Política Arquivo

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O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Senado Carlos Eduardo (PDT) participa nesta quarta-feira (15) do seminário “O PDT sabe fazer”, em Fortaleza. Ele e a vice-prefeita de Natal Aíla Cortez foram anunciados na lista dos 12 palestrantes que participam do evento.

Na quinta (16), Carlos Eduardo deverá subir no palanque armado para receber Lula na capital potiguar. No Rio Grande do Norte, o ex-prefeito compõe a chapa majoritária encabeçada pela atual governadora Fátima Bezerra (PT), que disputará a reeleição.

Embora o nome dele tenha sido confirmado em recente encontro de tática eleitoral realizado pelo PT, Carlos Eduardo enfrenta resistência de parte do campo progressista em razão do PDT ter Ciro Gomes, e não Lula, como pré-candidato à presidência. Em entrevistas concedidas pelo Estado desde iniciou a pré-campanha, Alves ora acena para Lula, ora declara voto em Ciro.

No card de divulgação do seminário, publicado no twitter oficial de Ciro Gomes, o texto diz que “No dia 15, em Fortaleza, o PDT renovará sua esperança no Brasil e em Ciro Gomes, e fará um balanço de suas experiências exitosas em governos, em vários níveis, em todo o país”.  

Além de Carlos Eduardo, de Aíla Cortez e do próprio Ciro, o seminário contará com as participações do presidente nacional da legenda Carlos Lupi, do senador Cid Gomes, da vice-prefeita de Salvador Ana Paula Matos, do vice-prefeito de Maceió Ronaldo Lessa, da vice-prefeita de Recife Isabella de Roldão, do senador pelo Maranhão Weverton Rocha, da governadora do Ceará Izolda Cela, do prefeito de Fortaleza José Sarto e do ex-prefeito da capital Roberto Cláudio.

Agência Saiba Mais

Saiba como votaram os senadores do RN na proposta da minirreforma  trabalhista

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O Projeto de Lei Complementar 18/2022, vindo da Câmara e votado no Senado na segunda-feira (13), representa uma queda de braços entre o presidente Jair Bolsonaro e os governos estaduais e municipais. No Senado, o projeto foi aprovado com 65 votos favoráveis contra 12. Dois senadores do RN votaram contra: Jean Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (PROS)

Seu texto prevê a implementação de um teto de 17% de incidência do ICMS, principal fonte de arrecadação dos entes federativos, sobre o preço dos combustíveis, da energia elétrica, dos serviços de transporte e das telecomunicações.

 O texto ainda será enviado de volta para a Câmara, onde serão apreciadas as alterações da Casa revisora.

Blog do BG

O Senado aprovou hoje (13) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Segundo a proposta, esses produtos seriam classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17%, inferior à praticada pelos estados atualmente. O texto também prevê a compensação da União às perdas de receita dos estados.

O objetivo do projeto é provocar a redução no valor dos combustíveis na bomba, aliviando o gasto do consumidor com gasolina, que supera os R$ 7 o litro no país, e com o diesel, beneficiando também caminhoneiros e transportadores. O PLP também busca reduzir o valor do gás de cozinha e da conta de luz.

Foram 65 votos a favor e 12 contrários. O projeto volta para a Câmara para nova análise após as emendas inseridas no texto. Para o relator do projeto no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o PLP é “um passo importantíssimo para derrubar a inflação”, além de segurar os preços nas contas de luz e nos postos de combustível. Ele também afirmou que o Congresso “faz história” ao incluir esses setores entre os considerados essenciais.

“Participei da Constituinte de 1988, lá a gente dizia que a essencialidade dos produtos tinha que ser definida por lei complementar. E se passaram mais de 30 anos e o Congresso, em nenhum momento, definiu a essencialidade dos produtos. Portanto, esse é um passo importante, estamos fazendo história”, disse o senador.

Bezerra leu seu relatório em plenário na semana passada e hoje se ateve às emendas recebidas pelo projeto. Foram 77 no total e Bezerra acolheu quatro integralmente e nove parcialmente.

Emendas

Uma das emendas acatadas repõe perdas de arrecadação do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) e de ações de serviços de saúde. Ambos setores têm receitas vinculadas à arrecadação com o ICMS. O relator incluiu um trecho que prevê a manutenção das vinculações à saúde e educação básica, mas de forma proporcional à dedução dos contratos de dívida dos Estados com a União.

Bezerra também incluiu no texto um dispositivo para conferir segurança jurídica aos gestores estaduais. Assim, eles poderão reduzir a arrecadação do ICMS sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). De acordo com o regramento, um ente federativo não pode abrir mão de uma receita sem indicar uma nova fonte de arrecadação para compensar.

Após a aprovação do texto-base, os senadores aprovaram um destaque – os demais foram rejeitados. O destaque aprovado prevê que, se os estados e municípios perderem recursos em função da lei, a União vai compensá-los para que os atuais níveis do Fundeb sejam mantidos.

Senadores

O PLP não foi unânime no plenário. Alguns senadores se colocaram contrários ao projeto. Para Zenaide Maia (Pros-RN), o projeto não ataca o principal causador do aumento dos combustíveis, que é a atual política de preços da Petrobras, vinculada ao preço internacional do barril de petróleo e o valor do dólar.

“Esse PL não tem nada a ver. E, ainda, sem a garantia de que vai ter redução dos preços na bomba de combustível, a gente sabe que depende do dólar, e a certeza de que a Petrobras, assim que for aprovado isso aqui, vai recompor os preços, porque já faz mais de 20 dias que não dava aumento”.

Carlos Portinho (PL-RJ), novo líder do governo no Senado, defendeu o projeto e pediu a participação dos estados no esforço de reduzir o preço do combustível para a população. Segundo ele, o governo tem contribuído ao abrir mão de impostos federais sobre o combustível para reduzir o impacto da inflação explicada, segundo ele, pela guerra na Ucrânia, dentre outras variáveis internacionais.

“Temos que cortar os impostos, assim como diversas nações no mundo, neste momento de emergência internacional, estão fazendo. É o que temos para hoje”, disse. “Agora é hora dos governos: é hora do Governo Federal, que põe na mesa, e é hora desse sacrifício dos governos estaduais”.

Relatório

Na semana passada, ao apresentar o relatório à imprensa, Bezerra afirmou que, se aprovado, o PLP poderia derrubar em R$ 1,65 o preço da gasolina e em R$ 0,76 o preço do diesel. No entanto, destacou que os preços poderiam apenas “não subir muito mais”, a depender do cenário internacional, que influencia no preço do barril de petróleo e na valorização do dólar frente ao real.

“Não estamos tabelando preço. Tem uma guerra na Ucrânia, a Rússia é responsável por 25% da produção de diesel no mundo, os preços estão tensionados. É evidente que pode haver elevação de preços. Mas, mesmo que haja, isso vai ajudar a não subir muito mais do que subiria”, disse, na ocasião.

Já existe um projeto, aprovado no Senado em março, que pretende reduzir o valor dos combustíveis. O Projeto de Lei 1.472/2021 propõe a mudança a forma de cálculo do preço dos combustíveis, além de criar uma Conta de Estabilização, para garantir a previsibilidade nos preços ao consumidor. O projeto, considerado uma das prioridades do Senado no início deste ano, atualmente está parado na Câmara dos Deputados, sem previsão de votação.

Jair Bolsonaro (foto) afirmou que, se Lula vencer a corrida ao Palácio do Planalto neste ano, voltará ao poder “para nunca mais sair”. A declaração foi dada em entrevista à rádio CBN Recife nesta manhã (13).

“O temor que eu tenho não é por mim, é continuar a política que ele fazia. Se Lula continuar a política que ele fazia no passado, vai ser pior agora, no meu entendimento. Ele está crente que não cometeu crime nenhum. No meu entender, se voltar, vai ser para nunca mais sair“, disse o presidente da República.

O chefe do Executivo continua atrás do petista nas pesquisas de intenção de voto.

O Antagonista

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O PODEMOS do Rio Grande do Norte reuniu filiados, membros do diretório estadual e pré-candidatos da legenda para debater, em assembleia realizada neste fim de semana, os rumos do partido nas eleições majoritárias deste ano. A grande maioria deliberou que o prazo final para a legenda decidir se terá candidato ao Governo do RN é o próximo dia 19 de junho. Até lá, todos esperam que o senador Styvenson Valentin (PODEMOS), principal nome do partido, anuncie a intenção de concorrer.

Além do debate sobre a participação do partido na eleição majoritária, o PODEMOS também apresentou, no encontro, o resultado preliminar da primeira etapa de uma pesquisa contratada pela Fundação Podemos que está sendo realizada por um doutorando em economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e por especialistas da própria fundação, sobre o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte. Esta pesquisa será apresentada ao público pelo diretório estadual do partido nos próximos dias.

“Temos excelentes nomes de pré-candidatos para as eleições proporcionais. Eles cobram e aguardam definição sobre se teremos candidatura própria majoritária ou se abriremos diálogo com outros partidos. Por isso ficou estabelecida a data de 19 de junho”, explica o presidente do PODEMOS RN, advogado Felipe Madruga. O senador Styvenson não participou do encontro, mas enviou o assessor Alyandro Rocha.

Neste último final de semana, o pré-candidato a senador Rafael Motta esteve em Macaíba. A convite do vice-prefeito Netinho França, ambos seguiram para zona rural, onde participaram de uma tradicional festa na comunidade Peri-Peri. A recepção a Rafael Motta foi calorosa e muitos ao verem Rafael diziam em alto e bom som “meu senador”.

Durante a festa, outras lideranças políticas foram ao encontro de Rafael Motta lhe recepcionar.

Ainda na mesma noite, na companhia de Netinho França e o vereador Luizinho, o deputado participou da comemoração de um aniversário. A recepção também foi calorosa, onde convidados comentaram que o pré-candidato a senador tem trabalhado muito por Macaíba enviando emendas para saúde, esporte e outras áreas.

 

E não se diga que a campanha do pré-candidato ao Senado Rafael Motta (PSB) é focada na militância política da esquerda potiguar.

Ontem, Motta esteve reunido com o empresário Luiz Barcelos, da Agrícola Famosa, referência em fruticultura irrigada no Brasil.

Barcelos já foi procurado pelos pré-candidatos ao Senado, Carlos Eduardo (PDT)  e Rogério Marinho (PL), mas mostrou simpatia pelo projeto de Motta.

Há sinalizações no ar de afinidade além das fotos…

Território Livre/ Tribuna do Norte

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O presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, esteve lado a lado com o deputado federal e pré-candidato a vice-governador Walter Alves, na cidade de Coronel Ezequiel, nessa noite de sexta-feira (10). A convite do prefeito Claúdio Marques (MDB), ambos participaram da abertura da 10ª Caprifeira.

 

 

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Pré-candidato a presidência da república, Lula (PT) vem para Natal na próxima quinta-feira (16), feriado de Corpus Christi. O ex-presidente vai ser recebido pela militância do partido e apoiadores no Estado, na Arena das Dunas, às 16h. O encontro será aberto ao público.

Durante o período de pré-campanha, boa parte das críticas ao ex-presidente vem do fato de Lula não participar de grandes eventos públicos de rua. Apoiadores de Bolsonaro usam o argumento, inclusive, para desacreditar pesquisas de opinião de voto, onde o petista aparece na liderança.
Além disso, Lula estará em Natal para visitar a 1ª Feira Nordestina de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fenafes), no Centro de Convenções de Ponta Negra. Não há, contudo, a confirmação sobre o horário da participação do ex-presidente no evento. Depois de positivar para a covid-19, o presidenciável está liberado para viajar pelo país para divulgar a sua pré-campanha. Ele ainda vai visitar, no Nordeste, as cidades de Maceió e Arapiraca, em Alagoas, e Aracaju, em Sergipe.
Tribuna do Norte

O deputado estadual e pré-candidato a deputado federal Kelps Lima (Solidariedade) tirou licença de seu mandato na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O terceiro suplente da coligação, o empresário Michael Diniz, vai assumir a cadeira.

A licença de Kelps é para a realização de exames médicos e também para ajudar na formulação da sua pré-campanha a deputado federal, assim como nas estratégias do Solidariedade para o pleito de outubro, de acordo com a assessoria do parlamentar. A licença não será remunerada e ainda não há a confirmação sobre quanto tempo Kelps permanecerá afastado. O deputado não receberá salário no período de sua ausência.

Michael Diniz somou 7.773 votos no pleito de 2018, ficando atrás de Kelps Lima, Alysson Bezerra, Subtenente Eliabe e de Fernando Antônio Bezerra. Como Eliabe já está no exercício do cargo em virtude da saída de Alysson Bezerra, eleito prefeito de Mossoró, e Fernando Bezerra foi eleito prefeito de Acari, em 2020, Michael Diniz assume o mandato.

O empresário tem 26 anos e é filho do vereador Manoel Diniz. Ele somou 2.829 votos em Parnamirim e 515 votos em Montanhas, municípios onde teve votações mais expressivas. E à direita, é a primeira vez que ele vai assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Portal 96 FM

Pesquisa da Quaest Consultoria contratada pela Genial Investimentos e divulgada hoje mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a Presidência, destaca o Portal UOL.

Confira os números:

Cenário 1 Lula (PT): 46%

Jair Bolsonaro (PL): 30%

Ciro Gomes (PDT): 7%

André Janones (Avante): 2%

Simone Tebet (MDB): 1%

Pablo Marçal (Pros): 1% Vera Lúcia (PSTU): 0%

Eymael (DC): 0% Felipe D’Avila (Novo): 0%

Sofia Manzano (PCB): 0%

Luciano Bivar (União Brasil): 0%

General Santos Cruz (Podemos): 0%

Leonardo Péricles (UP): 0%

Brancos/Nulos/Não vai votar: 7%

Indecisos: 6%

A pesquisa foi realizada pelo instituto Quaest e contratada pelo Banco Genial. Foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 2 e 5 de junho de 2022 em todas as regiões do país. A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo BR-03552/2022.

Prefeito emídio júnior: “não podemos politizar combate à covid”

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O prefeito de Macaíba Emídio Jr (PL) vem participando ativamente de uma série de entrevistas, onde fala da sua gestão e também do seu posicionamento frente às eleições de outubro. Emídio Jr tem ressaltado a boa relação institucional que mantém com a governadora Fátima Bezerra (PT). O prefeito afirmou que ainda vai chegar o momento de se posicionar eleitoralmente. Porém, durante a entrevista para Micarla Sousa da TV Ponta Negra, deixou claras suas preferências.

“Nas nossas ações em Macaíba, temos o apoio do deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB), do deputado federal João Maia (PL), da governadora Fátima Bezerra e do ex-ministro Rogério Marinho (PL). Temos parcerias com todos estes que nos ajudam a tocar nossa gestão com tranquilidade. No entanto, estamos focados na gestão e não paramos ainda para fazer política. Vai chegar o momento. Agora, é fato e quero esclarecer aqui que essas pessoas têm nos ajudado, e eu e a população de Macaíba somos gratos. Brevemente, vamos aprofundar as questões eleitorais”, frisou Emídio Jr, argumentando que acredita na reeleição de Fátima, dizendo que a mesma tem o respaldo da população. “Ela (Fátima) tem muitas ações em Macaíba. Observamos que ela tem uma aceitação política na cidade”.

Em relação ao Senado Federal, a avaliação de Emídio Jr é que será uma eleição acirrada. “Nosso posicionamento é apoiar o pré-candidato e ex-ministro Rogério Marinho. Ele deixou sua marca enquanto esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento e trouxe muitos benefícios para Macaíba. Agora, acredito que será uma disputa acirrada, sobretudo, agora com a entrada do deputado Rafael Motta (PSB)”, avaliou o prefeito.

Fonte: Agora RN

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O vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) criticou a política de alianças do PT do Rio Grande do Norte para as eleições de 2022. Em entrevista ao jornal Agora RN publicada nesta terça-feira (7), o vice-governador lamenta que o PCdoB tenha ficado de fora da chapa governista à reeleição e tenha sido descartado até para a 1ª suplência do pré-candidato ao Senado Carlos Eduardo Alves (PDT).

“Meu nome não está posto para disputar, até porque, não ocupando a 1ª suplência do Senado, o PCdoB achou que seria muito desgastante insistir com nosso nome em qualquer outro espaço. O caminho que está posto para nós é encerrar nosso ciclo de participação desta eleição até 31 de dezembro, no cargo de vice-governador”, afirmou.

Para Antenor, na construção da chapa eleitoral, o PT deveria ter privilegiado o PCdoB, um aliado histórico. “O PT, abusando da sua hegemonia política, dar um tratamento (desses) a um parceiro como o PCdoB, que nos momentos difíceis e de agonia, seja no mensalão, seja no golpe do impeachment da presidente Dilma Rousseff, atuou como escada para ajudar o PT a oxigenar… Basta haver um novo ciclo de oxigênio que a gente é tratado desta forma”, lamentou.

Segundo o vice-governador, o PCdoB acabou constrangido na construção das chapas. “O PCdoB no RN ficou em uma situação muito difícil e de muito constrangimento político, porque nós fizemos toda essa construção e fomos empurrados ladeira abaixo do palanque da chapa majoritária”, destacou.

Antenor afirma que, com isso, o PCdoB vai se dedicar à pré-candidatura a deputada estadual da vereadora de Natal Júlia Arruda. Ele lamenta, ainda, que o partido não tenha tido destaque na construção da nominata para deputado federal da federação PT/PCdoB/PV.

“Constituída a federação, o PV terminou sendo o catalisador de arranjos eleitorais com aqueles que queriam romper com o campo que eles ocupavam na eleição passada e se aproximar da governadora, que vai para uma reeleição como favorita. O PV aqui foi um objeto de acomodação de mandatos de deputados que imprensou a gente na parede do ponto de vista da disputa parlamentar eleitoral. Isso é um efeito concreto e não estou aqui chorando as pitangas”, explicou.

O vice-governador destaca, também, que há perigos em escolher Walter Alves (MDB) como pré-candidato a vice da chapa de Fátima Bezerra (PT) à reeleição. “Já está tudo estabelecida. Sinalizando que não é apenas o Walter que vai ser o vice de Fátima, mas ele objetivamente entra na linha sucessória, já que a governadora encerra o seu ciclo de segundo governo, caso se reeleja, e evidentemente qualquer movimento que ela fizer o MDB e Walter estará na linha de sucessão”, pontuou.

Com informações do Portal da 98 FM

Portal Grande Ponto