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O Estado do Rio Grande do Norte irá repassar R$ 912 mil por mês a partir do dia 11 de abril para os municípios potiguares. O montante diz respeito à manutenção dos Programas de Assistência Farmacêutica Básica (insumos e medicamentos) e ao Fortalecimento da Atenção Básica.

O repasse foi assegurado em audiência de conciliação presidida pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Estado (TJRN), Cláudio Santos, entre o Estado, como réu, e o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) como autores da  Ação Civil Originária.

Participaram da audiência, realizada na manhã desta sexta-feira (17), pelo MPRN o coordenador jurídico judicial, o promotor de Justiça, Afonso de Ligório (representando o Procurador-Geral de Justiça) e o 47º promotor de Justiça da Comarca de Natal, com atribuição na defesa dos direitos à saúde, Carlos Henrique Rodrigues da Silva; pela Femurn, o presidente Benes Leocádio, e pelo Governo, o Procurador-Geral Adjunto do Estado, João Carlos Coque, e o secretário de Saúde do RN, George Antunes.

As partes ainda acordaram que farão uma reunião administrativa para definir uma planilha, por meio da qual serão estabelecidos os prazos e os montantes que estão atrasados. Cálculos iniciais, presentes nos autos, apontam para cerca de R$ 100 milhões.

O valor de R$ 912 mil devido pelo Estado mensalmente será repartido entre os municípios, execetuando-se Natal e Caicó (por já terem ações civis próprias requerendo seus repasses tramitando na Justiça).

Na audiência, foi demonstrado que o Estado vinha descumprindo uma liminar que determinou a regularização de repasses mensais aos municípios e a abertura de crédito especial em favor do Programa de Assistência Farmacêutica Básica. Foi requerido o sequestro das verbas correspondentes nas contas do Governo do Estado.

*Com informações e foto do TJRN.

A rede estadual de saúde pública do Rio Grande do Norte passa a oferecer cirurgia de retinopatia da prematuridade

“Com grande alegria que informamos aos norte-rio-grandenses que o Hospital Santa Catarina já está realizando cirurgias de retinopatia da prematuridade em crianças com até 72 horas de vida. Na manhã desta quarta-feira (15) fizemos o primeiro procedimento em uma criança com dias de nascida que apresentava essa doença agressiva que acomete os bebês prematuros e que se não for tratada a tempo pode levar a cegueira total”, comemora a diretora geral do Hospital Dr. José Pedro Bezerra Maria José de Pontes.

A cirurgia que foi coordenada pelo médico neo oftalmologista João Phillipe Melo só foi possível devido ao fotocoagulador a laser, equipamento adquirido recentemente pela Secretaria de Estado da Saúde Pública para  o Hospital Santa Catarina, localizado na Zona Norte de Natal.

Para o médico João Phillipe Melo é um momento de festa, pois há muito que vinham batalhando por esse equipamento para realizar a cirurgia no próprio hospital, que registra uma grande demanda de bebês com o problema que pode causar cegueira. O procedimento será realizado toda quarta-feira, em crianças com até 72 horas de vida.

Antes da chegada do fotocoagulador, os bebês com retinopatia da prematuridade nascidos no Hospital Santa Catarina precisavam ser transportados para o Hospital Onofre Lopes a fim de se submeterem à cirurgia, o que acarretava risco de vida durante o transporte, devido à fragilidade física própria da prematuridade.

De acordo com dados do Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde, no Brasil 340 mil bebês nascem precocemente ao ano, o que equivale a 931 por dia ou 40 por hora. A taxa de prematuridade é de 12,4% no País.

A doença atinge os bebês nascidos antes de 36 semanas e com peso abaixo de 1,6 kg. Trata-se do crescimento desorganizado dos vasos sanguíneos que suprem a retina e que podem sangrar, provocando o descolamento da retina e a perda da visão.

No sentido de reafirmar o compromisso de realizar continuamente ações de promoção à saúde das mulheres e crianças de Macaíba, a Prefeitura promoveu nesta última  terça-feira (14) o I Fórum de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança.

Ocorrido no Pax Club, o fórum teve como público-alvo médicos e enfermeiros que atuam no NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), com palestras abordando assuntos de interesse desses profissionais como, por exemplo, o atendimento aos casos de arboviroses, comuns nesta época do ano. Entre as arboviroses, destacam-se os vírus da Dengue, da Chikungunya, da Zika e da Febre Amarela.

O evento de hoje contou com a presença do prefeito Fernando Cunha; a secretaria municipal de Saúde, Silvana Cosme; a cirurgiã-dentista e presidente do Conselho Municipal de Saúde, Jane Suely Nóbrega; e Lílian Lisboa, professora da UFRN e coordenadora das atividades acadêmicas do Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi, referência em Macaíba e no Rio Grande do Norte para tratamento de casos de gestação de alto risco.

Ações da Prefeitura voltadas para gestantes e crianças recém-nascidas

Desde 2013, a Prefeitura de Macaíba tem intensificado as ações para esse público, um grande exemplo disso é o Projeto Nova Semente, que garante para as gestantes o acesso aos serviços de saúde, tendo assistência durante todo o ciclo gestacional, ou seja, do início da gravidez até o puerpério (período pós-parto).

Mediante o projeto, centenas de mulheres já receberam kits contendo mais de 20 itens para as mães e as crianças, como banheira, roupas, fraldas, perfumes, sabonetes, dentre outros produtos.

Também merecem destaque a realização de palestras sobre a importância do pré-natal, os cursos de capacitação para gestantes, realizados através do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), onde são abordados temas como mudanças psicológicas com a gestação, Direitos das gestantes, Cuidados com o bebê, Saúde bucal do bebê e Alimentação saudável.

Neste ano de 2017, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), serão realizados vários momentos de capacitações, atualizações, fóruns e oficinas para os profissionais da Atenção Básica. O principal objetivo é mantê-los cada vez mais atualizados para a prestação de uma assistência humanizada, sistematizada e de qualidade.

Assecom

As mulheres grávidas cadastradas no Programa Bolsa Família em todo o Rio Grande do Norte vão começar a receber os repelentes adquiridos pelo Ministério da Saúde como forma de prevenção às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

         A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informa que o Ministério da Saúde deve destinar um total de 345.180 frascos ao Rio Grande do Norte. Esse quantitativo será dividido em sete parcelas até o mês de outubro. A ação é uma parceria do Ministério da Saúde com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.

         A primeira parcela será distribuída agora em março e neste primeiro lote serão entregues 21.570 frascos. Cada grávida receberá dois frascos/mês de 200 ml. O repelente oferece 10 horas de proteção após aplicado sobre a pele.

         A Sesap será responsável pela distribuição às regionais de Saúde que, por sua vez, redistribuirão os repelentes aos municípios. Segundo o Ministério da Saúde, cada município receberá uma cota de acordo com o número de mulheres grávidas cadastradas no Programa Bolsa Família. “Os municípios terão autonomia para definir o fluxo de distribuição desses repelentes. Cada um irá definir sua melhor estratégia para entrega”, informou Maria Lima, subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap.

Viabilizado por meio de uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o Mestrado Profissional em Gestão e Inovação de Saúde está com inscrições abertas para formação de sua primeira turma.

Os interessados podem se inscrever até 17 de março, no endereço https://sigaa.ufrn.br. São 15 vagas anuais para o curso, que terá duração de 24 meses e 12 professores vinculados ao Programa. O início do curso está previsto para o mês de julho.

O curso é voltado à formar profissionais capazes de incorporar métodos e fundamentos científicos na prática profissional e constituir especialistas capazes de diagnosticar, propor e avaliar soluções para problemas no âmbito da saúde.

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Na manhã desta última quarta-feira (22), a Secretaria Municipal de Saúde realizou, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, uma ação preventiva com foco na temática das doenças sexualmente transmissíveis (DST).

O público-alvo da equipe multiprofissional foi formado pelos alunos que frequentam a modalidade de Educação de Jovens e Adultos na Escola Municipal Francisco Genival, localizada no Vilar.

Além das orientações fornecidas sobre a temática, foram realizados aproximadamente 160 testes rápidos no decorrer da ação. Os testes foram referentes à sífilis, HIV e hepatites virais.

Assecom

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A coordenação da UPA Macaíba, muito surpresa com as informações distorcidas a respeito da morte da jovem de iniciais M. C L. N, 16 anos, esclarece toda a situação. A jovem M. C L. N foi à UPA Macaíba no dia 12 de fevereiro, sendo atendida às 10h30, relatando um desconforto no abdômen.

Na unidade macaibense, a paciente, de acordo com a coordenação, não relatou, em momento algum, ser portadora de leucemia ou de outra doença crônica como hipertensão, diabetes ou alergias, dentre outras, apenas uma leve dor no abdômen. Assim sendo, imediatamente foi agendada uma consulta para o dia seguinte, ou seja, na segunda-feira (13 de fevereiro), para que fosse, mais uma vez, consultada e encaminhada para realizar todos os exames necessários. A menina compareceu ao Posto da Maré, foi consultada pelo clínico geral e, logo em seguida solicitados os exames.

Entretanto, no decorrer da semana, a paciente teve uma piora no seu estado de saúde, mas não voltou a procurar atendimento médico em Macaíba, falecendo no hospital são-gonçalense após uma semana de atendimento numa unidade de saúde macaibense. No hospital de São Gonçalo do Amarante, segundo informações, a garota deu entrada na madrugada de sexta-feira (17) para sábado (18), vindo a falecer às 19h40 do último sábado (18), no hospital da cidade, ou seja, uma semana depois de ser consultada na UPA Macaíba. O hospital de São Gonçalo do Amarante espera os resultados dos exames para confirmar a causa de morte da adolescente.

A coordenação da UPA lamenta o ocorrido e solidariza-se com os familiares e amigos da jovem e repudia a maneira como alguns canais descompromissados com a informação usam casos como este buscando se promoverem, omitindo os fatos e deixando de fazer um ofício básico de quem trabalha com notícias: checar as informações ouvindo as duas versões da história.

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A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizará o “Carnaval da Saúde”, uma ação preventiva com foco na conscientização sobre os cuidados que a população deve ter neste Carnaval, principalmente a prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), nesta quarta-feira (22).

A atividade terá início às 14h com a realização de testes rápidos de HIV, Sífilis e Hepatites B e C em um trailer da Prefeitura que estará localizado nas imediações da rodoviária de Macaíba. Às 16h uma caminhada será realizada pelos profissionais de saúde, com saída do Pronto Atendimento Odontológico, na Rua Doutor Pedro Velho e chegada prevista na rodoviária da cidade.

No trajeto, a equipe de saúde da SMS distribuirá panfletos informativos sobre cuidados com a saúde e preservativos para a população. Todas as equipes das unidades de saúde do município também estão mobilizadas na campanha disponibilizando atendimentos com foco no “Carnaval da Saúde”.

Assecom

A Coordenadoria do Programa de Residência Médica em cirurgia geral do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) divulgou na tarde desta quinta-feira (16), a relação dos candidatos classificados na 2ª fase do Processo Seletivo para preenchimento das seis vagas disponibilizadas para o período 2017/2019. Os alunos estão classificados de acordo com a pontuação obtida, seguindo da maior para a menor. Para ter acesso tanto a lista de classificados, basta clicar nos links abaixo:

Relação dos Classificados: https://goo.gl/Q2dDTc

Para outras informações: Assessoria de Imprensa  3232-7530

Da Agência Brasil – Em apenas uma semana, mais 176 pessoas apresentaram suspeita de ter contraído febre amarela no país, informou hoje (15) o Ministério da Saúde. Os casos foram registrados nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Tocantins e, pela primeira vez, um paciente está em investigação no Rio Grande do Norte. Ao todo, foram registrados 1.236 casos de pacientes suspeitos de terem contraído a doença, dos quais 885 permanecem em investigação. Até o momento, 243 pessoas já foram confirmadas com a doença.

Desde a semana passada, mais 12 pessoas morreram em decorrência da febre amarela, resultando em um total de 82 mortes por causa da enfermidade em Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Outras 112 mortes seguem suspeitas de terem sido provocadas pela doença.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), divulgou nesta quinta-feira (9) o boletim com a atualização da situação epidemiológica da microcefalia, com dados coletados até o último dia 5 de fevereiro.

Os casos notificados estão distribuídos em 91 municípios do Rio Grande do Norte. Do total de 486 casos suspeitos, 108 estão sob investigação, 142 foram confirmados e 236 foram descartados. Os casos confirmados estão distribuídos em 47 municípios do Estado. Os municípios com maior número de casos confirmados são: Natal (40), Mossoró (14) e Parnamirim (9).

Dos 486 casos suspeitos de microcefalia e/ou outras malformações relacionadas às infecções congênitas, 335 são de nascimentos ocorridos em 2015, 140 são de nascimentos ocorridos em 2016 e quatro foram de nascimentos ocorridos em 2014 e os demais estão entre os abortos e pré-natal.

Do total de casos notificados, 8,3% (38/485) evoluíram para óbito após o parto ou durante a gestação (abortamento espontâneo ou natimorto). Segundo a classificação, 29% (11/38) permanecem em investigação e 60% (23/38) foram confirmados e 11% (4/38) foram descartados.

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A Prefeitura de Macaíba resolveu se manifestar após algumas pessoas que procuraram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e tivera atendimento médico recusado. Em nota a Secretaria Municipal de Saúde “justifica” a prioridade que a unidade de urgência e emergência tem com casos mais graves. Leia a nota publicada no site da Prefeitura Municipal.

Nota de Esclarecimento

Em relação à UPA, a Prefeitura de Macaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde, vem a público esclarecer que esta unidade situada em nosso município é classificada pelo Ministério da Saúde (MS) como de Porte I, com demanda para atender 150 pacientes diariamente (conferir imagem abaixo da matéria). Porém, vem atendendo uma média de 200 pessoas ou até mais por dia. A gestão municipal tem investido mais de 900 mil reais mensalmente na UPA.

Devido ao aumento de pessoas que procuram nossa unidade, pelo fato de haver poucas UPAs funcionando no RN e pela falta de estrutura e médicos em algumas cidades vizinhas, optamos por preservar o paciente nos casos de urgência e emergência, ou seja, amarelo e vermelho. Isso não significa que as pessoas com classificações azul e verde não sejam atendidas ou fiquem sem resposta.

Cabe enfatizar que, devido à crise econômica que afeta municípios por todo o Brasil e ocasiona queda de receitas, inclusive alguns tiveram que fechar suas UPAs, enquanto outros sequer conseguiram abri-las, a partir deste mês de janeiro de 2017, a UPA de Macaíba passou a seguir as recomendações da Portaria nº 10, de 03 de janeiro de 2017, Ministério da Saúde, disponibilizando quatro médicos, dois durante o dia e dois durante a noite.

Em caso de classificação azul ou verde, o paciente de Macaíba será encaminhado para a Atenção Básica, ou seja, para o posto de saúde mais próximo de sua residência, com o encaminhamento para a consulta. Os postos de saúde funcionam de segunda à sexta.

Em suma, as UPAs de todo o Brasil foram criadas para atender os casos de saúde mais graves. Ressaltamos ainda que a UPA Macaíba é uma das melhores do estado, sendo inclusive citada em um vídeo publicitário do Governo Federal. Por fim, dos 167 municípios potiguares, Macaíba é uma das poucas cidades que mantêm uma UPA funcionado de forma eficiente, fazendo com que seus moradores não tenham que se deslocar para outras cidades à procura de atendimento de urgência e emergência.

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A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que o Rio Grande do Norte não é considerado pelo Ministério da Saúde área de transmissão da febre amarela. A Sesap informa que são boatos as informações que estão circulando nas redes sociais sobre morte de macacos em Natal e região metropolitana, relacionando os casos com a febre amarela e pedindo que a população procure a vacina. Desde 1942 que não são registrados no Brasil casos desta doença no meio urbano.

“Saúde pública não é brincadeira. Quando você dissemina boatos ou informações falsas contribui para que a população entre em pânico e atrapalha os profissionais de saúde, que deixam de fazer o seu trabalho para esclarecer boatos, deixando de dar atenção ao que realmente é verdade”, explicou Cintia Higashi, subcoordenadora de Vigilância Ambiental (SUVAM) da Sesap.
Na secretaria, dentro da Subcoordenadoria de Vigilância Ambiental, a Vigilância de Epizootias investiga a morte ou adoecimento de primatas em parceria com as secretarias municipais de saúde e os órgãos de vigilância ambiental como IBAMA e Polícia Ambiental.

Em 2016 no Rio Grande do Norte foram registradas 23 ocorrências envolvendo primatas, e até o momento nenhuma delas está relacionada com registro positivo de febre amarela. “Os primatas atuam como animais sentinelas para a febre amarela e não são os responsáveis pela transmissão da doença. Eles são tão vítimas quanto o homem e nos ajudam a identificar antecipadamente a circulação viral” esclarece Cintia Higashi.

A Sesap orienta para que caso a população encontre algum primata (macaco) doente ou morto, entre em contato com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) pelos telefones: 0800 281 2801 ou 3232-2801.

A febre amarela possui dois ciclos de transmissão, o urbano e o silvestre. Os recentes casos de febre amarela nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo estão relacionados com o ciclo da doença no meio silvestre, quando as pessoas não imunizadas adentram as matas ou residem em áreas próximas.

A vacinação contra a febre amarela é recomendada às pessoas que residem ou viajam para regiões silvestres, rurais ou de mata, para as quais há recomendação desta vacina. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas. A Sesap alerta para a necessidade dos municípios em informar e vacinar viajantes que se dirigem para áreas onde é obrigatória a certificação da vacina contra a febre amarela e ainda, que não há critérios epidemiológicos para recomendação de vacina para a população que permanece no RN.

Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

Samara Maria

Na internet internautas iniciaram uma campanha nas redes sociais para uma jovem que reside no Bairro Campo da Santa Cruz, em Macaíba. A jovem por nome de Samara Maria, de 19 anos, está passando por problemas de saúde, segundo informações do Blog Diário de Macaíba.

A jovem que tinha nenhum problema de saúde, foi diagnosticada com diabetes tipo I, onde precisa de insulina diariamente, além do diabetes, a jovem veio a sofrer um AVC, onde teve parte de sua locomoção prejudicada. Para piorar a situação, Samara Maria contraiu uma meningite bacteriana. Segundo conta o blog, a jovem veio a passar por esse problemas já citados, a partir do mês de agosto do ano passado. A jovem precisa de um tratamento que necessita de materiais e alimentação diferenciada, quem puder colaborar doando seringas de insulina, fralda geriátrica, leite em pó desnatado e farinha de aveia, estará fazendo sua parte.

A família reside em frente à Escola Municipal Pinheiro Borges, quem quiser entrar em contato com a família, pode ligar para o telefone celular 99131-4334, do senhor Celso Ferreira, pai de Samara Maria.

Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, em Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde flexibilizou as regras para a abertura de 165 unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que estão construídas, mas sem funcionamento. Portaria publicada no início deste ano permite que as unidades sejam abertas com um médico por turno – anteriormente, era necessário ter dois médicos em cada período. De acordo com o governo, a falta de médicos é o principal motivo para o não funcionamento das unidades.

A Agência Brasil entrou em contato com as secretarias estaduais dos seis estados que mais têm unidades prontas sem funcionamento. Os gestores estaduais apontam outros fatores que dificultam a abertura de UPAs. Baixo valor de custeio federal, falta de equipamentos e dificuldades com recursos humanos estão entre os problemas apontados pelos estados.

Veja abaixo:

Bahia

Com 15 unidades construídas, mas sem funcionamento, e 20 em construção, a Secretaria de Saúde da Bahia alega demora na finalização das obras e “insegurança do gestor em iniciar o funcionamento da UPA” como principais motivos para a não abertura das unidades. Além disso, o estado critica “o baixo valor de custeio federal para manutenção das unidades” e diz que faltam recursos municipais para complementar o valor gasto com as unidades.

Os municípios baianos que não conseguiram colocar as UPAs em funcionamento são: Rio Real, Araci, Santo Antônio de Jesus, Macaúbas, Morro do Chapéu, Jaguaquara, Gandu, Conceição do Coité, Itabuna, Itamaraju, Esplanada, Eunápolis, Brumado e Livramento de Nossa Senhora.

Em nota, a secretaria ressalta que a redução do número mínimo exigido de médicos nas unidades também vai levar à redução do custeio federal e explica que “a estrutura das UPA envolve não só folha de pagamento de pessoal, mas também contrato de manutenção de equipamentos e predial, rede de gases, insumos e medicamentos”.

Pará

O Pará tem 17 UPAs abertas, embora cinco ainda precisem de habilitação do Ministério da Saúde – unidades não habilitadas deixam de seguir todos os critérios do governo e, por isso, não recebem recursos federais.

Além disso, o estado tem 13 unidades edificadas, mas que não foram abertas porque a secretaria ainda precisa adquirir equipamentos e organizar a área de recursos humanos. E mais 30 unidades estão sendo construídas.

Os municípios que aguardam a instalação de equipamento e formação das equipes são: Acará, Breves, Cametá, Itaituba, Itupiranga, Marituba, Oriximiná, São Félix do Xingu, Usuará, Viseu, Marabá, Novo Repartimento e Dom Eliseo.

Goiás

“Muitos fatores impedem o funcionamento da unidade”, diz a Secretaria Estadual de Saúde de Goiás, entre os quais a dificuldade com recursos humanos. O estado tem 20 UPAs em funcionamento, e duas estão atuando sem habilitação do Ministério da Saúde. Há 11 em construção, mas não foram abertas nos municípios de Iporá, Cidade de Goiás, Porangatu, Campos Belos, Niquelândia, Pirenópolis, Quirinópolis, Planaltina, Águas Lindas, Aparecida de Goiânia e Uruaçu. O estado ainda tem 13 unidades em construção, a maioria na capital, Goiânia.

Paraná

No Paraná, estão em funcionamento 40 UPAs, das quais 31 estão habilitadas pelo Ministério da Saúde, ou seja, qualificadas para receber recursos de custeio da União. O estado tem ainda oito unidades em diferentes fases de construção e sem estimativa de prazo para início de operação. Dez UPAs já concluídas ainda não estão em funcionamento nos municípios de Campo Largo, Piraquara, Rio Negro, União da Vitória, Santo Antônio do Sudoeste, Medianeira, Campo Mourão, Centenário do Sul, Marechal Rondon e Ivaiporã. A secretaria estadual não apontou os motivos da não abertura das unidades.

Rio Grande do Sul

Segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul, o estado tem 22 UPAs abertas, 14 unidades em construção e 13 concluídas, mas fechadas. Os municípios que ainda não conseguiram colocar as UPAs em funcionamento são: Esteio, Alvorada, Camaquã, Caxias do Sul, Farroupilha, Carazinho, Cachoeira do Sul, Uruguaiana, Santo Ângelo, São Borja, Ijuí, Frederico Westphalen, Três Passos.

Em nota, a secretaria afirma que “a flexibilização no quantitativo de médicos nas UPAs impactará na decisão dos gestores municipais em iniciar o funcionamento dessas”. A pasta explica que um dos motivos relatados pelos gestores para retardar a inauguração das unidades é “a demora entre o início das atividades e a habilitação pelo Ministério da Saúde”. A secretaria ressalta que enquanto não tem habilitação, a unidade é custeada somente pelo município e que o repasse federal só é feito depois de publicação de portarias específicas de habilitação das UPAs. As novas regras não preveem pagamento retroativo.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, 15 unidades estão em construção. Pelo menos seis municípios tem unidades prontas, inauguradas, mas fechadas: Uberaba, Três Corações, São Lourenço, João Pinheiro, Barbacena e Diamantina. Segundo a secretaria, os motivos para o não funcionamento são diversos. Em Uberaba, por exemplo, a unidade aguarda posicionamento do município sobre inauguração. Em Três Corações e Diamantina, as unidades não estão funcionando como UPAs. Em São Lourenço e João Pinheiro, as unidades aguardam recurso para compra de equipamentos e, em Barbacena, o gestor municipal considera que as portas de urgência e emergência existentes na cidade são suficientes e quer utilizar o prédio da UPA para outra finalidade médica.