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Em Macaíba, o PT municipal defende a união dos vereadores Netinho França e Emídio Júnior para concorrer o Palácio Auta de Souza. A sigla acredita que a união de ambos poderá possibilitar em uma chapa forte para concorrer com os demais nomes, principalmente com o delegado Normando Feitosa e a ex-prefeita Marília Dias.

O PT sabe que tanto Netinho França quanto Emídio Júnior tem um peso político, fazer um dos dois abrir mão de ser o cabeça de chapa é muito difícil, pois ambos têm legitimidade em buscar ser protagonista na disputa.

Cenário nacional é levado em conta

O cenário político nacional também é levado em conta quando os petistas vão definir apoio. O fato de Netinho França ser filiado ao PSB, sigla aliada no estado ao governo Fátima e oposição a Bolsonaro, faz com que o filho do ex-prefeito Luizinho conte com uma preferência maior entre os petistas do que Emídio Júnior, pois o filho do ex-vereador Edivaldo é filiado ao PL, sigla aliada ao governo Bolsonaro.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, a ex-vereadora Rosana (PT) defendeu a união dos edis.

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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, por maioria, negou provimento ao recurso da vereadora Professora Nilda, de Parnamirim, em um processo movido pelo Ministério Público Eleitoral contra a parlamentar municipal por suposta propaganda eleitoral irregular. Foi o primeiro recurso relacionado a Covid-19 e as Eleições 2020. Com a decisão fica mantida a multa de R$ 5 mil reais estabelecida na decisão do primeiro grau.

O MPE entendeu que a distribuição de kits com sabão, álcool gel e panfleto com orientações apara a prevenção do Covid-19 realizada pela vereadora no mês de março se configurou como propaganda política fora do prazo legal. A defesa de Professora Nilda afirmou que o ato não constituiu pedido explicito de voto.

Terminada a votação, o desembargador, Glauber Rêgo, presidente do TRE-RN, parabenizou a agilidade do relator,juiz Fernando Jales, em analisar a matéria na brevidade que o assunto merece.”O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte marca posição julgando matéria extremamente importante para todos aqueles que pretendem ser candidato nas Eleições 2020″, destacou o presidente.

O juiz eleitoral Fernando Jales,relator do processo deu provimento ao recurso da defesa.

Esta semana o pré-candidato a prefeito Janssen Cortês (Podemos) foi entrevistado pelo perfil Macaibei. Um dos questionamentos foi por qual motivo Janssen resolveu sair de sua zona de conforto no setor privado e entrar na disputa pelo Poder Executivo. O empresário respondeu “alguém tinha que fazer isso, alguém tinha que dar esse ponto de partida, de criar um grupo que nunca foi político e se juntar para enfrentar os grandes da política, que vivem da política, nós não vivemos de política, a política não é o nosso meio de vida”.

Agência Brasil – O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (22) retirar o sigilo parcial da gravação audiovisual da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril. Pela decisão, somente a parte da reunião que envolveu discussões sobre outros países não será divulgada.

O ministro é relator do inquérito sobre a suposta interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF). A reunião foi citada pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro durante depoimento prestado à PF, no início do mês, como suposta prova da interferência.

Na semana passada, antes da decisão do ministro Celso de Mello, o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no STF a divulgação somente das falas do presidente relacionadas com a investigação. No parecer, Aras afirmou que a divulgação da íntegra da reunião ministerial contraria regras e princípios constitucionais de investigação

A Advocacia-Geral da União (AGU) também defendeu divulgação de todas as falas do presidente, mas pediu que o sigilo seja mantido no caso de falas de outras autoridades que estavam presentes sobre “nações amigas” e comentários “potencialmente sensíveis” do ministro das Relações Exteriores e da Autoridade Monetária (Banco Central).

A defesa de Moro também enviou sua manifestação e defendeu a divulgação da reunião na íntegra.

Desde a exoneração de Moro, o presidente nega que tenha pedido para o então ministro interferir em investigações da PF.

Em um dos trechos da degravação feita pela PF, Jair Bolsonaro reclama de matérias jornalísticas contra membros de sua família e fala sobre o sistema de informações da Presidência.

“O meu particular funciona. Os ofi… que tem oficialmente, desinforma. E voltando ao tema: prefiro não ter informação do que ser desinformado por sistema de informações que eu tenho. Então, pessoal, muitos vão poder sair do Brasil, mas não quero sair e ver a minha a irmã de Eldorado, outra de Cajati, o coitado do meu irmão capitão do Exército lá de Miracatu se f*, p*! Como é perseguido o tempo todo. Aí a b* da Folha de S.Paulo diz que meu irmão foi expulso dum açougue em Registro, que tava comprando carne sem máscara. Comprovou no papel, tava em São Paulo esse dia. O dono do restaurante, do açougue falou que ele não tava lá. E fica por isso mesmo. Eu sei que é problema dele, né? Mas é a p* o tempo todo pra me atingir, mexendo com a minha família. Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro, oficialmente, e não consegui! E isso acabou. Eu não vou esperar f* a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence a estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira.”

Em outra parte da reunião, o presidente disse que não poderia ser surpreendido com notícias divulgadas pela imprensa.

“Eu não posso ser surpreendido com notícias. Eu tenho a PF que não me dá informações. Eu tenho as inteligências das Forças Armadas que não tenho informações. Abin tem os seus problemas, tenho algumas informações. Só não tenho mais porque tá faltando, realmente, temos problemas, pô! Aparelhamento etc. Mas a gente num pode viver sem informação. Sem info… quem é que nunca ficou atrás da porta ouvindo o que seu filho ou sua filha tá comentando. Tem que ver pra depois que e… depois que ela engravida, não adianta falar com ela mais. Tem que ver antes… depois que o moleque encheu os cornos de droga, já não adianta mais falar com ele, já era.”

Leia a degravação completa do vídeo.

Depois de Dedé de Farinha, agora foi a vez do cantor Lype Curtição declarar apoio ao projeto de pré-campanha do delegado Normando Feitosa. Vale ressaltar que Normando conta também com o talentoso artista plástico (grafiteiro e muralista) Marcos Grafith. Este último pré-candidato ao legislativo da cidade. Pelas redes socias, Normando Feitosa destacou mais essa adesão à sua pré-candidatura.

“O jovem cantor Lype Curtição é mais um da classe artística que chega para fortalecer minha pré-campanha! Muito conectado aos jovens macaibenses, Lype vai nos ajudar na elaboração de um projeto voltado à cultura e a juventude do município. Recentemente, o cantor lançou nas plataformas digitais seu mais novo trabalho: o CD Piseiro do Paredão. O jovem é outro belo exemplo da grandeza artística macaibense. Tê-lo ao nosso lado nesta pré-campanha é uma imensa satisfação”.

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O desportista Genivaldo Silva declarou apoio a pré-candidatura à prefeito de Netinho França. Genivaldo  tem uma grande história no futsal feminino, principalmente no América.

“Escolhi Netinho França pelo trabalho e incentivo ao esporte macaibense, além de ser um grande jovem que luta pelas pessoas mais humildes”, disse Genivaldo.

Foto: Eduardo Maia/ALRN

Odeputado estadual Coronel Azevedo (PSC) defendeu que as igrejas sejam inclusas como serviços essenciais, para que possam reabrir e retomar as atividades. De acordo com o parlamentar, as igrejas são “hospitais espirituais”, em que ajudariam a trabalhar na parte psicológica e emocional da população durante o momento de pandemia.

“Acredito que as igrejas deveriam estar abertas. Elas têm um trabalho de suma importância. São uns verdadeiros hospitais espirituais de atendimento à população. Tem gente que entra em contato com o vírus, mas não contrai, pois a imunidade está alta. Ficar preso em casa, aumenta a depressão e potencializa os problemas. Podemos ver com o número de agressões familiares que teve aumento. Então, a igreja tem esse cuidado e atenção. Quantas pessoas saíram das drogas para ir à igreja e agora retornaram para as drogas, pois ficam em casa ou pelo mundo”, explicou, em entrevista à Agora FM (97,9).

 

Em entrevista à Time, Sergio Moro afirmou que decidiu deixar o governo por não ver um compromisso sério com o combate à corrupção. Numa referência à desfiguração do pacote anticrime e à recente aproximação de Jair Bolsonaro com o centrão, afirmou:

“Tudo isso começou a desgastar ou drenar o significado, minha permanência no governo. Não posso estar no governo se não tiver um compromisso sério com a corrupção e o estado de direito.”

Questionado sobre os recentes ataques de bolsonaristas que antes o aplaudiam e às acusações de que não foi leal a Bolsonaro, respondeu: “Eu não entrei no governo para servir um mestre. Entrei para servir o país, a lei”.

O Antagonista 

Rodrigo Maia lança podcast e promete votação da Previdência até dia 27

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (21) que o Congresso Nacional estuda adiar o primeiro turno das eleições municipais deste ano para 15 de novembro ou 6 de dezembro – as duas datas caem em um domingo.

A ideia é permitir que as eleições ocorram com segurança, sem riscos relacionados à pandemia do novo coronavírus, mas evitar também que os atuais mandatos de prefeitos e vereadores sejam prorrogados.

“Você tem aí dois períodos que estão sendo discutidos. Seria 15 de novembro ou o primeiro domingo de dezembro para o primeiro turno. E o segundo turno em um período menor para dar tempo de fazer a transição, da prestação de contas. Essas são as ideias”, afirmou Maia.

Pela Constituição Federal, o primeiro turno das eleições deve ser realizado no primeiro domingo de outubro e o segundo turno, se houver, no último do mesmo mês. Neste ano, as eleições estão marcadas para 4 de outubro e 25 de outubro, respectivamente.

G1

 

Agência Brasil – Em reunião por videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro, os governadores manifestaram hoje (21) apoio ao veto do trecho do projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que deixa várias categorias do funcionalismo de fora do congelamento de salários de servidores públicos, proposto pelo governo federal.

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também participaram do encontro, ao lado de Bolsonaro e de ministros de Estado, a partir do Palácio do Planalto.

“É o momento da unidade nacional, [em] que todos nós estamos dando uma cota de sacrifício, é um momento ímpar na história do país, e a maioria dos governadores entende [ser] importante vetar esse artigo dos aumentos salariais”, disse o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, em nome de todos os governadores. “Pedimos que sancione esse projeto porque é importante para manutenção das atividades dos entes federados, para poder socorrer principalmente aqueles assuntos relacionados à saúde”, afrrmou Azambuja.

O Projeto de Lei Complementar (PLC) 39/20, que foi aprovado no dia 6 de maio, garante auxílio financeiro de até R$ 125 bilhões a estados, municípios e ao Distrito Federal para o combate ao novo coronavírus, e tem como contrapartida medidas de controle de gastos, como a suspensão do reajuste.

Além dos profissionais de saúde e segurança pública e das Forças Armadas, os parlamentares excluíram do congelamento trabalhadores da educação pública, servidores de carreiras periciais, das Polícias Federal e Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, de serviços funerários e de assistência social.

Azambuja citou estudos do Ministério da Economia segundo os quais os dois anos de congelamento de reajuste liberariam R$ 69 bilhões nas despesas dos estados com funcionalismo e R$ 62 bilhões, nas dos municípios. “É impossível darmos qualquer aumento agora porque precisamos cuidar da população brasileira como um todo”, destacou o governador sul-mato-grossense.

Bolsonaro anunciou que o PLC será sancionado em breve, após alguns ajustes técnicos, e que as progressões e promoções dos servidores continuarão ocorrendo normalmente. Apenas os reajustes serão suspensos. O projeto aprovado também prevê a suspensão dos prazos de validade dos concursos públicos homologados até o dia 20 de março deste ano. Tal suspensão será mantida até o fim do estado de calamidade pública em vigor no país.

De acordo com o presidente, serão vetados quatro dispositivos, e ele pediu apoio para que esse vetos sejam mantidos pelo Congresso. “Enquanto se fala que os informais perderam muito, que os formais também, muitos perderam seus empregos ou tiveram salários reduzidos. Essa é a cota de sacrifício dos servidores, pela proposta que está aqui, de não ter reajuste até 31 de dezembro do ano que vem”, disse Bolsonaro.

Após a sanção, os parlamentares tem 30 dias para apreciar os vetos.

Ajuda financeira

Dos R$ 125 bilhões, há o repasse de R$ 60 bilhões aos entes federados, em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões reservados ao combate à covid-19. Em nome dos governadores, Azambuja também pediu que, se possível, a primeira parcela seja liberada ainda no mês de maio, devido “à perda brutal que os estados estão vivendo em suas receitas”, por causa da queda na atividade econômica.

Pelo projeto, além do repasse, estados e municípios terão R$ 49 bilhões liberados por meio de suspensão e renegociação de dívidas com a União e bancos públicos, e mais R$ 10,6 bilhões em renegociação de empréstimos com organismos internacionais com aval da União. Já os municípios terão a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o fim do ano, e que representam cerca de R$ 5,6 bilhões para eles.

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Boa receptividade

Esta semana o delegado Normando Feitosa estava a caminho de uma barbearia em frente a rodoviária quando foi cumprimentado por populares, taxistas, mototaxistas e comerciantes. Da rua Professor Caetano até a rodoviária ,mesmo estando de máscara em prevenção ao covid-19, foi facilmente reconhecido, onde populares acenavam para o pré-candidato a prefeito. 

Bastante atencioso, o delegado agradeceu a todos pelas palavras de apoio e incentivo.  

 

Com nominata completa, Partido Verde segue avante! | Senadinho Macaiba

Fora da disputa

Professor Hailton Mangabeira oficializa que não disputará a Prefeitura de Macaíba, leia a nota na íntegra.

Nota

Após ter ficado afastado por um período da articulação política devido questões de saúde na família, comunico a retirada da minha pré-candidatura ao executivo macaibense.

Ao mesmo tempo, reassumo a presidência do partido no âmbito municipal e a coordenação das pré-candidaturas ao legislativo do nosso grupo.

Estou feliz e confiante na força e na união do Partido Verde no nosso município.

Obrigado especialmente aos pré-candidatos do partido, que por meio altamente democrático, opinaram pela manutenção da unidade. Foi lindo e emocionante!

Agradeço ao apoio, carinho e confiança que recebi dos amigos e familiares.
Continuaremos juntos.

Hailton Mangabeira
Presidente do Partido Verde

Jailson, Suzana e Fragoso

Novos nomes 

O Podemos anunciou esta semana a pré-candidatura a vereador do professor Jailson de Lima.

A cantora Suzana Cristina bastante conhecida no meio evangélico, é uma das novidades do pleito deste ano. Suzana é pré-candidata a vereadora  pelo PSC.

O empresário Fragoso também estará na disputa. Bastante conhecido na cidade, Fragoso é pré-candidato ao legislativo pelo PSDB.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu desculpas por ter dito que “ainda bem” que o “monstro” do novo coronavírus apareceu no mundo para alertar sobre a importância do Estado.

Segundo o ex-presidente, ele desejava mostrar que somente o Estado é “capaz de resolver problemas graves que o mercado nunca vai resolver” e que a pandemia está mostrando a importância do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Eu peço desculpas às pessoas pela frase ‘ainda bem’. É uma frase que não cabia, duas palavras que não cabiam na frase, mas eu também não posso aceitar a má fé de quem tentou, a partir daí, achar que eu estava comemorando a pandemia”, ressaltou.

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Como mostramos, Eduardo Pazuello deve assinar amanhã o novo protocolo da cloroquina, autorizando o uso do medicamento no início do tratamento da Covid-19.

Em live com o jornalista Magno Martins, Jair Bolsonaro disse que o novo protocolo é resultado da democracia, porque “você toma se quiser”.

E emendou: “Quem for de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína.”

O Antagonista