a aquisição da casa própria. No Minha Casa, Minha Vida 3, essa faixa passará a englobar famílias que ganham até R$ 1,8 mil por mês.

Na Faixa 1, cerca de 95% do valor do imóvel é financiado pelo governo e não há cobrança de juros. Os demais beneficiários do programa pagam as mensalidades seguindo as regras das taxas de juros de cada financiamento.

Em setembro do ano passado, o governo anunciou o reajuste dos juros cobrados no programa, que passarão a variar de 5% a 8%, segundo as novas regras. Também foi anunciada a criação de uma faixa intermediária de renda, para famílias que ganham entre R$ 1,6 mil e R$ 2.350 mensais.

A Secretaria Municipal de Tributação informa que o prazo para pagamento da cota única ou da 1ª parcela do IPTU 2016 está prorrogado para o próximo dia 29 de janeiro. Foram totalizados cerca de 36.600 carnês, de acordo com Ulibna Kelry, titular da pasta de Tributação.

Ainda, segundo a titular da pasta, quem pagar a cota única e não tiver pendências de anos anteriores terá um desconto de 30% (já emitido no carnê), o qual supera até mesmo o desconto oferecido por Natal. Quem for pagar de forma parcelada, poderá fazê-lo em até 08 parcelas, de janeiro a agosto.

“Manter o IPTU em dia significa ajudar a cidade a se desenvolver e, além disso, concorrer a diversos prêmios. Neste ano, são 05 TVs e 10 notebooks”, explicou a secretária. “Quem desejar negociar dívidas pendentes, deverá comparecer à sede da Secretaria, setor de Dívida Ativa, localizada na Avenida Nossa Senhora da Conceição, em frente à Igreja Matriz, e o débito será negociado em até 36 parcelas”, acrescentou.

Para esclarecimento de possíveis dúvidas, o contribuinte poderá ligar para os contatos telefônicos 3271-3138 e 3271-6531, no horário das 8h às 14h, até 05 de fevereiro, e no horário das 8h às 17h após essa data.

Assecom

Do Radar Online – Vera Magalhães

Apesar da folga no abastecimento de energia, a conta de luz dos brasileiros deve seguir aumentando em 2016.

A previsão da consultoria Thymos Energia é que o reajuste médio das distribuidoras fique entre 3% e 15%, a depender da região atendida.
O número está muito abaixo dos mais de 50% registrados em 2015, quando a combinação de energia térmica cara, empréstimos a distribuidoras, dólar mais alto e fim de aportes do Tesouro Nacional ao setor formou a tempestade perfeita.

Mas contrasta com o preço no mercado de curto prazo, utilizado para fechamento de contas no setor e que obedece apenas a critérios de oferta e demanda.

A cotação deve ficar perto do piso regulatório de R$ 30 por megawatt-hora (MWh), nas contas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Na maior parte de 2015, esse valor ficou próximo do teto de R$ 388/MWh.

A razão da diferença ainda está na “herança” dos últimos dois anos a ser paga pelos consumidores. A maior parte dos mais de R$ 20 bilhões emprestados às distribuidoras durante o período de seca — e que se transformam em quase R$ 35 bilhões se considerados juros – ainda está para cair na conta nos próximos quatro anos. As distribuidoras também compraram energia cara na seca e que ainda não foi para as tarifas.

A Prefeitura de Macaíba tem novo horário de expediente a partir desta segunda-feira, 04 de janeiro, o qual será mantido até o próximo dia 05 de fevereiro. A alteração foi decretada pela administração municipal e publicada no Boletim Oficial Ano VI, nº 935, de 23 de dezembro de 2015, através do Decreto 1782/2015.

Em consonância com o que consta no referido documento, o horário de funcionamento durante o período citado tem início a partir das 8 horas e término às 14 horas.

O Decreto acrescenta que as atividades de atendimento médico-odontológico e hospitalar, fiscalização de trânsito, bem como outras das unidades que têm atendimento direto a pessoas, em especial, as atividades integrantes do leque de programas sociais financiados pela União e pelo Estado do Rio Grande do Norte, notadamente da Assistência Social permanecem com horários habituais.

Assecom

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff sancionou com vetos a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União de 31 de dezembro e traz, entre os vetos, dispositivo que previa reajuste para os beneficiários do Bolsa Família. A LDO contém parâmetros e estimativas que orientam a elaboração do Orçamento deste ano.

De acordo com a proposta aprovada pelo Congresso Nacional, a correção do benefício para todas as famílias seria medida de acordo com a inflação acumulada de maio de 2014 a dezembro de 2015. Ao vetar o trecho da lei, a presidenta Dilma Rousseff justificou que o reajuste não está previsto no projeto de Lei Orçamentária de 2016, que já foi aprovado pelos parlamentares e deve ser sancionado por ela nos próximos dias.

Mudanças estruturais

“Assim, se sancionado, o reajuste proposto, por não ser compatível com o espaço orçamentário, implicaria necessariamente o desligamento de beneficiários do Programa Bolsa Família”, afirmou a presidenta, em mensagem com justificativas dos vetos enviada ao Congresso.

Segundo Dilma, o Bolsa Família passa por aperfeiçoamentos e mudanças estruturais e, caso esse “reajuste amplo” não fosse vetado, prejudicaria famílias em situação de extrema pobreza que recebem o benefício de forma não-linear, em valores distintos.

Outro ponto vetado exigia que a União reservasse um valor mínimo para ações e serviços públicos de saúde, seguindo uma regra que leva em conta a variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior. De acordo com a mensagem presidencial, a Constituição Federal já prevê, com base na emenda 86, um valor mínimo de aplicação no setor.

A destinação de recursos por parte da União não pode ser inferior a 15% da receita corrente líquida do exercício financeiro em questão. Conforme a justificativa do veto, caso esse valor fosse diferente poderia haver uma “insegurança jurídica” que prejudicaria as ações na área.

Embrapa

A presidenta também decidiu impedir a vigência do dispositivo que ampliava a relação de despesas que não poderiam ter empenhos limitados. Desde 2011, o governo aplica contingenciamento dos recursos de gastos não obrigatórios, visando alcançar a meta de superávit fiscal, que é a economia que o país faz para pagar os juros da dívida pública.

Os parlamentares incluíram dentre as despesas que seriam liberadas desse bloqueio os gastos com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com programas de respostas a desastres naturais, com emendas individuais, além de gastos com oferta de água, reabilitação de barragens, enfrentamento da violência contra a mulher e com os fundos Nacional de Segurança Pública e Penitenciário Nacional.

Ao justificar o veto, Dilma esclareceu que “a exclusão de quaisquer dotações orçamentárias do cálculo da base contingenciável traz maior rigidez para o gerenciamento das finanças públicas, especialmente no tocante ao alcance da meta de superávit primário. Além disso, à medida que se reduzem, nessa base, as despesas discricionárias do Poder Executivo, aumenta proporcionalmente a participação dos poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União na limitação de empenho, o que poderá prejudicar o desempenho de suas funções, uma vez que, de forma geral, suas dotações se destinam ao custeio de ações administrativas”.

O financiamento e o empréstimo, por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, para obras e demais investimentos no exterior, que haviam sido proibidos pelo projeto da LDO 2016, também foram vetados pela presidenta.

Conforme Dilma Rousseff, a medida poderia reduzir a competitividade de empresas exportadoras brasileiras com relação a concorrentes internacionais que “contam com o apoio de instituições públicas dos seus respectivos países”. “O financiamento está vinculado estritamente às exportações e não há, em nenhuma hipótese, remessa de recursos ao exterior”, explicou também.

Mariana

Os parlamentares também pretendiam assegurar que a Lei Orçamentária Anual previsse os recursos necessários para atender a população atingida pelo desastre em Mariana (MG), onde uma barragem se rompeu causando o maior acidente ambiental do país (LINK).

Para vetar esse artigo da lei, a presidenta lembrou que à LDO não cabe tratar deste tema, que tem caráter temporário, e o Fundo Nacional de Calamidades Públicas e Defesa Civil e as ações dos entes públicos de resposta a desastres já estão previstos em uma legislação específica.

“Além disso, o dispositivo determinaria que todo o ônus sobre a situação ocorrida seja atribuído à União, sem qualquer dimensionamento de valor e sem levar em consideração a cooperação compartilhada dos demais entes da Federação, bem como das empresas envolvidas, na solução de questões como a que se apresenta”, acrescentou Dilma.

As alterações feitas por Dilma na LDO de 2016 podem ser mantidas ou derrubadas pelos parlamentares. Em sessão conjunta do Congresso Nacional, os deputados e senadores devem analisar posteriormente esses e outros vetos presidenciais.

O Tesouro Nacional informou hoje (30) que a União pagou R$ 72,375 bilhões em passivos junto a bancos públicos e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Do total, R$ 55,572 bilhões se referem a passivos de 2014 e R$ 16,803 bilhões a obrigações de 2015.

O Tesouro explicou que fez os pagamentos seguindo entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU).

Do volume em pagamentos, R$ 70,9 bilhões são recursos da conta única do Tesouro. Destes, R$ 21,1 bilhões são recursos de emissões de títulos realizadas anteriormente, sem necessidade de emitir novos títulos. Os R$ 49,8 bilhões restantes vieram de outras fontes da conta única.

Além disso, o Tesouro informou que cerca de R$ 1,5 bilhão, devido ao Banco do Brasil, será acertado por meio da emissão direta de títulos, sem necessidade de realização de novos leilões.

Agência Brasil

A partir do dia 1º de janeiro de 2016, o salário mínimo será de R$ 880. O valor foi definido em decreto assinado hoje (29) pela presidenta Dilma Rousseff, que será publicado no Diário Oficial da União de amanhã (30).

O aumento do salário mínimo será de 11,6%, já que, atualmente, o valor é de R$ 788. “Com o decreto assinado hoje pela presidenta Dilma Rousseff, o governo federal dá continuidade à sua política de valorização do salário mínimo, com impacto direto sobre cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados, que atualmente recebem o piso nacional”, diz nota divulgada pelo Palácio do Planalto.

A proposta de Orçamento aprovada pelo Congresso Nacional previa um salário mínimo de R$ 871. Ainda hoje o governo irá dar mais detalhes sobre o novo valor do salário para o ano que vem.

Com informações da Agência Brasil

A partir do dia 1º de janeiro, o salário mínimo passa para R$ 871, o governo ainda não divulgou se dará o aumento logo em janeiro aos aposentados e pensionistas do INSS. O reajuste representa um aumento de R$ 83 em relação ao atual valor. Em conversa com investidores nacionais e estrangeiros, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, garantiu que o governo não pretende mudar as regras do salário mínimo no curto prazo.

Segundo o boletim oficial do município  (nº 934) foi decretado pelo prefeito Fernando Cunha a redução no horário de expediente nas unidades da administração municipal.

CONSIDERANDO a necessidade de se tomar medidas para redução de despesas, visando o equilíbrio financeiro da gestão, frente ao atual quadro de frequentes quedas nos repasses constitucionais;
CONSIDERANDO que a redução de horário do expediente acarretará efetiva economia nas despesas de energia elétrica, telefone e material de consumo; e
CONSIDERANDO que o horário corrido poderá aumentar a capacidade de produção dos servidores
municipais, bem como a qualidade e a eficiência dos serviços públicos oferecidos.
Decreto Nº 1782/2015
Art. 1º. Fica determinado que durante o período de 04 de janeiro a 05 de fevereiro de 2016, o expediente  das Unidades da Administração Municipal de Macaíba, será único, com duração de seis horas, iniciando-se às 8:00 e finalizando às 14:00 horas. Art. 2º. Não estão incluídas na regra citada no artigo anterior, as atividades de atendimento médico-odontológico e hospitalar, fiscalização de trânsito, bem como, outras das unidades que tem atendimento direto à pessoas, em especial, as atividades integrantes do leque de programas sociais financiados pela União e pelo Estado do Rio Grande do Norte, notadamente da Assistência Social. Parágrafo Único – As dúvidas suscitadas deste Decreto, e as alterações que se fizerem necessárias,serão resolvidas, individualmente, pela Direção de cada unidade junto ao seu superior direto. Art. 3º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação

Na última terça-feira (15) a Câmara Municipal de Macaíba aprovou projeto de lei  1780/2015 onde autoriza o poder executivo a vender o terreno onde seria instalada a tão sonhada Zona de Processamento de Exportação (ZPE), administrada pela empresa pública de capital misto AZMAC. Ano passado tentando viabilizar o projeto, a prefeitura de Macaíba realizou a concessão do projeto para uma empresa privada, onde o objetivo era viabilizar a construção da primeira ZPE privada do país, o fato ocorreu em 20 de fevereiro do ano passado. A empresa paulista Unihope Imobiliária, Administração e Construção Civil Ltda., investiria R$ 30 milhões na viabilização dos projetos e exploraria o empreendimento por duas décadas. À época da assinatura do contrato, o representante da Unihope, Karim Antônio Khouri, chegou a afirmar que as obras iniciariam o mais breve possível, a partir daquele dia. Chegado o prazo estipulado pela própria administradora para o início da operação das empresas, dezembro de 2014, absolutamente nada além do desmate de arbustos e colocação de cerca ao redor dos 162 hectares da área da ZPE havia sido concluído. Ao não realizar o acordo firmado, o contrato foi desfeito, voltando ser de responsabilidade da prefeitura da cidade.

No Ceará a ZPE já é uma realidade

Segundo a Tribuna do Norte, no vizinho estado do Ceará, a Zona de Processamento de Exportação instalada no município de São Gonçalo do Amarante, onde está localizado o Porto de Pecém, é exemplo de desenvolvimento e gestão. Inaugurada em agosto de 2013, conta com três empresas em operação, dentre as quais uma siderúrgica. O perfil da ZPE de Pecém inclui, além da siderurgia (que é a atividade âncora), indústria têxtil, calçados, móveis, processamento de peixes, produtos alimentares, cerâmicos, granito e eletroeletrônicos.

Em Macaíba venda do terreno pode significar menos um incentivo para instalação da ZPE

Caso o terreno seja vendido, Macaíba estará tirando um incentivo do projeto, pois todos que entende um pouco de economia, sabe que as empresas de grande porte se instalam no Nordeste por causa dos incentivos fiscais e a doação ou concessão da área a instalar as empresas também é um desses incentivos. No projeto de lei aprovado pela  Câmara Municipal, segundo o boletim oficial do município 50% do valor arrecadado será para investimento na saúde básica e os outros 50% para investimentos em infraestrutura da cidade. A lei aprovada ainda diz que o adquirente da compra tem o direito de instalar e explorar a ZPE.

O projeto foi aprovado por 11 vereadores, sendo dois contra, a vereadora Kátia Sena e Edivaldo Emidio.

Foto: Joana Lima

 

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) realizou entre os dias 07 e 11 de dezembro uma pesquisa nos dez principais supermercados da capital potiguar para avaliar os preços dos produtos mais consumidos na ceia natalina.

Um exemplo de grande variação foi o panetone de chocolate, que mostrou uma diferença de 240% entre o menor e maior valor, de uma mesma marca. Já nas carnes, o bacalhau foi o item que mais variou, mostrando uma diferença de 95% no valor praticado pelos supermercados.

A pesquisa levou em consideração produtos como aves, panetones, vinhos, espumantes, azeites, queijos e frutas em calda, secas e castanhas. E o resultado mostrou variações até mesmo entre estabelecimentos da mesma rede, além da falta de produtos em muitos deles.

O diretor-geral do Procon Municipal, Kleber Fernandes, alerta para a importância da pesquisa antes de comprar. “Observamos uma variação de preço muito grande entre os supermercados pesquisados, e por isso é importante que o consumidor vá a mais de um estabelecimento e compare os preços antes de fazer suas compras de natal”, aconselha.

Devido à grande alteração nos itens pesquisados neste ano, não foi possível realizar um comparativo com os preços do ano anterior. Além de mostrar a variação de preços entre estabelecimentos, a pesquisa ajuda o consumidor a comprar de forma consciente, e o mais importante nesses tempos de crise, economizar.

Nominuto

A presidenta Dilma Rousseff pediu hoje (21) aos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão, que trabalhem com metas realistas e factíveis e que façam o que for preciso para retomar o crescimento. Os novos ministros tomaram posse à tarde no Palácio do Planalto.

“Três orientações imediatas eu levo aos ministros da área econômica: trabalhar com metas realistas e factíveis para construir credibilidade, atuar para estabilizar e reduzir consistentemente a dívida pública e fazer o que for preciso para retomar o crescimento sem guinadas e sem mudanças bruscas atuando neste ambiente de estabilidade, previsibilidade e flexibilidade. Desejo muita sorte aos ministros e tenho plena confiança na sua capacidade. Espero, Nelson e Valdir, que vocês se saiam bem nas tarefas urgentes e sejam vitoriosos na construção das bases para um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou Dilma.

A presidenta acrescentou que o governo perseguiu em 2015 uma estratégia de estabilização fiscal que continuará guiando sua administração “nos próximos anos com metas realistas e transparentes”.

“Precisamos ir além da tarefa de cortar gastos e colocar as contas em dia, estabelecendo prioridade também para retomada do crescimento e a construção do ambiente de confiança favorável à ampliação dos investimentos. Ainda há tarefas importantíssimas da fase de arrumação das contas públicas. Há medidas imprescindíveis a aprovar sem as quais o equilíbrio não será mantido e a retomada do crescimento será muito dificultada. Temos pela frente a negociação com o Congresso para a prorrogação DRU [Desvinculação de Receitas da União] e a recriação da CPMF [Contribuição sobre Movimentação Financeira]”, disse.

A presidenta também lembrou da necessidade da Reforma da Previdência para assegurar a sustentabilidade no médio e longo prazo.

Na sexta-feira (18), Dilma fez a substituição de Joaquim Levy por Barbosa no comando do Ministério da Fazenda. Barbosa era ministro do Planejamento. Para o lugar de Barbosa, a presidenta nomeou o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Valdir Simão.

Agência Brasil