Após a grande manifestação de ontem (15) ocorrida em várias capitais brasileiras, a presidente Dilma Rousseff se pronunciou hoje. Disse ter ouvir o recado das ruas e, em primeiro momento  anunciou que devem ser aprovadas mais leis anti corrupção. Leis essas que foram pedidas pela ex-ministra Marina Silva durante a campanha de 2014, onde ela pediu que as leis fossem desengavetadas. Um outro ponto importante do discurso foi que a Presidente Dilma disse que não irá recurar nas medidas de ajustes e cortes no orçamento da união. Ela também falou que estará aberta ao diálogo com quem que seja, e mandou um recado direto para oposição, ao afirmar que não se deve provocar a instabilidade no país, já que não será boa para ninguém. 

O ato reuniu em todo o país mais de um milhão de pessoas nas ruas, diferente da manifestação de sexta-feira, onde se tinha como defesa a Petrobrás e o governo. Além disso os principais opositores (Aécio, Marina) estão mostrando cautela aos comentar as manifestação, pois cada um sabe que não se pode usar da insatisfação do povo contra o governo para gerar instabilidade política no país. 

Imagem Islustrativa
   
O sistema prisional do Rio Grande do Norte não está diferente de outros estados, onde por exemplo no Maranhão e Pernambuco a superlotação mostrou que o estado brasileiro poderia perder o controle sobre os pressos e as rebeliões acontecessem e que ordens de dentro dos presídios viessem com toda a força. 
Agora estamos diante de vários ataques ao transporte público em apenas um dia, trazendo pânico a população e mostrando que o crime organizado  pode trazer grandes prejuízos a ordem pública. Cabe agora o governo do estado contornar a situação e saber quem são os responsáveis, não cabe aos dias de hoje dizer que não existe facções no estado. 
Ônibus foi incendiado na Avenida Hermes da Fonseca, em Petrópolis (Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi)
 (Foto: Kléber Teixeira/Inter TV Cabugi)
    
As empresas de ônibus de Natal estão recolhendo os veículos após o registro de incêndios nas zonas Leste e Norte da capital potiguar. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana. A Polícia Militar confirmou que criminosos atearam fogo em ônibus no conjunto Vale Dourado e bairro Petrópolis na tarde e noite desta segunda-feira (16).
Durante a tarde, quatro homens invadiram um ônibus na Avenida Santarém, no conjunto Vale Dourado, e atearam fogo na parte interna do veículo. Os passageiros utilizaram extintores de incêndio e conseguiram evitar que o fogo se alastrasse. Os suspeitos do crime fugiram sem serem identificados.
A Polícia Militar registrou o segundo incêndio de ônibus no bairro Petrópolis, na Zona Leste de Natal. O segundo incêndio foi confirmado pelo comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, major Antônio Marinho.
A Polícia Militar informou que o crime foi cometido por três homens. “Um deles estava armado e mandou o motorista e os passageiros descerem, dizendo que só queria o ônibus. Os outros dois jogaram gasolina e atearam fogo”, afirma o major. Os responsáveis pelo incêndio fugiram a pé e não foram identificados. Ninguém ficou ferido com as chamas.

Texto: G1 RN

“”Os familiares de Terezinha de Jesus Medeiros Sena (dona Terezinha das campinas), cumprem o doloroso dever de notificar o seu falecimento, ocorrido hoje pela manha, no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim. Familiares convidam a todos para os atos fúnebres a ter lugar nas dependências da sua Granja, localizada nas Campinas, com horário de seu sepultamento a ser confirmado. Familiares antecipam agradecimentos. Notificamos, com pesar o falecimento da Sra. Teresinha de Jesus Medeiros Sena., mãe do ex-vereador Thomas Sena. 
                      

Acaba de chegar a informação que aconteceu minutos há atrás um homicídio próximo da passarela do Vilar, na cidade de Macaíba.  Até o momento o homem ainda não foi identificado, a polícia já se encontra no local. 
   
G1  – Os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, informaram neste domingo (15) que a presidente Dilma Rousseff anunciará “nos próximos dias” uma série de medidas de combate à corrupção e à impunidade.
Eles não detalharam quais ações serão adotadas, mas afirmaram que o governo está “aberto ao diálogo” para tratar das propostas.
Cardozo e Rossetto concederam entrevista coletiva no Palácio do Planalto para comentar as manifestações que tomaram as ruas de cidades em todos os estados neste domingo. Só em São Paulo, de acordo com a Polícia Militar, 1 milhão de pessoas se reuniram na Avenida Paulista. Em Brasília, tambpem segundo estimativa da PM, foram cerca de 45 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios.
Homem identificado por nome de Francisco das Chagas Marques de Araujo, 48 anos, morreu dentro de uma lagoa, no bairro Lagoa Grande em Macaíba na tarde deste Domingo (15). A equipe da Connect TV esteve no local e conversou com familiares e a Policia Militar. Assista a reportagem completa neste link: aqui
A sociedade brasileira foi hoje às ruas e promoveu a maior manifestação contra um governo na história do país. Pacífica e democrática, a gigantesca expressão de indignação ultrapassou em muito qualquer expectativa e também qualquer desejo de controle dos grupos e correntes políticas organizadas. Foi livre e autoral, descentralizada, autoconvocada. Reeditou as jornadas de junho de 2013, agora com objetivo claro e explícito: contra o governo e contra a corrupção.
Não há como desconhecer ou minimizar a manifestação. O povo brasileiro exige uma posição da presidente da República em resposta aos seus justos e legítimos reclames. Esta, sim, é a hora de falar e dizer a verdade. Reconhecer os erros, assumir a responsabilidade por seus atos, propor soluções para os problemas, nada mais e nada menos que isso. Uma fala da presidente, não do marketing. O Brasil falou e agora é todo ouvidos.
Bruno Torturra, ativista e jornalista / C. QUINTANILHA
            
O ativista e jornalista Bruno Torturra ficou fortemente identificado com as manifestações de junho de 2013, quando atuava com a Mídia Ninja, um grupo independente de jornalismo, que cobriu os protestos que tomaram o país e assustaram o mundo naquele ano. Os veículos tradicionais eram desprezados pelos manifestantes na ocasião por não terem captado de cara quais eram as demandas do grupo, e por terem sido rotulados de “vândalos”, inicialmente. Era uma época em que ainda não se entendia bem o que eram os Black Blocs, Movimento Passe Livre, e nem se falava em eleitores ‘coxinhas’ ou ‘petralhas’ com tanta ênfase como agora.
Naquele tempo, Torturra transitava à vontade pelas ruas do país levando as imagens ao vivo dos protestos pela web, vídeos de celulares feitos pelos manifestantes, e as cenas de violência que chocaram a população, aumentando o número de pessoas na rua. Fora da Mídia Ninja desde o final de 2013, hoje ele cuida do Estúdio Fluxo, também de jornalismo, e se mantém na ativa com a produção de conteúdo para a internet. Nesta entrevista, ele compara as ‘jornadas de junho’ com o momento atual do Brasil, prestes a viver uma marcha contra a presidenta Dilma Rousseff.
Pergunta. Há quem compare o movimento atual com as jornadas de junho de 2013. Faz sentido?
Resposta. Não adianta comparar, pois a origem do movimento atual é oposta à de junho de 2013, que teve como gatilho uma demanda não só histórica, mas de cunho de esquerda e popular: pelo transporte grátis. Era uma pauta específica e histórica, catapultada, depois, pela violência policial [empregada nos primeiros protestos].
P. Qual é a sua avaliação?
R. Muitas coisas me preocupam. Há um sentimento muito raivoso, e desfocado que afeta não a presidenta, mas a estabilidade democrática que ainda é muito frágil no país. Temos eleições há muito pouco tempo. Tem muitos oportunistas por trás dessas manifestações, que não vem à frente. Na verdade, é um movimento antítese ao de junho.
P. Você teve um papel importante naquele momento, com a Mídia Ninja que transmitia ao vivo os protestos pela internet. Como se sente agora?
R. Sinto desilusão porque os protestos estão descolados dos reais problemas pelos quais o país está passando, e tantas outras pautas que resolveriam problemas que esta turma aponta.
P. E quais seriam as verdadeiras pautas?
R. Todas as vezes que tivemos chance de discutir uma reforma política não fomos capazes de unir a população em torno desse assunto que provoca mais corrupção que qualquer outra coisa no país. O próprio movimento contra o aumento de tarifa foi absolutamente insatisfatório. Falando especificamente de São Paulo. Não conseguimos colocar 5.000 pessoas nas ruas por um plano de emergência para a falta de água. A violência policial, o fim da polícia militar. Vivemos um estado que mata milhares de pessoas todo ano e tratamos com uma naturalidade impressionante. Não colocamos gente suficiente para tratar desses temas, e agora querem tratar o impeachment. O quanto esse tema está sendo tratado de maneira diligente, pela mídia, políticos, e pela própria natureza superficial e histérica do Facebook.
Mais informações no El País
Agência Brasil – Na véspera do dia marcado para ocorrerem manifestações contra o governo em vários estados do país, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disse que os protestos são legítimos e que o Brasil vive “ intensamente a sua democracia”.
Em entrevista transmitida hoje (14) pelo Repórter Brasil, telejornal da TV Brasil, Rossetto ressaltou que todas as pessoas têm direito de manifestar suas opiniões, favoráveis ou contrárias ao governo. “O Brasil vive intensamente a sua democracia e isso é bom, uma democracia viva, onde todas as pessoas, os movimentos, as organizações têm direito a opinião e manifestação. Portanto, manifestações pacíficas, contrárias ou favoráveis ao governo, ou aos governos, são legítimas”, disse o ministro, que é responsável pela articulação do Palácio do Planalto com os movimentos sociais.
Rossetto destacou ainda o caráter pacífico dos atos organizados ontem (13) por centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais, que levaram milhares de pessoas às ruas em 25 capitais do país em defesa da Petrobras, da democracia e contra as medidas do ajuste fiscal anunciado pelo governo. “O caráter pacífico de todas as manifestações, que foram grandes, nacionais, em todas as principais capitais, nos traz satisfação”, disse Rossetto.
Policiais militares e civis, bombeiros e uma unidade do Samu estão no local (Foto: Sérgio Henrique/Inter TV Cabugi)
(Foto: Sérgio Henrique/Inter TV Cabugi)
– O garoto de 14 anos que era mantido refém pelo padrasto em um apartamento em Natal foi libertado por volta das 17h20 deste sábado. Foram mais de 40 horas de cárcere privado. O padrasto Francisco José de Assis Guimarães, de 52 anos, cortou os pulsos e deu um tiro no queixo. Ele foi socorrido por médicos do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) com vida.

 Mais informações no   G1 RN