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Foto: Tribuna de Macaíba/ Ilustrativa

Este último sábado (06) em Macaíba foi marcado por longas filas da população em frente aos caixas eletrônicos da cidade. Era um pouco mais de 14hs quando o Macaíba no Ar esteve na Agência do Banco do Brasil, onde apenas um caixa estava realizando saque, em menos de 30 minutos de nossa presença na agência o dinheiro do caixa acabou.

Saindo da agência, a poucos metros dali tinha uma longa fila de pessoas dentro de uma Farmácia, de lá partimos para um supermecado onde após 15 minutos de nossa presença no local, constatamos que o caixa já não tinha mais dinheiro, uma fila com mais de 20 pessoas. Saindo da Avenida Mônica Dantas passamos em uma outra farmácia, esse na Professor Caetano, lá não estava faltando dinheiro no caixa eletrônico, mas após o caixa reiniciar, o mesmo não realizava saque os clientes que utilizam o cartão do Banco do Brasil que tivesse chip.

Conforme foi relatado acima, foram quatro pontos da cidade com longas filas e na metade desses pontos os caixas já não tinham mais dinheiro. Essa situação em Macaíba não é de hoje que a população vem sendo prejudicada, assim como o Comércio, que perde de vender pelo fato das pessoas não conseguirem realizar o saques por falta de dinheiro.

A fábrica de placas fotovoltaicas para energia solar do grupo chinês Chint Eletrics Co. será instalada numa área de 25 hectares no município de Extremoz. Na primeira fase o investimento será de R$ 112 milhões e vai ofertar 1.300 empregos diretos e indiretos. A confirmação foi feita nesta quarta-feira, 03, pelo governador Robinson Faria ao receber os diretores da companhia chinesa Jackie Xiang e Charles Zang. A instalação da fábrica é resultado de uma iniciativa do Governo do Estado. O governador e auxiliares da administração visitaram a China, em fevereiro deste ano, para manter contatos com os investidores e consolidar a atração da indústria. Na ocasião, foi assinado um protocolo de intenções com a empresa.

“Foi uma visita muito produtiva a nossa missão comercial à China, porque fizemos contatos importantes e apresentamos as potencialidades do Rio Grande do Norte, não só na área de energia, mas também em relação às exportações de frutas, peixes, camarão” afirmou o governador, que ainda enxerga a chegada da Chint como a abertura de um grande mercado para as empresas do RN. A unidade da Chint no Rio Grande do Norte é a primeira na América Latina e atenderá o mercado brasileiro e das Américas. “Faremos todo o esforço para instalar a unidade o mais breve possível aqui no estado, aproveitando esse ambiente economicamente favorável”, disse Jackie Xiang. Robinson Faria destacou:

“O nosso Governo trabalha para recuperar a economia, para criar oportunidades de emprego e renda. Hoje iniciamos uma nova etapa para o desenvolvimento do Estado com a confirmação dos investimentos da Chint, que é a segunda maior fabricante de placas fotovoltaicas do mundo e que vai atrair outros investimentos, inclusive no fornecimento de produtos e peças à Chint”. À solenidade na sede da Governadoria em Natal também participaram os secretários de Estado do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, do Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo, da Comunicação, Juliska Azevedo, os diretores do Idema, Rondinelli Oliveira, da Potigás, Carlos Alberto Santos, os dirigentes da FIERN, Pedro Terceiro e Vilmar Pereira, os prefeitos de Extremoz, Joaz Oliveira e de Macau, Túlio Lemos.

Um novo sistema para pagamentos de boletos começa a funcionar em julho. Com o novo sistema, o boleto, mesmo vencido, poderá ser pago em qualquer banco. Além disso, o cálculo de juros e multa do boleto atrasado será feito automaticamente, o que reduzirá a necessidade de ir a um guichê de caixa e eliminará a possibilidade de erros no cálculo.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está apresentando o novo sistema para empresas e jornalistas em várias cidades. Hoje, foi a vez de Brasília. Na apresentação, o diretor adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu, lembrou que a nova plataforma vem sendo desenvolvida desde o ano passado, devido ao elevado número de fraudes em boletos. “A Nova Plataforma vai trazer mais segurança”, disse Tadeu. Ele acrescentou que o sistema atual tem mais de 20 anos de existência.

Tadeu explicou que as informações de todos os boletos emitidos pelos bancos estarão na nova plataforma única, criada pela federação em parceria com a rede bancária. Na hora de pagar o boleto, os dados serão checados na plataforma. Se houver divergência de informações, o pagamento não será autorizado, e o consumidor só poderá pagar o boleto no banco que emitiu a cobrança, uma vez que somente essa instituição terá condições de conferir o que for necessário.

De acordo com a  Febraban, a nova plataforma vai reduzir fraudes na emissão de boletos de condomínios, escolas e seguradoras, por exemplo. A federação lembra que quadrilhas enviam boletos falsos às casas, que acabam sendo pagos como se fossem verdadeiros, gerando prejuízos. Há também casos de sites maliciosos que emitem “segundas vias” com informações fraudulentas, além de vírus instalados em computadores.

Walter Tadeu não soube dizer se os boletos emitidos com o novo sistema custarão mais caro para as empresas que contratam tal serviço dos bancos. Ele disse que, como se trata de uma polícia de cada banco, a Febraban não pode comentar sobre o assunto.

Agência Brasil

O programa do Corte de Terra 2017, realizado pela Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SEMAPE), já passou por diversas comunidades rurais do município em um período de menos de dez dias.

 

A entrega dos cheques para os pequenos produtores cadastrados (conferindo-lhes o direito a ter acesso às duas horas de corte em suas propriedades) foi encerrada no dia 17 deste mês, sendo que as terras começaram a ser cortadas logo após o prazo de encerramento da entrega.

 

De acordo com estimativas da SEMAPE, Macaíba tem cerca de 1.600 agricultores familiares cadastrados no programa, que é feito totalmente com recursos próprios. Nesta quarta-feira (26), por exemplo, as terras estavam sendo cortadas no assentamento Eldorado dos Carajás e na comunidade de Peri-Peri. Diversas outras comunidades também já foram beneficiadas. Em algumas, os trabalhos estão prestes a serem concluídos.

Assecom

Em um cenário de crise onde milhares de municípios pelo Brasil afora sofrem para manter de forma pontual os pagamentos de seus funcionários e fornecedores, a gestão municipal de Macaíba se sobressai pela maneira eficaz e competente de gerir os recursos públicos.

Diferentemente do que ocorre em diversas cidades, a Prefeitura de Macaíba paga os salários dos funcionários e fornecedores rigorosamente em dia e de forma integral. Inclusive, o calendário completo de pagamento deste ano de 2017 já foi disponibilizado e pode ser conferido no site oficial da instituição.

Além de garantir que os funcionários se programem para quitar seus débitos sem atrasos, isso significa também um estímulo para a economia local, ocasionando movimento para os comerciantes e prestadores de serviços locais. Salienta-se o fato de que a cidade de Macaíba possui um comércio vigoroso e de muita tradição.

Também há que se destacar que, desde que assumiu a Prefeitura em janeiro de 2013, em sua terceira gestão, apesar de encontrar uma dívida de 12 milhões de reais, o prefeito Fernando Cunha tem cumprido com o calendário de pagamento do funcionalismo municipal, assim como das empresas prestadoras de serviços.

Assecom

Da Agência Brasil – A Petrobras anunciou ontem (20) um reajuste no preço dos combustíveis nas refinarias. A estatal aumentou o valor do diesel em 4,3% e da gasolina em 2,2%, em média. Os novos valores já valem a partir desta sexta-feira (21).

De acordo com a estatal, se o reajuste for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode subir 2,9%, ou cerca de R$ 0,09 por litro, em média, e a gasolina, 1,2%, ou R$ 0,04 por litro, em média, nas bombas.

O aumento, segundo a Petrobras, se deve à elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais desde a última decisão de preço, que mais que compensou a valorização do real frente ao dólar, e por ajustes na competitividade da estatal no mercado interno.

“É preciso destacar ainda que o comportamento dos preços de derivados foi marcado por volatilidade nos mercados internacionais em resposta a evento geopolítico, como o ocorrido na Síria”, destacou a companhia em nota.

O município de Macaíba, na Região Metropolitana de Natal, vai ganhar em breve um centro de compras dedicado ao comércio outlet. O projeto do shopping, de iniciativa do empresário macaibense Abílio Félix e que ainda não tem nome definido, prevê um amplo espaço com lojas de até 100 m². A ideia principal é que o mall abrigue marcas de grife, mas com lojas não luxuosas e produtos vendidos a preços mais baixos do que os praticados em lojas de shoppings convencionais.

O shopping funcionará no sistema “atacarejo”, pelo qual os produtos poderão ser comercializados individualmente para o público final ou em formato de atacado para empresários da região. “Grifes de shoppings de luxo venderão seus produtos aqui por um preço infinitamente menor”, ressalta.

O idealizador conta que o centro comercial ficará localizado em um terreno às margens da rodovia BR-304, que liga Macaíba a Natal e ao interior do Estado. A área fica vizinha à Pousada Macamirim, que também pertence ao empresário. Segundo Abílio, a localização, e consequentemente o acesso, será o grande diferencial do complexo de compras. “O raio de alcance deste shopping será de 300 Km, e o deslocamento até lá será muito fácil. Para quem está no Centro de Natal, por exemplo, será mais fácil chegar lá do que na zona Norte”, frisa o empresário.

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Tido como um dos principais polos industriais da Região Metropolitana de Natal, o Distrito de Macaíba (DIM) é atualmente um dos grandes responsáveis pela grande movimentação financeira do município, localizado a 11km da capital do Rio Grande do Norte e detentor de aproximadamente 77 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no censo de 2014.

Apesar de abrigar grandes nomes da indústria nacional e até mesmo internacional, o Distrito, atualmente, sofre com a falta de infraestrutura. Segundo Sandro Peixoto, presidente da Associação das Empresas do Polo Industrial de Macaíba (Aspim), o principal problema do polo é a ausência de pavimentação em suas dependências.

A situação, inclusive, já vem sendo pleiteada para correção desde meados de 2011, quando um edital chegou a ser lançado e uma empresa contratada para realizar as obras. Todavia, elas acabaram sendo barradas devido ao fato do local não ter saneamento básico na época.

Peixoto esclareceu, porém, que o saneamento do Distrito foi implantado ainda no final do governo de Rosalba Ciarlini (à época no DEM, hoje no PP), em 2014, deixando o local pronto para receber as obras de pavimentação.

Diante disso, novas reuniões foram marcadas com o governo atual, liderado por Robinson Faria (PSD). Nos últimos dias, um encontro entre a administração do DIM, o governador e o diretor do Departamento de Estradas e Rodagens do Estado (DER), General Fraxe, garantiu a abertura de novo edital de licitação, que deverá ser lançado na semana que vem.

“Tivemos um avanço significativo nesta questão da pavimentação. O Governo assegurou a verba para pavimentar o DIM de maneira urgente. Provavelmente até a semana que vem vai ser aberto o edital de licitação. Como agora já temos o saneamento, é muito provável que tudo dê certo”, previu Sandro.

Dentre as vantagens de fazer parte de um polo industrial como o DIM, Peixoto lembrou dos incentivos fiscais que são dados pelo governo, além de também ter revelado um dos projetos da administração para melhorar a segurança do local, que atualmente as empresas fazem de maneira individualizada.

“Existe um programa do Governo, que é o PROADi (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial), que beneficia essas empresas através de descontos. Isso conta muito para se instalar nestes polos. No nosso caso em específico, futuramente vamos transformar o DIM numa espécie de condomínio, onde haverá segurança privada, com controle de entradas e saídas. Vai ser um diferencial nosso que também vai contar como mais uma vantagem de se fazer parte dele, algo a ser celebrado pelos componentes”, completou.

Matéria na íntegra Agora RN

Conta de luz (Arquivo/Agência Brasil)

Arquivo/Agência Brasil

Da Agência Brasil – O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse hoje (4) que provavelmente as contas de luz continuarão com a bandeira vermelha patamar 1 acionada até o fim do período seco, que vai até novembro. Por causa da falta de chuvas, essa bandeira tarifária foi acionada e começou a valer no início de abril.

“Muito provavelmente no período seco não haverá uma reversão da situação. Se hoje, no final do período úmido, já se justifica despachar térmicas acima do patamar que aciona a bandeira vermelha, não é provável que essa situação se reverta até o início do próximo período úmido”, disse Rufino.

A bandeira vermelha patamar 1, que está em vigor, implica uma cobrança extra de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Ela é usada quando é preciso acionar usinas termelétricas mais caras, por causa da falta de chuvas.

cartões de crédito

Arquivo Agência Brasil

A partir deste mês, os consumidores que não conseguirem pagar integralmente a tarifa do cartão de crédito só poderão ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, entrará em vigor amanhã (3).

A medida consta da reforma microeconômica anunciada pelo governo no fim do ano passado. Os bancos tiveram pouco mais de dois meses para se adaptarem à nova regra, que obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que cobra taxas menores, os clientes que não conseguirem quitar o rotativo do cartão de crédito nos primeiros 30 dias.

Durante esse período de quase dois meses, os bancos definiram as novas taxas para o crédito parcelado. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a medida tem o potencial de reduzir pela metade os gastos com juros em 12 meses.

Impacto

No entanto, o diretor econômico da entidade, Miguel de Oliveira, diz que o impacto das medidas sobre os juros só será conhecido nos próximos meses.

“Em primeiro lugar, muitos bancos fixaram taxas bem elásticas, que podem chegar de 1,99% a 10% ao mês, dependendo da instituição financeira e do histórico [capacidade de pagamento] do consumidor. Então, fica difícil saber qual será o efeito efetivo, porque cada consumidor tem uma taxa personalizada, e a gente precisa ver quem não conseguirá pagar a fatura integral”, acrescentou Oliveira.

Em fevereiro, após o anúncio da nova regra, a taxa média do crédito rotativo subiu de 15,12% para 15,16% ao mês, conforme pesquisa mensal da Anefac. A taxa média do crédito parcelado foi na contramão e caiu de 8,34% para 8,30% ao mês. Segundo Miguel de Oliveira, os juros do cartão só deverão sofrer influência das novas regras a partir de maio.

“Como a nova regra limita em 30 dias o prazo do rotativo, o consumidor que não conseguir pagar a fatura de março vai cair no rotativo em abril e só passará para o crédito parcelado em maio. Só lá, nossos levantamentos começarão a refletir os efeitos da mudança”, esclareceu Oliveira.

Dívida multiplicada

Com base em dados mais recentes da Anefac, de fevereiro, a taxa média de 15,16% ao mês no crédito rotativo equivale a 444,03% ao ano. Ao fim de três meses, uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão subiria para R$ 1.527,23. Ao fim de 12 meses, equivaleria a R$ 5.440,26.

Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta – de 15,16% ao mês – incidirá nos primeiros 30 dias e a taxa de 8,3% ao mês incide nos meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.350,70 em três meses e para R$ 2.768,31 em 12 meses. A diferença chega a 11,6% em 90 dias e a 49,1% em um ano.

O cálculo, no entanto, leva em conta as taxas médias de juros. A economia efetiva pode variar porque os bancos personalizam as taxas para cada consumidor no rotativo e no crédito parcelado. Os juros finais também variam em função do histórico e da capacidade de pagamento do cliente.

Da Agência Brasil

Conta de luz (Arquivo/Agência Brasil)

Arquivo/Agência Brasil

No mês de abril, os consumidores de energia elétrica vão pagar R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. É que no próximo mês vai vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que é usada quando é preciso acionar usinas termelétricas mais caras, por causa da falta de chuvas.

É a primeira vez neste ano que a bandeira vermelha é ativada. Em março, a bandeira tarifária em vigor foi a amarela, com adicional de R$ 2 para cada 100 kWh e, anteriormente, a bandeira era a verde, sem custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

Da Agência Brasil

Conta de luz (Arquivo/Agência Brasil)

Arquivo/Agência Brasil

Em abril, os consumidores de energia elétrica terão um desconto na tarifa, por causa da devolução dos valores cobrados a mais no ano passado. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (28) o processo extraordinário de ajuste nas tarifas de 90 distribuidoras do país. Os percentuais de redução na tarifa que será aplicada em abril variam de 0,95% a 19,47%.

Vai haver devolução porque o custo da energia proveniente da termelétrica de Angra 3 foi incluído nas tarifas do ano passado, mas a energia não chegou a ser usada porque a usina não entrou em operação. O valor total a ser devolvido será de R$ 900 milhões.

Anteriormente, a Aneel havia dito que o valor da devolução poderia chegar a R$ 1,8 bilhão, mas o cálculo foi reduzido porque nem todas as distribuidoras haviam cobrado os valores a mais em 2016, já que o montante foi incluído no processo de reajuste de cada concessionária, de acordo com o seu aniversário tarifário.

Da Agência Brasil

Uma espera de mais de dez anos chegou ao fim para os produtores familiares do Rio Grande do Norte. Trabalhadores como Maria José Joventino, doceira, do município de Pureza. “Antes vendia meus doces de frutas apenas em feiras livres. Agora, terei um local fixo e organizado para atender meus clientes”, contou a produtora. Essa mudança foi possível para mais de 1.200 produtores rurais de todo o Estado através da Central de Comercialização da Agricultura Familiar, inaugurada na manhã de hoje (27), em Natal, pelo governador Robinson Faria. A estimativa é que sejam comercializadas cerca de 170 toneladas de produtos, entre frutas, verduras e outros itens regionais, o equivalente a R$ 313 mil.

Segundo Robinson Faria, a Central vai fortalecer e ampliar a atividade rural, gerando renda para os agricultores familiares. “O sonho desses produtores se tornou realidade e agora eles terão a oportunidade de comercializar seus produtos diretamente com o consumidor, com preço justo e em um ponto estratégico na capital. O consumidor também se beneficia, pois poderá adquirir produtos sem agrotóxicos, em um local que oferece conforto e a preços bem mais acessíveis. É um benefício para toda a população. Essa é apenas uma das ações do governo que valoriza o trabalho do homem do campo e cria alternativas para os agricultores viverem de forma sustentável no ambiente rural. O dia de hoje é fruto de diálogo permanente com as cooperativas, movimentos sociais e agricultores familiares”, afirmou o governador.

Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades

O programa Minha Casa Minha Vida  desde sexta-feira (24),  tem novos critérios de seleção para contratações da Faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil.

A partir de agora, a modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) chegará aos municípios com população inferior a 50 mil habitantes.

“As mudanças são bem significativas. Agora, o programa poderá chegar a qualquer município brasileiro e melhorar a qualidade de vida dos beneficiários, com critérios mais humanizados”, explica o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

As novas regras tratam, também, da inserção urbana. Com a nova medida, quanto maior a proximidade de bairros já consolidados, melhor será a avaliação do empreendimento.

Além disso, aqueles que apresentarem condições de contratação imediata terão prioridade, em função da possibilidade de geração de emprego e renda em curto prazo. Estados e municípios que doarem o terreno para a construção do empreendimento também serão os primeiros da fila.

“Continuamos firmes com o compromisso de manter os pagamentos em dia. Para isso, as seleções serão criteriosas, observando-se o déficit habitacional das localidades e os municípios que ainda não foram atendidos”, destaca o ministro.

Novos limites

Outra mudança diz respeito aos limites máximos de habitações por empreendimento, de acordo com o porte populacional. Cada conjunto habitacional poderá ter até 500 unidades e admitem-se agrupamentos de até 2 mil.

Antes, a quantidade de unidades por empreendimento era flexível e os conjuntos chegavam a ter mais cinco mil unidades. O programa permite agrupamentos de até quatro empreendimentos, mas será necessário ter via pública em toda extensão e entre os conjuntos.

Todas as vias deverão ter árvores, e os projetos precisam atender aos critérios de conectividade, mobilidade (calçadas livres de obstáculos de 1,50 metro), diversidade, infraestrutura, sustentabilidade e sistemas de espaços livres.

Prioridades

A prioridade de atendimento para todas as modalidades será para famílias residentes em áreas de risco ou insalubres que tenham sido desabrigadas, a partir de documento público que comprove, além de mulheres responsáveis pela unidade familiar e pessoas com deficiência.

No FAR, a frequência de seleções passa a ser mensal. Na modalidade Entidades Urbanas, será permitido que as instituições atualizem as propostas junto à Caixa Econômica Federal em um prazo de 30 dias, após a publicação da portaria para enquadramento nas novas regras.

No Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), será necessária habilitação prévia junto ao Ministério das Cidades para participar do processo de seleção. Com relação à seleção, o cadastramento das propostas junto aos agentes financeiros até o dia 30 de abril.

Podem participar do MCMV apenas famílias que não possuem casa própria ou financiamento em qualquer unidade da Federação ou que não tenham recebido anteriormente benefícios de natureza habitacional do governo federal.

Exigências de infraestrutura

Os empreendimentos deverão apresentar infraestrutura urbana básica e estar inseridos em áreas urbanas ou em zonas de expansão criadas há menos de dois anos. A zona de expansão urbana deverá dispor, em seu entorno, de áreas para atividades comerciais.

Os novos projetos do FAR deverão respeitar os critérios de regionalização a partir da verificação da quantidade de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional.

Será observada também a distância de equipamentos educacionais, agencias bancárias, correios e ponto de ônibus. Quem estiver mais próximo, melhor avaliação terá.

Para entidades urbanas, valem as mesmas regras aplicadas para a modalidade Empresas. As propostas deverão conter quantidades de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional, distância do empreendimento de escolas, porte do empreendimento em relação ao porte populacional do município, gestão urbana e infraestrutura básica e estágio de elaboração do projeto, após apresentado ao agente financeiro.

Já a seleção final das propostas de entidades rurais observará o déficit habitacional municipal rural, total de contratações no município no âmbito PNHR, condições de vulnerabilidade das famílias beneficiárias em conformidade com as suas características socioeconômicas, recorte territorial definido pelo Programa Territórios da Cidadania e características de projeto relacionadas ao desenvolvimento rural sustentável.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério das Cidades

Da Agência Brasil – O Chile decidiu retirar a suspensão total à importação da carne brasileira, mas manteve a proibição da entrada de produtos dos 21 frigoríficos investigados pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A informação foi divulgada ontem (25) pelo Serviço Agrícola e Pecuarista do Chile. O país havia anunciado a suspensão temporária à importação de carne do Brasil até que fossem prestados esclarecimentos sobre o caso. A China e o Egito também anunciaram a reabertura para a importação de carne do Brasil.

O órgão chileno justificou que a decisão foi tomada após ter recebido explicações do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil em resposta ao pedido de informações detalhadas sobre as investigações da Polícia Federal. O Chile informou que poderá suspender as importações de qualquer outro estabelecimento que apareça posteriormente nas investigações.