Meio Ambiente Arquivo

Foto: Taynah Rezende

Reivindicação

A jovem Taynah Rezende através do facebook, se mostrou indignada pela situação que se encontra sua rua no Recanto Verde (Bairro Augusto Severo), segundo a jovem algumas ruas do bairro foram pavimentas e outras não, além que os  moradores também ainda esperam a construção de uma praça e um posto de saúde. O Recanto Verde está localizado próximo da BR 304 e é um dos bairros construidos nesses últimos  dez anos e que vem tendo uma grande expansão, é tanto que outra área já está loteada e colocada a venda.

A pavimentação no referido bairro foi feita através do projeto da Prefeitura de Macaíba onde calçou 70 ruas em toda a cidade, em alguns casos a obra veio a ficar parada por faltas dos repasses do Governo Federal, retonando os repasses a Prefeitura executou a pavimentação, falta ainda várias ruas a serem pavimentadas.

Devido ao horário não tivemos como obter resposta sobre se existe no planejamento da Prefeitura calçar o restante das ruas do Recanto Verde ainda este ano.

Crescimento sem planejamento

Esse crescimento sem um planejamento vem deixar várias comunidades a depender das ações das prefeituras, e que muitas vezes não tem recursos próprios suficientes para atender toda a demanda de uma cidade, diante de tal situação alguns bancos públicos só estão financiando imoveis que os bairros já tenham ruas pavimentas com água e energia, pois é uma forma de fazer com que as mobiliarias faça seu papel, já que ela é uma das maiores interessadas em vender. Em relação aos casos onde os loteamentos não tem esse obrigação, cabe as prefeituras construir as condições bases para os moradores dessas localidades.

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN), em parceria com o Ministério Público do Estado (MP/RN), promoveu audiência pública na manhã desta segunda-feira (30) para debater propostas de modificações relativas ao licenciamento ambiental, que circulam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, e que ameaçam o meio ambiente, reduzindo as exigências legais quanto a estudos de impacto para obras e empreendimentos.

O encontro foi coordenado pela procuradora da República Clarisier Azevedo e contou com a presença de representantes do MP/RN e de órgãos de controle ambiental, como o Idema, o Ibama, além de secretarias municipais de meio ambiente.

Representando o MPF, Clarisier Azevedo detalhou os principais pontos das propostas que tratam de mudanças na questão do licenciamento ambiental e tramitam atualmente no Congresso. Durante o debate, foi dado destaque especial à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2012, que autoriza a execução de obras por meio de um estudo prévio de impacto ambiental promovido pela própria empresa interessada, reduzindo a participação do poder público nesse controle e ainda extinguindo estudos prévios e controles posteriores das obrigações socioambientais, que hoje estão previstos na legislação.

De acordo com a procuradora, a PEC 65/12 surgiu com o objetivo de acelerar o processo de licenciamento, mas houve uma “simplificação excessiva”, o que na prática significa uma oportunidade para o empreendedor agir com menos cuidados em relação ao meio ambiente. Caso a proposta seja aprovada, trará dificuldades para os órgãos de controle ambiental.

Nota técnica – Para alertar a população dos riscos que o projeto representa e frear a tramitação da proposta no Congresso, o MPF e o MP/RN fizeram uma lista de encaminhamentos a serem tomados o mais rápido possível. Será elaborada uma nota técnica sobre o assunto, que vai ser entregue pessoalmente aos três senadores potiguares e posteriormente encaminhada para os deputados federais do Rio Grande do Norte.

Entre as alternativas discutidas na audiência pública, com vistas a acelerar o processo de licenciamento ambiental sem abrir mão de um controle efetivo, os participantes citaram como uma das questões mais urgentes a maior estruturação dos órgãos ambientais e uma melhor capacitação dos servidores.

http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-promove-audiencia-publica-para-discutir-pec-que-altera-licenciamento-ambiental

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Em comemoração ao Dia do Geógrafo, 29 de maio, o Centro Acadêmico de Geografia (CAGEO) e o Programa de Educação Tutorial de Geografia (PETGEO) realizam a Semana de Geografia entre os dias 1 e 3 de junho. O evento contará com palestras, mesas-redondas e a exibição de um filme.

Entre os temas discutidos, estão a conjuntura política atual, os desafios do licenciamento ambiental, o mercado profissional e o ensino da geografia. Participam do encontro professores da UFRN, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e um profissional da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).

Para participar, é preciso ser aluno de geografia e se inscrever por meio deste link. O evento emitirá certificado de participação.

Reprodução/twitter

Um requerimento de autoria do senador da Rede Sustentabilidade Randolfe Rodrigues (AP) aprovado no Senado determinou o retorno da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 65/2012 para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde passará por uma nova análise e votação dos integrantes do colegiado. A proposta que acaba com o processo de licenciamento ambiental já estava pronta para ser apreciada em plenário. Com essa decisão, a tramitação do projeto recua na Casa.

O requerimento foi aprovado nesta quinta-feira, 19 de maio. O documento solicitava que a matéria tramitasse junto com outra proposta, a PEC 153/2015. Os dois projetos alteram o mesmo capítulo da Constituição, sobre o meio ambiente. No entendimento do parlamentar, os dois assuntos devem ser analisados conjuntamente.

Na prática, a iniciativa do senador é fazer com que a tramitação da PEC 65 voltasse atrás no esforço de tentar barrar a aprovação da proposta, que já tinha passado na própria CCJ em abril e estava na lista de pautas a serem analisadas no plenário. O projeto acaba com a exigência de apresentação do licenciamento ambiental feito pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Agora, a CCJ deverá designar um senador para ser relator, que analisará as duas propostas em conjunto. “Essa proposta isso é desrespeito com o nosso meio ambiente. Querem atropelar o processo visando o lucro sem se lembrar dos grandes impactos que podem causar ao meio ambiente”, criticou.

Detalhes da PEC
Além de acabar com a exigência de apresentação do Licenciamento Ambiental (LI) feito pelo IBAMA, a PEC 65 prevê que seria aceito somente um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) encaminhado pela construtora para liberar o empreendimento. Hoje, o estudo pelo órgão federal é uma condicional para evitar a devastação de áreas e os impactos ao meio ambiente.

A aprovação da PEC trouxe severas críticas dos ambientalistas pelo fato de praticamente acabar com o licenciamento e permitir que as obras sigam apenas com estudos iniciais. Por outro lado, a PEC 153 estabelece que é função do poder público promover práticas e adotar critérios de sustentabilidade em seus planos, programas, projetos e processos de trabalho.

Com informações da Assessoria de Imprensa do senador Randolfe Rodrigues

ASSECOM/RN – Rayane Mainara

A nova sede do Instituto de desenvolvimento do Meio Ambiente (Idema) foi inaugurada nesta sexta-feira (20) pelo governador Robinson Faria. O prédio, localizado na Avenida Alexandrino de Alencar, no bairro do Tirol em Natal, concentra todos os setores do instituto como as subcoordenadorias de construção civil, indústria, obras públicas, posto de gasolina, extrativismo mineral e petróleo.

Robinson Faria visitou toda a estrutura da nova sede e cumprimentou funcionários. Em metal e vidro, a construção atende às normas de sustentabilidade e se integra à mata atlântica. “Estamos trabalhando para melhorar os serviços públicos, atender as demandas da sociedade e dar mais qualidade de vida aos norte-rio-grandenses”, disse o governador destacando a importância fundamental do Idema para a instalação de novas empresas e indústrias que irão gerar novas oportunidades para todos.

O Idema liberou, em um ano e quatro meses de gestão, mais de quatro mil licenças ambientais para todo o Estado. O diretor-geral  Rondinelli Oliveira afirmou que o órgão atua com forte sinergia na busca de atender as demandas e liberar as licenças ambientais com agilidade, sempre respeitando a Legislação. “Atuamos com profissionalismo e em observância às regras de preservação do meio ambiente”, explicou, acrescentando que a própria sede do órgão se enquadra nestes princípios, quando, por exemplo, aproveita a iluminação natural.

Rondinelli Oliveira também destacou que na condução do órgão segue a orientação que recebeu do governador quando foi convidado para o cargo. “Aqui nós temos objetivos, cumprimos metas, até superamos e estamos abertos ao diálogo com a sociedade”.

Funcionária do Idema há 16 anos, e responsável pela coordenadoria de licenciamento de petróleo, Maria das Graças Azevedo afirmou que “nunca tinha visto uma gestão tão comprometida com a agilidade e eficiência do trabalho”. Ela também elogia as novas instalações e o comprometimento dos servidores.

Animais em extinção - Onça Pintada

ICMBIO/Divulgação

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

O Projeto de Lei 466/2015 quer garantir a segurança de pessoas e animais silvestres com a adoção de medidas que asseguram a livre circulação dessas espécies no território nacional, com a redução de acidentes em rodovias e ferrovias brasileiras. A proposta tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados e aguarda votação no plenário desde o dia 22 de março.

Segundo levantamento do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) da Universidade Federal de Lavras, 475 milhões de animais selvagens são atropelados no Brasil a cada ano. Segundo o coordenador do centro, o professor e pesquisador Alex Bager , 90% deles são pequenos vertebrados, como sapos, cobras e aves.

“Eles representam mais de 400 milhões e são igualmente importantes, então também merecem ser mais bem estudados. O fato de nós não perceberemos [esses pequenos animais] não implica que isso também não tenha uma tremenda importância para a conservação da biodiversidade no Brasil”, disse. Os vertebrados de grande porte, como antas, capivaras, lobos-guarás e onças, somam 5 milhões de animais atropelados.

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Moradores do Bosque Brasil na área pertecente a Macaíba, reclamam de lama, lixo e constantes assaltos. O Bosque Brasil  é um loteamento que faz divisa com a cidade de Parnamirim, onde por ser distante do centro da cidade, os moradores se sentem abandonados pelo poder público, além da reivindicação pela limpeza do lixo, os moradores pedem que o problema da lama nas ruas seja resolvido com a pavimentação e que seja feito o saneamento básico e a drenagem para que as ruas não fiquem alagadas.

“Estamos sofrendo com lama, lixo e assaltos constantes” frase de um dos moradores do Bosque Brasil.

Min. da Integração Nacional

Com 86,3% das obras concluídas, a transposição do rio São Francisco tem 477 quilômetros de nos seus dois eixos (Leste e Norte). O mais importante, além do fato de gerar trabalho para os moradores da região, é garantir acesso à água para 12 milhões de pessoa,s sem prejudicar a vazão do rio. Nada menos do que 390 municípios serão beneficiados nos Estados da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.

A grandiosidade da obra, que a presidenta Dilma Rousseff visita nesta sexta-feira (6) para conhecer a Estação de Bombeamento EBI-2 do Eixo Norte, abrange 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 27 reservatórios e nove subestações de 230 quilowatts, além de 270 quilômetros de linhas de transmissão de alta tensão. Haverá ainda quatro túneis. Com 15 quilômetros de extensão, o ‘Cuncas 1′ é o maior túnel para transportar água da América Latina.

Além do consumo humano, indústrias, empreendimentos agrícolas e a indústria do turismo se beneficiarão da obra. A vazão do Rio São Francisco, fundamental para a vida dos que vivem às suas margens, não será prejudicada. Cálculos dos engenheiros demonstram que, a cada litro de água despejado no mar pelo ‘Velho Chico’ por segundo, serão desviadas “duas colheres de sopa”, mesmo em períodos de seca extrema.

A transposição do São Francisco emprega 10.346 pessoas, utilizando 3.909 equipamentos. Serão beneficiadas 294 comunidades rurais e a previsão de conclusão é para dezembro deste ano

Fonte: Blog do Planalto

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A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte aprecia na terça-feira (03/05), a partir das 8h, recurso de apelação da empresa Solaris Participação e Empreendimentos, que pretende construir edifício de 16 pavimentos nas proximidades do Morro do Careca, na Rua José Bragança,120, Vila de Ponta Negra.

O desembargador Amaury Moura Sobrinho é o relator do recurso (Processo 2015.016992-2), através do qual a empresa tenta reverter decisão que lhe é desfavorável cuja sentença foi prolatada pelo Juiz de Direito Airton Pinheiro em meados de novembro de 2014, proibindo a construção do edifício.

O Ministério Púbico do Rio Grande do Norte atua no processo como fiscal da lei e é contra a retomada das construções, baseado em laudos técnicos periciais existentes que comprovaram a existência de impactos permanentes e irreversíveis ao monumento natural formado pelo Morro do Careca e Dunas Associadas.

Para o MPRN, foi cabalmente comprovado, por simulações técnicas, que a edificação pretendida é poluidora nos termos do art. 3º, III da Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, por ferir as condições estéticas da paisagem natural e singular da Zona Costeira, que recebe proteção constitucional e infraconstitucional.

O juiz Airton Pinheiro já condenou o Município de Natal a pagar os danos ocasionados à empresa, pelo fato de ter chegado a autorizar o início da construção. Mas mesmo assim, a empresa ainda insiste, no recurso, em retomar o empreendimento.

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Garantir a aprovação e implantação do Estatuto dos Povos Indígenas está entre os principais desafios dos índios brasileiros, na avaliação do porta-voz estadual da REDE-RO, o líder indígena Almir Narayamoga Suruí. Na sua avaliação, esse estatuto trará avanços `s populações indígenas, pois definirá critérios para que elas possam gerar melhores condições de vida nas áreas demarcadas, com a geração de renda de forma sustentável e sem agredir o meio ambiente. Além disso, também reconhecerá parâmetros que não deixarão dúvidas sobre a destinação desses territórios, o que pode reduzir os conflitos com invasores.

Conhecido por seu ativismo nas causas indígenas, Almir também é o líder máximo do povo Paiter Suruí devido à sua atuação frequente na luta pela etnia. Para ele, a comunidade indígena também tem outros desafios a serem vencidos, como conquistar uma presença maior nos debates das políticas públicas para os índios como também lutar pela demarcação mais ágil das terras indígenas.

Na data em que é comemorado o Dia do Índio, Almir faz uma avaliação da situação dos povos nativos hoje no Brasil, que reúne 896 mil pessoas distribuídas em 305 etnias, segundo o último censo demográfico realizado pelo IBGE em 2010. Em entrevista, ele considera a participação dos índios na política partidária essencial para conquistar benfeitorias à causa indígena. Confira:

Como está a situação atual dos povos indígenas?
Almir Narayamoga Suruí: Os povos indígenas do Brasil ainda têm muitos desafios a enfrentar como forma de buscar melhores condições e também garantir os poucos direitos já conquistados. Muitos de nós já vivemos em territórios demarcados, mas mesmo assim ainda enfrentamos diversas situações, como conviver com os inúmeros conflitos pela terra. Afinal, algumas terras indígenas contam com invasões de madeireiros e de garimpeiros. Por falta de uma ação mais efetiva do governo, esses confrontos ficam sem uma solução. Precisamos buscar mecanismos para debater esses problemas e aumentar a participação dos índios nas discussões das políticas públicas para o nosso povo, pois nossa presença nisso é muito baixa.

Então isso significa que os povos indígenas ainda têm muitos desafios adiante?
Almir: Com certeza. Muitos que precisamos enfrentar e nos posicionarmos para conquistar direitos e critérios que garantam os nossos costumes e nossa cultura viva.

Você apontaria quais seriam esses desafios que devem ser enfrentados pelos povos indígenas?
Almir: São vários que já deveriam estar em fase mais adiantada de debates ou até mesmo implementadas. Um dos principais é a nossa luta pela aprovação do Estatuto dos Povos Indígenas, que está em tramitação no Congresso Nacional. O projeto nesse sentido está há muitos anos no Legislativo, mas até agora continua parado. Até a última vez que eu soube da proposta, a mesma estava pronta para votação. Trata-se de um mecanismo muito importante para criar novos critérios para que os povos indígenas possam viver de acordo com os seus costumes nas suas terras demarcadas. Além disso, vai estabelecer parâmetros que possam impedir as invasões de colonos, de madeireiros e de garimpeiros que, em muitos casos, ameaçam o modo de vida dos indígenas e tiram a autonomia nos nossos próprios territórios.

De que forma o Estatuto dos Povos Indígenas conseguirá de fato garantir direitos aos indígenas?
Almir: Esse estatuto irá criar novos critérios tanto em relação às reservas demarcadas para os índios quanto à forma que nós poderemos viver e explorar de forma sustentável essas áreas, sempre de uma maneira a respeitar os costumes indígenas e, ao mesmo tempo, o meio ambiente. Um exemplo disso, o estatuto poderá estabelecer como os nossos povos poderão gerar renda econômica com a exploração dessas terras, com manejo múltiplo para atender às necessidades da comunidade. Atualmente, muitas comunidades indígenas encontram dificuldades de fazer uma gestão do território demarcado de acordo com a legislação vigente porque não existem parâmetros que atendam às necessidades dos índios. E hoje, as leis relacionadas aos índios em vigor estão muito defasadas, pois apenas reconhece o direito dos indígenas, no entanto, não proporciona parâmetros claros para garantir melhores condições.

Do ponto de vista dos conflitos, o Estatuto dos Povos Indígenas poderá trazer mais benefícios ou mesmo proporcionar uma proteção a mais aos índios?
Almir: Sim, pois vai de fato reconhecer os territórios indígenas demarcados pelo governo. Ao estabelecer parâmetros e critérios nesse sentido, não haverá dúvidas sobre a destinação dessas áreas, o que pode reduzir os conflitos com os invasores que, na maioria dos casos, são madeireiros e garimpeiros, que querem explorar essas terras sem levar em consideração a vida dos povos indígenas numa determinada região.

Fora o estatuto, existe algum outro desafio para a comunidade indígena?
Almir: Com certeza. Outro importante ponto que se torna um desafio para nossa comunidade é proporcionar uma forma de garantir uma participação maior dos índios nos debates de políticas públicas para essa comunidade. Precisamos que nossa presença cresça cada vez mais nessas discussões, sobretudo, nos órgãos governamentais. O grande problema é que esses setores ligados ao governo não abrem esse espaço para nós. Em muitos casos, a nossa participação é muito pequena quando não é totalmente ausente. Precisamos arrumar formas para conquistarmos uma participação entre 40% e 50% da composição dos integrantes com índios. Como o nosso espaço é muito pequeno nos debates, as nossas reivindicações dificilmente são atendidas.

Quanto à demarcação de terras indígenas, como você avalia o andamento disso por parte do governo?
Almir: Apesar de ser algo muito conhecido pela sociedade em geral, a demarcação de terras indígenas ainda pode ser considerado como um desafio a ser vencido porque a velocidade que isso acontece é muito lenta. É preciso que a comunidade indígena trabalhe junto aos órgãos governamentais para amplie essa velocidade. E o governo deve fazer uma reforma agrária com demarcação dos territórios indígenas. Afinal, esses conflitos ainda registrados em algumas áreas é fruto de uma reforma mal feita no passado.

Matéria na íntegra REDE Sustentabilidade

A moradora Francilene Cabral denuncia através do Facebook o entupimento da rede de esgoto em frente de sua casa, no Residencial Campinas em Macaíba. A moradora afirma que a tubulação está entupida, os vasos sanitários também estão e nada foi feito pelas insitutições públicas, tanto a CAERN,  responsável pelo esgoto quanto a Prefeitura de Macaíba, segundo o qual ela disse que procurou.

No post de Francilene outra moradora também reclama do mau cheiro que o esgoto servido na rua vem deixando, além dos mosquitos que vem aparecendo nas casas. Essa tubulação é a do saneamento básico, por onde passa todo resídou  que sai das fossas das casas.