UFRN ajusta despesas para manter qualidade de serviços

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O grande desafio da administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para os nove meses restantes deste ano é ajustar as despesas ao orçamento geral de 1 bilhão e 300 milhões, o mesmo do ano passado. Essa foi a principal orientação do vice-reitor José Daniel Diniz Melo, aos pró-reitores, diretores de unidades acadêmicas descentralizadas, superintendentes, coordenadores, assessores e demais integrantes da equipe, durante reunião com o staff na manhã desta sexta-feira, 1º de abril.

Gastar o essencial, mas manter a produtividade e qualidade dos serviços que a Universidade oferta é tarefa “inadiável”, disse o vice-reitor aos presentes. Absorvida pela equipe sob algumas ponderações, a gestão universitária mostrou que o panorama é executar um orçamento de custeio e de investimento com o mesmo zelo de 2015, quando a UFRN figura entre as quatro únicas universidades federais que fecharam as contas sem deixar dívidas para o orçamento seguinte.

Medidas e avanços

Políticas acadêmicas, como a Editorial, supridas por meio de fundos do orçamento da UFRN, foram adequadas ou tiveram uma pequena redução. Contratos de prestações de serviços com as construtoras, e de terceirização de mão-de-obra para limpeza urbana, copa, manutenção de equipamentos e máquinas, vigilância e outros de custo fixo, terão os gastos adequados ao que for repassado pelo governo federal, conforme a arrecadação nacional de tributos.

Por outro lado, serviços, como a emissão de diploma, manutenção da rede elétrica, ampliação do acervo bibliográfico, projetos de capacitação de servidores, cursinho do DCE e realização da Cientec também sofreram uma adequação para menos. Tudo isso deverá ser apreciado pelo Conselho de Administração (Consad).

Entre as medidas, a redução com os custos de energia gerou uma economia e a conta deve ficar em torno de 16 milhões neste ano. O resultado espelha o trabalho da Comissão Interna de Conservação de Energia (Cice), composta por docentes e técnicos, com sugestões implementadas e que deram certo. Em suma, a UFRN vive um momento de “planejamento racional feito com muito rigor” conforme declaração da reitora Ângela Maria Paiva Cruz, ausente da agenda diária da UFRN no dia de hoje, devido a problema de saúde no meio familiar.


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