Em 2013 ela foi eleita a melhor jornalista pelos internautas do Maior portal de notícias do Brasil, o UOL.

Veja a entrevista de Rachel Sheherazade ao repórter Chico Felitti

O Uruguai virou “sócio de traficantes” ao regulamentar o comércio da maconha. A defesa do Conselho Federal de Medicina à legalização do aborto é “abominável”, e possivelmente está criando “um novo nicho de mercado” para a classe médica.

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São algumas das ideias da jornalista Rachel Sheherazade, 40, que há quase três anos é paga para falar o que pensa no “SBT Brasil”, jornal das 19h45, do qual é apresentadora.

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Quem fala o quer quer, lê o que não quer na internet. “Meus votos para 2014: que a Rachel Sherazedo seja estuprada”, postou o filósofo Paulo Ghiraldelli, em 26 de dezembro. Ela rebateu no Twitter e vai processar o detrator por incitação a crime. Ele creditou o ataque a um hacker.

Por conflitos como este (“que estavam consumindo meu tempo”), a apresentadora já havia decidido se afastar da internet. “Foi ela que me trouxe aqui, mas comentários e ofensas estavam me deprimindo”, conta ao repórter Chico Felitti.

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Foi o YouTube que lhe garantiu fama. Em 2011, ela fez um vídeo criticando o Carnaval, pois a festa cercearia o direito de ir e vir do cidadão e sugaria recursos públicos. O comentário, feito na TV Tambaú, de João Pessoa, sua terra natal, caiu na rede e foi visto por mais de meio milhão de pessoas em uma semana.

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Três dias depois, em pleno reinado de Momo, recebeu uma ligação de Leon Abravanel, sobrinho de Silvio Santos e diretor de produção do SBT. “Achei que fosse trote.” O contato era um convite para vir a SP conhecer a rede.

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“Vim desconfiando que seria um convite. Nunca quis sair da minha cidade, não preciso sair da minha região para me realizar.” Mas topou.

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Até então fazia dupla jornada. Passou em um concurso para ser escrivã em um tribunal para ajudar a fechar as contas, porque o jornalismo na Paraíba “não bastava”. Está licenciada e termina nos próximos dias o período máximo de afastamento. “Vou pedir desligamento.”

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Passaram-se mais de mil dias até a certeza de que poderia abdicar da estabilidade do funcionalismo público. Ela não fala em dinheiro, mas o salário de apresentadora, em torno de R$ 150 mil, permitiu que seu marido, Rodrigo, deixasse o emprego na Paraíba para acompanhá-la.

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“Foi uma prova de fogo. O homem nordestino pode ser muito machista. Olhamos o que é melhor para a família.” Moram com os filhos Clara, 5, e Gabriel, 3, numa casa em Alphaville, complexo de condomínios de luxo a 23 km de São Paulo. Mas o clã faz pouco esse percurso.

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“Eu tenho muito medo. Sou meio neurótica com violência urbana, mais ainda depois de começar a fazer bancada, noticiar tudo o que há de ruim.” Quando os quatro vêm a São Paulo, “muito esporadicamente”, optam por ir a teatros de shopping.

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Se não, é de casa para a labuta, como no dia em que encontrou a reportagem. Ela chega ao SBT às 14h, dirigindo seu sedã preto, com pulôver da mesma cor, bordado com pedrarias. Ainda não decidiu o tema do comentário.

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Está entre Edward Snowden, ex-agente que vazou informações confidenciais da agência de inteligência americana e sinalizara que queria asilo do Brasil, e a rebelião na Papuda, penitenciária onde estão presos condenados do mensalão. Acabou ficando com política brasileira, “mais interessante”.

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Escreve o texto no camarim, “como quem conta uma história”. Seu nome, inclusive, veio de uma contadora de casos: a avó paterna leu os contos das mil e uma noites e se apaixonou pela protagonista, Sherazade. O segundo nome, adotado como sobrenome no lugar do original, Barbosa, ganhou nova sílaba sem razão conhecida.

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Ela dá as razões para ter mudado de orientação política. “Eu era de esquerda. Pintei a cara para o Collor sair. Votei no Lula até ele ser eleito. Me decepcionei com o PT.” Hoje, vota “em pessoas, não em partidos”. Não declara em quem vai votar neste ano.

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“Com a minha maturidade, passei a ter posicionamentos mais de direita do que de esquerda.” Cita o direito à vida e à propriedade como exemplos. Em um aspecto pelo menos ficou mais liberal: o estético. Foi instruída pela emissora a usar bobes para dar volume às mechas escorridas. Detestava. “Hoje, não tenho vergonha de ir à praça de alimentação de bobe.”

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Confessa não ser vaidosa. “É um suplício”, diz ao se dirigir ao camarim para ser maquiada. No caminho, elogia Reinaldo Azevedo, colunista da Folha e da revista “Veja”. “Ele é um fofo! Me defendeu na história do Lula.”

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A tal história: o ex-presidente teria se referido a ela como “uma jornalista do SBT, de 20 e poucos anos” que faz críticas “sem embasamento”. Azevedo fez um texto em defesa da colega em seu blog.

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Rachel, por sua vez, defende o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. “Ele sofre perseguição religiosa”, diz ela, sobre o parlamentar criticado por posições controversas como a “cura gay”.

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É evangélica desde os 23 anos, quando foi batizada na igreja Batista. “A fé é 100% importante. Não teria resistido às dificuldades que encontrei aqui se não fosse pela fé.”

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Entre os percalços, ser nordestina (“ainda há preconceito forte”) e trabalhar em “uma redação que te olhavam de banda por ter chegado pelas mãos do dono”.

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Não que fosse queridinha do patrão. Diz só encontrá-lo no salão de cabeleireiro Jassa, que tem convênio com a emissora. “Silvio é muito gente.”

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O chefe um dia perguntou por que ela não improvisa seus famosos comentários. “A gente faz ao vivo, cada segundo conta”, respondeu. Precisa treinar para encaixar a fala em 45 segundos.

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Chegando ao camarim, ela comenta que não quer fazer jornalismo para sempre. Mas desconversa. “Por enquanto estou feliz.” Pelo menos até 2015, quando vence seu contrato, vai viver de discursar, como a xará da literatura. A personagem original, diz a lenda, prendia a atenção do rei narrando aventuras por mil e uma noites. “Ela, no fim, é igual à gente, tem que segurar a audiência.”

O Instituto Ágora, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), realiza a partir desta segunda-feira (13) inscrições para os cursos de alemão, espanhol, francês, inglês, português e Plurilinguismo e Interculturalidade: espanhol, francês e italiano. Os cursos são destinados aos estudantes e servidores da UFRN, com exceção do curso de português, dedicado aos estrangeiros com vínculo ou não com a universidade.

Os estudantes assistidos pela Pró-Reitoria de Assistência ao Estudante (Proae) podem concorrer a bolsas para um dos cursos. Nesse caso, as inscrições devem ser realizadas nos dias 13 e 14 de janeiro. Os demais estudantes e os servidores devem se inscrever nos dias 15 e 16.

As inscrições são feitas pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) por meio da guia Formação Complementar no menu Processos Seletivos. O candidato deve ainda contribuir semestralmente com R$ 290, valor que pode ser divido em até quatro vezes, ou em parcela única de R$ 240.

Mais informações pelo telefone 3215-3575. O edital completo está disponível no mesmo endereço: http://www.sigaa.ufrn.br.


Do G1 RN

Um fato inusitado chamou a atenção dos policiais militares que realizavam uma blitz no litoral Sul do Rio Grande do Norte na madrugada deste sábado (11). Um dos motoristas abordados teria ameaçado os policiais militares com uma espada. Wilson Félix, que se identificou como ‘Guerreiro Poti’, foi levado para a delegacia e nega as ameaças. O teste de bafômetro constatou que ele não havia bebido.

Um dos policiais militares que fez a prisão, Marcos Alexandre da Silva relata que o homem foi detido quando ameaçou puxar a arma. “Quando ele tentou tirar da bainha nós o seguramos e o levamos para a delegacia, onde ele falou que se tivesse conseguido tirar a arma teria decepado a cabeça dos policiais”, explica.

Já Wilson Félix afirma ser inocente. “Foi solicitado que eu fizesse o bafômetro. Eu simplesmente não respondi. Nem sim nem não, mas o fato de eu não ter respondido foi interpretado pelo agente como uma negativa. Não ameaçei ninguém”, conta.

O motorista foi autuado pela ameaça. A Polícia Civil realizou um Termo Circunstaciado de Ocorrência (TCO) e Wilson foi liberado para responder em liberdade.

PM prendeu 26 pessoas em blitz

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte prendeu 26 pessoas e recolheu 112 carteiras de habilitação durante a blitz realizada durante a madrugada deste sábado (11) na Rota do Sol, no litoral Sul do estado. De acordo com o comandante geral da PM, coronel Francisco Araújo Silva, todas as prisões aconteceram pelo crime de embriaguez ao volante.
Após a blitz, a PM utilizou um microônibus para levar todos os detidos para a delegacia de Plantão da zona Sul, em Natal, onde foram autuados em flagrante. As pessoas que tiveram as carteiras de habilitação apreendidas também apresentavam sintomas de embriaguez. No total, segundo o comandante geral, 2.500 testes de bafômetros foram feitos.

Em 18 de dezembro de 2013 denunciamos aqui no Macaíba no Ar a venda de apartamentos no conjunto bela vista, veja a matéria: 18/12/2013

Recebemos a informação que no conjunto de Bela Vista está acontecendo vendas e trocas de apartamentos do programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”, a denúncia relata que tem beneficiários do programa trocando apartamentos por casas em Macaíba, cabe aos órgãos que administra o programa fiscalizar e punir, pois quem se beneficia do programa não pode vender ou alugar o imóvel até  que cumpra o contrato.

O Minha Casa Minha Vida é um programa do governo federal que tem transformado o sonho da casa própria em realidade para muitas famílias brasileiras. Em geral, o Programa acontece em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos.

Matéria da Tribuna do Norte
Roberto Lucena – repórter

Beneficiados enquadrados na faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estão comercializando o imóvel adquirido com subsídios do Governo Federal no Rio Grande do Norte. A venda ou aluguel do imóvel é proibida para famílias com renda bruta de até R$ 1,6 mil, mas a comercialização de casas ou apartamentos é comum em muitos condomínios construídos no Estado. Há denúncias formais e comprovadas pela Caixa Econômica Federal (CEF) em Parnamirim e Mossoró, no entanto, o banco não divulgou o número de processos existentes no setor jurídico do órgão.

Nos residenciais, moradores admitem a venda de imóveis

De acordo com as normas do programa, as famílias com renda mensal bruta de até R$ 1,6 mil só podem comercializar o imóvel após 10 anos da assinatura do contrato ou quando o proprietário quita de forma integral o valor, devolvendo o subsídio ao Governo, que pode chegar a 90%. Mas a regra é facilmente burlada e as histórias sobre vendas ou aluguel de casas e apartamentos do MCMV se repetem à medida que novos empreendimentos são lançados.  Por outro lado, a fiscalização e repressão à ilegalidade ainda é tímida.

Apesar de comum, não é fácil provar que um imóvel do programa foi vendido ou está alugado a pessoas não cadastradas no sistema da CEF. Denúncias existem, mas a apuração esbarra em brechas e informações desencontradas. Em Parnamirim, município com a maior quantidade de apartamentos financiados pelo programa no Estado, a secretaria de Habitação e Regularização Fundiária (Sehab) é porta de entrada para os denunciantes. “Chega a denúncia, mas é difícil provar. As pessoas não informam o nome do beneficiado que está cometendo a irregularidade, por exemplo. Outros sequer sabem qual é o apartamento em questão. É complicado”, afirma o titular da pasta, Antônio Miguel.

Mas algumas denúncias são levadas adiante e repassadas à superintendência da CEF – órgão responsável pela fiscalização do programa. O superintendente do banco no Estado, Roberto Linhares, confirma a formalização de processos. “Existem denúncias e alguns viraram processos. Temos casos de alguns beneficiados que perderam o imóvel porque a irregularidade foi comprovada. Outros processos estão em andamento”, diz.

O superintendente não informou quantos processos estariam em andamento nem qual seria a demanda de denúncias. Em contato com a assessoria de imprensa da CEF, em Brasília, a reportagem foi informada que não há uma compilação dos dados. “É preciso informar o nome do empreendimento para fazer a apuração. Não temos o número de forma genérica”, informa a assessoria.

Além da Prefeitura e CEF, o Ministério Público Federal (MPF) também recebe queixas sobre a possível comercialização irregular. No MPF-RN, há pelo menos quatro procedimentos de apuração de denúncias em curso. Um deles, diz respeito ao Conjunto Monsenhor Américo Simonetti, em Mossoró. Lá, além das transações comerciais, o parquet avalia possíveis fraudes no processo de seleção dos beneficiados.

Segundo informações do MPF-RN, a CEF está fazendo o levantamento de informações. O processo é demorado. Além das dificuldades em localizar beneficiados e comprovar as possíveis fraudes, a CEF repassa os casos para a Controladoria-Geral da União (CGU). “Esse é um assunto polêmico. A Caixa apura a denúncia para retomar o imóvel,  mas os casos são enviados à CGU para que outras medidas sejam efetivadas”, avisa Roberto Linhares.

Começam amanhã (13) as inscrições para a primeira edição de 2014 do Programa Universidade para Todos (ProUni) pela internet. Segundo o Ministério da Educação, o sistema estará aberto desde o início da manhã, mas não definiu horário. O prazo vai até as 23h59 da sexta-feira (17). A primeira chamada dos estudantes pré-selecionados será divulgada no dia 20 de janeiro no site do programa, que também publicará a segunda chamada no dia 3 de fevereiro.

O ProUni é destinado a alunos que querem concorrer a bolsas de estudo, integrais ou parciais, em instituições particulares de educação superior. As bolsas integrais são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar até três salários mínimos por pessoa. O bolsista parcial poderá utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para custear o restante da mensalidade.

Pode participar da seleção o estudante que tenha feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. O candidato não pode ter tirado 0 na redação e precisa ter cursado o ensino médio na rede pública ou com bolsa integral na rede privada.

Este ano, há mudança quanto aos procedimentos da lista de espera. Agora, o estudante que não for pré-selecionado nas duas chamadas regulares e quiser participar da lista terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, comparecer à instituição de ensino na qual pretende estudar com os documentos necessários.

Após esse processo, a instituição terá prazo para avaliar a documentação. O estudante selecionado receberá o resultado por meio do boletim do candidato, disponível online na página do ProUni. Nas edições anteriores, o candidato tinha de manifestar interesse na lista de espera e aguardar a convocação da instituição.

Agência Brasil

noticias

Do Jornal Metropolitano

Fátima: PT vai procurar o PMDB e outros potenciais aliados

“Tanto quanto o PT, o PMDB tem o dever, a responsabilidade de zelar pelo palanque da presidente Dilma no Rio Grande do Norte e lutar pela renovação de um projeto nacional que fez o Brasil avançar nos últimos 11 anos”. A declaração da deputada Fátima Bezerra, feita em entrevista exclusiva ao JORNAL METROPOLITANO, em sua residência no bairro de Ponta Negra, zona sul da capital, é mais do que um simples recado aos aliados. É um convite, em caráter pessoal, à aliança entre os dois partidos que são os principais pilares da base de sustentação política do governo da presidente Dilma Roussef.

O convite à aliança vai ganhar um caráter institucional. Até fevereiro, o Partido dos Trabalhadores vai procurar os dirigentes do PMDB para uma conversa sobre as eleições deste ano. Fátima Bezerra revela que, no plano nacional, as direções do dois partidos já conversaram e entendem que podem reproduzir, no Rio Grande do Norte, a aliança vitoriosa firmada para eleger Dilma Roussef e reafirmada com o projeto da reeleição. “No Rio Grande do Norte, os projetos do PT e do PMDB não colidem. O PT quer disputar o Senado, manter a cadeira na Câmara e ampliar a representação na Assembleia Legislativa. O PMDB quer disputar o Governo do Estado”.

A deputada federal afirma que no primeiro semestre de 2013, o PT conversou com diversos partidos, mas não procurou, de forma institucional, o PMDB. “Naquele período, o PMDB ainda estava apoiando o governo democrata”, lembra. No segundo semestre do ano, veio o rompimento do PMDB com a governadora Rosalba Ciarlini. Ocorreu, também, outro fato político importante: o rompimento do PSB, comandado pelo governador Eduardo Campos, de Pernambuco.

Para firmar alianças eleitorais em 2014, o PT estabeleceu dois critérios irremovíveis: que os potenciais aliados apoiem o governo da presidente Dilma e tenham compromisso com o projeto de reeleição e que estejam no bloco da Oposição ao governo democrata no Rio Grande do Norte. O rompimento do PMDB com Rosalba ajuda a aproximação com o PT, mas, por outro lado, o rompimento de Eduardo Campos e sua aliança com Marina Silva excluem o PSB do arco de alianças do Partido dos Trabalhadores.

PARTIDO

Fátima Bezerra afirma, ainda, que as divergências surgidas durante o processo de eleições diretas dos dirigentes do PT estão devidamente superadas. “O PT debate, discute e diverge no campo das ideias, mas, tomada a decisão, caminha unido na ação”, declara a deputada federal.

Fazendo uma analogia com o futebol, Fátima diz que as conversas com os aliados levarão em conta mais do que a escalação do time que vai disputar as eleições. “Precisamos definir o que esse time vai apresentar ao projeto do Rio Grande do Norte que precisa de um projeto audacioso, moderno, participativo e democrático de governo”.

Vale lembrar que no Rio Grande do Norte o PMDB era aliado do Governo Rosalba (DEM), em 2010 em campanha o então PMDB era opositor ao DEM.

A Caixa Econômica Federal incorporou R$ 420 milhões do saldo de contas poupança de clientes com CPF irregular no lucro líquido do banco em 2012. Seguindo determinação do Banco Central (BC), órgão responsável pela regulação do sistema financeiro, a instituição teve que desfazer a movimentação e retirar o valor que representou em torno de 7% do lucro da instituição do resultado do banco no ano. O banco também ficou impedido de fazer o cancelamento dessas contas com problemas cadastrais.

A prática foi revelada pela revista IstoÉ desta semana, que divulgou documentos da Controladoria-Geral da União (CGU) e do BC que apontavam o fechamento de mais de 525 mil contas de depósito de forma “irregular”. No conjunto, essas contas detinham R$ 719 milhões, que, descontados dos impostos, aumentaram o lucro líquido em R$ 420 milhões.

A Caixa explicou, em nota, divulgada na sexta-feira à noite, que encerrou 496.776 contas cujos CPF tinham sido cancelados ou suspensos pela Receita Federal. Segundo a instituição, a operação não foi comunicada ao BC porque não havia indícios de fraudes ou lavagem de dinheiro, que precisam ser informadas ao órgão regulador.

Segundo o banco, o procedimento foi feito em 2012, após tentativa em contato com esses clientes nos seis anos anteriores. Cerca de 98% dessas contas não tinham sido movimentadas por pelo menos cinco anos, mas o cancelamento, segundo a Caixa, se deu por irregularidades cadastrais.

Sobre a incorporação do saldo das contas encerradas ao balanço do banco, a Caixa diz que o procedimento foi respaldado por auditorias independentes. Primeiro, segundo a instituição, os recursos foram alocados na rubrica de passivo. No entanto, como contabilmente não representavam uma saída provável, o banco transferiu os recursos para o resultado.

A Caixa nega ter descumprido normas do Banco Central, mas a autoridade exigiu que a Caixa desfizesse o lançamento desses recursos e os retornasse ao passivo do banco em 2013. A Caixa informou ter atendido à exigência do BC de forma imediata.

A Caixa diz que, mesmo com o encerramento das contas, os clientes podem solicitar a retirada do dinheiro a qualquer momento. Até novembro, segundo o banco, 6.483 clientes procuraram a instituição para reativaras contas e ter acesso ao saldo. Desses, 1,4 mil abriram uma nova conta e o restante resgatou os recursos.

Fonte: Estadão

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) deve sancionar a lei que estima a receita e fixa a despesa para 2014 – o Orçamento Geral do Estado (OGE). A posição da chefe do executivo sobre a proposta que norteará as finanças do Rio Grande do Norte era aguardada com ansiedade porque, mesmo após aprovada pela Assembleia Legislativa (AL/RN), ainda rendia polêmica com os Poderes, além de Ministério Público (MPE) e Tribunal de Contas (TCE/RN).  Antes de se manifestar, a governadora incumbiu auxiliares a dialogarem com os representantes de Tribunal de Justiça, MPE e AL/RN. A ideia era condicionar a sanção da matéria ao contingenciamento dos recursos previstos para os Poderes. A proposta não foi aceita.

Governadora preferiu acatar a proposta aprovada na Assembleia a somar um desgaste político

O Governo optou então por evitar o desgaste político e, mesmo a contragosto, deve sancionar no Diário Oficial do Estado de hoje, o projeto. Juntos, Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça e Ministério Público fazem jus a um orçamento de R$ 1,3 bilhão. O percentual que o executivo pretendia reservar (contingenciar) era de 6 ou 7%. Se considerada essa média, o bloqueio nas finanças dos Poderes e MPE seria de R$ 94,5 milhões.

Poderes
Inicialmente, a previsão de recursos proposta pelo Governo para às instituições em 2014 foi menor que a do ano passado. A estimativa gerou a revolta dos representantes de Assembleia, TJ/RN e Ministério Público. A solução para o conflito – negociar o contingenciamento – foi a mesma utilizada ano passado após o veto que deixou em polvorosa os Poderes, em pleno início de ano sem recursos para pagamento das obrigações e folha de pessoal.

A gestão democrata ainda pretendia conversar com os Poderes, uma vez que não foi possível concluir os diálogos, por exemplo, com a Assembleia Legislativa. O veto ao projeto da forma como foi aprovado pelos parlamentares era uma possibilidade até os últimos momentos. Mas como não havia mais tempo hábil para negociação – o prazo acabou ontem – a governadora Rosalba Ciarlini optou por não somar mais um desgaste administrativo.

A receita para o Rio Grande do Norte está prevista no patamar de R$ 12,1 bilhões em 2014. Durante as reuniões com os Poderes, o Governo foi representado pelo secretário de Planejamento, Obery Rodrigues, pelo controlador-geral do estado, Anselmo Carvalho e pelo consultor-geral, José Marcelo Costa. Até ontem, esses técnicos ainda se debruçavam sob os números na tentativa de encontrar um denominador comum.

Até poucos dias, não havia qualquer expectativa de manter os orçamentos dos Poderes da forma como aprovados na Assembleia Legislativa. A equipe econômica do Governo argumentava que dessa forma inviabilizaria projetos e ações importantes do executivo, inclusive em áreas vitais, como segurança, saúde e educação.

NÚMEROS
12,1 bilhões É o valor total do orçamento previsto para o ano
1,3 bilhão É o orçamento destinado aos Poderes
Da Trbuna do Norte

Na noite desta Sexta-Feira por volta das 22 horas no Bairro das Campinas, um homem identificado por Cidas F.M sofreu um sequestro relâmpago, segundo pessoas bem próximos da vitima que aceitou conversa com a CONNECTTV, relatou que o mesmo estava caminhando em direção a casa da família, quando foi abordado por três meliantes em um veiculo não identificado, onde abordou a vitima, pós um capuz na sua cabeça e depois colocou na mala, quando os criminosos foram tirar o mesmo do veiculo, se deram conta que a pessoa que eles tinha sequestrado não era o alvo deles, a vitima foi liberado nesta madrugada de Sábado no distrito do Pé do Galo, mais teve 100 reais em dinheiro e o aparelho celular levado pelos os criminosos.

Da ConnecTV

Uma ação ousada aconteceu na madrugada deste sábado (11) e resultou em um atentado contra uma residência em Mangabeira município de Macaíba .A equipe do Patrulha Macaíba foi até o local pra pegar mais detalhes e alguns vizinhos relatam para nossa equipe que a casa foi incendiada por 2 elementos em uma moto não identificada. A residência que foi incendiada fica na Rua Francisco Viana de Lima.e por sorte não tinha ninguém na casa.
Do Patrulha Macaíba