



A Escola de Sargentos das Armas (ESA) está com inscrições abertas para o concurso público 2014. São 1.380 vagas para frequentar o curso para sargento, em Três Corações, Minas Gerais, durante cerca de 18 meses. As vagas se dividem entre combatente, logística-técnica e aviação (CLTA), com 1.220 vagas, música, 80, e saúde, 80 vagas.
É necessário ter o Ensino Médio completo, ser brasileiro nato ou naturalizado e ter de 17 a 24 anos para as vagas CLTA. Já para saúde e música, são admitidos candidatos de ambos os sexos e com até 26 anos de idade. É necessário, ainda, estar em dia com as obrigações militares e eleitorais.
A inscrição deve ser feita até 7 de julho pelo site www.esa.ensino.eb.br . A taxa de inscrição custa R$ 70. A prova está marcada para 12 de outubro. Além do teste intelectual, o processo seletivo consta de exame de escolaridade, exame de aptidão psicológica, inspeção de saúde, avaliação do condicionamento físico e de documentos.



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| Foto retirada do perfil de Alan Mesquita |
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A candidata Dilma Rousseff que será oficialmente lançada neste sábado (21) para disputar as eleições de outubro está bem distante daquela consagrada na convenção de 2010. Com a queda brusca de sua popularidade, a presidente foi submetida a uma transformação que a colocou, a contragosto, no figurino de uma candidata tutelada por seu partido e seu antecessor, o ex-presidente Lula.
Na avaliação de interlocutores, se Dilma tivesse disputado sua reeleição em outubro de 2011, teria sido a “candidata-faxineira”, fruto da imagem de tolerância zero com acusados de desvios.
Se fosse em 2012, entraria em cena a “candidata-intervencionista”, resultado sobretudo da tentativa de controlar tarifas nas concessões de infraestrutura.
Já em 2013, as corrosivas manifestações de junho teriam lançado a petista à condição hipotética de “candidata-fraca”. De lá para cá, o enfraquecimento político de Dilma, refletido nas sondagens eleitorais, forçou uma nova mudança de perfil.
Para não se afogar na onda do “Volta, Lula”, sempre oportunista nos momentos de maior vulnerabilidade presidencial, a presidente que chega à convenção deste sábado precisou ao longo do ano se distanciar da figura tradicional e se aproximar de uma nova Dilma. Que fala com a imprensa, oferece jantar a empresários e bancadas políticas e, sobretudo, segue quase à risca os conselhos do padrinho e do PT.
Dilma subiu a rampa do Planalto com a marca de gestora competente embalada na propaganda oficial. Os primeiros desafios ao estilo durona só começaram a ser notados com a saída de Antonio Palocci do primeiro escalão.
Com Palocci ministro, as dificuldades de diálogo com o setor privado se resumiam a anedotas de bastidor. Naquela época, o centralismo de Dilma sequer era visto como um traço que emperrava a produção do governo.
O vento só mudaria em 2012, combinado com a crise econômica que se encarregaria de agravar a desaceleração do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
O primeiro a verbalizar preocupação com o impacto do estilo pessoal na agenda presidencial foi seu criador, o ex-presidente.
Uma conversa reservada relatada à Folha resume bem essa ideia: Lula diz que Dilma, quando ministra da Casa Civil, era um Pelé. Mas confessa que o craque não conseguiu manter o mesmo rendimento na condição de presidente da República.
Os reparos ao jeitão da sucessora não cessaram mais. Na avaliação do ex-presidente, Dilma fez diferença em sua equipe. Mas, como presidente, não soube dialogar com subordinados, com o PT e com o empresariado.
O resultado foi o avanço das queixas de assessores, raiva de petistas e um clima de má vontade entre empresários, com reflexos sobre investimentos no país.
Folha de São Paulo
