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Saneamento básico é um assunto pouco falado no meio político, pois o tema não agrada gestores que não gostam de realizar obras que não ficam visível ao cidadão. Saneamento  deveria ser um dos temas em qualquer debate político, é na falta de saneamento básico que qualquer cidade ou governo gasta mais com saúde pública, já que várias doenças são transmitidas por mosquitos.

Mas o saneamento básico vai bem além da questão de saúde pública, é uma questão ambiental. As fossas da maioria das casas da periferia é construida com espaços nos tijolos para que todo o líquido infiltre no solo, além de prejudicar o solo,  esse líquido ele na maioria das vezes consegue atingir o lençou freátivo, água acumulada que muitas cidades dependem para realizar o abastecimento da população.

Em cidades desenvolvidas o saneamento básico é feito bem antes  que as ruas sejam pavimentadas. É uma forma de reduzir custos e pensar também redução de gastos na saúde pública.

Por Mário Victor

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Por Daíse Souza

Minha história com esse cachorrinho começou há alguns dias… eu e Rômulo Machado passeávamos com Mel, quando ele nos encontrou e resolveu nos acompanhar. Durante todo o passeio ele não nos largou, era como se tivesse escolhido a gente… Voltamos para casa, ele não percebeu a nossa partida e ficou lá… Depois de dias ele apareceu aqui na rua, foi conquistando os vizinhos, recebeu o nome de ‘Serumano’ e daqui não saiu… Aqui na vizinhança ele encontra alimento e água, mas ainda não tem um lar. Vive pelas calçadas dia e noite…

Meu coração anda doído por ver isso e não poder fazer nada além de preparar sua comidinha, colocar água e fazer algum carinho… Não temos muito espaço e o que temos já dividimos com Mel. Apesar de não poder adotá-lo, jamais faria vista grossa para sua situação… Por isso faço este apelo a você (que tem espaço e pensa em adotar um cachorrinho). Serumano é especial! Extremamente carinhoso e está ansioso por uma família… ele nos fala isso com o olhar.

Para maiores informações, entre em contato com 84 99963-6280.
#adoção #adoteumpet #serumano #umlarparaserumano

“A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.”
Arthur Schopenhauer

 

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, desfez o ato assinado por ele dias atrás nomeando Lucíolo Cunha Gomes para a Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Tocantins, após vir a tona uma publicação na qual Gomes relata comer um animal silvestre e ironiza o órgão.

A decisão foi tomada depois que as postagens do novo superintendente foram divulgadas e sofreram críticas, gerando inclusive uma recomendação do Ministério Público Federal de Tocantins para que a nomeação fosse revista.

Gomes foi nomeado na terça-feira (9) para o cargo por Sarney Filho. No post, de 2013, ele escreveu: “Deliciando pernil de caititu […]. O medo aqui é só aparecer o Ibama… rsss”, referindo-se à espécie também conhecida como porco-do-mato.

A recomendação do MPF/TO foi encaminhada a Sarney Filho e ao chefe da Casa Civil, ministro Eliseu Padilha, que cuida das publicações no Diário Oficial da União. Nos comentários da postagem, Lucíolo ainda faz sátiras ao monitoramento que era feito do animal pelo chip e diz que o Ibama não o pegaria pois “não sabe o endereço”.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, as indicações para os cargos estaduais do Ibama são feitos por “bancadas parlamentares dos respectivos estados”. O ministro declarou em nota que não aceitará no quadro funcional da pasta pessoas “incompatíveis” com o cargo.

“No caso do superintendente nomeado para o Tocantins, a incompatibilidade ficou clara e a nomeação foi tornada sem efeito”, disse Sarney Filho, por meio de sua assessoria.

ICMbio

O Instituto Chico Mendes (ICMBio) lançou um aplicativo para smartphones que permite aos usuários identificarem espécies de tartaruga marinha com o celular. O Pic4Turtle é um aplicativo que permite enviar fotos e solicitar informações sobre as oito espécies ameaçadas de extinção em todo o mundo. A plataforma é gratuita e está disponível para IOS e Android.

“Além de registrar fotos de tartarugas, como uma forma de engajar mais aliados em torno de uma causa viva, o aplicativo permite ao cidadão encontrar unidades de conservação por proximidade. Já são 364 usuários ativos e 22 organizações de diferentes países que estão conectados à plataforma, e que já enviaram 166 fotos de 6 espécies diferentes”, informa Vinicius Leandro Soares, estudante finalista do curso de Oceanografia e colaborador da startup Pic4Turtle.

Em três meses de lançamento, o grau de acerto do sistema automático de reconhecimento das espécies por fotografias é de aproximadamente 86%. Porém, a identificação automática depende de uma série de fatores como posição da tartaruga na foto, estágio de vida do indivíduo (filhotes de diferentes espécies podem ser bem semelhantes entre si), e qualidade do registro fotográfico.

“O grande diferencial deste aplicativo é o potencial de sensibilização e educação ambiental”, diz o coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas (Tamar), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), no Espírito Santo, Joca Thomé. “As fotos podem ter comentários e todo mundo se comunica sobre as tartarugas marinhas, isso é muito positivo para a conservação”, afirma.

A geolocalização permite que o usuário navegue por todo o planeta e conheça os registros realizados por outros usuários em diversas praias do mundo. “É uma ferramenta tanto para quem já está envolvido na causa, como para quem está iniciando o contato com o mundo das tartarugas marinhas. Com uma foto, as pessoas recebem informações sobre as espécies e encaminham dados possivelmente relevantes para os pesquisadores” explica Ana Cláudia Marcondes, oceanógrafa do Projeto Tamar.

O Pic4Turtle

A plataforma global utiliza inteligência artificial para reconhecer automaticamente espécies de tartaruga marinha através de uma foto. Além disso, permite que o usuário saiba mais sobre conservação e tenha acesso a informações e curiosidades sobre as espécies, trabalhando assim na difusão da educação ambiental na sociedade.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Instituto Chico Mendes

Um dos cartões postais de Natal, o morro do careca, está com foco de incêndio na parte de cima. O fogo atinge parte da vegetação da duna mais bonita de Natal. Não existe informação se o   incêndio tem haver com a onda de ataques de criminosos.

Foto: Felipo Bellini

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Arquivo

No Bairro Campinas moradores ainda esperam solução por parte da Secretaria Municipal de Infra-Estrutura sobre água de terreno que escorre e se acúmula em frente da praça do bairro. Além da lama, parte da água não consegue escorrer e pode virá um forte local propensa criação do mosquito da dengue. O problema acontece todos os anos após o périodo de chuva dos meses de março e abril, mesmo sem chuva o solo do terreno continua escorrendo água.

A praça do bairro Campinas fica localizada na Rua Manoel Fernandes da Silva, já registramos esse problema aqui diversas vezes e nada foi feito para solunacionar.

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Difícil acreditar, mas aconteceu mais uma vez. Nas primeiras horas desta quinta-feira (21) a Prefeitura realizou um mutirão no Araçá. Às 7h47min o trabalho foi finalizado. No entanto, para surpresa de todos, um morador, sem o mínimo de consciência e consideração pelos profissionais que dão um duro para manter a cidade limpa, voltou a jogar lixo no local que acabara de ser limpo. A péssima ação aconteceu às 8h11min, ou seja, 24 minutos depois da equipe da TCL limpar o local. O mal educado foi identificado.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Joacy Carlos, a Semurb tomará as medidas cabíveis contra essa pessoa que deu o péssimo exemplo. Situações como esta estão acontecendo em alguns locais que a equipe vem realizando mutirões de limpeza. Semana passada o mau exemplo aconteceu no bairro São José. Lá, a ação aconteceu cerca de 48 horas depois da rua limpa. Joacy voltou a pedir a colaboração da população na limpeza urbana e torce para que medidas tristes como essas que aconteceram no São José, e hoje no Aração, não voltem a se repetir.

“Para uma cidade mais limpa, é necessário também que haja colaboração por parte da população, pois não adianta somente o Poder Público fazer a sua parte. O exemplo dessa pessoa do Araçá não representa o verdadeiro macaibense. Pedimos que denunciem os que agem dessa maneira pelos números 3271 6634 ou 3271 3180 para que a secretaria tome as devidas providências”.

 

  • Programação:
  • Das 14h às 15h20 = 1ª Exibição e Debate da Parte Investigativa do Doc RIO CONTADO
  • Das 15h30 às 16h50 – 2ª Exibição e Debate da Parte Investigativa do Doc RIO CONTADO
  • Entre 14h30 e 16h30 – Visitação guiada das Trilhas e área reflorestada de mangue.
  • Entre 15h30 e 1630 – Rodas de Peteca.
  • Das 16h30 as 17h – Reunião sobre outras atividades da Semana do Mangue.
  • A atividade principal do evento será a exibição e o debate da parte investigativa do filme documentário RIO CONTADO na OCA principal do Sítio. A plateia e debatedores se acomodarão em redes, esteiras e tocos de madeira. Há uma limitação técnica de 40 a 50 pessoas por sessão no CineOCA.  Ela será de no máximo 50 minutos (trailer e parte 2 do filme) + 20 min de debate.
  • Sobre o filme Rio Contado: Documentário que mostra o Rio Potengi em todo o seu percurso, da nascente à foz. E revela detalhes essenciais – ainda pouco conhecidos da mídia e da sociedade – do desastre ambiental de 2007, quando morreram 40 toneladas de peixes e outros animais nos manguezais do Potengi. Assista ao trailer em:  https://www.youtube.com/watch?v=QOV07MRW7W8
  • Além do filme e do debate os visitantes poderão conhecer as Trilhas Interpretativas, a área Reflorestada de Mangue e outros locais sociais do Sítio Gamboa do Jaguaribe, sob a organização de Guias voluntários; Também será aberto a oportunidade aos presentes de brincarem em Rodas de Petecas recreativas com o apoio/orientação de educadores e educandos da cultura indígena.
  • Não será cobrado qualquer taxa no evento. Todavia, será facultado (opcional) aos presentes a aquisição de produtos dos parceiros efetivos no projeto do Sítio Ecológico e Cultural Gamboa Jaguaribe, como livros, camisetas, alimentos, arte indígena e suvenires, a título de ajudar nos projetos em curso.

Organização:

Movimento Mangue Vivo e Sitio Ecológico Gamboa Jaguaribe;

Apoio:

IBAMA e Grupo de Estudos Indígenas Ocarasú Pitã.

Contatos:

Milton França 999132630 TIM / 991225600 (Claro e WhatsApp).

Sobre o filme Rio Contado: Airton De Grande (realizador) 99616-0711 (TIM)

Outras atividades já definidas:

Dias 26 e 27/7 – Web Mobilização pró-Manguezal nas redes sociais. Lançamento e/ou reativação de Petições Públicas Online em favor do Estuário Jundiaí-Potengi e pela punição dos causadores de sua Mega Tragédia Ambiental em 2007;

Dia 28/7 – 6h30 – Hidroginástica no Mangue (com Prof. Milttão), ao lado da Fortaleza dos Reis Magos.

Dia 30/7 – 15h – Bicicletada Especial: 9 anos da MegaTragédia nos Mangues do Potengi.

Promoção: Movimento Mangue Vivo.          Realização: Diversos Parceiros.

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Ilustrativa

No Bairro Campinas moradores estão reclamando dos constantes sacos de lixo e entulhos que são colocados nas esquinas do bairro. A denúncia parte de quem faz sua parte e ver vizinhos preguiçosos colocar em pleno domingo lixo nas ruas sabendo que o carro passou no dia anterior e que vai passar só dois dias depois.

“É saco de lixo, galhos e muito entulho jogado nas esquinas” afirmou  seu Francisco, que reside no bairro e  ver que alguns vizinhos são os  malfeitores  causadores do problema.  Um dos maiores ponto onde o  lixo vem sendo colocado é em frente da praça do bairro, nas esquinas da  Rua Francisco Rivaldo da Costa, Rodoval Carval e Evanildo Ferreira de Oliveira.

É preciso rigor na fiscalização das denúncias que são feitas, pois algumas placas já foram colocadas proibindo o lixo ser em alguns destes locais.

Blog da Marina

Blog da Marina

Blog da Marina Silva

Artigo: Acima do general

Indigenistas, servidores da Funai e lideranças de diversos povos indígenas mobilizaram-se e protestaram contra a indicação do general reformado Roberto Sebastião Peternelli para presidir a Funai. A notícia da nomeação, que circulou desde a tarde de terça-feira, causou preocupação, pois seria um sinal claro de continuidade no ataque aos direitos dos povos indígenas e no desmonte da legislação e das políticas públicas socioambientais.

O governo da presidente afastada Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, agora na Presidência, foi reconhecidamente o que menos fez nos últimos 30 anos pela demarcação de terras e na garantia dos direitos indígenas assegurados na Constituição. Esses direitos não são apenas das comunidades indígenas, mas de toda a sociedade brasileira. É uma contribuição do Brasil para a manutenção do equilíbrio do planeta e da nossa cultura ancestral. O retrocesso dos últimos anos tira o Brasil da liderança na busca de soluções para a crise ambiental global, agrava os problemas e aumenta a possibilidade de desastres – sociais e ambientais, como evidencia a tragédia guarani-kaiowá.

Obviamente, a preocupação com a possível nomeação do general Peternelli não era pela sua condição de militar. O marechal Rondon foi um reconhecido defensor dos povos indígenas e o exército brasileiro cumpre uma função importante na Amazônia, inclusive na proteção da floresta em operações conjuntas com o Ibama. O problema é que o general que supostamente seria indicado não tinha histórico de defesa dos direitos indígenas, como se espera de um presidente da Funai. Além do mais, suas opiniões favoráveis à ditadura militar despertaram o temor de retorno a um período de genocídio intenso, embora oculto pela censura. Acrescente-se suas ligações políticas com setores que defendem interesses de ruralistas e mineradoras contrários aos direitos indígenas. Tudo deixava evidente sua inadequação à função.

No final da tarde de ontem, porta-vozes do governo desmentiram a notícia, para alívio de todos. Mas os índios e seus aliados permanecem incomodados: e se o nome do general foi usado como um balão de ensaio para medir as resistências e a sondar a opinião pública? E se o governo usou a tática do “bode na sala”, acenando com um nome a ser rejeitado para depois nomear quem realmente queria com um sinal de “menos mal”?

No final das contas, o debate sobre o novo presidente da Funai só tem sentido num debate sobre a Funai e a política indigenista do Estado brasileiro. Esse debate vem sendo distorcido e adiado há muito tempo, com grave prejuízo para o futuro do país. O Brasil necessita fortalecer a Funai e agilizar a demarcação de terras, proteger os direitos e as culturas indígenas, cumprindo o que determina a Constituição. Mas desde o início do governo Dilma temos visto o sucateamento da Funai e as ameaças às comunidades, que no governo interino de Temer podem continuar e até se agravar.

O fundamento do retrocesso é a partilha do Estado brasileiro entre os grupos encastelados nos partidos e no Congresso. O governo acena para o mercado e para a opinião pública com critérios – corretamente técnicos – na escolha do Ministério da Fazenda e instituições que regem a economia, mas as partes mais frágeis do Estado, justamente aquelas que deveriam atender diretamente às necessidades da população, viram moeda de pouco valor nas mesas de negociação.

A Funai está nesta “vala comum” do loteamento político. O Decreto 8785/16, que trata da devolução de postos de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) ao Ministério do Planejamento é particularmente severo com a política indigenista. O corte do Ministério da Justiça é o maior de todos e um terço dele é dos quadros da Funai. A Portaria 611/16, que trata do bloqueio de despesas, agrava a situação da Funai, que já teve redução orçamentária de mais de 20% desde o ano passado, ao ponto de enfrentar dificuldades de manutenção.

Enquanto isso, o Congresso ameaça controlar a demarcação das terras indígenas, com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/00. E uma CPI da Funai, sem os devidos cuidados na produção de provas e depoimentos, pode aprovar um relatório que criminaliza lideranças indígenas e antropólogos. (Ironicamente, mesmo com todas as provas de corrupção levantadas pela Lava-Jato, os mesmos parlamentares fizeram CPIs que não encontraram nem condenaram ninguém).

Cria-se, assim, uma opinião pública favorável ao desmonte da Funai e maiores retrocessos na proteção aos direitos das comunidades. E a relação do Estado brasileiro com os índios deixa de ser uma questão de Justiça para transformar-se num caso de polícia. Perdem os índios, perde a sociedade brasileira, perde a humanidade. É preciso que esteja desperta a consciência da nação brasileira para que não se aprofunde tamanha injustiça.

O governo não está apenas politicamente pressionado a nomear um presidente “aceitável” para a Funai. Mais que isso, está moralmente obrigado a ouvir a sociedade num debate aberto e democrático sobre o que o Brasil quer para suas populações originárias: respeito aos seus direitos ou genocídio.

JFRN – O Departamento de Estradas e Rodagens do Rio Grande do Norte foi condenado a pagar indenização de R$ 2 milhões pelos danos ambientais ocasionados pela construção da rodovia do prolongamento da avenida Prudente de Morais. O valor será destinado a um fundo de natureza ambiental. Além disso, o DER está obrigado a executar projeto de compensação ambiental, na forma da destinação de área equivalente à extensão da área desmatada, com as mesmas características ecológicas. A determinação foi do Juiz Federal Mário Azevedo Jambo, que atuou em substituição na 5ª Vara Federal e proferiu a sentença. O magistrado também definiu que o órgão estadual deverá apresentar projeto de recuperação da área degradada para recuperação da fauna e flora prejudicadas pela obra.

Na sentença, o Juiz Federal Mário Jambo negou o pedido de demolição da rodovia feito pelo Ministério Público Estadual e Federal e pelo Ibama. O magistrado destacou que resta patente a utilizada pública da obra que tem como objetivo desafogar o trânsito em Natal. “É evidente que restou caracterizado o dano ambiental, pela supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração do Bioma Mata Atlântica destinada a proteger o entorno das unidades de conservação, sem a realização de estudos necessários para garantir a sobrevivência de espécies da flora e da fauna silvestres ameaçadas de extinção”, escreveu o Juiz Federal na sentença.

Ele chamou atenção sobre como será o Programa de Recuperação da Área Degradada, que deverá ser executado pelo DER: “deverá abranger, entre outras medidas protetivas, a criação de passagens de fauna efetivas para permitir o fluxo gênico e o acesso da fauna aos recursos ambientais presentes nos fragmentos atualmente isolados pela rodovia, bem como a adoção de medidas para o desassoreamento da parte afetada do Rio Pitimbu, para a contenção de encostas, no trecho próximo ao Rio Pitimbu e para a drenagem das águas pluviais, de forma a evitar novo assoreamento do rio”.

Manaus - A morte de Juma, a onça-pintada que participou de cerimônia durante a passagem da Tocha Olímpica por Manaus, ontem (20), tem causado comoção nas redes sociais (Ivo Lima/Ministério do Esporte)

Ivo Lima/Ministério do Esporte

A morte de Juma, a onça-pintada que participou de cerimônia durante a passagem da Tocha Olímpica por Manaus, ontem (20), tem causado comoção nas redes sociais. A onça-pintada foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), logo após ser exibida no evento e tentar escapar do local.

Em petição na internet, um grupo pede justiça pela morte do animal. “Juma foi retirada de seu habitat para servir de alegoria” para evento da Olimpíada, diz o abaixo-assinado. A mobilização viralizou nas redes sociais e já recolheu mais de 35 mil assinaturas até o fim da tarde de hoje (21). Com a hastag #Juma, milhares de brasileiros lamentam a morte da onça-pintada, espécie ameaçada de extinção.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) notificou o Comando Militar da Amazônia (CMA) pela morte do felino. Segundo a organização, a onça não poderia ser exibida em eventos sem autorização de órgãos ambientais. Em nota, o Ipaam diz que aguarda explicações sobre as circunstâncias do acidente. O CMA pode ser multado em R$ 5 mil.

Segundo o Ministério da Defesa, a onça precisou ser abatida depois de escapar do zoológico da unidade militar. O animal chegou a receber tranquilizantes, mas, ainda assim, atacou um soldado. O disparo de pistola contra o animal foi um procedimento de segurança, segundo os militares.

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Ilustrativa

Moradores que residem no Bairro Campinas, precisamente na saída para a avenida Enock Garcia (Lagoa Grande) reclamam de terreno baldio cheio de lixo. Ontem (20) pela manhã passamos pelo local e duas moradores estavam gravando a situação para que alguma providência seja tomada. Segundo o que elas estavam relatando, além do mal cheiro que o lixo leva para as casas, o lixo vem fazendo ratos aparecerem nas residências.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte aderiu à Campanha do Lixo Eletrônico promovida pela empresa Natal Reciclagem como parte da semana do meio ambiente. A Procuradoria-Geral de Justiça, em Candelária, será Ecoponto de coleta no período entre 6 a 10 de junho.

A ação é a sexta campanha do lixo eletrônico promovida pela Natal Reciclagem em comemoração à Semana do Meio Ambiente 2016. O objetivo é conscientizar a população ao problema do lixo eletrônico e com a oportunidade para que se desfaça de diversos equipamentos eletrônicos em desuso, destinando-os de forma ambientalmente adequada.

Para a coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias do Meio Ambiente (CAOP-MA), promotora de Justiça Mariana Marinho Barbalho, o destino correto desse tipo de lixo é de suma importância. “Uma vez expostos ao sol e/ou chuva, alguns desses equipamentos podem entrar em combustão ou liberar substâncias tóxicas para o solo e lençóis freáticos, contaminando-os. Além disso, esse tipo de trabalho diminui o volume de lixo que é levado aos aterros sanitários e lixões”, explicou.

Nesta campanha serão recebidos celulares, carregadores, notebook, nobreak, estabilizadores, tablet, CPU, monitor, TV, impressora, modem, CD-ROM, telefone, DVD, vídeo cassete, rádio, caixa de som, relógio, microondas, liquidificadores, secadores, exaustores, ventiladores, pendrives, central telefônica, fios, cabos elétricos, fone de ouvido, teclado, mouse, controle remoto, câmera fotográfica, decodificador, geradores, placas de circuitos, dentre outros.

A empresa esclarece que o descarte de grandes geradores ou elevadas quantidades de lixo, oriundos de empresas por exemplo, serão destinados ao Ecoponto fixo, na sede da Natal Reciclagem, localizada na Rua Adolfo Gordo, 2279 na Cidade da Esperança.

A idealizadora da campanha alerta ainda que lâmpadas não serão recebidas nesta edição devido ao alto risco de acidente com os demais resíduos. Nesse caso, orienta-se que estas sejam devolvidas aos lojistas ou revendedores de seus fabricantes que, de acordo com a Lei 12.305/2010, são obrigados a realizarem sua própria logística reversa.

Após finalizada a campanha, os resíduos serão transportados para a sede da Natal Reciclagem onde serão pesados, quantificados, descaracterizados e desmontados, a fim de que sejam enviados para as devidas indústrias de reciclagem e processamento final de cada item.

Após todo esse processo, o que antes era lixo será transformado em matéria-prima para a fabricação de um novo produto. Mais informações acerca da campanha: (84) 3081-2525.