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Evolução do número de novos óbitos confirmados de covid-19 por semana epidemiológica, segundo países com maior númerode óbitos

Ministério da Saúde

O total de mortes relacionadas à covid-19 e de diagnósticos da doença teve uma redução no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, que avaliou a Semana Epidemiológica (SE) 16, de 18 a 24 de abril.

Neste período, foram registrados 17.814 novos óbitos, contra 20.344 confirmados na semana anterior. O resultado representa uma queda de 12% entre as duas semanas epidemiológicas. A média móvel de mortes (total de vidas perdidas pelo número de dias) na SE 16 ficou em 2.545.

A curva de mortes durante a pandemia mostra o início de uma reversão da tendência de alta da segunda onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro. A inflexão teve início na semana epidemiológica 14, na 1ª quinzena de abril.

Os dados estão no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o Coronavírus 60. O documento reúne a avaliação da pasta sobre a evolução da pandemia, considerando as semanas epidemiológicas e o tipo de mediação empregada por autoridades de saúde para essas situações.

O número de novos diagnósticos de covid-19 também teve queda, de 10%. Nesta última semana (SE 16) foram registrados 408.124 novos diagnósticos positivos de covid-19, contra 455.085 novas notificações de pessoas infectadas com o novo coronavírus na semana anterior. A média móvel foi de 58.303.

O resultado da SE 16 confirma uma tendência de queda no registro de novos diagnósticos positivos de covid-19, iniciado em março, apenas com a SE 13 contrariando a tendência.

Estados

Conforme o boletim epidemiológico, 20 estados e o Distrito Federal tiveram redução de casos na Semana Epidemiológica 16, enquanto três ficaram estáveis e três tiveram aumento. Os acréscimos mais efetivos ocorreram no Rio de Janeiro (16%) e no Espírito Santo (12%). Já as quedas mais intensas se deram no Acre (-38%) e no Amapá (-32%).

Quando consideradas as mortes, o número de estados com queda das curvas foi de 18, quatro ficaram estáveis e cinco tiveram acréscimo em relação ao balanço da semana anterior. Os aumentos mais representativos foram registrados no Amazonas (23%) e Pará (14%). As quedas mais expressivas aconteceram em Roraima (-48%) e no Amapá (-47%).

Mundo

O Brasil continua sendo o país com mais novas mortes por covid-19. Em seguida vêm Índia (15.161), Estados Unidos (4.894), Polônia (3.397) e Colômbia (2.955). Enquanto a curva do Brasil sobe de forma intensa, assim como a da Índia, a curva de mortes dos EUA vem fazendo movimento inverso. Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição, atrás dos Estados Unidos (571.921).

O Brasil foi o terceiro país com mais novos diagnósticos. A liderança foi da Índia, que vive uma explosão da pandemia e teve 2.172.169 novos diagnósticos no período. Ainda acima do Brasil estão os Estados Unidos (417.100). O Brasil é seguido por Turquia (378.771) e pela França (213.480). Na comparação em números absolutos, o Brasil fica na terceira posição, atrás dos EUA (32 milhões) e da Índia (16,9 milhões).

Agência Brasil

Mais de um ano se passou após a identificação do primeiro caso do novo coronavírus no Brasil, pandemia que modificou a rotina de milhões de pessoas em todo o mundo, alterando a percepção sobre o dia a dia, entre outras ações que modificaram o cenário econômico e social do país.

Neste contexto de mudança brusca, a saúde mental é um fator sensível da população e que está recebendo atenção da Prefeitura de Macaíba, por meio do CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial contra Álcool e outras Drogas). O Centro lançou um aplicativo para que a população possa fazer uma auto avaliação para detecção da Covid-19 e compartilhar informações sobre sua saúde mental.

Os usuários podem preencher questionários com informações sobre o estado de saúde deles e também compartilhar dados que auxiliem na identificação de autoestima baixa, depressão e estresse, algumas das enfermidades que podem surgir no contexto da pandemia. No aplicativo também é possível conversar com uma assistente virtual é tirar dúvidas sobre o período pandêmico

A iniciativa não tem fins de diagnósticos e tem como metas auxiliar a população durante a pandemia e contribuir para uma melhor apuração sobre os dados da Covid-19 no município. Dados como nome, idade, gênero são alguns dos itens a serem preenchidos pelos usuários de forma voluntária.

O aplicativo foi desenvolvido pelo CAPS AD em parceria com o grupo Ações Promocionais e de Atenção a Grupos Humanos em Saúde Mental e Saúde Coletiva (APASMC) e a Incubadora de Procedimentos em Enfermagem (GPIPE) da UFRN e pode ser acessado por meio deste link https://app-capsad-macaiba-rn.bubbleapps.io/.

Assecom-PMM

O Rio Grande do Norte recebeu na tarde desta quinta-feira (29), por volta das 15h50, no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, mais um lote de vacinas para dar continuidade ao Plano Estadual de Vacinação Contra Covid-19. Foram recebidas 76.850 doses de vacinas, sendo 75.250 doses da Oxford/Fiocruz e 1.600 doses da CoronaVac/Butantan.

Conforme orientação do Ministério da Saúde, as doses da vacina Oxford/Fiocruz são destinadas para continuidade da vacinação das pessoas de 60 a 64 anos e do grupo de forças de segurança e salvamento e forças armadas, garantindo a aplicação da D1 para esse público. E as doses da CoronaVac/Butantan foram disponibilizadas para aplicação das primeiras doses do grupo de pessoas de 60 a 64 anos.

A distribuição das vacinas para os municípios deverá ocorrer a partir das 7h da sexta-feira (30) na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), seguindo o mesmo esquema de segurança iniciado em janeiro, coordenado pelas secretarias de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) e operacionalizado com apoio da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Com esse novo lote, o RN já recebeu 972.340 doses de vacinas contra o novo coronavírus. Segundo dados do RN + Vacina, até a manhã desta quinta, mais 700 mil doses das vacinas contra Covid-19 foram aplicadas na população dos 167 municípios potiguares.

Apesar de ainda não ter dado início aos testes em humanos, o Instituto Butantan anunciou hoje (28) o início da produção de uma nova vacina contra a covid-19, chamada ButanVac. Segundo o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o primeiro lote  produzido dessa vacina terá 1 milhão de doses. A previsão é que, até junho, sejam produzidas 18 milhões de doses dessa vacina.

A vacina Butanvac será produzida na fábrica do Butantan onde são feitas anualmente as vacinas contra a gripe, produção que já foi finalizada este ano. A ButanVac será produzida integralmente no Brasil, sem necessidade de importar insumos para a produção. Atualmente, o Instituto Butantan já produz uma vacina contra a covid-19, a CoronaVac, que está sendo aplicada em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A CoronaVac, no entanto, necessita da importação de matéria-prima da China.

A produção da ButanVac foi dividida em fases. Na primeira fase, que tem início hoje (28) e vai até 18 de maio, serão produzidos seis lotes, totalizando 6 milhões de doses da vacina. Na segunda fase, entre os dias 14 de maio e 1º de junho, serão produzidos mais seis lotes. Na terceira etapa, entre os dias 28 de maio e 15 de junho, mais seis lotes serão produzidos.

De acordo com o governador de São Paulo, João Doria, até o final deste ano, poderão ser produzidas 40 milhões de doses dessa nova vacina.

Pedido de testes

Na última sexta-feira (23), o Instituto Butantan enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido para início dos testes em humanos da ButanVac, de fases 1 e 2.

Após o pedido feito pelo Butantan, a Anvisa terá prazo de 72 horas para dar seu parecer. No entanto, ontem (27), a Anvisa paralisou a análise do pedido do Butantan alegando que o instituto não entregou todos os documentos solicitados. “O pedido de autorização do Butantan, enviado à agência no dia 26/3, e o protocolo do estudo clínico enviado na última sexta-feira (23/4) ainda estão incompletos e não atendem aos requisitos técnicos para autorizar pesquisas clínicas de vacinas em seres humanos”, disse o órgão regulador.

Segundo a Anvisa, entre os documentos que o Butantan ainda precisa enviar estão relatórios técnicos contendo dados e informações sobre a definição do perfil alvo de qualidade da vacina (substância ativa, adjuvantes, interação ativo + adjuvante e produto terminado) e outro contendo informações detalhadas sobre o banco de vírus mestre e de trabalho (fabricantes, etapas de produção, definição de lotes, controle de qualidade, estabilidade, lotes usados até o momento e lotes a serem usados no estudo clínico). A Anvisa também pediu informações sobre o processo produtivo e de controle de qualidade do imunizante.

Os estudos clínicos

A fase inicial de estudos em humanos busca avaliar a segurança da vacina e sua capacidade de induzir uma resposta imunológica. Para uma vacina ser aplicada na população, ela passa por uma fase de estudos em laboratório, uma fase pré-clínica de testes em animais e três etapas clínicas de testes em voluntários humanos, que avaliam a produção de anticorpos, a sua segurança e a sua eficácia.

Os testes da ButanVac serão feitos em adultos. Os estudos deverão começar com 1,8 mil voluntários. Já a Fase 3, com maior escala de participantes, deverá incluir 9 mil pessoas. Poderão fazer parte dos testes inclusive adultos já vacinados ou que já tiveram covid-19.

A tecnologia da ButanVac utiliza o vírus da Doença de Newcastle geneticamente modificado. O vetor viral contém a proteína Spike do coronavírus de forma íntegra. O desenvolvimento complementar da vacina será todo feito com tecnologia do Butantan, incluindo a multiplicação do vírus, condições de cultivo, ingredientes, adaptação dos ovos, conservação, purificação, inativação do vírus, escalonamento de doses e outras etapas.

A Doença de Newcastle é uma infecção que afeta aves e, por isso, segundo o Butantan, o vírus se desenvolve bem em ovos embrionados, permitindo eficiência produtiva em um processo similar ao usado na vacina contra a Influenza do Butantan. O vírus da doença de Newcastle não causa sintomas em seres humanos, constituindo-se em alternativa muito segura na produção. Inativado para a formulação da vacina, o vírus facilita sua estabilidade e deixa o imunizante ainda mais seguro.

CoronaVac

Nesta quarta-feira, o governador João Doria informou que antecipará a entrega de mais 600 mil doses da vacina CoronaVac ao Ministério da Saúde. Prevista inicialmente para 3 de maio, a entrega será feita já nesta sexta-feira (30).

Após intenso trabalho da nova administração da UPA de Macaíba, a unidade ganha um aparelho de Raio-X portátil enquanto o equipamento principal passa por conserto. Desde outubro de 2020 os macaibenses não contavam com o serviço do aparelho, que foi entregue à nova gestão totalmente danificado. Instalado na tarde desta terça (27), o equipamento já foi responsável por mais de uma dezena de exames.

Para não penalizar os pacientes, desde a segunda quinzena de janeiro a nova gestão de Macaíba fez uma parceria com o Hospital Regional para a realização do referido exame.

O funcionamento do setor de Raio-X é mais um passo que a nova gestão dá para resolver os problemas estruturais deixados pela ex-administração, uma dura realidade encontrada em toda a rede básica de saúde que está sendo reorganizada.

A UPA agora tem

1 Aparelho de Raio-x
4 concentradores de oxigênio
3 três monitores de sinais vitais
1 carrinho de emergência médica
2 laringoscópios, um adulto e um infantil
1 novo laboratório de exames

 

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/26.04.2021

O total de mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus chegou a 391.936. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 1.139 novos óbitos. Ontem (25), o balanço diário marcava 381.478 vítimas que não resistiram à pandemia.

Ainda há 3.628 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Já a soma de diagnósticos positivos desde o início da pandemia alcançou 14.369.423. Ontem e hoje, foram confirmados 28.636 novos diagnósticos positivos. Ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 13.973.695 casos acumulados.

As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (26). O balanço é elaborado a partir dos dados sobre casos e mortes levantados pelas autoridades locais de saúde.

O número de pessoas recuperadas está em 12.879.051 e o de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, em 1.098.436.

Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras porque há menos trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes no fim de semana. Já às terças-feiras, os dados tendem a ser maiores, já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

Estados

O estado que registra mais mortes por covid-19 é São Paulo (92.798). Em seguida, vêm Rio de Janeiro (42.927), Minas Gerais (32.41), Rio Grande do Sul (24.266) e Paraná (21.656).

Já as unidades federativas com menos óbitos pela doença são Acre (1.488), Roraima (1.472), Amapá (1.517), Tocantins (2.473) e Alagoas (4.138).

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (26) que a inclusão de determinados grupos por decisão de estados e municípios no programa de vacinação contra a covid-19 tem atrapalhado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. “Se nós respeitássemos o Programa Nacional de Imunizações conforme pactuado na [reunião] tripartite [União, estados e municípios], ele seria melhor”.

“É até um apelo que eu faço. Nós sabemos que, no afã de contribuir com a vacinação, às vezes, se pressiona para botar um grupo prioritário ou outro. Todos têm razão em querer ter a vacinação o mais rápido possível, mas, às vezes, isso atrapalha o nosso PNI. Então, fazer com que o PNI tenha as decisões pactuadas na tripartite mantidas e com que, nos municípios, nos mais de cinco mil municípios do Brasil, ele seja cumprido é um desafio para todos nós”, afirmou, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado.

Doses distribuídas e aplicadas

Queiroga criticou a polêmica entre doses distribuídas e as efetivamente aplicadas no país. Segundo o ministro, o vacinômetro do Ministério da Saúde aponta mais de 57 milhões de doses distribuídas e cerca de 37 milhões de doses aplicadas. Sobre a diferença de 20 milhões de doses, o ministro explicou que algumas são reservadas para segunda dose e estão guardadas. Disse ainda que outras não chegaram aos municípios, porque “há um retardo, um delay de cerca de 10 dias para que essas doses, uma vez entregues, sejam distribuídas para os municípios”.

“O fato é que essa disparidade entre doses distribuídas e doses aplicadas tem gerado muita polêmica, muita polêmica em rede social, e tudo o que nós não precisamos neste momento é polêmica. Nós precisamos passar uma mensagem harmônica para a nossa sociedade”, ressaltou.

Óbitos

Sobre o Brasil já ter atingido este ano mais registro de óbitos pela covid-19 na comparação com todo o ano de 2020, o ministro da Saúde atribuiu ao fato da variante P1 do vírus, a de Manaus, ser mais contagiosa e também estar associada a uma maior letalidade. E defendeu a vacinação, aliada a outras medidas que considera fundamentais. “É claro que não é só a vacinação. Tenho, desde o primeiro dia em que assumi o cargo, reiterado a importância das chamadas medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras e o distanciamento social”, disse.

O Rio Grande do Norte soma 121 municípios em zona de risco ou de perigo para a taxa de transmissibilidade [R(t)] da covid-19. Isso significa que, nessas localidades, a taxa de transmissão do coronavírus acima de 1,03.

No geral, o estado tem taxa de 0,76, de acordo com o dado mais recente divulgado pelo Laboratório de Inovação tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

De acordo com a plataforma, o RN tem 15 municípios em zona de perigo, quando a R(t) é superior 2,00. Isso significa dizer que, estatisticamente falando, 100 pessoas doente contaminarão 200 saudáveis. O nível é o mais alto na escala apontada pelo Lais. A população do RN dentro dessa zona é de 70.953. Nesse quesito, Januário Cicco é a cidade que mais preocupa, com 5,00 de taxa.

Em zona de risco, com taxa maior que 1,03 e menor ou igual a 2,00, estão 106 municípios. A população dentro dessa faixa é de 2.445.942. As duas principais cidades do RN estão neste grupo: Natal (1,07) e Mossoró (1,14).  Já na zona neutra, com taxa de transmissibilidade maior do que 1,00 e menor ou igual a 1,03, estão cinco municípios. A população potiguar dentro desta faixa é de 203.026. Caicó (1,01) e São Gonçalo do Amarante (1,02) são as principais cidades englobadas nessa zona.

Na zona segura, a recomendada para controlar a disseminação da doença com taxa menor ou igual a 1,00, estão 41 municípios e 786.932 habitantes potiguares. Parnamirim, Macaíba e Açu estão entre os municípios dentro desse grupo.

De acordo com o Lais, a taxa de transmissibilidade é um indicador importante para analisar a pandemia do coronavírus. No entanto, o laboratório destaca que os dados não podem ser utilizados separadamente. “É preciso considerar outros indicadores nas avaliações dos contextos epidemiológicos”, apontou.

Com informações do Portal Grande Ponto

Macaíba atingiu a marca de 10.248 doses de vacinas aplicadas na população no combate a covid-19. Foram 7.739 vacinas na primeira dose e 2.509 na segunda dose, totalizando 7.764 pessoas vacinadas. O município deu início a vacinação na faixa etária de 60 a 64 anos nesta quarta-feira (21), porém, as vacinas logo acabaram. A  secretaria de Saúde aguarda novas doses para continuar o trabalho de imunização desse público.

De acordo com dados do boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (22), Macaíba registra 3.258 casos confirmados da covid-19, 1.645 casos suspeitos, 49 óbitos sob investigação e 127 óbitos confirmados ao longo da pandemia.

Foto: Raphael Oliveira

O laboratório da Unidade de Pronto Atendimento de Macaíba recebeu novos equipamentos para realização dos exames de urgência e emergência do local. O contrato com uma nova empresa foi assinado nesta semana e desde a última quarta-feira (21) os exames podem ser feitos, entre eles, hemograma, urina, troponina, dengue, BHCG e PCR qualitativo.

Os exames são de muita importância principalmente para os pacientes internados diagnosticados com o novo coronavírus (Covid-19).  Vale salientar que, no período de transição entre as empresas prestadoras do serviço, os exames continuaram sendo realizados em parceria com as Prefeituras de municípios vizinhos como São José de Mipibu, Natal e Parnamirim.

Assecom-PMM

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou hoje (21) que vai entregar, na próxima sexta-feira (23), 5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses.

Por questões logísticas relacionadas à distribuição das vacinas, a Fiocruz passará a liberar os lotes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) sempre às sextas-feiras. Segundo a fundação, a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Na manhã desta quarta-feira (21), todas as 1.045 vacinas para faixa etária de 60 a 64 foram esgotadas nos postos de saúde e no Posto da Maré. A secretaria de Saúde aguarda a chegada de um novo lote para dá continuidade ao objetivo de imunizar todos os macaibenses!.

Em relação a segunda dose da faixa etária de 70 anos continua sendo aplicada.