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Bastidores

Em busca das intenções de voto

Esposo da pré-candidata Kátia Sena, Thomas acredita ela vai ser um dos nomes que vai receber parte das intenções de voto que tinha Valério Mesquita (PDT), ao qual veio desistir de disputar a Prefeitura de Macaíba.

“O eleitor de Valério tende a votar nela” finalizou Sena.

“A repórter do povo”

No meio político, já se comenta que Ceiça Lima (PRB) poderá surpreender nas eleições deste ano. Pelo fato de realizar um trabalho social na cidade e entre outros projetos, a marca da assistência social está muito ligada a imagem de Ceiça Lima. Ela deverá defender na campanha condições mais digna  para quem vive nas ruas e  também  sobre as questões de segurança pública.

Oposicão no governo

Nos bastidores se comenta a possibilidade de um dos vereadores da oposição ir apoiar o prefeito Fernando Cunha (PSD).

 

 

Divulgação

Divulgação

Blog da Marina Silva

A fonte jornalística que permitiu à Folha de S.Paulo produzir a manchete “Marina queria evitar elo com empreiteira, diz sócio da OAS” (edição de 14 de junho de 2016) conduziu o jornal a cometer um equívoco que evidencia mais uma vez a tentativa do senhor Léo Pinheiro de envolver a mim e a meu companheiro de chapa na campanha de 2010, Guilherme Leal, em práticas de financiamento ilegal de campanha.

A prestação de contas feita para o TSE é suficiente para identificar a inverdade da “notícia” relatada pela reportagem. Em 2010, nossa campanha recebeu R$ 3,15 milhões de várias empreiteiras – Camargo Correia, Andrade Gutierrez, Promon S/A e Construcap. Não tínhamos, portanto, nenhum motivo para que apenas a OAS não aparecesse na nossa contabilidade como tenta fazer crer o delator. Naquela oportunidade, firmamos, sim, o compromisso público de não aceitar doações de indústrias do tabaco e de armamentos, além de só recebermos contribuições financeiras que seguissem todos os trâmites legais.

Como disse anteriormente, posso assegurar à opinião pública brasileira que, neste momento em que a sarjeta da política já esta repleta de denunciados, o melhor caminho é confiar no trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal. Por isso reitero meu apoio e confiança no trabalho da Lava Jato para repor a verdade.

Marina Silva, porta-voz da Rede Sustentabilidade, ex-candidata à Presidência da República pelo PV (2010) e pelo PSB (2014)

Claúdio Marques

Foto: Claúdio Marques

Corre nos bastidores que a ex-prefeita Marília Dias (PMDB) pode virar o jogo e receber apoio político-partidário, algo que não se  imagina no cenário político macaibense, visto que grande parte dos partidos estavam quase fechando com o governo ou com o delegado Normando Feitosa.

Hoje a oposição em Macaíba se encontra fragmentada, com três pré-candidatos e quem busca derrotar o prefeito Fernando Cunha (PSD), sabe que essa divisão só favorece o médico.

O posição segue fragmentada

De todos os lados se ouve que nenhum pré-candidato da oposição desistirar de disputar a prefeitura. Com esse entedimento visto tanto por pessoas da oposição e setores da situação, dificilmente o PMDB em Macaíba consiguirá unir todos num palanque só.

Bastidores

Consumo interno

Um dos partidos que integra a Frente Independente encomendou uma pesquisa para consumo interno. O partido visa ver como está o cenário das intenções de voto para este pleito.

Abertura do hospital

Quem ganha pontos com  abertura do Hospital Regional? a população que precisa e politicamente tem quem acredite que o prefeito também ganha pontos, já que o fato da maternidade não funcionar desde 2011 era usado por setores da oposição para criticar Fernando Cunha.

Esse fato vamos saber nas próximas pesquisas.

Base eleitoral

O ex-presidente da Câmara Municipal, Thomas Sena (PRP), pretende lançar morador do bairro Campinas para disputar vaga na   Câmara Municipal, já que segundo ele, sua esposa Kátia Sena, vai disputar ao executivo. Campinas é a base eleitoral de Sena e ele não quer perder espaço lá.

 

 

 

Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e os líderes do partido no Congresso divulgaram nova nota pública hoje (15) para desqualificar a delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. No texto, Aécio, Cássio Cunha Lima (PB) – líder do partido no Senado – e Antonio Imbassahy (BA) – líder na Câmara – acusam Machado de difamação e ressaltam que os crimes cometidos pelo executivo ocorreram durante governos petistas.

“Os crimes cometidos por ele e assumidos e que, inclusive, levaram à sua delação, foram cometidos no exercício de importante função executiva em sucessivos governos do PT”, diz o texto.

“Portanto, tentar envolver líderes do PSDB em atos supostamente ocorridos há mais de 18 anos sem qualquer fato que os comprove apenas demonstra o desespero de alguém que, para obter vantagens em sua delação, não se constrange em caluniar e difamar.”

Na delação, Machado disse que repassou R$ 1 milhão para a campanha de Aécio Neves à presidência da Câmara, em 2001. Na época, Machado era senador pelo PSDB e líder do partido no Senado.

Os tucanos classificam as acusações de Machado de “absurdo” e diz rechaçar a tentativa de estabelecer um paralelo entre o partido e o governo petista.

Brasília - O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, é alvo da Operação Catilinárias. A PF cumpre mandados no Distrito Federal e em sete estados (José Cruz/Agência Brasil)

José Cruz/Agência Brasil

Após ser citado na delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pediu hoje (16) demissão do cargo. A informação foi confirmada pela Assessoria de Imprensa da Presidência da República.

O ex-presidente da Câmara Henrique Alves teria recebido, segundo Machado, R$ 1,55 milhão em doações eleitorais com recursos ilícitos.

Ele é o terceiro ministro, após pouco mais de um mês do governo interino de Michel Temer, a cair depois de denúncias relacionadas à Operação Lava Jato. Romero Jucá, que foi ministro do Planejamento, e Fabiano Silveira, da Transparência, Fiscalização e Controle, saíram dos cargos após divulgação de trechos da delação de Machado, em áudio, em que eles criticavam a operação.

Alves enviou uma carta com o pedido de demissão a Temer, mas, até o final da tarde, o teor não foi divulgado. Na noite de ontem (15), o ministro esteve no Palácio do Planalto reunido com o presidente interino.

O sigilo dos depoimentos de Sérgio Machado à força-tarefa da Operação Lava Jato foi retirado pelo ministro do Supremo Tribunal Federall (STF) Teori Zavascki, relator dos inquéritos da operação na Corte. Machado citou o presidente interino Michel Temer e mais de 20 políticos, entre eles o presidente do Senado, Renan Calheiros, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Romero Jucá (PMDB-RR), além do ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT) e do ex-presidente José Sarney (PDMB-AP). Os políticos negaram as acusações.

A assessoria de imprensa do Ministério do Turismo publicou a íntegra da carta com o pedido de demissão de Alves no início da noite. Veja a íntegra:

Brasília, 16 de junho de 2016.

Excelentíssimo Senhor Presidente Michel Temer,

O momento nacional exige atitudes pessoais em prol do bem maior. O PMDB, meu partido há 46 anos, foi chamado a tirar o Brasil de uma crise profunda. Não quero criar constrangimentos ou qualquer dificuldade para o governo, nas suas próprias palavras, de salvação nacional. Assim, com esta carta entrego o honroso cargo de Ministro do Turismo.

Estou seguro de que todas as ilações envolvendo o meu nome serão esclarecidas. Confio nas nossas instituições e no nosso Estado Democrático de Direito. Por isso, vou me dedicar a enfrentar as denúncias com serenidade e transparência nas instâncias devidas.

Pensei muito antes de tomar esta difícil decisão, porque acredito que o Turismo reúne as melhores condições para ajudar o Brasil a enfrentar o momento difícil que vive. Esta foi a motivação que me levou a voltar ao comando do Ministério depois de tê-lo deixado por uma questão política, de coerência partidária.

Acredito ter honrado os desafios do setor no pouco mais de um ano que estive no Ministério do Turismo. Registramos conquistas importantes como a isenção de vistos para países estratégicos durante a Olimpíada e Paralimpíada, a redução do imposto de renda para o turismo internacional e a execução de obras de infraestrutura turística em todas as regiões, para citar alguns exemplos.

Presidente Michel, agradeço à sua sempre lealdade, amizade e compromisso de uma longa vida política e partidária, sabendo que sempre estaremos juntos nessa trincheira democrática em busca de uma nação melhor. A sua, a minha, a nossa luta continuam. Pelo meu Rio Grande Norte e pelo nosso Brasil.

Respeitosamente,

Henrique Eduardo Alves

dio-da-Prefeitura

Os estagiários da Prefeitura de Macaíba ainda não receberam o pagamento da bolsa referente ao mês de maio. Normalmente a Prefeitura faz o repasse para a Universidade Patativa do Assaré (UPA)  no final do mês, mas segundo informação do próprio portal da transparência da prefeitura, não consta em várias secretarias o pagamento a Universidade conveniada referente ao mês de maio.

Estamos na metade do mês de junho e até agora nem a Prefeitura e nem a Universidade se manifestaram sobre a situação.

patativa

Gastos da Prefeitura com a Universidade Patativa do Assaré

kelps

O valor da Autorização para Condução de Ciclomotor (ACC), as “cinquentinhas”, foi assunto do pronunciamento do deputado Kelps Lima (Solidariedade) nesta quinta-feira (16) na Assembleia Legislativa. O parlamentar comparou o valor cobrado na Paraíba e no Rio Grande do Norte.

“Na Paraíba o valor da Autorização é R$ 53 e no Rio Grande do Norte é cobrado R$ 186. Os donos de cinquentinhas são trabalhadores comuns e não gente rica. Se dá para cobrar mais barato na Paraíba, por que também não se cobra aqui no Estado?”, questiona Kelps.

mineiroacusa

Instado a falar das tratativas políticas que apontam que o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), pretende renunciar ao cargo de prefeito se for reeleito neste ano para disputar o governo do Estado em 2018, o deputado estadual Fernando Mineiro (PT) disse lamentar que a discussão em torno das eleições de 2016 seja essa.

“O cara está disputando aqui, não sabe se vai ser reeleito, mas já está fazendo o seu adiantado, pensando na sua eleição de 2018, e certamente 2020. É lamentável esse modelo de política que, a população está rejeitando”, afirmou o petista.

O deputado reconhece que há uma disputa interna dentro do PMDB para saber quem vai ser o vice do prefeito, dado que existe a expectativa de que o pedetista poderá renunciar em 2018 para disputar o governo do Estado, se for reeleito neste ano.

“Primeiro, acho lamentável que a discussão seja essa. As pessoas já discutirem que o outro vai deixar o cargo para ser candidato. Fico brincando que algumas oligarquias no Estado que o filho nasceu agora, mas já estão pensando qual o cargo que ele vai concorrer daqui há vinte anos, é uma repetição”, afirmou o deputado, durante entrevista à FM 94.

Matéria na íntegra Agora RN

Brasília - O Presidente interino Michel Temer faz pronunciamento no Palácio do Planalto ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente interino Michel Temer classificou hoje (16) de “manifestação irresponsável”, “leviana”, “criminosa” e “mentirosa” a declaração do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de que Temer tenha pedido recursos ilícitos para a campanha do então candidato à prefeitura de São Paulo, em 2012, Gabriel Chalita. Temer disse, ainda, que não vai permitir que “um fato leviano” como esse embarace a atividade governamental.

“Surge um fato leviano como esse que pode embaraçar a atividade governamental. Mas quero registrar, nada embaraçará nossa missão, nossa tarefa de fazer com que nesse período que estou à frente da Presidência da República, com uma equipe econômica extraordinária, nada impedirá que nós continuemos a trabalhar em prol do Brasil e do povo brasileiro”, disse em pronunciamento à imprensa, no Palácio do Planalto.

“Quero me dirigir à minha família, aos muitos amigos e conhecidos que tenho no Brasil, ao povo brasileiro, para dizer que não deixarei passar em branco essas afirmações levianas”, ressaltou. Temer disse, ainda, que sempre que surgirem fatos dessa natureza virá a público para esclarecê-los. (Agência Brasil )

Reprodução/ Inter TV cabugi

Reprodução/ Inter TV cabugi

O Delegado Normando Feitosa (PR) recebeu a garantia do Presidente Estadual do PR, João Maia, que ele terá autonomia para decisões do partido na cidade. Semana passada saiu uma especulação afirmando que adversários de Normando estariam tentando convencer o presidente estadual que o partido dele viesse como vice em uma outra chapa.

Para acabar de vez com as especulações, João Maia afirmou ao Delegado que o que ele resolver tá resolvido, mostrando que Normando tem total autonomia de decidir junto ao diretório municipal o melhor caminho que o partido deverá seguir.

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Há quase 40 anos, atuo como empresário e empreendedor social nos campos da ética, educação e sustentabilidade. Uma das principais razões que motivou minha decisão de participar da política institucional foi a convicção de sua importância para a construção de um Brasil mais justo, próspero, democrático e sustentável.

É fundamental que todos participemos da política. Por isso, aceitei compor a chapa com Marina Silva, em 2010, para mostrar, a exemplo de outros cidadãos brasileiros, que é possível fazer a diferença em favor do correto, do bem comum e do Brasil.

Acredito que devemos agir pensando no todo e não somente nos próprios interesses. Isso incomoda. Muito. Infelizmente, no Brasil de hoje há uma clara tentativa de alguns em colocar todos na vala comum. Querem afirmar que todos são iguais, todos são corruptos, e não há o que fazer além de se conformar e, consequentemente, buscar um grande acordo para que todos se salvem.

Para se safar, ou sabe-se lá com quais outros objetivos, querem sequestrar minha reputação nesta rota de fuga da prisão. Não o farão.

Indignado, quero registrar aqui meu repúdio à mentira e à covardia deste tipo de ataque à minha honra, bem como à de meus companheiros de jornada.

Refuto, surpreso com a ousadia e a desfaçatez, as supostas alegações veiculadas pela imprensa neste final de semana de que, no ano de 2010, eu teria solicitado doação ilegal através do chamado “caixa-dois”, ao então presidente da OAS, Sr. Léo Pinheiro.

É mentira.

Caso esta alegação se confirme no contexto da delação premiada, este senhor responderá criminalmente no âmbito da operação Lava-Jato e também pela grave ofensa a minha honra e reputação.

É importante ressaltar que nossa proposta foi apresentar à sociedade uma candidatura alternativa, com uma visão de desenvolvimento sustentável para o Brasil. Sem o engajamento e o apoio de empresários não avançaríamos na transformação positiva do país. Esse engajamento era e é importante, assim como o de todos os cidadãos brasileiros.

Recebi o Sr. Léo Pinheiro em meu escritório, uma única vez, no dia 31 de maio de 2010. Ele foi apresentado a mim e veio acompanhado pelo Sr. Alfredo Sirkis, então dirigente do Partido Verde e responsável pela pré-campanha. Estava na reunião o Sr. Leandro Machado, então meu assessor. Discutimos as propostas de economia e sustentabilidade da campanha que se delineava, como fizemos em outras reuniões com empresários de vários setores econômicos.

Houve, da parte do Sr. Léo Pinheiro, a sinalização do interesse da OAS em apoiar financeiramente a campanha. Disse-lhe expressamente que eventual contribuição seria bem-vinda, sem qualquer contrapartida ou compromisso e nos estritos termos da lei. Isto é: de forma transparente e com o devido registro no Tribunal Superior Eleitoral.

A empresa OAS não fez nenhuma doação para o comitê financeiro da campanha presidencial que se iniciou em julho de 2010. Nunca mais falei com esse senhor.

É público que houve doação da OAS para o Comitê Financeiro Único do Partido Verde do Estado do Rio de Janeiro, devidamente registrada no TSE.

Estes são os fatos. Confio e espero que tudo seja devidamente apurado pela Justiça.

Não sei a quem serve esta suposta tentativa de atacar reputações e colocar pessoas honradas em uma vala comum. Sei que não serve ao País.

Guilherme Leal é empresário e foi candidato a vice com Marina Silva na chapa para presidente em 2010

Wilson Dias/Agência Brasil

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acusou ontem (15) membros do Ministério Público Federal (MPF) de agirem com “abuso de poder” na força-tarefa da Operação Lava Jato no que se refere a investigações de senadores. Em discurso no plenário da Casa, Renan classificou de “esdrúxula” e “ridícula” a decisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de pedir, semana passada, sua prisão e de outros membros da cúpula do PMDB.

Renan começou o discurso afirmando que já arquivou quatro pedidos de impeachment do procurador-geral e que vai analisar “com isenção” o novo pedido de impedimento apresentado ontem (14). Disse ainda que vai se declarar “impedido” de determinar sobre o pedido se constatar que ele faz referências a seu nome.

“Se os pedidos forem ineptos, e os analisarei, irei arquivá-los. Se, do ponto de vista pessoal, fizerem alguma citação a mim, não posso vincular a instituição ao meu interesse pessoal, absolutamente. Eu me tornarei publicamente impedido”, adiantou.

Renan lembrou que três membros da força-tarefa da Lava Jato foram recentemente rejeitados pelo Senado em indicações do procurador-geral para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele cobrou que essas pessoas também sejam impedidas de investigar senadores “pelo constrangimento que significaram as rejeições” pelo Senado.

“Talvez o bom senso não recomendasse que essas pessoas continuassem investigando o Senado Federal como instituição, investigando senadores, abusando de poder, fazendo condução coercitiva sem fato que a justifique, busca e apreensão na casa de senador, prisão em flagrante claramente orientada, gravações de senadores de forma ilegal com pessoas colocadas na convivência de senadores”, acrescentou.

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Bastidores

Na tranquilidade

Um dos pré-candidatos ao executivo ganhou forças nas últimas semanas, principalmente na zona urbana. O xeque-mate será dado  lá do distrito de Traíras.

Recolhidos?

O Partido dos Trabalhadores está ausente nas discussões para iniciar o pleito. A quem aposte que o PT indicará o vice na chapa do PRP, na disputa pela Prefeitura de Macaíba. O nome provável caso o PT indique o vice seja do Professor João Marques, que também já disputou a prefeitura em 2004.

O PMDB

Segue indefinido situação do PMDB em Macaíba, nem o único vereador da sigla, Edivaldo Emídio, manifestou apoio ao nome da ex-prefeita Marília Dias, que está pré-candidata.

 

 

 

 

 

O cenário político brasileiro tem evoluído bastante.Vivemos em um país democrático. Quando o povo elege seu representante, nele é depositado muita esperança, além do voto que lhe foi confiado. O povo clama por mudanças. Mudar algo não é fácil, mas do jeito que as coisas andam, o povo passou a querer acompanhar seus representantes de perto, o que eles fazem e o que deixam de fazer. E é justamente pela falta de competência de alguns, pelo comodismo com a coisa pública que, Ceyça Lima resolveu se pré-candidatar à Câmara Municipal de Macaíba.

Os amigos, os conhecidos e até quem ouvia falar do seu trabalho nas comunidades como “A Repórter do Povo” e coordenadora do grupo Anjos da Madrugada, pediam e insistiam com ela para que aceitasse seu nome como pré-candidata, um diferencial (o novo) na cidade, pois as opções de pré-candidatos existentes significava a mesmice e o continuísmo. Só existe inovação com renovação. Macaíba tem tudo para ser uma cidade próspera. O que a população requer de seus representantes, é que eles governem para o povo.

Ceyça Lima tem um histórico positivo perante o povo de Macaíba, pois, com pouco, consegue fazer muita coisa. O povo de Macaíba tem abraçado a ideia de renovar a Câmara Municipal. Ceyça Lima da mesma forma, tem abraçado essa ideia, colocando seu nome à disposição, daqueles que conscientimente, desejam uma Macaíba melhor.

“Andando pelas ruas da cidade, me sinto muito feliz com a recepção do povo, observo que muitos estão confiantes que meu nome fará a diferença, é por isso e dentre outras coisas que estou a disposição para lutar pelos direitos dos cidadãos, por uma Macaíba do povo,” disse Ceyça Lima.