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A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebeu na tarde desta sexta-feira, 20, R$ 1 milhão e R$ 74 mil da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), para capacitar técnicos de prefeituras do Rio Grande do Norte em elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB’s). Esse valor referente à 2ª parcela do acordo de cooperação técnica entre a instituição de ensino e a Funasa, assinado em 2015, vai contemplar 84 administrações municipais signatárias dessa parceria.

Sob a coordenação do professor Aldo Dantas, do Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGE), a ação envolve docentes, alunos de graduação e de pós-graduação de departamentos de diferentes centros acadêmicos, e professores da Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa). O trabalho começa ainda em maio, no Campus Central da UFRN, e envolve capacitação da equipe, elaboração dos Planos de Saneamento dos municípios e quatro conferências regionais com os municípios envolvidos.

(José Cruz/Agência Brasil)

(José Cruz/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu ontem (19) a eficácia da lei que permite a fabricação, distribuição e o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”. Por 6 votos a 4, a Corte máxima do país acatou pedido da Associação Médica Brasileira (AMB) para suspender os efeitos da lei aprovada pelo Congresso no final de março e sancionada pela presidenta afastada da República Dilma Rousseff em 14 de abril. Ao julgar o mérito da questão, sem data definida, a Corte decidirá sobre a anulação ou não da lei.

A maioria dos ministros acompanhou voto do relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, que entendeu que o Congresso invadiu a competência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de liberar substâncias médicas. Além de ser temerária, a liberação da “pílula do câncer” ocorreu sem as pesquisas científicas necessárias. Acompanharam o relator, os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavaski, Luiz Fux, Cármen Lúcia e presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.

“O controle dos medicamentos fornecidos à população é efetuado tendo em conta a imprescindibilidade de aparato técnico especializado por agência reguladora supervisionada pelo Poder Executivo. A atividade fiscalizatória dá-se mediante atos administrativos concretos de liberação das substâncias, devidamente precedidos dos estudos técnicos, científicos e experimentais. Ao Congresso Nacional não cabe viabilizar, por ato abstrato e genérico, a distribuição de qualquer medicamento”, disse Marco Aurélio.

Para o relator, é temerária, e potencialmente danosa, a liberação genérica do medicamento sem os estudos clínicos, em razão da ausência, até o momento, de elementos técnicos da viabilidade da substância para o bem-estar do organismo humano. “Salta aos olhos, portanto, a presença dos requisitos para o implemento da medida cauteladora”, disse Marco Aurélio.

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O aumento de 3 casos suspeitos de microcefalia em uma semana foi registrado no mais recente boletim da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), saindo de 418 para 421. As informações são do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) e relativas à 18ª Semana Epidemiológica (SE), encerrada no último sábado (7).

No RN são 106 casos confirmados, 265 em investigação e 50 descartados. Do total de casos suspeitos de microcefalia relacionados às infecções congênitas, 316 são de nascimentos ocorridos em 2015 e 91 são de nascimentos ocorridos até a referida semana. Os dados apontam que 4 casos foram de nascimentos ocorridos em 2014 e os demais estão entre os abortos e pré-natal .

Os casos descartados se enquadram na seguinte situação: descartados por apresentar exames normais, por apresentar microcefalia e/ou malformações congênitas por causas não infecciosas ou por não se enquadrar nas definições de casos de microcefalia.

Com relação aos casos que evoluíram para óbito, 4,3% foram após o parto ou durante a gestação (abortamento espontâneo ou natimorto). Segundo a classificação, 33% (6/18) permanecem em investigação e 67% (12/18) foram investigados e confirmados. Dos óbitos confirmados, 7 apresentaram resultado de exame de imagem com presença de alterações típicas indicativas de infecção congênita, e 5 foram confirmados por critério clínico-laboratorial – com identificação do vírus Zika a partir de amostras provenientes de dois casos de abortamento e dois recém-nascidos.

Os seis municípios do RN com maior notificação são: Mossoró: 88 casos (83 em investigação, 5 confirmados e nenhum descartado); Natal: 86 casos (26 em investigação, 31 confirmados e 29 descartados); Parnamirim: 35 (27 em investigação, 8 confirmados e nenhum descartado); Ceará Mirim: 13 (2 em investigação, 7 confirmados e 4 descartados); Baraúna: 12 (11 em investigação, 1 confirmado e nenhum descartado); Areia Branca: 11 (9 em investigação, 1 confirmado, 1 descartado); Macaíba: 11 (7 em investigação, 4 confirmados e nenhum descartado).

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Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

Um ano depois que o Zika começou a circular no país, as dúvidas sobre o vírus continuam maiores que as certezas e pesquisadores apontam que os efeitos da infecção durante a gestação podem ir além da microcefalia em bebês.  “A criança pode vir com um cérebro menor, mas a cabeça do tamanho normal ou até maior por acumular muito líquido”,  explicou a pesquisadora Adriana Melo.

A especialista em medicina fetal e presidenta do Instituto de Pesquisa Prof. Joaquim Amorim Neto (Ipesq), sediado em Campina Grande, Paraíba, foi a primeira pesquisadora a comprovar laboratorialmente que o líquido amniótico de uma gestante que teve o filho com microcefalia estava infectado pelo vírus Zika. Em audiência pública na Câmara dos Deputados esta semana, Adriana expôs alguns pontos sobre o vírus observados no instituto, criado por pesquisadores renomados e sem fins lucrativos.

De acordo com a médica, a identificação de crianças afetadas ainda na gestação pela infecção deve ir muito além da fita métrica, que mede o tamanho da cabeça. Ela explica que os especialistas já usam o termo Síndrome Congênita do Zika, para identificar crianças que foram afetadas pelo vírus ainda na barriga das mães. O Ministério da Saúde também já reconhece o termo.

“Usar só microcefalia dá uma ideia à população de que a cabeça sempre vai ser menor do que o normal. A microcefalia é quando o cérebro é menor, mas a cabeça pode ser menor ou não. O termo também dá a ideia de que esse é o único problema, e não é. Tem bebês com problemas auditivos graves, problemas visuais, convulsões, com dificuldade de deglutição”, detalhou a Adriana. Segundo a especialista, o ideal é que o diagnóstico da síndrome seja feito ainda na gestação, para que o parto ocorra em um hospital de referência, já que algumas das consequências da infecção pelo vírus são os riscos para a gestante e para o bebê na hora do nascimento.

Visita do Governador a maternidade do Hospital Regional de Macaíba

O Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho de Macaíba foi destaque do RN TV de hoje (06). O motivo da reportagem foi a maternidade do hospital do Estado que está fechada há 6 anos e sem prazo de abertura. Segundo uma das responsáveis pela unidade hospitalar, a maternidade está toda equipada com as salas de parto  com equipamentos de última geração, o problema está na falta de profissionais da área.

Após ser fechado para uma reforma em 2011, o Alfredo Mesquita Filho não voltou mais  a ser o que era, hoje funciona mais atendimento de clínica geral, a maternidade existe mas não funciona, fazendo com que  gestantes da cidade tenha que procurar atendimento em cidades viznhas como Natal, São Gonçalo do Amarante e Parnamirim. Ano passado na entrega do Residencial Campinas, o Governandor Robinson Faria prometeu que até o final do ano iria abrir a martenidade, hoje cinco meses depois se ver que até agora a cidade segue sem o hospital está funcionando da forma que deveria.

Confira a fala do Governador sobre a abertura da maternidade, o vídeo foi feito por Dejackson de Farias.

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Desde o dia 30 do mês passado, a Prefeitura de Macaíba iniciou a campanha de vacinação contra o vírus do H1N1. O interessado poderá comparecer a qualquer unidade de saúde do município, no horário das 8h00 as 17h00. Vacinação segue até o dia 20 de maio.

Em Macaíba, quase oito mil pessoa já foram imunizadas contra o vírus, isso significa uma cobertura de quase 60% do grupo de cobertura vacinal. A Prefeitura segue impedindo um estado de epidemia da doença na cidade.

A situação é critica nas outras regiões do País, de acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 19 de março, já foram registrados 46 óbitos por H1N1 em todo o país, 10 mortes a mais do que no ano passado inteiro, quando 36 morreram pelo vírus.

Na rede pública, a vacinação contra influenza é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

Demis Roussos/ASSECOM

O governador Robinson Faria empossou ontem  (03) as novas secretárias da Saúde, Eulália Albuquerque Alves, e da Educação, Cláudia Santa Rosa. No ato de posse, no Centro de Convenções de Natal, Robinson Faria disse que a dinâmica do Governo e da administração pública são desafios de cada dia. “O nosso governo quebra paradigmas, é uma gestão inovadora e ousada”, afirmou.

Robinson Faria enfatizou o perfil técnico das novas auxiliares e reforçou o compromisso da gestão em valorizar cada centavo dos recursos públicos e a sua correta aplicação. “Na Saúde, a correta e eficiente aplicação dos recursos públicos salva vidas. Na Educação, construímos cidadãos conscientes e melhor capacitados para exercer seu papel na sociedade”, afirmou. Ele destacou que mantém os compromissos assumidos ainda quando candidato ao Governo. Para a Educação as principais metas são a redução do analfabetismo, que chega a quase 20% da população do RN e a oferta de uma escola pública de qualidade.

Para a Saúde, o governador ainda destacou a necessidade de recuperação e funcionamento pleno dos Hospitais Regionais, o funcionamento de um Hospital de Trauma em Pau dos Ferros e a instalação de um Centro de Diagnóstico. “Estamos empossando novos gestores, pessoas de perfil técnico e operacional. Peço que trabalhem de portas abertas, que recebam a população, sejam atenciosos às necessidades do nosso povo e que saiam dos gabinetes para ir às ruas, acompanhar de perto o funcionamento das escolas e das unidades de saúde. Vamos escrever uma nova história na administração do Rio Grande do Norte”, concluiu.

A secretária Eulália Albuquerque Alves é cirurgiã e foi diretora de trauma do Hospital Walfredo Gurgel durante 14 anos. Atualmente atua no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim.  “Vamos detectar as situações mais agudas e alarmantes. Nosso objetivo é levar à população o melhor serviço de saúde possível, respeitando o SUS e a igualdade, com resultados”, declarou.

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O educador e ambientalista, Freitas Júnior, porta-voz da Rede Sustentabilidade do Rio Grande do Norte, alertou para o risco de contaminação de pacientes no Hospital Municipal de Natal, RN, Doutor Newton Azevedo.

Freitas disse em um vídeo publicado no Facebook da Rede, que faltou planejamento na obra de readequação do hospital. Exemplo disso é um corredor por onde passa e se mistura alimentos, lixo hospitalar, médicos e enfermeiros junto com pacientes em estado grave e até exames laboratoriais.

“Observamos algo que geralmente passa despercebido pelas pessoas em geral: um corredor. Não é aquele próximo a recepção do Pronto Socorro, pelo qual as pessoas que vão lá geralmente transitam, mas outro corredor, que não é frequentemente percebido já que fica numa área restrita”, disse.

De acordo com o pré-candidato a prefeito de Natal, o corredor em questão fica em um local não apropriado para um hospital de grande porte.

“Esse corredor serve de acesso para cozinha, refeitório e por onde passam os tubos móveis de oxigênio. É porta de entrada para o laboratório de exames clínicos, ao setor de traumatologia, ao necrotério, e o depósito de lixo hospitalar”, lembra Freitas.

A unidade de saúde foi inaugurada pelo prefeito Carlos Eduardo (PDT), no fim do ano passado. Para as obras de readequação foram investidos R$ 200 mil. A manutenção com recursos do Ministério da Saúde, tem um custo de R$ 1 milhão, repassado para a prefeitura.

Para o dirigente partidário o hospital como funciona hoje, viola os padrões sanitários e de segurança de saúde. “Será que quando o prefeito Carlos Eduardo Alves assinou o contrato para arrendamento daquele antigo prédio, ele não sabia que esse corredor precisava ser modificado? Ele não sabia que isso viola o padrão sanitário hospitalar? Que a circulação do lixo por esse corredor pode infectar não só a alimentação dos pacientes, mas também colocar em risco a saúde de todas as pessoas que transitam por ali?”, questiona.

Freitas Júnior diz que por uma questão de respeito com pacientes e moradores da cidade, Carlos Eduardo deveria ter modificado a estrutura do prédio para evitar, por exemplo, propagação de bactérias, ou uma infecção hospital e até mais agravamentos.

 “O prefeito deveria ter reformado e modificado aquilo antes de inaugurá-lo. Não podia deixar da forma que tá. Isso é um absurdo.”, finaliza.

Confira o vídeo https://www.facebook.com/RedeRN18/videos/1740460092904861/

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou ontem (30). O governo federal trabalha com a meta de imunizar 49,8 milhões de pessoas, conforme projeções anunciadas pelo Ministério da Saúde nesta última quarta-feira (27). O público-alvo da campanha envolve idosos, crianças e gestantes, entre outros.

A mobilização tem o objetivo de conter o avanço da doença no inverno, quando as baixas temperaturas ampliam a circulação dos vírus causadores de doenças respiratórias. Após a vacinação, o organismo leva 15 dias para gerar os anticorpos contra a enfermidade.

No sábado, 240 mil profissionais estarão em 65 mil postos de saúde para começar a aplicar a vacina aos grupos com maiores riscos de contrair a doença. São integrantes deste grupo pessoas a partir de 60 anos, crianças entre seis meses até menos de 5 anos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional.

As pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis (grupo que inclui pessoas com deficiências específicas), também deverão se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de imunização. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Brasília - Presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de anúncio da prorrogação da permanência dos médicos brasileiros formados no exterior e estrangeiros no Programa Mais Médicos (José Cruz/Agência Brasil)

José Cruz/Agência Brasil

Agência Brasil – A permanência de médicos brasileiros formados no exterior e de estrangeiros no Programa Mais Médicos foi prorrogada por mais três anos. A presidenta Dilma Rousseff assinou hoje (29), em cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória que permite que esses médicos continuem atuando no programa sem que o diploma tenha que ser revalidado no Brasil. A lei que criou o Mais Médicos em 2013 previa a dispensa da revalidação do diploma nos três primeiros anos de atuação.

De acordo com o Ministério da Saúde, a medida assinada hoje permite que 7 mil profissionais que sairiam do Mais Médicos neste ano continuem atuando. A MP foi proposta ao governo federal pela Frente Nacional de Prefeitos, pela Associação Brasileira de Municípios e pelo Conselho Nacional de Saúde. As entidades argumentaram que muitas cidade dependem desses profissionais para manter os serviços básicos de saúde.

Ao discursar na cerimônia, o presidente da Associação Brasileira de Municípios, Eduardo Tadeu Pereira, comemorou a permanência dos médicos no programa sem a necessidade de revalidar o diploma. Segundo ele, os prefeitos se sentiram aliviados com a notícia, uma vez que os médicos já conhecem a situação dos municípios.

“Eu, como fui prefeito, sei das dificuldades que era contratar médicos para atenção básica. O programa, além de ter sido salvação para os prefeitos, para a população brasileira eu tenho dito que é o Bolsa Família da saúde. É a possibilidade de garantir saúde para as pessoas que mais precisam e representou para a população a possibilidade de muitos lugares desse país terem o seu primeiro acesso à saúde”, afirmou.

Adolescentes de escolas de Natal estão sendo alertados sobre os efeitos provocados pelo uso de anabolizantes. A iniciativa é da professora do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Maria Teresa Mota.

Os anabolizantes são substâncias sintéticas similares aos hormônios sexuais masculinos que aumentam a massa muscular e o desenvolvimento de características masculinizantes. A massa corporal aumenta devido a maior capacidade do corpo em absorver proteína. Além disso, promovem retenção de líquido, provocando inchaço dos músculos.

Geralmente, os anabolizantes, ou bombas, como também são chamados, são administrados oralmente em cápsulas e tabletes ou injetadas diretamente no músculo. “Embora muitos não saibam, o anabolizante é uma substância de uso médico, pois estimula o ganho de peso em pacientes terminais (câncer e AIDS), na osteoporose (menor deposição de cálcio ósseo), em distúrbios de crescimento (baixa estatura) e disfunção hormonal em homens. Entretanto, são ministrados em doses terapêuticas e necessitam sempre de prescrição médica para sua aquisição”, explica a pesquisadora.

Usada indiscriminadamente, a substância provoca efeitos devastadores na saúde como desenvolvimento de acne, redução da função sexual, alterações de comportamento como o aumento da agressividade e nervosismo, problemas cardíacos, como o infarto, e hepático, câncer, derrame cerebral e até a morte.

De acordo com a pesquisadora, não se sabe até que ponto os problemas ocasionados pelo uso das “bombas” são reversíveis. Além disso, muitos desses efeitos são de longo prazo, como aqueles que afetam o funcionamento do coração. “O uso de anabolizantes é semelhante a um vício, quando se para, perde-se muito rapidamente o efeito conquistado. Isso faz com que o indivíduo volte a buscá-los com a ilusão de que tudo voltará a ser como antes. O que ele não consegue perceber é o risco de morte que está correndo”, alerta Maria Teresa.

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A partir de hoje  (25) marcará o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1, doença transmitida por um vírus da mesma “família” do que causa a gripe comum, porém pode trazer consequências bem piores.

Em Macaíba, a abertura oficial será no Centro de Convivência de Idosos (CCI), na quarta-feira (27), a partir das 13h. No sábado (30), ocorrerá o Dia D, quando todos os postos de saúde, em áreas urbanas e rurais, deverão estar abertos para aplicar as vacinas. A campanha se estende até o dia 20 de maio.

Os grupos prioritários são: gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), crianças a partir de 6 meses de vida e menores de 5 anos, idosos (mais de 60 anos), portadores de doenças crônicas, trabalhadores de saúde, funcionários do sistema prisional, população carcerária e índigenas. Ressalta-se que antes de procurar tomar a vacina, busque a devida orientação de um profissional da unidade de saúde.

E o grande mutirão na cidade de Macaíba contra as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, não para!
Neste último domingo (17) não foi diferente no bairro Morada da Fé, em Macaíba. A “Repórter do Povo” Ceyça Lima e os integrantes dos Anjos da Madrugada, mais uma vez percorreram as ruas do bairro recolhendo objetos que acumulam água parada. E também na oportunidade, foram entregues panfletos e adesivos como forma de conscientizar à população macaibense como combater o mosquito de uma forma segura e simples.
O perigo aumentou!!! A responsabilidade é de todos também, vamos abraçar está ideia e combater erradicar, dizimar este mosquito!!!