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O total de mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus chegou a 391.936. Nas últimas 24 horas, foram confirmados 1.139 novos óbitos. Ontem (25), o balanço diário marcava 381.478 vítimas que não resistiram à pandemia.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (26) que a inclusão de determinados grupos por decisão de estados e municípios no programa de vacinação contra a covid-19 tem atrapalhado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. “Se nós respeitássemos o Programa Nacional de Imunizações conforme pactuado na [reunião] tripartite [União, estados e municípios], ele seria melhor”.

“É até um apelo que eu faço. Nós sabemos que, no afã de contribuir com a vacinação, às vezes, se pressiona para botar um grupo prioritário ou outro. Todos têm razão em querer ter a vacinação o mais rápido possível, mas, às vezes, isso atrapalha o nosso PNI. Então, fazer com que o PNI tenha as decisões pactuadas na tripartite mantidas e com que, nos municípios, nos mais de cinco mil municípios do Brasil, ele seja cumprido é um desafio para todos nós”, afirmou, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado.
Queiroga criticou a polêmica entre doses distribuídas e as efetivamente aplicadas no país. Segundo o ministro, o vacinômetro do Ministério da Saúde aponta mais de 57 milhões de doses distribuídas e cerca de 37 milhões de doses aplicadas. Sobre a diferença de 20 milhões de doses, o ministro explicou que algumas são reservadas para segunda dose e estão guardadas. Disse ainda que outras não chegaram aos municípios, porque “há um retardo, um delay de cerca de 10 dias para que essas doses, uma vez entregues, sejam distribuídas para os municípios”.
“O fato é que essa disparidade entre doses distribuídas e doses aplicadas tem gerado muita polêmica, muita polêmica em rede social, e tudo o que nós não precisamos neste momento é polêmica. Nós precisamos passar uma mensagem harmônica para a nossa sociedade”, ressaltou.
Sobre o Brasil já ter atingido este ano mais registro de óbitos pela covid-19 na comparação com todo o ano de 2020, o ministro da Saúde atribuiu ao fato da variante P1 do vírus, a de Manaus, ser mais contagiosa e também estar associada a uma maior letalidade. E defendeu a vacinação, aliada a outras medidas que considera fundamentais. “É claro que não é só a vacinação. Tenho, desde o primeiro dia em que assumi o cargo, reiterado a importância das chamadas medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras e o distanciamento social”, disse.

O Rio Grande do Norte soma 121 municípios em zona de risco ou de perigo para a taxa de transmissibilidade [R(t)] da covid-19. Isso significa que, nessas localidades, a taxa de transmissão do coronavírus acima de 1,03.
No geral, o estado tem taxa de 0,76, de acordo com o dado mais recente divulgado pelo Laboratório de Inovação tecnológica em Saúde (LAIS) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
De acordo com a plataforma, o RN tem 15 municípios em zona de perigo, quando a R(t) é superior 2,00. Isso significa dizer que, estatisticamente falando, 100 pessoas doente contaminarão 200 saudáveis. O nível é o mais alto na escala apontada pelo Lais. A população do RN dentro dessa zona é de 70.953. Nesse quesito, Januário Cicco é a cidade que mais preocupa, com 5,00 de taxa.
Em zona de risco, com taxa maior que 1,03 e menor ou igual a 2,00, estão 106 municípios. A população dentro dessa faixa é de 2.445.942. As duas principais cidades do RN estão neste grupo: Natal (1,07) e Mossoró (1,14). Já na zona neutra, com taxa de transmissibilidade maior do que 1,00 e menor ou igual a 1,03, estão cinco municípios. A população potiguar dentro desta faixa é de 203.026. Caicó (1,01) e São Gonçalo do Amarante (1,02) são as principais cidades englobadas nessa zona.
Na zona segura, a recomendada para controlar a disseminação da doença com taxa menor ou igual a 1,00, estão 41 municípios e 786.932 habitantes potiguares. Parnamirim, Macaíba e Açu estão entre os municípios dentro desse grupo.
De acordo com o Lais, a taxa de transmissibilidade é um indicador importante para analisar a pandemia do coronavírus. No entanto, o laboratório destaca que os dados não podem ser utilizados separadamente. “É preciso considerar outros indicadores nas avaliações dos contextos epidemiológicos”, apontou.
Com informações do Portal Grande Ponto

Macaíba atingiu a marca de 10.248 doses de vacinas aplicadas na população no combate a covid-19. Foram 7.739 vacinas na primeira dose e 2.509 na segunda dose, totalizando 7.764 pessoas vacinadas. O município deu início a vacinação na faixa etária de 60 a 64 anos nesta quarta-feira (21), porém, as vacinas logo acabaram. A secretaria de Saúde aguarda novas doses para continuar o trabalho de imunização desse público.

Foto: Raphael Oliveira
O laboratório da Unidade de Pronto Atendimento de Macaíba recebeu novos equipamentos para realização dos exames de urgência e emergência do local. O contrato com uma nova empresa foi assinado nesta semana e desde a última quarta-feira (21) os exames podem ser feitos, entre eles, hemograma, urina, troponina, dengue, BHCG e PCR qualitativo.
Os exames são de muita importância principalmente para os pacientes internados diagnosticados com o novo coronavírus (Covid-19). Vale salientar que, no período de transição entre as empresas prestadoras do serviço, os exames continuaram sendo realizados em parceria com as Prefeituras de municípios vizinhos como São José de Mipibu, Natal e Parnamirim.
Assecom-PMM
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou hoje (21) que vai entregar, na próxima sexta-feira (23), 5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19 produzidas pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). A quantidade supera a previsão inicial para esta semana em 300 mil doses.

Por questões logísticas relacionadas à distribuição das vacinas, a Fiocruz passará a liberar os lotes para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) sempre às sextas-feiras. Segundo a fundação, a decisão foi tomada em conjunto com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Na manhã desta quarta-feira (21), todas as 1.045 vacinas para faixa etária de 60 a 64 foram esgotadas nos postos de saúde e no Posto da Maré. A secretaria de Saúde aguarda a chegada de um novo lote para dá continuidade ao objetivo de imunizar todos os macaibenses!.
Em relação a segunda dose da faixa etária de 70 anos continua sendo aplicada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (20), em Brasília, a liberação para uso emergencial de dois medicamentos experimentais da farmacêutica suíça Roche contra a covid-19, desenvolvidos em parceria com a empresa de biotecnologia americana Regeneron. 

Os remédios, contendo casirivimabe e imdevimabe (REGN-COV-2), atuam em ligação com a coroa do vírus de forma a impedir sua entrada nas células ainda não infectadas para replicar o material genético, controlando a doença.
A medicação é indicada especialmente para pacientes que estão em idade avançada, obesos, que tenham doença cardiovascular, hipertensão, doença pulmonar crônica, aids, diabetes, doenças respiratórias, doença renal crônica e doença hepática, entre outras comorbidades e que apresentam alto risco de desenvolver progressão para um quadro grave da covid-19.
Segundo a Anvisa, o medicamento será de uso restrito a hospitais, para uso ambulatorial, ou seja, para pacientes que apresentam sintomas leves da doença, sendo administrado somente com prescrição médica. O medicamento não é recomendado para uso precoce ou preventivo. Também não será permitida a sua comercialização ou venda em farmácias.
O coquetel foi liberado para ser administrado em pacientes a partir de 12 anos, que pesem mais de 40 kg, que não necessitem de suplementação de oxigênio e não apresentem o quadro grave da doença. A aplicação é intravenosa e deve ser administrada logo após a confirmação, por meio de teste viral, até dez dias após o início dos sintomas.
Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Silva Santos, o coquetel usa dois anticorpos monoclonais que trabalham para neutralizar o vírus, fornecendo “anticorpos extras” para os pacientes.
“A ideia desse produto é que nesses pacientes se mimetize o que seria a resposta imune natural dos anticorpos produzidos em células e que essa produção extra-humana de anticorpos ajude a promover a ação imunológica”, disse.
“[Mas] esse produto não é recomendado para quem já está na situação grave da doença. Para aqueles que já estão internados se observa uma piora no desfecho clínico quando administrado em pacientes hospitalizados com covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, acrescentou.
Santos apresentou dados das pesquisas dos medicamentos e disse que os resultados preliminares em pacientes ambulatoriais, desde o diagnóstico da doença até 29 dias após início do tratamento, mostraram uma redução de 70,4% na hospitalização ou morte relacionadas com a covid-19.
“O que a gente percebeu foi uma redução significativa e clinicamente relevante de 70,4% no número de pacientes hospitalizados ou morte por quaisquer causas quando comparado com o placebo”, disse. “Ele foi muito bem tolerado, tem um perfil de segurança aceitável.
O pedido para o uso dos medicamentos foi feito pela Roche em 1º de abril. A diretora da Anvisa e relatora do processo de liberação do medicamento, Meire Sousa Freitas, lembrou que ele já foi aprovado para uso emergencial pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, após apresentar bons resultados em pacientes com sintomas leves e moderados da covid-19.
A Anvisa aprovou um prazo de validade de 12 meses para os medicamentos, por se tratar de uso emergencial. A relatora lembrou que a agência também já liberou, em março, o uso do antiviral Remdesivir, produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences, para o tratamento da covid-19, e que a nova autorização vai ajudar a aliviar o sistema de saúde do país.
“A autorização emergencial desses anticorpos monoclonais oferece aos profissionais de saúde mais uma ferramenta no combate a essa pandemia”, disse.
Meire lembrou que a autorização é de uso emergencial, por se tratar de um medicamento ainda em desenvolvimento, e que o processo de aprovação do registro definitivo ainda precisa de mais pesquisas e investigação clínica.
Ela alertou ainda que não há pesquisas tratando da aplicação de vacinas contra a covid-19 em pacientes que foram submetidos ao novo medicamento e que a recomendação é de que o paciente deve aguardar um período de 90 dias após a administração do medicamento para tomar a vacina.
“Atualmente não há dados sobre a segurança e eficácia das vacinas autorizadas pela Anvisa em pessoas que receberam esses anticorpos monoclonais como parte do tratamento da covid-19. Portanto, antes de se vacinar o paciente deve ser avaliado pelo médico”, finalizou.
Agência Brasil
Em Macaíba, 6.965 pessoas foram vacinadas contra a covid-19, de acordo com dados do RN Mais Vacina divulgados nesta segunda-feira (19). Foram aplicadas 6.948 vacinas na primeira dose e 1.672 na segunda dose, totalizando 8.620 doses aplicadas.
Atualmente a faixa etária que está sendo vacinada é a partir de 65 anos e os profissionais de saúde.

Dados do RN Mais Vacina informam que em Macaíba foram aplicadas 8.091 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 6.656 na primeira dose e 1.435 na segunda dose. Ao todo 6.731 pessoas foram vacinadas, seja com a CoronaVac ou AstraZeneca.
Em Macaíba, estão sendo vacinados idosos a partir de 65 anos e os profissionais de saúde.
Nesta quinta-feira (15), ocorreu mais uma capacitação oferecida pelo núcleo de educação permanente da UPA Macaíba.
A reativação deste núcleo de educação permanente, é um projeto da secretária de Projetos Especiais do município de Macaíba, Luciana Barbosa, que já vem sendo executado na Unidade de Pronto Atendimento.
A mesma nos passou que a reativação desse núcleo se deu em um trabalho conjunto da secretaria, com a coordenação de enfermagem e com os gestores da UPA.
“Nós entendemos que a capacitação continuada dos profissionais da saúde é o caminho certo para um melhor cuidado com os macaibenses” afirmou Luciana.
O treinamento foi sobre ventilação mecânica, administrado pelo profissional Peucelle Filho, coordenado pelo coordenador de enfermagem Adilson Almeida, tendo como público alvo todos os profissionais de enfermagem e fisioterapeutas.
A série de reformas em espaços públicos de Macaíba continua em passos firmes neste início de gestão do prefeito Emídio Júnior. Após a Central de Marcação de Exames, CRAS Fabrício Pedroza e CAPS-AD, agora é a vez do imóvel que abriga as duas principais unidades odontológicas – CEO (Centro de Especialidades Odontológicas) e PA (Pronto Atendimento Odontológico) da rede municipal.
Segundo Anderson Carvalho, gestor do CEO, a reforma conduzida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura contempla aspectos como substituição da rede elétrica (luminárias e fiação), reparos estruturais, pintura interna e externa, manutenção hidráulica, dentre outros, no sentido de proporcionar mais conforto aos pacientes usuários dos serviços dessas unidades.
Visita do prefeito
Sempre atento ao dia a dia da Prefeitura e suas repartições, o prefeito Emídio Júnior esteve pessoalmente visitando a unidade na manhã da última terça-feira (13/04), conferindo o andamento dos serviços. Na ocasião, o prefeito esteve acompanhado pela secretária municipal de Saúde, Roberta Guilhermina.
Sobre o CEO
O CEO funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h. No local são realizados os atendimentos especializados nas áreas de periodontia (doenças das gengivas), endodontia (tratamento de canal), cirurgias orais menores, diagnóstico oral e biopsias, próteses dentárias, atendimento a pacientes com necessidades especiais, dentística especializada (restaurações complexas), além da realização de radiografias orais.
Os pacientes atendidos no CEO também devem ser encaminhados pelo Pronto Atendimento Odontológico. As atividades do local consistem em atendimentos básicos agendados diariamente, assim como as urgências odontológicas.
Sobre o PA
O PA está localizado funciona durante todos os dias da semana, incluindo domingos e feriados, no horário das 7h até às 19h. Os procedimentos oferecidos são os mais diversos, do ambulatório ao atendimento de urgência, quem procura o Pronto Atendimento vai poder contar com serviços de restauração, serviços básicos, extração, limpeza, hemorragias, fraturas, entre outros.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O Ministério da Saúde divulgou hoje (13) a lista dos estados com pessoas que estão em atraso para tomar a segunda dose de vacinas contra a covid-19. Hoje, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, disse que há 1,5 milhão de brasileiros nessa situação, e alertou que essas pessoas precisam buscar os postos de vacinação.

O estado com mais pessoas em atraso é São Paulo (343.925), seguido da Bahia (148.877), Rio de Janeiro (143.015), Rio Grande do Sul (123.514), Minas Gerais (89.122) e Paraná (71.857).
Os estados com menos doses em atraso são Amapá (5.741), Tocantins (6.033), Acre (6.191), Alagoas (7.625) e Roraima (8.555).
Segundo o ministro, mesmo quem perdeu o prazo previsto no cronograma de vacinação deve procurar uma unidade de saúde para regularizar a situação.
A grande maioria dos atrasos está em doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
No total, 1.514.340 doses do imunizante estão em atraso, sendo 287 da Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
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