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Marília Dias, Fernando Cunha, Kátia Sena, Normando Feitosa

Marília Dias, Fernando Cunha, Kátia Sena, Normando Feitosa

Daqui há 26 dias os eleitores de Macaíba estarão sabendo os nomes de todos candidatos que vão disputar a Prefeitura de Macaíba. O prazo final para os partidos realizarem suas convenções inicia dia 20 deste mês até 05 de agosto, onde será decidido quem disputará o pleito e quais partidos se coligarão. Macaíba tem hoje quatro pré-candidaturas, sendo eles, Fernando Cunha (PSD), Kátia Sena (PRP), Marília Dias (PMDB) e Normando feitosa (PR) e até o momento nenhum deu sinal que venha desistir do pleito.

 

 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Karine Melo – Repórter da Agência Brasil

Com a leitura do depoimento por escrito da presidenta afastada Dilma Rousseff na última quarta-feira (6) pelo advogado José Eduardo Cardozo na Comissão Processante do Impeachment, o presidente do colegiado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), deu por encerrada a etapa de produção de provas do processo de impeachment contra a petista.

A comissão só voltará a se reunir no dia 2 de agosto, para apresentação do relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG). Na ocasião, o parecer será lido na comissão, para discussão no dia seguinte e votação no dia 4 de agosto.

Antes disso, até o dia 12 de julho, a acusação enviará as alegações finais ao colegiado. Entre os dias 13 e 27 de julho, caberá à defesa apresentar os argumentos finais. A partir daí até 1º de agosto, o relator poderá elaborar seu parecer sobre o caso.

Relatório

Caberá a Anastasia opinar se procede ou não a denúncia de que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade. Caso o relatório do tucano acolha a denúncia e a maioria do colegiado concorde com o parecer, o processo seguirá para o plenário da Casa para votação.

A votação no plenário, segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), poderá ocorrer no dia 9 de agosto, em sessão presidida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

Julgamento final

Se no dia 9 de agosto o plenário do Senado aprovar, por maioria simples, parecer pela procedência da denúncia, a presidenta afastada irá a julgamento final em mais uma votação no plenário. A partir daí, os autores da denúncia terão prazo de até 48 horas para apresentar o chamado libelo. Na prática, trata-se de uma consolidação das acusações e provas produzidas. Os acusadores também deverão apresentar um rol de testemunhas.

Em seguida, a defesa terá 48 horas para apresentar uma resposta, rebatendo os pontos do libelo, e também uma lista de testemunhas. O presidente do Supremo ficará então responsável por fixar uma data para o julgamento e intimar as partes e as testemunhas, mas para isso, terá que respeitar um prazo mínimo de dez dias.

A expectativa é que o julgamento final de Dilma Rousseff, que pode levar ao arquivamento do processo ou à perda definitiva de seu mandato, ocorra entre os dias 25 e 26 de agosto.

Na data definida, o julgamento será realizado no plenário do Senado, mais uma vez presidido pelo presidente do Supremo. As partes podem comparecer ao julgamento ou ser representadas por procuradores. Poderão ser convocadas testemunhas, que serão interrogadas pela acusação, defesa e pelos senadores, que assumem o papel de juízes. As perguntas dos parlamentares, no entanto, não serão feitas diretamente por eles. Assim como em um tribunal, elas terão que ser encaminhadas para Lewandowski para que ele faça as indagações que considerar pertinentes.

O número de testemunhas e o tempo dos depoimentos ainda não estão definidos. Pode ser que haja debate oral, mas neste caso, ainda há definição sobre quem poderia falar. Depois disso, as partes se retiram da sessão para discussão entre senadores – também não está definido quanto tempo cada um terá para se manifestar. O ministro Ricardo Lewandowski então elaborará um relatório, que é diferente de um parecer, pois não haverá juízo de valor.

 

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Eleições 2016

Agência Brasil – Os candidatos que pretendem disputar as eleições de outubro devem ficar atentos as datas que estão no calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral. Nestas eleições, serão aplicadas as mudanças estabelecidas pela Reforma Eleitoral (Lei 13.165/2015), aprovada no ano passado pelo Congresso.

Com a nova norma, houve mudanças nos prazos, como aumento do período para apresentação dos registros de candidaturas, diminuição na duração da propaganda no rádio e na televisão e a proibição de doações de empresas privadas para as campanhas políticas. A partir de agora, os partidos deverão se manter por meio de doações de pessoas físicas e de recursos do Fundo Partidário.

Convenções

Do próximo dia 20 de julho até 5 de agosto, os partidos estão autorizados a promoverem as convenções para escolherem os candidatos que vão disputar os cargos de prefeito, vice-prefeito e a vereador. O primeiro turno da eleição municipal será no dia 2 de outubro.

No mesmo dia, candidatos, partidos e coligações poderão pedir direito de resposta a órgãos de imprensa por contestarem afirmações e imagens que considerem caluniosas.

A partir do dia 6 de agosto, emissoras de rádio e de televisão, por serem concessões públicas, estão proibidas de veicular opinião favorável ou contrária a candidatos e partidos políticos. As tevês também não podem dar tratamento privilegiado a candidatos de forma dissimulada em novelas ou filmes.

Propaganda na internet 

O prazo para registro de candidatura nos tribunais regionais eleitorais termina no dia 15 de agosto, às 19h. No dia seguinte, a propaganda passa a ser permitida na internet e nas ruas. De acordo com a lei eleitoral, os candidatos podem participar de carreatas, distribuir panfletos e usar carros de som de 8h às 22h.

Comícios

Também estão permitidos comícios das 8h às 24h.  A propaganda eleitoral no rádio e na televisão está prevista para começar no dia 26 de agosto. A reforma aprovada no ano passado reduziu de 90 para 45 dias o período de campanha.

Esta semana um dos assuntos mais comentado na política em Macaíba foi sobre a guarda-municipal. A cidade que tem mais de 78 mil habitantes não tem sua guarda, diferente da cidade vizinha São Gonçalo do Amarante e outras como Ceará-Mirim. Mesmo com altos índices de criminalidade nos últimos anos, não houve uma sinalização efetiva de que a cidade teria  a guarda-municipal implantada (não houve concurso). Chegando agora próximo das eleições deste ano, o assunto voltou a ser debatido, onde a lei federal LEI Nº 13.022, DE 8 DE AGOSTO DE 2014  disciplinas a criação das guardas, no artigo 7º a lei projeta a quantidade máxima que do efetivo sobre a quantidade de habitantes das cidades.

Macaíba se enquadra no inciso II, onde diz que a cidade não poderá ter efetivo superior a  0,3% (três décimos por cento) da população, em Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo não seja inferior ao disposto no inciso I.

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13022.htm

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13022.htm

Com base na população atual, Macaíba tem que ter 200 guardas no mínimo e no máximo 241 guardas. A pergunta que se faz neste momento é, qual pré-candidato a prefeito terá a coragem de dizer que caso seja eleito irá implantar a guarda municipal? visto que a entrada de 200 novos servidores trará um aumento significativo na folha de pagamento da prefeitura.

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O Presidente do PSDB em Macaíba, o vice-prefeito Olímpio Maciel, fez presente no “Seminário PSDB Eleições 2016 – Sempre a favor do Brasil”, nestaúltimo  sábado (9), no Hotel Holliday Inn Arena das Dunas, em Natal, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), ressaltou que o partido apresentava naquele momento lideranças para fazer às transformações nos municípios do Rio Grande do Norte.

“Acredito na política como um instrumento transformador. E tenho a crença de que a política é um instrumento de se fazer o bem comum. O PSDB unido, mais forte, renovado e pronto para promover mudanças em cada uma das cidades está pronto para enfrentar as eleições de 2016. Portanto, tenho certeza que o partido sairá fortalecido para ser protagonista nas eleições de 2018”, exaltou Ezequiel Ferreira em seu discurso para um auditório lotado de lideranças que representaram todas as regiões do Estado.

Contar com o apoio da Senadora do PT que muito orgulha o RN pois ela ajudou a fazer as maiores transformações no campo da Formação Técnica qualificada na expansão dos IFRN por todo estado e do Fortalecimento das Universidades UFRN, a UFERSA e do Campus da UFRN em Macaíba que é a Escola Agrícola de Jundiaí, é gratificante e me põe a refletir sobre o meu papel quanto Pré-Candidato à VEREADOR por Macaíba.

Receber o apoio de Fátima Cardoso Futura Vereadora de Natal grande sindicalista defensora da educação de Natal e do estado é para mim a maior um grande desafio de fazer o melhor pela minha cidade e pelo meu povo.

Muito obrigado Senadora Fátima, muito obrigado Fátima Cardoso, estamos juntos nessa luta pelo bem de Macaíba.

Por Cícero Militão

Blog da Marina

Blog da Marina

Blog da Marina Silva

Artigo: Acima do general

Indigenistas, servidores da Funai e lideranças de diversos povos indígenas mobilizaram-se e protestaram contra a indicação do general reformado Roberto Sebastião Peternelli para presidir a Funai. A notícia da nomeação, que circulou desde a tarde de terça-feira, causou preocupação, pois seria um sinal claro de continuidade no ataque aos direitos dos povos indígenas e no desmonte da legislação e das políticas públicas socioambientais.

O governo da presidente afastada Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, agora na Presidência, foi reconhecidamente o que menos fez nos últimos 30 anos pela demarcação de terras e na garantia dos direitos indígenas assegurados na Constituição. Esses direitos não são apenas das comunidades indígenas, mas de toda a sociedade brasileira. É uma contribuição do Brasil para a manutenção do equilíbrio do planeta e da nossa cultura ancestral. O retrocesso dos últimos anos tira o Brasil da liderança na busca de soluções para a crise ambiental global, agrava os problemas e aumenta a possibilidade de desastres – sociais e ambientais, como evidencia a tragédia guarani-kaiowá.

Obviamente, a preocupação com a possível nomeação do general Peternelli não era pela sua condição de militar. O marechal Rondon foi um reconhecido defensor dos povos indígenas e o exército brasileiro cumpre uma função importante na Amazônia, inclusive na proteção da floresta em operações conjuntas com o Ibama. O problema é que o general que supostamente seria indicado não tinha histórico de defesa dos direitos indígenas, como se espera de um presidente da Funai. Além do mais, suas opiniões favoráveis à ditadura militar despertaram o temor de retorno a um período de genocídio intenso, embora oculto pela censura. Acrescente-se suas ligações políticas com setores que defendem interesses de ruralistas e mineradoras contrários aos direitos indígenas. Tudo deixava evidente sua inadequação à função.

No final da tarde de ontem, porta-vozes do governo desmentiram a notícia, para alívio de todos. Mas os índios e seus aliados permanecem incomodados: e se o nome do general foi usado como um balão de ensaio para medir as resistências e a sondar a opinião pública? E se o governo usou a tática do “bode na sala”, acenando com um nome a ser rejeitado para depois nomear quem realmente queria com um sinal de “menos mal”?

No final das contas, o debate sobre o novo presidente da Funai só tem sentido num debate sobre a Funai e a política indigenista do Estado brasileiro. Esse debate vem sendo distorcido e adiado há muito tempo, com grave prejuízo para o futuro do país. O Brasil necessita fortalecer a Funai e agilizar a demarcação de terras, proteger os direitos e as culturas indígenas, cumprindo o que determina a Constituição. Mas desde o início do governo Dilma temos visto o sucateamento da Funai e as ameaças às comunidades, que no governo interino de Temer podem continuar e até se agravar.

O fundamento do retrocesso é a partilha do Estado brasileiro entre os grupos encastelados nos partidos e no Congresso. O governo acena para o mercado e para a opinião pública com critérios – corretamente técnicos – na escolha do Ministério da Fazenda e instituições que regem a economia, mas as partes mais frágeis do Estado, justamente aquelas que deveriam atender diretamente às necessidades da população, viram moeda de pouco valor nas mesas de negociação.

A Funai está nesta “vala comum” do loteamento político. O Decreto 8785/16, que trata da devolução de postos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) ao Ministério do Planejamento é particularmente severo com a política indigenista. O corte do Ministério da Justiça é o maior de todos e um terço dele é dos quadros da Funai. A Portaria 611/16, que trata do bloqueio de despesas, agrava a situação da Funai, que já teve redução orçamentária de mais de 20% desde o ano passado, ao ponto de enfrentar dificuldades de manutenção.

Enquanto isso, o Congresso ameaça controlar a demarcação das terras indígenas, com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/00. E uma CPI da Funai, sem os devidos cuidados na produção de provas e depoimentos, pode aprovar um relatório que criminaliza lideranças indígenas e antropólogos. (Ironicamente, mesmo com todas as provas de corrupção levantadas pela Lava-Jato, os mesmos parlamentares fizeram CPIs que não encontraram nem condenaram ninguém).

Cria-se, assim, uma opinião pública favorável ao desmonte da Funai e maiores retrocessos na proteção aos direitos das comunidades. E a relação do Estado brasileiro com os índios deixa de ser uma questão de Justiça para transformar-se num caso de polícia. Perdem os índios, perde a sociedade brasileira, perde a humanidade. É preciso que esteja desperta a consciência da nação brasileira para que não se aprofunde tamanha injustiça.

O governo não está apenas politicamente pressionado a nomear um presidente “aceitável” para a Funai. Mais que isso, está moralmente obrigado a ouvir a sociedade num debate aberto e democrático sobre o que o Brasil quer para suas populações originárias: respeito aos seus direitos ou genocídio.

O grupo político do prefeito Fernando Cunha (PSD), trabalha estratégias para o pleito que aproxima com base em pesquisas de consumo interno. Onde faz todo levamento dos pros e dos contras e em cada região. “fazemos pesquisas abrangentes” disse um interlocutor.

O prefeito de Macaíba busca o quarto mandato, onde poderá enfrentar até três adversários neste pleito. Hoje a oposição tem três pré-candidatos, sendo eles, Kátia Sena (PRP), Marília Dias (PMDB) e o delegado Normando Feitosa (PR). Muito se fala que para obter exito nesta eleição, os opositores terão que se unir, mas tudo caminha para que isso não venha acontecer.

Presidente interino Michel Temer

Presidente interino Michel Temer

Revisão em concessão de benefícios vai racionalizar recursos públicos, diz Temer

Mudanças em auxílio-doença e aposentadoria por invalidez podem trazer de volta trabalhadores a meio-período, diz Temer
Após anúncio de meta fiscal de 2017, Temer volta a falar em medidas que não agradam

O presidente interino Michel Temer disse hoje (8) que o pente-fino anunciado pelo governo em benefícios previdenciários e assistenciais pode acarretar que o trabalhador que hoje recebe auxílio-doença ou está aposentado por invalidez que não está incapaz passe a trabalhar por meio período. Segundo ele, a revisão de concessões dos benefícios vai racionalizar recursos públicos.

Ao participar de um evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente interino voltou a lembrar que terá de tomar medidas impopulares a partir de um certo momento.

“É preciso estabelecer, como estabelecendo estamos, alguns aprimoramentos da gestão pública. Dou exemplos singelos aos senhores porque um dia eu disse: ‘Em um dado momento, vamos precisar de medidas que podem não agradar no primeiro momento’. Eu digo no primeiro momento, porque subsequentemente as medidas tomadas irão agradar toda comunidade brasileira”, afirmou.

Nessa quinta-feira (7), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou a estimativa do governo de fechar o ano de 2017 com um déficit primário de R$ 139 bilhões, e não descartou o aumento de impostos. De acordo com a equipe econômica, a questão será definida até o fim de agosto.

A uma plateia de 100 empresários do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação, Temer elogiou a sugestão do presidente da CNI, Robson Andrade, sobre as mudanças anunciadas ontem pelo Palácio do Planalto.

“Ainda agora o Robson me propunha: ‘Olha, nesse projeto aí poderia pensar-se no seguinte: alguma fórmula pela qual perícia médica  pudesse dizer que, já que ele está com problema, alguém está com problema, ele trabalharia apenas meio-dia’. E ele me deu um exemplo claríssimo: se ele está com depressão, se ele ficar em casa é capaz de ficar mais deprimido. Então, quem sabe, em certos momentos, você pode usar essa fórmula”.

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Normando

Em um vídeo publicado no facebook, o pré-candidato delegado Normando Feitosa (PR) critica o Prefeito Fernando Cunha (PSD), afirmando que “nem modelo de gestão tem Macaíba”. Essa é a primeira vez que o delegado Normando Feitosa faz uma critica diretamente ao seu adversário.

Toda ação tem uma reação, o blog do Secretário de Assuntos de Governo opinou sobre as declarações do delegado.

contrapartida

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pediu hoje (7) informações ao juiz federal Sérgio Moro antes de decidir sobre pedido para suspender as investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estão na primeira instância. No despacho, Lewandowski concedeu prazo de 48 horas para que Moro apresente manifestação ao STF.

As investigações contra o ex-presidente foram remetidas para Moro em junho, após decisão do ministro Teori Zavascki, que anulou uma gravação, feita durante a Operação Lava Jato, de uma conversa telefônica entre Lula e a presidenta afastada Dilma Rousseff. Na decisão, o ministro  entendeu que a escuta deve ser retirada do processo porque foi gravada pela Polícia Federal após a decisão de Sérgio Moro que determinou a suspensão do monitoramento. De acordo com o entendimento de Zavascki, Moro usurpou a competência da Supremo, ao levantar o sigilo das conversas.

Na reclamação, a defesa de Lula pede que o Supremo suspenda todos os processos que estão sob o comando de Moro e analise se o juiz usurpou a competência do Supremo ao manter as conversas de Lula com a presidenta afastada Dilma Rousseff e parlamentares nos processos em que o ex-presidente é investigado na Lava Jato. Ler mais…

Brasília -O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou há pouco à presidência da Casa (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), renunciou há pouco à presidência da Casa. Ele permanece com o mandato de deputado federal.

“Resolvi ceder ao apelos generalizados dos meus apoiadores […] Somente a minha renúncia poderá pôr fim a esta instabilidade sem prazo. A Câmara não suportará infinitamente”, disse, ao ler sua carta de renúncia em entrevista à imprensa no Salão Nobre da Câmara. Ele informou ter encaminhado a carta ao primeiro-vice-presidente da Casa.

Ao ler a carta, Cunha disse que é alvo de perseguição por ter aceito a denúncia que deu início ao processo de impeachment de Dilma Rousseff. “Sofri e sofro muitas perseguições em função das pautas adotadas. Estou pagando um alto preço por ter dado início ao impeachment. Não tenho dúvidas, inclusive, de que a principal causa do meu afastamento reside na condução desse processo de impeachment da presidenta afastada”, disse.

Cunha chorou ao ler alguns trechos da carta.

O peemedebista disse também que sempre falou a verdade. “Comprovarei minha inocência nesses inquéritos. Não recebi qualquer vantagem indevida de quem quer que seja”, disse.

Eduardo Cunha chegou no início da tarde pela chapelaria da Câmara, passou na Secretaria-Geral da Mesa e marcou a entrevista à imprensa no Salão Nobre da Casa, apesar de ter sido autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a circular na Câmara apenas para se defender do processo de cassação no Conselho de Ética ou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Agência Brasil

Delegado critica Prefeito

Em um vídeo publicado no facebook, o pré-candidato delegado Normando Feitosa (PR) critica o Prefeito Fernando Cunha (PSD), afirmando que “nem modelo de gestão tem Macaíba”. Essa é a primeira vez que o delegado Normando Feitosa faz uma critica diretamente ao seu adversário.

O futuro vice?

Nas redes sociais nome de  possível vice na chapa da pré-candidata a prefeita Kátia Sena (PRP) já é comentado. O partido dos trabalhadores era apontado  que iria indicar o vice, mas o membro do diretório municipal, Cícero Militão, informou ao blog que o PT não indica o vice.

Campo das Mangueiras

É grande a quantidade de visita de boa parte dos pré-candidatos ao bairro Campo das Mangueiras. Em um único dia dois nomes que pretendem disputar a prefeitura estiveram visitando o bairro.

 Palácio Auta de Souza

O grupo político do prefeito Fernando Cunha (PSD) deve nos próximos dias anunciar o nome que fará parte da chapa governista. Três nomes estão entre os cotados para ser vice, entre eles o ex vice-prefeito Auri Simplício (DEM).

Dentro do governo existe quem acredite que a campanha será polarizada.

Definição

Com prazo de até dia 05 de agosto para realização das convenções, os partidos devem nos próximos dias fechar questão das alianças, em Macaíba ainda existe muita indefinição em relação a coligação e a oposição se caminhará junta ou cada um segue seu projeto.

 

 

 

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Em Parnamirim, o PRP desistiu de disputar a prefeitura, o pré-candidato Pastor Sandoval anunciou apoio ao pré-candidato a prefeito Ricardo Gurgel (PSB). O presidente da Câmara é um dos nomes da oposição que pretende disputar a prefeitura contra o pré-candidato do Prefeito Maurício Marques, o ex-secretário de obras, Naur Ferreira (PDT).

Para o presidente da Câmara de Parnamirim, este é apenas o começo de um grande projeto em prol de mudanças na cidade Trampolim da Vitória. “O trabalho está apenas começando. Essa é mais uma demonstração que a oposição caminha para a unidade. Esta chapa mostra que não existem vaidades e projetos pessoais. Em conjunto, queremos apresentar um novo momento para Parnamirim,” afirmou.

Fábio Rodrigues-Pozzebom - Abr

Fábio Rodrigues-Pozzebom – Abr

Michèlle Canes – Repórter da Agência Brasil

Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Petrobras pediu para ser assistente de acusação em uma das ações penais que tramitam na Corte contra o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). No documento, os advogados da empresa alegam que o deputado “enriqueceu ilegalmente” com valores vindos da empresa e lembram o caso relatado na denúncia feita ao STF.

“ (…) mantém-se incólume o encadeamento narrativo e probatório indiciário que evidenciam que o primeiro denunciado [Cunha], com o auxílio pontual, porém decisivo, da segunda denunciada [Solange Almeida], locupletou-se [enriqueceu] ilegalmente de pelo menos US$ 5.000.000,00 (cinco milhões de dólares), oriundos da sangria perpetrada por agentes diretores da requerente [Petrobras] e intermediadores financeiros nos dois contratos dos navios-sondas em questão”, afirmou a Petrobras no documento.

O documento foi enviado à Corte no dia 21 de junho e tornado público apenas esta semana. No texto, a defesa da empresa recordou ainda que o Ministério Público Federal (MPF), ao acrescentar fatos à denúncia que apresentou ao STF, “evidenciou de maneira irrefutável a forma como o  primeiro denunciado [Cunha] locupletou-se [enriqueceu] do esquema de pagamentos de propina com recursos da requerente.”

Segundo a Petrobras, os danos sofridos são de ordem patrimonial e para a defesa, o próprio MPF reconheceu estes danos.

Em março deste ano, os ministros do STF, por unanimidade, decidiram pela abertura de ação penal contra Cunha e a ex-deputada federal e atual prefeita de Rio Bonito (RJ) Solange Almeida.

De acordo com o voto do relator, ministro Teori Zavascki, os ministros entenderam que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras.

“Trata-se de dano direto aos cofres da requerente, à toda evidência vítima de desfalques possibilitados a partir de diversas irregularidades verificadas em auditoria, cujos resultados instruem a presente ação penal. Os autos noticiam que contratações permitiram a criação de expedientes fictícios, que nada mais eram do que formas de pagar propina a agentes da própria requerente, intermediadores financeiros e parlamentares. Não é por outra razão que o Ministério Público reconhece o dano patrimonial sofrido – e moral, frise-se -, ao pleitear indenização mínima, nos termos do artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal, em favor da requerente”, acrescentou o documento.