Política Arquivo

O deputado federal Paulinho da Força (SP), presidente nacional do partido Solidariedade, anunciou nesta quarta-feira (8) apoio à pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

O parlamentar postou no Twitter uma foto em que aparece ao lado de Lula. Na legenda, defendeu a vitória do petista “no primeiro turno”. A foto foi registrada durante evento da Força Sindical, que Paulinho também preside. Em resposta a um seguidor nas redes sociais, o deputado disse que “o Brasil não aguenta mais o governo atual”.

No Rio Grande do Norte, o Solidariedade é liderado pelo deputado estadual Kelps Lima, que faz oposição ao PT e atualmente preside a CPI da Covid na Assembleia Legislativa, que mira contratos da gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).

Perguntado sobre a situação, Kelps Lima disse ao PORTAL DA 98 FM que respeita a opinião de Paulinho da Força, mas que ela não representa a do partido.

“Este é um evento da Força Sindical. O partido ainda não deliberou isso. É a posição pessoal de Paulinho e claro que respeito. Mas o partido ainda não definiu o candidato a presidente e o que ficou acertado na última reunião da Executiva Nacional, da qual faço parte, é que será dada liberdade aos estados”, enfatizou o parlamentar.

O deputado do RN ressaltou que defende candidatura própria a presidente em 2022. “Defendi na eleição passado e vou defender novamente junto à Executiva Nacional”, complementou.

Kelps Lima acrescentou que, mesmo que o partido delibere pelo apoio a Lula, não vai deixar a legenda. “Claro que vou ficar no partido. Um dos motivos de eu estar no Solidariedade é a liberdade que nos é dada a nível estadual. Paulinho lidera bem o partido e é um grande amigo”, finalizou o deputado do RN.

98 FM Natal

Marinho se desentende com Styvenson e sessão no Senado Federal vira palanque eleitoral potiguar

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, se desentendeu, nesta terça-feira (7/12), com o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) em sessão da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle (CTFC) do Senado Federal. O titular da pasta foi convidado a prestar esclarecimentos sobre direcionamento de emendas de R$ 1,4 milhão do chamado orçamento secreto.

Marinho iniciou a participação no colegiado abrindo mão dos 15 minutos iniciais oferecidos pela presidência da comissão, ocupada pelo senador Reguffe (Podemos-DF), e pediu que os senadores começassem a fazer os questionamentos. Segundo o ministro, a decisão de abrir mão da introdução era para permitir maior celeridade na oitiva.

O primeiro inscrito para fazer as perguntas ao ministro era Valentim, autor do requerimento que originou o convite de Marinho à comissão. O titular da pasta do Desenvolvimento Regional, no entanto, se demonstrou irritado com os questionamentos do senador potiguar.

O ministro do presidente Jair Bolsonaro (PL) é cotado para ser candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte, estado pelo qual o senador do Podemos elegeu-se e que espera poder governar em 2022. Na avaliação do ministro, as perguntas de Valentim faziam “ilações”.

“Vossa excelência está fazendo ilação. Eu tenho todo direito de eventualmente pleitear um mandato, como vossa excelência tem interesse em se lançar governador do estado, pelo menos é o que está sendo vinculado na imprensa local e vossa excelência está se pautando pela imprensa para falar a meu respeito”, disparou.

Em resposta, o senador classificou com “antiética” a postura do ministro em destinar recursos públicos com, segundo ele, finalidades eleitoreiras. “Estou aqui só para esclarecer. Não acho ético, não acho justo para com quem quer concorrer contra quem está com recursos. Em relação à disputa pelo governo, é a imprensa que diz não sou eu, mas o senhor já anunciou que é candidato”, disse.

“Vou demitir toda minha assessoria”

Em outro momento, Valentim questionou a entrega de tratores pagos com emendas de relator ao seu reduto eleitoral. Marinho respondeu que a distribuição do maquinário agrícola é uma das atribuições do Ministério do Desenvolvimento Regional para “atacar as desigualdades regionais”.

“A Codevasf [Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba] entregou quase 14 mil máquinas nos estados que ela tem atuação. O Rio Grande do Norte recebeu mais de 500. Se o senhor está achando que é muito, eu acho que não. Eu acho que o Rio Grande do Norte precisa ser ajudado. Enquanto eu for ministro, vou atacar as desigualdades regionais”, disse.

O senador potiguar também provocou o ministro sobre a falta de transparência em torno do pagamento das emendas, que respondeu dizendo que as informações são públicas e solicitaria à assessoria do Desenvolvimento Regional para informá-lo sobre os recursos.

“Vossa excelência não está conseguindo encontrar e eu vou ajudá-lo”, enfatizou ao parlamentar, que respondeu: “Vou demitir toda minha assessoria, então. Um batalhão de gente que não consegue achar uma informação simples”.

“Lícito”

Em 16 de novembro, a CTFC convidou Marinho a prestar esclarecimentos sobre direcionamento de emendas no valor de R$ 1,4 milhão do chamado orçamento secreto. Os parlamentares cobraram do ministro esclarecimentos sobre o direcionamento da verba para financiamento da construção de um mirante turístico a 300 metros de onde possui um imóvel, no Monte das Gameleiras (RN).

A informação consta em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo sobre a distribuição de R$ 88 milhões para aquisição de tratores e caminhões a 39 municípios do Rio Grande do Norte, por meio de recursos oriundos de emendas do relator-geral do Orçamento, alocados no Ministério do Desenvolvimento Regional (Codevasf) e distribuídos, segundo a matéria, por meio de uma “Planilha interna do MDR – gabinete do Ministro”.

Marinho defendeu nesta tarde que apenas atendeu a pedidos de parlamentares do estado e que os critérios para destinação das emendas “foram definidos pelo manual de cada secretaria finalística do ministério”. “Tudo lícito, normal e legítimo”, enfatizou o ministro.

“O que estamos assistindo hoje é uma discussão do leite derramado. Não pode se cobrar do Executivo o que ele não pode oferecer. Nós cumprimos a lei”, respondeu o ministro ao senador Eduardo Girão (Podemos-CE), que criticou a falta de publicidade no pagamento das emendas.

Fonte: Metrópoles

98 FM Natal

Agência Brasil

NOTA À IMPRENSA

No dia de hoje, o Tribunal Regional Federal da 1a Região acatou argumento da defesa de HENRIQUE EDUARDO ALVES para reconhecer a incompetência da Justiça Federal para processar e julgar a ação penal referente à Operação Sépsis.

Com isso, torna-se nula a sentença do Juiz da 10a Vara Federal de Brasília que o havia absolvido do crime de corrupção passiva, mas o havia condenado por lavagem de dinheiro. O processo deverá ser, agora, remetido para a Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte.

Isso equivale a dizer que HENRIQUE EDUARDO ALVES é um homem sem condenação em qualquer esfera ou grau de jurisdição.

Todas as acusações lançadas contra HENRIQUE EDUARDO ALVES foram julgadas improcedentes, até o presente momento, e continuarão sendo em face de sua INOCÊNCIA.

A defesa acredita que é o povo do Rio Grande do Norte quem poderá melhor julgá-lo, caso ele decida ser candidato nas próximas eleições.

Brasília, 07 de dezembro de 2021.
Marcelo Leal de Lima Oliveira

Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião semipresencial com oito itens, entre eles, o PL 1.472/2021 sobre as alterações na política de reajuste dos preços de combustíveis. Ainda na pauta, requerimento para realização de audiência pública sobre criptomoedas.   Em pronunciamento, à bancada, relator do PL 1.472/2021, senador Jean Paul Prates (PT-RN).  Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (7) projeto de lei que cria um programa de estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil. O objetivo do PL 1.472/2021 é servir como uma espécie de “colchão” para amortecer os impactos dos aumentos do preço do barril de petróleo e conter a alta nos preços dos combustíveis.

Apresentado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), a proposta teve parecer favorável do senador Jean Paul Prates (PT-RN), na forma de um substitutivo. O texto segue para o Plenário.

O projeto, segundo Jean Paul, é baseado em um “tripé”. Além de criar um programa de estabilização, com a finalidade de reduzir a volatilidade dos preços de derivados de petróleo, o PL 1.472/2021 estabelece uma nova política de preços internos de venda a distribuidores e empresas comercializadoras de derivados do petróleo produzidos no Brasil.

O texto também apresenta um conjunto de possíveis fontes de recursos, para evitar reajustes recorrentes na bomba de combustível e na venda de gás aos consumidores. Entre eles, está um imposto de exportação sobre o petróleo bruto, principal tema de divergência entre senadores. Pela proposta, a receita advinda dessa cobrança será usada para subsidiar a estabilização dos preços quando os valores do produto subirem.

Jean Paul reforçou que o imposto é apenas uma das ferramentas que o governo terá para garantir que os aumentos do barril no mercado internacional não impactem com tanta frequência o orçamento das famílias e de caminhoneiros, motoristas de aplicativos e outros que dependem de combustível para trabalhar. Ao longo do ano, já foram contabilizados 38 reajustes nos combustíveis, de acordo com o senador.

— Estamos tentando colocar um sistema de amortecimento para que um país grande produtor de petróleo assegure ao investidor a receita, mas que atenue os impactos para o comprador de gás de cozinha, diesel e gasolina. É a solução possível —  disse Jean Paul.

Alíquotas

Nesta terça-feira, Jean Paul apresentou um novo parecer sobre a proposta, alterando as alíquotas de incidência do Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto. O projeto aprovado estabelece alíquotas mínimas e máximas para o Imposto de Exportação do produto, que será zerada até o valor do barril atingir US$ 45. A versão anterior previa que o imposto valeria quando o barril estivesse acima de US$ 80. Outra mudança é relativa à alíquota máxima, que agora será de até 20%, contra os 12,5% inicialmente previstos.

Pelo substitutivo, a alíquota será de no mínimo 2,5% e no máximo 7,5%, aplicada apenas sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 45 por barril e abaixo ou igual a US$ 85 por barril. A alíquota passa para no mínimo 7,5% e no máximo 12,5% quando aplicada sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 85 por barril e abaixo ou igual a US$ 100 por barril.

A alíquota será de no mínimo 12,5% e no máximo 20% para parcelas superiores a US$ 100 por barril. Ela não incidirá sobre a totalidade dos valores, mas apenas sobre a parcela de preço que exceder os valores mencionados.

Assim, no caso de um barril de US$ 75, um carregamento exportado resultaria no pagamento de US$ 0,5 a US$ 1,5 por barril, ou seja, 0,6% a 2% do valor faturado. Adicionalmente, o texto prevê que pessoas jurídicas que destinem parte da produção para refino no mercado interno possam receber alíquotas diferenciadas na exportação, conforme regulamentação.

Pelo relatório, o Poder Executivo poderá alterar as alíquotas do Imposto de Exportação incidente sobre o petróleo bruto, obedecidos os limites mínimo e máximo fixados no projeto.

“Entendemos ser necessário ajustar uma vez mais as alíquotas propostas no Imposto de Exportação, de modo a garantir seu funcionamento como mecanismo regulatório. Reconhecemos, contudo, a importância de assegurar previsibilidade aos investidores, e por isso propomos aqui valores mínimos e máximos a serem cobrados, disponíveis para ajuste do Poder Executivo, buscando aliar a efetividade regulatória e a proteção de investimentos”, apontou o relator, ao acatar sugestão do senador Jaques Wagner (PT-BA).

Outras fontes de recursos e instrumentos que podem ser utilizados como colchão, a critério do governo são: dividendos da Petrobras devidos à União; participações governamentais destinadas à União resultantes do regime de concessão e partilha do petróleo; resultado positivo apurado no balanço do Banco Central de reservas cambiais; e receita de superávit financeiro de fontes de livre aplicação disponíveis no balanço da União.

Durante a votação, alguns senadores, como Carlos Portinho (PL-RJ), afirmaram concordar com a ideia do projeto, mas manifestaram preocupação com a possibilidade de aumento de impostos.

— O projeto é válido, mas se o preço do petróleo está alto hoje e volátil, com o aumento da alíquota, o governo poderia abrir mão dos outros instrumentos e ficar só com o imposto e quem vai pagar é o consumidor — ponderou Portinho.

Ele e Zequinha Marinho (PSC-PA) sugeriram a realização de uma nova audiência sobre o tema para ouvir o governo sobre as mudanças no projeto, mas foram voto vencido e concordaram em apoiar a aprovação com a condição de um debate sobre o tema no Plenário do Senado.

Jaques Wagner, Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM) e outros senadores ponderaram que, diante da demora do governo em resolver o problema dos recorrentes aumentos nos combustíveis, cabe ao Senado avançar na busca por soluções.

— Não há pior imposto do que a inflação. Está impossível para quem trabalha com transporte fazer uma planilha de custos — apontou Jaques Wagner.

Esperidião Amin (PP-SC) afirmou que o projeto é complexo e que seria importante ouvir contribuições do governo. O senador afirmou que aqueles que usam diesel para trabalhar e gás de cozinha no dia a dia não podem ficar à mercê da especulação internacional.

— O mercado não se sensibiliza com a pessoa que está usando vela para esquentar o prato. O governo não pode ficar omisso. Eu sinto que até aqui o Congresso navegou, mas está faltando uma participação ativa do governo — apontou Amin.

Combinação de custos

Segundo Rogério Carvalho, o projeto faz uma proposta de combinação de custos internos de refino, cotações internacionais do petróleo e custos de importação, com o objetivo de conter o aumento do preço de combustíveis da Petrobras e, ao mesmo tempo, preservar a remuneração de acionistas das empresas do setor.

Na justificativa ao texto, o senador critica a fórmula atual de cálculo dos preços dos combustíveis, com base na Paridade de Preços Internacionais (PPI). Durante o governo de Michel Temer, a Petrobras adotou uma política que considera, na composição do valor final dos derivados do petróleo, a cotação internacional do barril e a cotação do dólar.

Para Rogério Carvalho, essa é a “lógica de uma empresa financeirizada”, que repassa ganhos a seus acionistas. No entanto, essa lógica, segundo ele, prejudica a sociedade em geral, pois causa alta da inflação e elevação da taxa básica de juros. Além disso, o senador reforça que as variações cambiais e do barril do petróleo implicam elevada volatilidade dos preços, inviabilizando a previsibilidade necessária aos agentes econômicos.

Cotação 

O relator Jean Paul alterou o texto original para incluir as propostas de Rogério Carvalho na Lei 9.478, de 1997, que estabelece a Política Energética Nacional.

Entre princípios da política de combustíveis prevista no texto, estão a proteção dos interesses do consumidor; redução da vulnerabilidade externa; estímulo à utilização da capacidade instalada das refinarias; e redução da volatilidade de preços internos. Outro princípio é a modicidade de preços internos. O princípio da modicidade prevê que um serviço público deve ser prestado da forma mais barata possível, de acordo com a tarifa mínima.

O projeto estabelece que os preços internos praticados por produtores e importadores da gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo deverão ter como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação, desde que aplicáveis.

Programa de Estabilização

Além disso, o texto determina que o Poder Executivo regulamente a utilização de bandas de preços com a finalidade de estabelecer limites para variação de valores de combustíveis, definindo a frequência de reajustes e os mecanismos de compensação. O sistema de banda de preço estipula um limite máximo para as variações dos preços do petróleo no varejo, evitando, assim, aumentos abruptos.

Rogério Carvalho propôs que o sistema de bandas fosse viabilizado financeiramente por meio da instituição de um fundo de estabilização dos preços de combustíveis, também previsto no projeto, cujas receitas podem ser utilizadas para suportar o subsídio temporário decorrente da adoção de bandas (na hipótese de reajuste de preços superior ao autorizado pela banda).

No substitutivo, Jean Paul transformou esse fundo no Programa de Estabilização, com a finalidade de reduzir a volatilidade dos preços de derivados de petróleo.

Agência Senado

 

A política vem dominando as pautas das rodas de conversa, em tudo que é lugar todo mundo quer saber como estará o cenário eleitoral de 2022 na terra de Auta de Souza. Todos querem saber quem será candidato de quem e quem estará com quem.

Essa resposta só saberemos depois do veraneio…

 

Após repercussão, Álvaro Dias recua e desiste de furar-fila para tomar vacina em Natal

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, declarou durante entrevista no programa Jornal das 6 (Rádio 96FM) que o ministro Rogério Marinho o convidou para se filiar ao Partido Liberal. Álvaro Dias afirmou que no momento não tem interesse em deixar o PSDB.

De acordo com o prefeito,  ele tem gratidão ao PSDB pelo apoio que obteve durante o pleito de 2020.

O presidente da Câmara de Vereadores do Município de Canguaretama, João Wilson de Andrade Ribeiro Filho (PTB), assumiu nesta sexta-feira (3) de forma interina, a chefia do Poder Executivo do município pelos próximos três meses. Enquanto isso, o Legislativo será presidido pelo vereador Venícius Raniere Soares (PP), primeiro vice-presidente.

A posse aconteceu em sessão especial ocorrida na Câmara Municipal e em sua fala, João Wilson, popularmente conhecido como Wilsinho, garantiu a continuidade do bom trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo ex-prefeito, Wellinson Ribeiro (PP).

“Quero parabenizar o prefeito Wellinson pelo trabalho que vinha desenvolvendo aqui em Canguaretama e avisar a todos os canguaretamenses que o trabalho não vai parar. O trabalho continua. Vamos nos reunir com os vereadores, com o secretariado, com a população e não vamos parar o trabalho que estava sendo feito”, disse.

Wilsinho ficará no cargo até que novas eleições sejam ocorram no município.

Grande Ponto

Através do deputado federal Rafael Motta Macaíba irá receber mais uma emenda no valor de 101 mil reais, destinada ao esporte da cidade. Emenda que já está empenhada e garantida.

Serão 100 crianças beneficiadas no projeto, que tem como objetivo promover o acesso ao esporte e lazer, atendendo prioritariamente a população em situação de vulnerabilidade social.

A cada dia que se passa o vice-prefeito Netinho França vem demonstrando articulação para trazer recurso para Macaíba, além de demostrar compromisso com a cidade e com a gestão do prefeito Emídio Junior.

Assessoria

O Partido Liberal (PL) no Rio Grande do Norte entrará 2022 apoiando o governo Fátima Bezerra (PT). A sigla que atualmente tem entre seus filiados o presidente Jair Bolsonaro irá consultar prefeitos, vereadores, além dos demais dirigentes municipais sobre o assunto.

Atualmente o partido tem três deputados estaduais na Assembleia Legislativa (George Soares, Kleber Rodrigues e Ubaldo Fernandes) que integram a base da governadora. No RN, o ministro potiguar Rogério Marinho e o deputado federal General Girão vão disputar o pleito pela sigla, ambos fazem oposição à Fátima Bezerra. Girão tem defendendo na imprensa que o partido tem que se afastar da esquerda.

Segundo a Tribuna do Norte, na discussão com os deputados, ficou acordado que a bancada do PL votará favoravelmente a todos os projetos de interesse do governo, que sejam importantes para o desenvolvimento econômico e social do Estado. “A reunião foi proveitosa e bem democrática e esperamos marchar unidos neste processo todo”, disse Fernandes.

Foto: Reprodução

O ministro Fábio Faria, filho do ex-governador, informou através das redes sociais que Robinson Faria fez uma cirurgia de retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal no hospital Sírio Libanês, em São Paulo.  A cirurgia foi considerada um sucesso e Robinson passa bem.

Foto: Elisângela Moura

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, anunciou apoio à candidatura de Fábio Faria ao Senado em 2022, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), na Câmara Municipal da cidade, destaca BG em seu blog.

O ministro das Comunicações esteve em Mossoró e confirmou que em breve migrará para o PP.

Fábio tem atuado em Brasília abrindo portas aos projetos da capital do Oeste para liberação de recursos às áreas da saúde, educação e infraestrutura da cidade.

O ex-presidente da Câmara dos vereadores de Macaíba, Thomas Sena, declarou na tarde desta quinta-feira (02) que seu apoio na política nacional é para o ex-presidente Lula “Tô com Lula e não abro nem para um trem cheio de Dinamite”, afirmou.

No facebook, Thomas Sena aparece em frente a uma imagem do ex-presidente com a seguinte frase “Pro Brasil voltar a sorrir”.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Pesquisa do Atlas Política mostra mais uma vez a liderança do ex-presidente Lula na corrida pela presidência da República. Em segundo lugar aparece o presidente Jair Bolsonaro. Pesquisa realizada entre 27 e 29 de novembro, foram ouvidos 4.401 eleitores e a margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual.

 

Pesquisa estimulada

Lula (PT) 42,8%

Bolsonaro (PL) 31,5%

Moro (Podemos) 13,7%

Ciro Gomes (PDT) 6,1%

João Doria (PSDB) 1,7%

Rodrigo Pacheco (PSD) 0,9%

Luiz Felipe d’Ávila (Novo) 0,1%

Não sabe/votobranco/voto nulo 3,2%

 

Foto: Reprodução

O ex-governador Robinson Faria (PSD)  participou na última segunda-feira de evento do Ministério das Comunicações em Ceará-Mirim, onde sentiu pequeno desconforto intestinal.

Faria, de 62 anos,  chegou a ser medicado em Natal, mas depois de falar com seu médico, Dr Raul Cutait , recebeu a recomendação de fazer exames mais detalhados no Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

Território Livre

 

Grito pela liberdade em apoio a bolsonaro, diz general girão sobre atos de 7 de setembro

Foto; Divulgação

Em entrevista exclusiva ao Agora RN, o deputado federal General Girão falou sobre a expectativa com o novo partido. “O nosso líder na missão política é o presidente Bolsonaro. Conversamos com ele e definimos a nossa ida para o PL. A nossa intenção primeira é unir forças para ‘endireitar’ o Rio Grande do Norte. Então, espero que o PL seja um partido atuante em prol do momento de mudanças que nosso país atravessa”, disse o parlamentar, acrescentando que não há nenhuma intenção, de sua parte, em assumir a presidência do partido no Estado.

O RN conta, atualmente, com três deputados estaduais filiados ao PL e que integram a base da governadora Fátima Bezerra (PT). Questionado pela reportagem sobre como ficaria a situação entre este grupo e os bolsonaristas, o General Girão foi sucinto. “Espero poder conversar com o deputado João Maia para organizarmos o PL no RN, conforme o acordo feito nacionalmente. É importante que o partido estadual siga o que foi estabelecido com a presidência nacional do PL. Não podemos apoiar ninguém de esquerda”, afirmou o deputado federal.

Já sobre a expectativa para o pleito de 2022, o parlamentar ressaltou que pretende disputar a reeleição, porém, “cumpre missão”. “O nosso grupo tem ótimos nomes e isso deve ser decidido pelo nosso líder, o presidente Bolsonaro, mais para frente. O que mais queremos é que a política seja feita de forma justa e transparente. Uma mudança ampla precisa ocorrer para que possamos ter melhor reconhecimento da sociedade, que é a quem devemos satisfação”, concluiu o General Girão.

Agora RN