Condomínio em SC proíbe relações sexuais após as 22h por causa de barulho excessivo

A medida foi motivada por reclamações frequentes de moradores sobre “gemidos, gritos e batidas de cabeceira” vindos de alguns apartamentos durante a madrugada.

 Segundo a administração, o regulamento interno foi alterado após registros recorrentes no livro de ocorrências e denúncias enviadas por e-mail. O objetivo, segundo o síndico, é preservar o sossego e o descanso dos condôminos.

A nova norma prevê advertências e multas que podem ultrapassar R$ 500 em caso de reincidência. Especialistas em direito condominial alertam que a regra pode ser contestada judicialmente, já que envolve questões de privacidade e intimidade.

A decisão divide opiniões: parte dos moradores defende a medida como necessária para manter a ordem, enquanto outros consideram a regra exagerada e de difícil fiscalização.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais, abrindo debate sobre até onde vai o poder de um condomínio para intervir na vida privada dos moradores.

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