
Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF
Ao defender a proibição de cultos e missas durante o momento crítico da pandemia de Covid, Gilmar Mendes também criticou quem diz que o fechamento das igrejas e templos tem motivos religiosos.
“Diante da eloquência dos fatos e da gravidade da situação, migra para o domínio do surreal a narrativa de que a interdição temporária de eventos coletivos em templos religiosos teria algum motivo anticristão. É a gravidade dos fatos também que nos permite ver o quão necessário é desconfiarmos de uma espécie de um bom-mocismo constitucional, muito presente em intervenções judiciais aparentemente intencionadas em fazer o bem”, afirmou.
O Antagonista
