Arquivo diário: quinta-feira, maio 26, 2022

Foto: Reprodução

O prefeito Júlio César, de Ceará-Mirim, reuniu na noite dessa quarta-feira (25) aliados e correligionários para apresentar seus pré-candidatos. Na ocasião, Júlio César declarou apoio aos pré-candidatos Robinson Faria (pré-candidato a deputado federal), José Dias (pré-candidato a deputado estadual) e Rogério Marinho (pré-candidato a senador).

Nas redes sociais, o prefeito declarou que em breve tomará a decisão de quem apoiará para o governo do estado. Júlio é muito próximo de Fábio Faria e Robinson Faria, a tendência que o apoio vá para Fábio Dantas (SD).

Dois homens foram mortos em Mossoró. Uma das vítimas foi executada enquanto trabalhava. Paulo Roberto de Oliveira, conhecido como Paulinho, tinha 41 anos e foi morto em um bar, localizado na avenida Antônio Bento, no bairro Dom Jaime, com tiros de uma pistola 380.

De acordo com as informações repassadas à Polícia, um veículo de cor escura parou em frente ao estabelecimento e os ocupantes já saíram atirando contra Roberto, em seguida, fugiram.

Logo depois, Matheus André da Silva, de 20 anos, foi assassinado enquanto vendia dindim, na rua José Erasmo, no bairro Sumaré. Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. A polícia disse desconhecer envolvimento do jovem com práticas ilícitas. Já a família disse que ele era um trabalhador.

Ainda não se sabe os motivos de ambos os crimes. As investigações seguem com a Polícia Civil de Mossoró.

Portal da Tropical

 

A oposição em Macaíba não sairá unificada para o pleito deste ano. Segundo apuramos, cada liderança terá seu próprio candidato a deputado estadual. Entre os nomes mais citados para ter apoio da oposição estão os deputados Tomba Farias, Jacó Jacome e José Dias, além de outros nomes sem mandato.

Uma ala que integrou o PSDB nas eleições de 2020, em Macaíba, bateu o martelo e vão apoiar um empresário para deputado estadual. Segundo uma fonte revelou ao Macaíba no Ar, o nome escolhido pelo grupo liderado por Dr. João será o empresário Ivanilson Oliveira, irmão da prefeita de Baraúna.

Deputado estadual Sandro Pimentel (Psol) fala durante sessão da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.  — Foto: João Gilberto/ALRN

Foto: João Gilberto/ALRN

A composição da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte pode sofrer alterações antes das eleições deste ano. Tudo depende de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), caso siga parecer emitido pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Se for julgado em tempo eleitoral hábil, o dirigente nacional do Psol Sandro Pimentel (Psol) poderá assumir o cargo e disputar as eleições em outubro. Se for depois de passado o tempo hábil eleitoral, Sandro, que teve o mandato cassado e os votos anulados, poderá ser inocentado, mas estará inelegível.

Outra situação poderá ocorrer, caso o ministro do STF Nunes Marques, responsável pela análise e julgamento do processo, siga a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a resolução editada para servir de base para as eleições de 2018. Ao julgar o caso de Pimentel e cassar seu mandato, o TSE anulou os votos obtidos por ele nas eleições de 2018.

Ao fazer isso, o TSE teria contrariado sua própria jurisprudência e resolução, que indicam que, quando a condenação ocorre após a eleição, o deputado é cassado, mas os votos são aproveitados pelo partido ou coligação. Com a anulação dos sufrágios, houve uma nova totalização dos votos, e o beneficiado foi o deputado estadual Jacó Jácome (PSD), empossado em março de 2021 após a cassação de Sandro Pimentel.

Se os votos não tivessem sido anulados, o atual vereador de Natal Robério Paulino (Psol) teria assumido a vaga, por ser o primeiro suplente de Pimentel. Como Robério não tem interesse em assumir a vaga, o posto ficaria com o segundo suplente, o professor Luís Carlos, atual pré-candidato a deputado estadual pelo partido Brasil 35, que deseja disputar a eleição no cargo. Em todo caso, quem perde é o deputado estadual Jacó Jácome (PSD), que terá que ceder o lugar ocupado por ele hoje.

Para Pimentel, o processo que cassou seu mandato de deputado estadual é completamente “injusto e ilegal”, segundo os advogados. “A minha falha, que eu assumi desde sempre, foi contábil, igual a uma pessoa quando vai declarar o imposto de renda, ou seja, você erra a declaração, depois vai lá e corrige. A gente não teve a oportunidade de corrigir. Então, o que nos tirou nosso mandato não foi essa falha contábil, foi a nossa política, nosso comportamento na Assembleia Legislativa”, afirmou.

Agora RN

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem (25), o projeto que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

A proposta classifica esses setores como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota em um patamar máximo de 17%. O texto será enviado ao Senado.

A votação do texto foi anunciada na semana passada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), com a justificativa de que vai auxiliar na redução do preço dos combustíveis.

A medida, entretanto, desagrada os estados, que argumentam que a redução vai precarizar ou extinguir a prestação de serviços de competência desses entes.

Na votação de ontem, os deputados aprovaram um texto substitutivo do relator deputado Elmar Nascimento (União-BA) sobre o projeto original. Pelo texto, será proibida a fixação de alíquotas para os bens e serviços essenciais superiores às das operações em geral (17% na maior parte dos estados), mas será permitido reduzi-las abaixo desse patamar.

Entretanto, a partir da publicação da futura lei, o estado que tiver rebaixado alíquotas para combustíveis, energia elétrica e gás natural não poderá aumentá-las.

Em relação aos serviços de transmissão e distribuição de energia elétrica e aos encargos setoriais vinculados a essas operações, o projeto proíbe a incidência de ICMS.

Compensação

O projeto também determina uma compensação aos estados pela perda com a arrecadação do imposto. Segundo o texto, haverá, até 31 de dezembro de 2022, uma compensação paga pelo governo federal aos estados pela perda de arrecadação do imposto por meio de descontos em parcelas de dívidas refinanciadas desses entes federados junto à União.

O projeto diz ainda que essas compensações serão pagas apenas sobre as penas ocorridas durante o ano de 2022. A compensação será interrompida se os estados praticarem mudanças nas alíquotas do imposto, retornando a patamares vigentes antes de sanção da lei ou se não houver mais saldo a ser compensado, o que ocorrer primeiro.

Embora o projeto trate da compensação da queda de receita por causa da diminuição da alíquota sobre esses produtos e serviços agora considerados essenciais, a apuração das perdas englobará o ICMS total arrecadado.

Segundo o texto, a compensação ocorrerá também por meio da dedução dos valores das parcelas de dívidas dos Estados junto à União e atingirá somente as perdas em 2022 que passarem de 5% em comparação com 2021.

Para estados que tenham dívidas refinanciadas no âmbito do Regime de Recuperação Fiscal instituído pela Lei Complementar 159/17 e mudanças posteriores, as perdas com a arrecadação do ICMS durante 2022, em comparação com 2021, serão compensadas integralmente pela União.

O projeto também retira da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) exigências com relação as perdas de receitas, determinando que essas legislações não se aplicam à lei derivada do projeto e aos atos do Poder Executivo regulamentadores da matéria.

Com isso, não precisará ser demonstrado o impacto orçamentário-financeiro neste exercício ou a apresentação de medidas compensatórias da perda de receita com a compensação a ser feita pela União.

Diesel

Além de tratar da alíquota de ICMS, o texto também trouxe mudanças na legislação que estipulou a fixação de alíquota única do ICMS para os combustíveis em todos os estados, com cobrança do tributo por volume em vez de alíquota.

A mudança elimina a possibilidade de um convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) estabelecer as alíquotas para o diesel em formato diferente da transição imposta pela lei, que determina o uso da média móvel dos preços praticados ao consumidor final nos cinco anos anteriores à sua fixação pelo conselho. A medida vale somente até 31 de dezembro de 2022.

No final de março, atendendo ao dispositivo da Lei, o conselho estabeleceu uma alíquota única de ICMS de R$ 1,006 por litro de diesel. A resolução também trouxe a possibilidade de que cada estado pudesse determinar um desconto no percentual cobrado e ICMS para chegar à essa alíquota.

Mas, na avaliação do governo, a medida não resultou, na prática, em mudança no valor cobrado pelos governos estaduais. Em razão disso, o governo decidiu recorrer à Justiça, e a medida foi suspensa liminarmente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, atendendo a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

Em sua decisão, o ministro suspendeu trecho de uma resolução do Confaz sobre o tema, além de pedir informações aos secretários de Fazenda estaduais acerca dos preços médios segundo os termos da lei.

Na avaliação dos estados, a suspensão apenas desse mecanismo poderia levar a um aumento no preço do combustível nas bombas, em vez de reduzir. Já quanto à fixação de alíquotas únicas, o problema seria a perda de arrecadação para aqueles que cobram mais e o aumento de preços para os que cobram menos.

*Com informações da Agência Câmara

Vídeo: Para Rafael Motta, Bolsonaro se dedica a pré-campanha e Fátima se  empenha no combate à Covid-19

Foto: Câmara Federal/Reprodução

O deputado federal Rafael Motta (PSB) foi pra cima e seu nome ganha força para disputar o Senado. Nas redes sociais, Rafael Motta tem divulgado o resultado das últimas pesquisas que mostram a força dos seu nome na disputa. Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças aguardam qual será a escolha do cargo que ele disputará as eleições deste ano.

Rafael tem recebido sinal verde de lideranças políticas para disputar o Senado. Assim como, tem recebido em seu gabinete em Brasília, parlamentares dando todo o apoio ao projeto. Rafael que integra o grupo político de apoio a governadora Fátima Bezerra, sabe que dentro do próprio PT existe uma grande resistência ao nome de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Senado, o que abre caminho para Rafael Motta brigar por esse espaço.

Na manhã desta quarta-feira, 25, a Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN) recebeu a Câmara Especializada de Agronomia do CREA-RN, que realizou a reunião de número 500 com estudantes dos cursos de graduação em Engenharia Agronômica e Engenharia Florestal.

A reunião foi comandada pela coordenadora da Câmara de Agronomia, Silvana Patrícia Soares, que falou sobre a importância do CREA-RN, quais as funções e atividades realizadas pelo órgão e valorização da profissão.

O evento contou com a palestra O Sistema Profissional de Engenharia e Agronomia: Papel do Sistema na Sociedade, ministrada por André Moura (assessor técnico do CREA-RN), que debateu acerca da finalidade do conselho, título acadêmico e título profissional, responsabilidade técnica dos profissionais e importância da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Também foi realizada a palestra Oportunidades de Atuação do Engenheiro Agrônomo no Mercado de Trabalho, feita por Sebastião Arruda (coordenador adjunto da Câmara), que falou sobre recursos naturais e manejo ambiental, produção vegetal, administração e economia, função social do engenheiro agrônomo, atuação na área e oportunidades no mercado de trabalho. Além dessa, Rakel Xavier (subprocuradora jurídica) ministrou a palestra Processo Ético, que apresentou os tópicos da ética profissional e legislação.

A mesa de honra foi composta por Ivan Max Lacerda e Márcio Dias (diretor e diretor adjunto da EAJ), Ana Adalgisa (presidente do CREA-RN), Ermelinda Mota (diretora do CREA-RN), Silvana Patrícia Soares (coordenadora da Câmara de Agronomia), Sebastião Arruda (coordenador adjunto da Câmara de Agronomia), Jailson Damasceno (presidente do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos) e Allysson Rocha Alves (conselheiro da Câmara de Agronomia).