Arquivo diário: sexta-feira, novembro 14, 2025

A vereadora Luciana de Netinho tem se destacado na pauta da saúde em Macaíba. Em seu primeiro ano de mandato, ela vem construindo, ao longo dos últimos dez meses, um trabalho marcado pelo comprometimento com a melhoria dos serviços públicos do município. A saúde tem sido uma de suas principais bandeiras, tanto no plenário da Câmara quanto nas ações realizadas fora do Legislativo.

Além de apresentar projetos de lei e proposições voltadas ao setor, Luciana também se sobressai pela atuação fiscalizadora. Em seu primeiro ano de mandato, a vereadora visitou unidades de saúde para verificar de perto a situação dos atendimentos, denunciou a falta de medicamentos e apresentou sugestões para aprimorar os serviços oferecidos à população.

Esse trabalho constante de fiscalização e aproximação com a realidade das comunidades tem feito com que Luciana ganhe cada vez mais reconhecimento dos cidadãos, consolidando-se como uma voz ativa em defesa da saúde pública em Macaíba.

Relator emite parecer favorável à cassação do mandato da vereadora Brisa  Bracchi. Veja vídeo

Foto: Reprodução

O relator da Comissão Especial Processante da Câmara de Natal, vereador Fulvio Saulo (Solidariedade), apresentou nesta quinta-feira (13) parecer favorável à cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). O processo foi aberto após denúncia de que ela teria usado R$ 18 mil de emendas impositivas para financiar um evento que teria comemorado a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, Brisa afirmou que o parecer foi concluído apenas 24 horas após as alegações finais da defesa e que o relator desconsiderou provas e depoimentos apresentados, classificando o caso como perseguição política.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (14) por abrir uma ação penal e tornar réu o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por coação no curso do processo. Relator do caso, ele foi o primeiro a votar. 

“Na presente fase de cognição restrita, há prova da materialidade e indícios razoáveis e suficientes de autoria nas condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro”, escreveu Moraes.

O ministro destacou que o deputado não ficou somente no plano das ameaças, mas efetivamente concretizou ataques e fomentou sanções contra autoridades brasileiras. “A grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América”, afirmou.

O parlamentar foi denunciado em setembro pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que acusou Eduardo de tentar intimidar o Judiciário brasileiro a arquivar a ação penal em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar um golpe de Estado fracassado.

O julgamento ocorre de forma virtual, na Primeira Turma do Supremo. Os demais ministros do colegiado – Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia – têm até 25 de novembro para votar. O ministro Luiz Fux foi para a Segunda Turma no mês passado e não participa.

Nesta fase, a Primeira Turma vai decidir se abre uma ação penal contra Eduardo, tornando-o réu. Se isso ocorrer, ainda deverá ser realizada uma instrução processual, na qual acusação e defesa terão oportunidade de apresentar suas provas e inquirir testemunhas.

Segundo a denúncia, Eduardo promove abertamente uma campanha junto ao governo dos Estados Unidos em prol de sanções contra o Brasil em geral e, em especial, contra autoridades judiciais brasileiras.

Desde que foi para os Estados Unidos, em março, alegando perseguição política, o deputado vem divulgando uma agenda intensa de reuniões com integrantes do governo do presidente estadunidense, Donald Trump, antigo aliado político de seu pai.

Neste ano, Trump decidiu impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, dando entre as justificativas oficiais o que vê como uma “caças às bruxas” a Bolsonaro. A Casa Branca também cancelou os vistos de ministros do Supremo e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

No caso de Moraes, as sanções foram além. Ele foi enquadrado, em julho, pela Casa Branca na Lei Magnitsky, que tem como alvo violadores de direitos humanos. O ministro passou a ser alvo de sanções financeiras, como a proibição de negociar com qualquer empresa norte-americana, incluindo bandeiras de cartão de crédito. Em setembro, o governo de Trump resolveu impor as mesmas sanções à esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Defesa

Como Eduardo não constituiu advogado, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, ordenou que a Defensoria Pública da União (DPU) fizesse a defesa do parlamentar. Por ainda manter residência no Brasil, ele foi intimado a responder ao processo por meio de edital publicado no Diário de Justiça.

No fim de outubro, a DPU pediu a rejeição da denúncia, argumentando que o deputado não é autor das sanções e que suas manifestações são “exercício legítimo da liberdade de expressão e do mandato parlamentar”.

Eduardo foi denunciado junto com o jornalista Paulo Figueiredo, que constantemente o acompanha nas agendas em Washington, mas os casos acabaram tendo andamentos diferentes devido à dificuldade de intimar o blogueiro, que mora nos Estados Unidos há pelo menos 10 anos e não possui endereço no Brasil. 

Na semana passada, Moraes determinou que Figueiredo seja intimado por meio de carta rogatória, procedimento mais demorado e que depende da atuação em várias etapas por parte das diplomacias dos dois países e do judiciário dos EUA.

Confira as informações sobre o julgamento no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Imagens anexadas ao processo mostram mulheres trabalhando de legging e cropped — Foto: Sinpospetro-PE/Divulgação

Foto: Sinpospetro-PE/Divulgação

A Justiça do Trabalho determinou que um posto de combustíveis localizado no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife, pare imediatamente de exigir que frentistas mulheres trabalhem usando calça legging e camiseta cropped como uniforme.

A liminar foi assinada na sexta-feira (7), pela 10ª Vara do Trabalho do Recife, e divulgada na quarta-feira (12) pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). A juíza responsável apontou “constrangimento, vulnerabilidade e potencial assédio”.

O decisão foi contrária ao Posto Power, também registrado como FFP Comércio de Combustíveis.

A ação na Justiça foi proposta pelo Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis de Pernambuco. Segundo o advogado Sérgio da Silva Pessoa, uma funcionária procurou a entidade para denunciar que o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não estava sendo recolhido.

imagem do interior de uma cela em alusão ao periodo de prisao irregular

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 4ª Promotoria de Macaíba, conseguiu a condenação de acusado, a 25 anos, 6 meses e 2 dias de reclusão pelo assassinato do árbitro João Marques Pereira, crime cometido após uma discussão em uma partida de futebol.

O acusado foi condenado por homicídio qualificado pelo motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa, e ainda pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

O crime foi cometido em setembro de 2023, após uma discussão banal em uma partida de futebol no Distrito de Lagoa do Mato.

João Marques Pereira, que era árbitro assistente, sofreu por mais de dois meses após os disparos, ficando paraplégica, perdendo um rim e evoluindo com infecção generalizada e falência de múltiplos órgãos, o que impôs um sofrimento atroz e prolongado. Ele faleceu em 14 de novembro daquele ano. João Marques Pereira deixou cinco filhos órfãos, o que gerou grandes dificuldades financeiras para a família.
Laércio Pedro da Silva a 25 anos, 6 meses e 2 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado.

A Justiça potiguar negou o direito dele recorrer em liberdade, com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 1068) de que a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri autoriza a imediata execução da condenação. Foi determinada a expedição imediata do mandado de prisão.

MP RN