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Reitora da UFRN Ângela Paiva e o presidente da Federação das Indústrias do RN Amaro Sales. Foto: Cícero Oliveira

A relação entre universidade e empresas no Parque Tecnológico do Rio Grande do Norte foi tema da audiência entre a reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Maria Paiva Cruz, e o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Amaro Sales.

A reunião aconteceu na tarde desta segunda-feira, 16, na Casa da Indústria, com a discussão das cooperações necessárias para a consolidação do parque inserido no programa RN Sustentável, em que a UFRN será a universidade âncora responsável pela implantação e desenvolvimento do empreendimento, em parceria com a Fiern.

O Parque Tecnológico do RN visa à inovação tecnológica nas áreas de energia, de sustentabilidade e de meio ambiente.

UFRN

Portal UFRN – “Estamos satisfeitos, porque aqui achamos soluções para muitos problemas que a gente tem hoje no setor produtivo industrial do estado”. Assim se posicionou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), empresário Amaro Sales, ao final da visita da comitiva da federação e industriários na manhã da última sexta-feira, 29, à Inova Metrópole, incubadora de empresas do Instituto Metrópole Digital (IMD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

O presidente da Fiern, o secretário de Meio Ambiente de Natal, Marcelo Rosado; dirigentes públicos e um grupo empresarial percorreram os ambientes onde 32 empresas estão abrigadas. “É um novo modelo de negócio para a própria Universidade. A intenção é fazer a pesquisa institucional chegar à sociedade, de forma útil”, explicou Anderson Cruz, professor do IMD e gerente executivo da Inova Metrópole.

As empresas incubadas são capacitadas para produzir em escala, detalhou o diretor do IMD José Ivonildo Rêgo, ao exemplificar que muitas delas geram tecnologia de reposição de peças para componentes da linha de produção industrial. “É importante e indispensável a Fiern conhecer as nossas competências”, expôs a reitora Ângela Maria Paiva Cruz, ao sugerir que a federação aponte as necessidades do setor industrial do RN para os próximos 10 anos.

Indústrias

Arquivo/Agência Brasil

A perda de competitividade provocada por problemas como falta de infraestrutura, burocracia e baixa produtividade está trazendo consequências drásticas para um dos principais setores da economia brasileira. O peso da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) de 22 estados e do Distrito Federal diminuiu de 2010 a 2013. No mesmo período, o peso da indústria no PIB nacional caiu 2,5 pontos percentuais, de 27,4% para 24,9%.

A queda na participação econômica em quase todas as unidades da Federação consta do estudo Perfil da Indústria nos Estados, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Ao comparar o valor produzido pela indústria local com a soma de todos os bens e serviços produzidos em cada estado e no DF, o levantamento comprovou a redução da importância do setor.

O maior recuo ocorreu na Bahia, onde a participação da indústria na economia do estado caiu 6,6 pontos percentuais, de 27,1% em 2010 para 20,5% em 2013. Em seguida, vêm Amazonas, com retração de 5,7 pontos (de 42,7% para 37%) e Tocantins, com queda de 4,3 pontos (de 21% para 16,7%).

Responsável pelo maior parque industrial do país, São Paulo está em quarto lugar, com retração de 4,2 pontos percentuais, de 27,1% para 22,9%. A perda de espaço refletiu-se na queda da participação do estado na composição nacional da produção industrial. Em 2010, São Paulo concentrava 32,1% de todos os produtos industrializados fabricados no país. A proporção caiu para 28,6% em 2013.

Agência Brasil

Divulgação

Divulgação

No dia do trabalhador (01 de maio), a ex-senadora Marina Silva (REDE) lembra aos internautas através do Facebook, que hoje o Brasil tem 11 milhões de desempregados, causado principalmente pela crise econômica e política do Brasil.

Em um banner da REDE compartilhado por Marina Silva, porta-voz da sigla, diz a seguinte frase ” Esse é o pior dia do trabalhador desse século” .

São Paulo - Manifestação de 1 de Maio organizada pela CUT, no Vale do Anhangabaú, conta com a presença da presidente Dilma Rousseff (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Rovena Rosa/Agência Brasil

Agência Brasil – A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (1º), em ato promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), o reajuste de 9% para os beneficiários do Programa Bolsa Família – o aumento entrará em vigor ainda em 2016. Dilma Rousseff anunciou também correção de 5% da tabela do Imposto de Renda para o próximo ano; a contratação de, no mínimo, 25 mil moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida e a extensão da licença-paternidade de cinco para 20 dias aos funcionários públicos federais.

“Quero lembrar que essa proposta [de reajuste do programa Bolsa Família] não nasceu hoje. Elas estavam previstas quando enviamos o Orçamento em agosto de 2015 para o Congresso. Essa proposta foi aprovada pelo Congresso. Diante do quadro atual, tomamos medidas que garantam a receita para este ano e viabilizar tudo isso sem comprometer o cenário fiscal”, disse a presidenta Dilma, no evento em comemoração ao Dia do Trabalho, no Vale do Anhangabaú, na capital paulista.

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Reprodução TV Globo

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

Pelo segundo mês seguido, a bandeira tarifária das contas de energia elétrica será a verde, ou seja, não haverá acréscimo na conta dos consumidores. A bandeira que vai vigorar em maio foi definida ontem  (29) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo a agência, entre os fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde estão o resultado positivo do período úmido, que recompôs os reservatórios das hidrelétricas, além do aumento de energia disponível com redução de demanda  e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro, como a hidrelétrica de Belo Monte.

Desde que foi implementado o sistema de bandeiras tarifárias, em janeiro de 2015, até fevereiro de 2016, a bandeira se manteve vermelha (com a cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos). Em março, passou para amarela (com a taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, em abril, a bandeira foi verde.

O sistema é uma forma de recompor os gastos extras com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) decidiu, ao responder consulta formulada pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, que o Estado pode celebrar convênios com os municípios para fins de cooperação financeira visando o custeio complementar e subsidiário das atividades de segurança pública. A consulta foi relatada pelo presidente Carlos Thompson, cujo voto foi aprovado pelo Pleno da Corte.

“Diante desse arcabouço normativo, afigura-se possível a celebração de convênios entre o Estado (ou órgão estadual) e Municípios para fins de cooperação financeira para o custeio complementar e subsidiário das atividades de segurança pública a serem executadas no ente municipal”, aponta o presidente em seu voto. Contudo, para isso acontecer é preciso respeitar algumas regras.

O valor pago a título de “custeio complementar e subsidiário” não pode ser direcionado para o pagamento de despesas de pessoal – ativo, inativo ou pensionista – do Estado. Isso inclui a possibilidade de pagamento de “diárias operacionais”, que, como são consideradas verbas remuneratórias, e portante despesa com pessoal, não poderiam ser custeadas pelos municípios através de convênios.

Além disso, para que seja legal a transferência voluntária de recursos dos municípios para o Estado é preciso haver autorização legislativa por parte do Município; autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual do Município; um convênio firmado entre as partes; e uma transferência genérica de recursos entre um ente a outro. Não há possibilidade de transferência direta a órgãos ou predefinições da forma de execução da despesa.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Os clientes bancários agora podem abrir ou fechar contas bancárias, como conta-corrente e de poupança, usando a internet. O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou as regras para abertura e fechamento de contas de depósitos por meio eletrônicos.

Segundo o Banco Central (BC), os bancos terão que adotar procedimentos e controles que permitam confirmar a autenticidade dos documentos eletrônicos e podem usar tecnologias como contato por vídeo, de reconhecimento de voz e assinaturas com certificação eletrônica.

As regras já estão valendo. “O objetivo é permitir que haja facilidade maior para abertura e encerramento de contas e incorpore nesse processo toda a inovação tecnológica”, disse hoje (25) a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, Silvia Marques.

As mesmas regras das contas convencionais são válidas para as abertas por meio eletrônico, como as relativas à situação cadastral, tarifas, prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo.

O CMN também aprovou resolução que proíbe a recusa de atendimento em caixas convencionais de clientes de outro banco. Ou seja, se um cliente de um banco for a um caixa pagar um boleto, por exemplo, em outra instituição financeira, terá que ser atendido. A exceção é para os casos de pagamento de cheques, boletos vencidos e convênios que prevêem o pagamento específico em um banco. Segundo Silvia Marques, a resolução esclarece as regras é resultado de reclamações de clientes que não foram atendidos no caixa.

Crédito

Outra medida aprovada pelo CMN é a que facilita a captação de recursos pelo banco para oferecer crédito imobiliário e para o agronegócio. Agora, os bancos podem comprar Certificados de Recebíveis imobiliários e de Recebíveis do Agronegócios, oferecidos por companhias securitizadoras ligadas à instituição compradora.

A reunião do CMN foi realizada na última sexta-feira (22), mas o BC divulgou as novas normas nesta segunda-feira (25).

Nesta quarta-feira (20), equipes da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (SEMTAS) e da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) se reuniram no Residencial Campinas para fazer um mutirão para negociação de dívidas dos moradores locais e cadastramento para redução de tarifas. Também houve atendimentos para dirimir as dúvidas referentes ao Programa Bolsa Família.
A CAERN cobra o pagamento de uma taxa extra porque o Residencial Campinas é totalmente saneado. Porém, desde fevereiro, a gestão municipal tem buscado negociar para que os moradores do empreendimento tenham descontos através da tarifa popular. 
A partir da fatura de maio deste ano, aqueles que se cadastrarem e se enquadrarem nos critérios da tarifa popular terão redução, explica João Batista Frutuoso, chefe de unidade de receita de Macaíba, que acrescentou que mesmo assim é importante que os moradores não desperdicem água, fazendo um uso consciente e revisando suas instalações hidráulicas.
“Gostei desse atendimento. Agora sim eu espero uma melhora porque veio caro, vai melhorar mais minha situação”, relatou a moradora Maria Aparecida Fernandes. Segundo a SEMTAS, mais de 200 famílias foram atendidas nessa ação de hoje. Quem passou pelo mutirão e não conseguiu finalizar o processo de cadastramento e renegociação, poderá fazê-lo nos dias 22 e 25 deste mês na sede da CAERN, e a Prefeitura disponibilizará transporte para essas pessoas. Mais informações e dúvidas podem ser retiradas através dos números de atendimento da CAERN: 3271-7060 e 7061.
A partir de maio, a Prefeitura também irá fazer um mutirão para atualização cadastral dos beneficiários do Bolsa Família do Residencial Campinas. No dia 06, serão atendidas as pessoas com NIS 1 e 2. No dia 13, NIS 3 e 4. No dia 20, NIS 5 e 6. Por fim, no dia 03 de junho, será a vez dos números de NIS com finais 7,8,9 e 0. O atendimento será de 8h30min às 16h.
Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje (18), por meio de nota, que não realizará o Censo Agropecuário no ano que vem, devido a restrições orçamentárias neste ano. De acordo com o IBGE, o orçamento da pesquisa foi reduzido de R$ 330,8 milhões para R$ 266,9 milhões, o que inviabiliza sua realização.

A direção do IBGE informou que estava tentando obter, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, os recursos para o censo e para a compra de equipamentos necessários à pesquisa, mas não teve sucesso. Por isso, o concurso de seleção para os profissionais que trabalhariam no censo também foi cancelado. O dinheiro da inscrição será devolvido.

O censo foi adiado para uma data ainda a ser definida, já que a pesquisa depende de recursos orçamentários. Por enquanto, as demais atividades previstas para 2016 no plano de trabalho do IBGE não foram afetadas.

A pesquisa aborda questões como a segurança alimentar, a agricultura familiar e informações macroeconômicas, como preço dos alimentos e balança comercial.

A Agência Brasil procurou o Ministério do Planejamento para comentar o assunto e aguarda resposta.

29032010dinheiro017

Agência Brasil – O salário mínimo no próximo ano deve chegar a R$ 946, valor que consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, enviado hoje (15) pelo governo ao Congresso Nacional. Pela proposta, o salário mínimo terá aumento de 7,5% a partir de 1º de janeiro.

Desde 2011, o salário mínimo é reajustado pela inflação do ano anterior, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos antes. A fórmula valerá até 2019.

Pela proposta, o salário mínimo passará para R$ 1.002,70 em 2018 e R$ 1.067,40 em 2019. Os reajustes também seguem a fórmula estabelecida em lei.

Assecom RN

Assecom RN

O Governo do Estado tem marcado presença nos principais eventos do turismo nacional e internacional. Os efeitos desse investimento já são nítidos. Pesquisas locais e de operadoras e instituições nacionais apontam o crescimento do turismo no Rio Grande do Norte. Durante a WTM Latin América, que acontece em São Paulo até hoje (31), uma das principais agências virtuais de viagem – a Decolar.com – também apresentou planilha em que Natal aparece como destino mais procurado do Nordeste em 2015.

Outro dado chama a atenção na planilha: fora o turista brasileiro, com 58,69% da demanda, o argentino é quem mais procurou Natal, com praticamente o restante do percentual: 38,64%, seguido do Chile, com 1,87%. Desde o ano passado, o Governo do RN, por intermédio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur RN) e Empresa Potiguar de Promoção Turística do RN (Emprotur), viabilizou um novo voo Buenos Aires/Natal, com ampla divulgação dos destinos potiguares na Argentina, que colaborou de forma direta com esse resultado.

“Nada vem por acaso. Tínhamos um déficit enorme de divulgação dos nossos destinos nos últimos anos, no plano nacional ou internacional. Vínhamos perdendo posições significativas nessas pesquisas e hoje não só revertemos o quadro, como estamos na liderança em muitas delas”, celebra o secretário de Turismo, Ruy Gaspar. A presidente da Emprotur, Aninha Costa, ressaltou a participação do RN em eventos de turismo e o foco em alguns mercados potenciais ao fomento do turismo potiguar.

Aninha tem participado de rodadas de negócios promovidas na WTM e uma demanda inusitada tem chamado atenção. “Recebi visita de pelo menos dez operadores peruanos em nosso estande. Eles estão em busca de novos destinos no Brasil e Natal está na preferência. Estão inclusive interessados em fam tours e press trips, que pretendemos viabilizar para também consolidar esse mercado para nosso Estado”, comemorou Aninha, que também recebeu operadores de outros países latino americanos, além da Alemanha, Espanha e Itália.

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O grande desafio da administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para os nove meses restantes deste ano é ajustar as despesas ao orçamento geral de 1 bilhão e 300 milhões, o mesmo do ano passado. Essa foi a principal orientação do vice-reitor José Daniel Diniz Melo, aos pró-reitores, diretores de unidades acadêmicas descentralizadas, superintendentes, coordenadores, assessores e demais integrantes da equipe, durante reunião com o staff na manhã desta sexta-feira, 1º de abril.

Gastar o essencial, mas manter a produtividade e qualidade dos serviços que a Universidade oferta é tarefa “inadiável”, disse o vice-reitor aos presentes. Absorvida pela equipe sob algumas ponderações, a gestão universitária mostrou que o panorama é executar um orçamento de custeio e de investimento com o mesmo zelo de 2015, quando a UFRN figura entre as quatro únicas universidades federais que fecharam as contas sem deixar dívidas para o orçamento seguinte.

Medidas e avanços

Políticas acadêmicas, como a Editorial, supridas por meio de fundos do orçamento da UFRN, foram adequadas ou tiveram uma pequena redução. Contratos de prestações de serviços com as construtoras, e de terceirização de mão-de-obra para limpeza urbana, copa, manutenção de equipamentos e máquinas, vigilância e outros de custo fixo, terão os gastos adequados ao que for repassado pelo governo federal, conforme a arrecadação nacional de tributos.

Por outro lado, serviços, como a emissão de diploma, manutenção da rede elétrica, ampliação do acervo bibliográfico, projetos de capacitação de servidores, cursinho do DCE e realização da Cientec também sofreram uma adequação para menos. Tudo isso deverá ser apreciado pelo Conselho de Administração (Consad).

Entre as medidas, a redução com os custos de energia gerou uma economia e a conta deve ficar em torno de 16 milhões neste ano. O resultado espelha o trabalho da Comissão Interna de Conservação de Energia (Cice), composta por docentes e técnicos, com sugestões implementadas e que deram certo. Em suma, a UFRN vive um momento de “planejamento racional feito com muito rigor” conforme declaração da reitora Ângela Maria Paiva Cruz, ausente da agenda diária da UFRN no dia de hoje, devido a problema de saúde no meio familiar.


Na próxima segunda-feira (4) será realizada a solenidade de abertura da entrega de cheques do programa Corte de Terra 2016, no ginásio de esportes do distrito de Traíras, às 9h.

Agricultores do distrito e das comunidades Lagoa Nova, Torrões, Sucavão dos Gomes, Lagoa do Umbú e Lagoa do Espinho receberão os cheques na ocasião.

Os documentos serão entregues até o próximo dia 12 de abril nos demais distritos e comunidades da zona rural de Macaíba e para recebê-los, os agricultores deverão levar o CPF ou a carteira de identidade. Quem perder o período de recebimento deverá procurar a Semape (Secretaria Municipal de Agricultura, da Pecuária e da Pesca) a partir do dia 14 de abril deste ano.

A Semape está localizada na Rua Frei Miguelinho, nº 178, (a rua que fica por trás do prédio da Prefeitura de Macaíba). O horário de funcionamento da secretaria é de 8h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

O aumento de juros para novos financiamentos de imóveis anunciado hoje (28) pela Caixa Econômica Federal fará as prestações subir de R$ 125 até R$ 1.019, dependendo do valor do imóvel e do tipo de relacionamento do mutuário com o banco. O levantamento foi divulgado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) após o anúncio das novas taxas pelo banco.

Os valores só valem para contratos assinados desde a última quinta-feira (24). Quem fechou negócio antes dessa data continuará a pagar as prestações antigas. Para o financiamento de imóveis de R$ 300 mil pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) com a tabela price (prestações fixas), as prestações subirão de R$ 156,47 a R$ 266,48. As taxas para essas linhas, que estavam entre 9,3% e 9,9% ao ano, passaram para uma faixa entre 10% e 11,22% ao ano.

Nos financiamentos de imóveis do mesmo valor pelo sistema de amortização constante (prestações decrescentes), o impacto na prestação ficará entre R$ 125 e R$ 250. Nessa modalidade, os juros aumentaram de uma faixa entre 10,5% e 11,5% ao ano para um intervalo entre 11% e 12,5% ao ano.

As parcelas dos financiamentos de imóveis de R$ 750 mil pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) com a tabela price subirão de R$ 200,75 a R$ 1.019,22. No sistema de amortização constante, a prestação de um financiamento de R$ 750 mil subirá de R$ 312,50 a R$ 616. Até agora entre 10,5% e 11,5% ao ano, as taxas do SFI ficarão entre 11% e 12,5% ao ano.

Os juros dos financiamentos da Caixa variam conforme o grau de relacionamento do mutuário com o banco. Quem não é correntista paga taxas mais altas. Quem tem conta no banco paga menos, com desconto maior caso receba salário pelo banco. Servidores públicos também têm descontos maiores nos juros.

Em nota, a Caixa informou que o reajuste das taxas do SFH e do SFI é “decorrente de alinhamento ao atual cenário econômico”. A última vez em que o banco tinha aumentado os juros para esse tipo de financiamento tinha sido em outubro do ano passado.

As taxas de juros dos financiamentos habitacionais com recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não sofreram alteração.