Arquivo diário: quarta-feira, junho 26, 2024

João Gomes, Alceu Valença e Felipe Amorim estão na programação do Festival Gastronômico 2024 de Tibau

Este ano, o festival que finaliza a série de eventos Férias em Tibau, está repleto de atrações nacionais e locais que prometem tornar esta experiência inesquecível. Com uma programação rica e diversificada, o Festival Gastronômico 2024 promete superar todas as expectativas.

Confira a programação:

SEXTA (02/08)
Aline Reis
João Gomes
Israel Peruano

SÁBADO (03/08)
Banda Inala
Magníficos
Felipão e Forró Moral

DOMINGO (04/08)
Alceu Valença
Felipe Amorim

Vale lembrar que além dessas atrações, artistas locais se apresentarão todos os dias e terão seus nomes divulgados em breve, após o processo de cadastramento realizado pela prefeitura.

Reserve os dias 02, 03 e 04 de agosto na sua agenda e não perca a edição mais deliciosa do Festival Gastronômico de Tibau.

Transporte público de Parnamirim — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Uma audiência pública na sede da prefeitura de Parnamirim deu continuidade nesta terça-feira (26) às discussões sobre um projeto de lei que prevê a implantação da tarifa zero no transporte público da cidade.

Atualmente a tarifa na cidade é de R$ 4 para os passageiros. O projeto de lei, enviado pela prefeitura, busca que todo passageiro – e não apenas idosos – use de forma gratuita o transporte público. O tema também já havia sido discutido neste mês na Câmara de Vereadores.

O projeto de lei não contempla, no entanto, viagens intermunicipais, como são aquelas que ligam Parnamirim a Natal.

De acordo com a prefeitura de Parnamirim, o custo para o Município seria de cerca de R$ 2 milhões a R$ 2,5 milhões por mês para garantir a frota de cerca de 50 veículos que circulam entre os bairros da cidade, que tem 252 mil habitantes, segundo o último Censo do IBGE, de 2022.

Projeto tem garantia financeira, diz secretário

O secretário de mobilidade urbana de Parnamirim, Marcondes Pinheiro, disse que, no projeto de lei apresentado, o Município dá garantias de que consegue subsidiar a implantação do projeto sem custos para os passageiros.

“O município encaminhou o projeto de lei para a Câmara, e nesse projeto de lei está lá a dotação orçamentária. Portanto, eu afirmo com 100% de certeza que o Município tem condições de cumprir”, garantiu.

Segundo o secretário, essa audiência marca o início de uma série de discussões que o projeto terá para ser aprovado.

O presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (Fetronor), Eudo Laranjeiras, disse que a implantação do custo zero para o usuário é algo “diferente” no Rio Grande do Norte e que há um receio por parte das empresas, que temem a falta de pagamento.

“A gente tem receio, porque precisa receber no final do mês, porque tem as contas para pagar, mas é um novo sistema. E a gente acha que pro usuário é muito bom, mas que a gente acha que fica muito caro pra prefeitura”, explicou.

Empresas temem falta de receita do Município

Apesar das garantias do Poder Executivo, as associações, cooperativas e federações do transporte público temem que o Município não consiga subsidiar o projeto, explicou o gerente administrativo da Cooperativa do Transporte Coletivo de Passageiros Urbanos Fretamento e Turismo de Parnamirim (Coptrans), Jorge Bandeira.

“Encaminha um projeto de lei para a Câmara sem discussão com ninguém, sem embasamento de nenhum estudo de viabilidade econômica do projeto, de como vai funcionar. Simplesmente às escuras, com receitas fictícias, que são completamente subjetivas, que ainda não existem no rol de arrecadação do município”, disse.

Segundo ele, a cooperativa é favorável ao projeto tarifa zero, mas não “da forma açodada e irresponsável como o poder público quer colocar na prática”.

O presidente da Associação dos Transportes do Rio Grande do Norte (Astomp), Sadi Ritzel, disse que pediu o adiamento da audiência pública para que o projeto de lei pudesse ser melhor analisado.

G1 RN

Brasília - 22.05.2023 - Foto da Fachada do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (26), fixar em 40 gramas ou seis plantas fêmeas de Cannabis sativa a quantidade de maconha para caracterizar porte para uso pessoal e diferenciar usuários e traficantes.

A definição é um desdobramento do julgamento no qual a Corte decidiu ontem (25) descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal.

O cálculo foi feito com base nos votos dos ministros que fixaram a quantia entre 25 e 60 gramas nos votos favoráveis à descriminalização.  A partir de uma média entre as sugestões, a quantidade de 40 gramas foi fixada.

Como fica

A descriminalização não legaliza o uso da droga. O porte de maconha continua como comportamento ilícito, ou seja, permanece proibido fumar a droga em local público, mas as consequências do porte passam a ter natureza administrativa, e não criminal.

A decisão não impede abordagens policiais, e a apreensão da droga poderá ser realizada pelos agentes. Nesses casos, os policiais deverão notificar o usuário para comparecer à Justiça.

Entenda

O Supremo julgou a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo.

A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvo de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.

Com a decisão, a Corte Suprema manteve a lei, mas entendeu as consequências são administrativas, deixando de valer a possibilidade de cumprimento de prestação de serviços comunitários. A advertência e a presença obrigatória em curso educativo estão mantidas e deverão ser aplicadas pela Justiça em procedimentos administrativos, sem repercussão penal.

O registro de reincidência penal também não poderá ser avaliado contra os usuários.

Competência do STF

Durante a sessão, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, rebateu as acusações sobre invasão de competência para julgar a descriminalização. Ontem, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que cabe ao Congresso decidir a questão.

Barroso disse que o Supremo deve decidir o caso porque recebe e julga os habeas corpus de presos. “Essa é tipicamente uma matéria para o Poder Judiciário. Nós precisamos ter um critério para definir se a pessoa deve ficar presa, ou não, ou seja, se nós vamos produzir um impacto dramático na vida de uma pessoa, ou não.  Não há papel mais importante para o Judiciário do que decidir se a pessoa deve ser presa, ou não”, afirmou.

Delegacia

Pela decisão, os usuários poderão ser levados para uma delegacia quando forem abordados pela polícia portando maconha. Caberá ao delegado pesar a droga, verificar se a situação realmente pode ser configurada como porte para uso pessoal e encaminhar o caso para a Justiça.

As novas regras para usuários serão válidas até o Congresso aprovar nova regulamentação sobre o tema.

A decisão do Supremo também permite a prisão por tráfico de drogas nos casos de quantidade de maconha inferiores a 40 gramas. Nesses casos, deverão ser considerados pelos delegados indícios de comercialização da droga, apreensão de balança para pesar o entorpecente e registros de vendas e de contatos entre traficantes.

Agência Brasil

 

Os comerciantes da rua Professor Caetano e avenida Jundiaí contabilizam os prejuízos causados pela enchente ocorrida entre o último sábado e domingo. Macaíba mais uma vez sofreu com os alagamentos em pleno centro da cidade. Além dos comerciantes, a enchente também trouxe transtornos para moradores do conjunto Tavares de Lira e o conjunto de Coló que tiveram suas residências invadidas pela água.

Promessa dita aos empresários em abril de 2023, o desassoreamento prometido pelo governo municipal não saiu do papel. Diante de um dia de chuva, Macaíba voltou a sofrer com ruas alagadas, causando enorme prejuízos aos comerciantes e impedindo o ir e vir das pessoas. O problema que envolve o rio Jundiaí não é simples, é algo complexo, a promessa de resolver a questão em 4 meses só cabia no papel, pois para executar um projeto desta envergadura precisa de menos mídia e mais vontade de fazer.

Para tentar voltar a rotina normal, os comerciantes deram início a retirada dos móveis e produtos que perderam devido o alagamentos em seus estabelecimentos. As ruas alagadas, logo deram lugar a diversos pontos com sacolas de lixo, ali estavam depositados os prejuízos dos comerciantes.

Torcemos que tão logo os comerciantes voltem a ter o fluxo normal de clientes e assim possam recuperar as perdas.

Se espera que o poder público deixe o discurso de lado e passe a agir com ações efetivas.

Macas ficaram nos corredores do hospital — Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, a maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte, ficou superlotado na noite desta segunda-feira (24), o que fez pacientes esperarem por atendimento nos corredores do prédio. O pronto-socorro Clóvis Sarinho também funciona na unidade.

Com a superlotação, alguns desses pacientes nos corredores precisaram usar as macas das ambulâncias, o que manteve pelo menos 14 veículos retidos no estacionamento. As ambulâncias só deixam as unidades de saúde com as macas de volta aos veículos para novos atendimentos.

De acordo com o diretor do hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, Geraldo Neto, a demanda, principalmente para atendimentos de ortopedia, aumenta em alguns momentos do dia, como os períodos com trânsito mais intenso em Natal, entre 17h e 19h.

“O Rio Grande do Norte já acompanha esse movimento do Walfredo, porque de fato é a grande referência em trauma no estado. Então, não tem como não esperar grandes movimentos no pronto-socorro, não tem como não esperar grandes movimentos de ambulância circulando e, em certos momentos, travando”, explicou.

“Principalmente a questão dos momentos de pico, como no final do dia, entre 17h e 19h. O trânsito começa a se movimentar na capital, que é algo que é de conhecimento de todo mundo. E naturalmente os acidentes acabam acontecendo mais”, pontuou.

Pacientes reclamam de demora no atendimento

A pemanência de ambulâncias na unidade, no entanto, prejudicou o atendimento nas ruas. A dona de casa Fernanda Alves contou que o marido dela sofreu um acidente de moto em Nova Parnamirim, na Grande Natal, e houve uma demora de pelo menos 2h30 para ser atendido.

Deputado George Soares é eleito presidente da Comissão de Constituição e  Justiça da Assembleia RN - Antenado - Por Eugênio Bezerra

Foto: Reprodução/ALRN

A Assembleia Legislativa escolheu, em sessão extraordinária e em votação secreta nesta quarta-feira (26),  o deputado estadual George Soares para assumir a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A sessão acabou a poucos minutos e o placar foi de:  12 votos para George Soares (PV) e 11 votos para Gustavo Carvalho (PSDB), além de um voto nulo.

George Soares irá ocupar a vaga aberta em 24 de maio com a aposentadoria voluntária do médico e conselheiro Tarcísio Costa.

Blog do BG

Regras sobre pesquisas eleitorais já valem a partir de 1° de janeiro —  Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Foto: Reprodução

A Justiça Eleitoral do RN proibiu a divulgação de pesquisa eleitoral em Caicó realizada pelo Instituto Agorasei. A impugnação da pesquisa foi feita pelo Solidariedade (SD) e assinada pelo advogado eleitoralista Augusto Maia.

A decisão do Juiz Bruno Montenegro, da 25ª Zona Eleitoral, concluiu que a metodologia do estudo “conduz a desvios na apropriada representação da população local, o que acarreta, por conseguinte, a irregularidade da pesquisa”.

A pesquisa com divulgação proibida estava registrada com o número RN-00438/2024 e tinha previsão de divulgação a partir do dia 25 de junho, tendo ouvido 500 eleitores na zona rural e urbana, com números para o cargo de prefeito e vereador.

Blog Marcos Dantas

A enfermeira e pré-candidata a vereadora Luciana Barbosa segue recebendo apoio de lideranças comunitárias. Desta vez, Luciana anunciou o apoio de João do Campo das Mangueiras. João é uma figura bastante conhecido no bairro e com certeza seu apoio irá agregar bastante ao nome de Luciana no bairro.

Luciana tem percorrido diversas comunidades e bairros levando ao conhecimento da população suas bandeiras. Luciana integra a nominata do Republicanos.

 

 

 

 

Foto: Reprodução

Um jovem, identificado como Andriel Ferreira do Nascimento, de 20 anos, foi morto a facadas na cidade de Macaíba, Grande Natal, na tarde de segunda-feira (24). O padrasto Márcio Fernandes, de 43 anos,  é o principal suspeito do crime. Segundo a polícia, uma discussão entre eles teria motivado a morte da vítima.

De acordo com a mãe, Robervânia, há alguns anos o marido agrediu Andriel e a partir daí a convivência ficou bastante difícil. A vítima não se conformava com o modo como o padrasto tratava sua mãe. De acordo com os familiares, após assassinar o enteado, o suspeito pegou dinheiro, celular, outros objetos e em seguida fugiu. Ele teria ameaçado quem tentasse prendê-lo.

Andriel Ferreira trabalhava como servente de pedreiro e fazia frete na feira. Robevânia, de 40 anos, afirma que conheceu o companheiro Márcio, padrasto de Andriel, trabalhando com reciclagem. Além da vítima, ela tem outros 5 filhos.

A polícia segue pistas para encontrar o fugitivo.

Informações do Portal Ponta Negra News

Sessão do STF nesta quinta-feira (20). — Foto: Andressa Anholete/STF

Foto: Andressa Anholete/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal. A sessão desta terça-feira (25) foi interrompida, e o resultado deve ser proclamado em uma sessão posterior.

Só depois da proclamação do resultado é que a decisão passa a ter efeitos. A determinação, vale frisar, não representa que o Supremo esteja legalizando ou liberando o uso de entorpecentes.

Votaram a favor da descriminalização os ministros:

  • Gilmar Mendes
  • Luís Roberto Barroso
  • Rosa Weber (aposentada)
  • Cármen Lúcia
  • Dias Toffoli
  • Alexandre de Moraes
  • Edson Fachin

Sendo que Fux e Toffoli entenderam que o artigo da Lei de Drogas que fala sobre uso pessoal é constitucional. Ou seja, que o artigo já não prevê a criminalização. Os outros seis entenderam que o artigo é inconstitucional. Ou seja, que o artigo hoje prevê criminalização e não deveria prever.

Votaram contra a descriminalização (ou seja, para manter o porte para uso pessoal como crime):

  • Cristiano Zanin
  • Nunes Marques
  • André Mendonça

G1