
Júnior Dias e Hailton Mangabeira
A chapa formada pelos professores Júnior Dias e Hailton Mangabeira venceu a eleição para diretor e vice-diretor da Escola Estadual Dr. Severiano. A chapa obteve 55,5% dos votos válidos.

Júnior Dias e Hailton Mangabeira
A chapa formada pelos professores Júnior Dias e Hailton Mangabeira venceu a eleição para diretor e vice-diretor da Escola Estadual Dr. Severiano. A chapa obteve 55,5% dos votos válidos.

Nesta sexta-feira (29), foi realizada a eleição para diretor e vice-diretor da Escola Estadual em Tempo Integral Alfredo Mesquita Filho. Com chapa única, o diretor Rômulo Estânrley foi reeleito tendo como vice a professora Chiara Leocádio.
Ao todo votaram 214 pessoas, entre professores, alunos e pais, a chapa vencedora obteve 202 votos, 2 votos foram brancos e 10 votaram nulo. O mandato é de três anos.

Nesta sexta-feira (29), a Rede Estadual de Educação realiza as Eleições Gerais para os cargos de diretor (a) e vice-diretor (a) para o triênio 2020-2022. Cerca de 581 unidades de ensino estão envolvidas no processo eleitoral. Alunos, professores, equipe gestora e pais de alunos ou responsáveis estão aptos a votar, somando cerca de 250 mil pessoas.
Para esta eleição, a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer do RN mobilizou técnicos e gestores do Órgão Central e das 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura com o intuito de preparar as escolas para o momento da escolha. “Trata-se da primeira eleição em que toda a rede será mobilizada. Um desafio novo que, com os esforços de toda a comissão eleitoral, estamos realizando. As escolas que participarão do processo foram acolhidas e tiveram suas dúvidas atendidas. Pelo voto, renovamos nossa crença na democracia em nossas escolas”, frisa a Secretária Adjunta de Educação, Márcia Gurgel. A educadora é presidente da Comissão Eleitoral Central de Gestão Democrática, coletivo responsável por todo o processo eleitoral, regido pela Lei Complementar Nº 585/2016.
Com a eleição deste ano, os gestores ganharão mais um ano para atuarem nas escolas. A partir da posse dos novos diretores, o mandato destes será ampliado de dois para três anos de gestão. De acordo com o vice-presidente da comissão eleitoral, Edmilson Simplício, essa medida permite que os novos gestores possam desenvolver melhor suas atividades. “Cada diretor terá três anos para desenvolver o plano pedagógico de sua escola, permitindo a gestão planejar e executar suas ações com mais tranquilidade. Acreditamos que um período como esse, que pode ser estendido em caso de reeleição, é um bom prazo para que as equipes gestoras apresentem resultados positivos na aprendizagem dos alunos”, destacou.
Em cada escola estão aptos a votar os alunos, professores efetivos, professores temporários com, no mínimo, quatro meses de atuação na escola, equipe técnica da escola, atuais gestores, servidores efetivos da escola e pais ou responsáveis dos estudantes. “Cerca de 70% das equipes gestoras serão renovadas com as eleições gerais”, lembra Edmilson. Os professores que têm sua carga horária cumprida em mais de uma escola poderão votar em cada pleito das respectivas escolas. Os pais que tenham filhos matriculados em distintas escolas, também votarão mais de uma vez, sendo uma votação por escola.
O titular da SEEC, professor Getúlio Marques, comemora o ambiente democrático que as eleições proporcionam às escolas. “Sem dúvidas, teremos uma eleição tranquila e participativa. Cada escola escolherá os gestores que mais se identifiquem com ela, dentro de um processo totalmente democrático. A eleição de gestores é um momento importante para o planejamento estratégico do próximo ano letivo”, argumenta Getúlio Marques.
Posse e formação
O resultado da eleição será conhecido logo após o encerramento das urnas. Os eleitos tomarão posse no dia 11 de dezembro, data que marcará o início do Seminário de Gestão, com duração de dois dias.
Observando o que orienta o Plano Estadual de Educação do RN 2015-2025, a SEEC ofertará aos novos gestores, durante o seminário, espaços para reflexão sobre a organização do trabalho pedagógico e seus respectivos desdobramentos, como aspectos políticos, administrativos, financeiros, pedagógicos, entre outros. “A formação tocará em temas que estão em consonância com os fundamentos e princípios da educação e da gestão escolar. Nosso objetivo é construir concepções a partir do desenvolvimento referencial de fundamentos legais e conceituais que ajudem o trabalho dos novos gestores”, destaca Márcia Gurgel, Secretária Adjunta de Educação do RN.
![]()
Por meio do Projeto “Incentivo ao reflorestamento em cenários de mudanças climáticas” são desenvolvidas iniciativas de reflorestamento, arborização e educação ambiental, utilizando principalmente espécies florestais importantes no extrativismo e que geram renda nos ambientes de ocorrência natural. Com o objetivo de gerar tecnologias para a produção de mudas e reflorestamento de espécies alvo do extrativismo intensivo no semiárido potiguar (espécies como: a carnaúba (Copernicia prunifera), jurema-preta (Mimosa tenuiflora), oiticica (Licania rigida), maçaranduba (Manilkara salzmannii) e umbu (Spondias tuberosa)), a proposta está alinhada com um dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 proposta pela ONU, que prevê tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.
O Projeto é uma parceria com o Horto Florestal da UFRN, para onde são destinadas cerca de cem mudas para o programa de arborização do campus central da UFRN, em Natal. Essas mudas são destinadas para recuperação de áreas degradadas em regiões do semiárido. Além disso, estão sendo iniciados projetos de educação ambiental e arborização em escolas públicas por meio das equipes formadas por professores e estudantes do curso de Engenharia Florestal e do Mestrado em Ciências Florestais.
“Destaco a importância da EAJ e UFRN na capacitação dos nossos alunos para a extensão universitária. Os trabalhos de educação ambiental que estamos realizando nas escolas têm como foco crianças e os jovens, que recebem orientação sobre a prática de defesa e preservação das espécies de plantas utilizadas na agricultura local. O cenário de mudança climática para este século é alarmante, pois há potencial para elevação nas temperaturas médias globais de cerca de 4,3 °C até o ano de 2100, com implicações significativas nos ecossistemas florestais e microclima urbano”, nos conta o Professor Fábio de Almeida Vieira, que atua no curso de graduação em Engenharia Florestal, no Mestrado em Ciências Florestais e está à frente do Projeto.
O bioma Caatinga é uma das regiões ecologicamente sensíveis com respostas ampliadas à variabilidade climática no mundo, possuindo mais de 60% de áreas susceptíveis à desertificação no Brasil. O Estado do Rio Grande do Norte possui 143 municípios com áreas susceptíveis à desertificação. Nestes ambientes, há diversas espécies florestais de alta relevância econômica, social e cultural, onde os recursos florestais (cera, folhas, frutos e sementes) representam fonte de renda para as comunidades extrativistas, mas que estão ameaçadas pela mudança climática.

Alunos da E. M. José Pinheiro Borges
Nesta última sexta-feira (22), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) publicou a lista de aprovados do exame de seleção de 2020. Os estudantes aprovados irão estudar o ensino médio integrado ao curso técnico no qual escolheram no ato da inscrição. Na primeira chamada foram aprovados 12 alunos da Rede Municipal de Ensino de Macaíba, oriundos de escolas tanto da zona urbana quanto da zona rural.
Foram aprovados os alunos das referidas escolas:
Escola Municipal José Pinheiro Borges
Maria da Conceição dos Santos Lopes – 1°lugar em Informática – IFRN -São Gonçalo
Maria Clara Araújo da Silva – 2° lugar em Informática – IFRN São Gonçalo
Iranildo Mateus Sales da Silva – 4° lugar em Edificações – IFRN São Gonçalo
Escola Municipal Santa Luzia (Cajazeiras)
Renata Suzano de Oliveira (Aluna da EJA) – 2º lugar em Geologia – IFRN Central
Escola Municipal Pedro Gomes
Maria Beatriz da Silva – 10° lugar geral em Logística – IFRN São Gonçalo
Centro de Educação Rural Alfredo Mesquita (CERU)
Janderson Silvestre Alves – 1° lugar em Edificações – IFRN São Gonçalo
Escola Municipal Waldemar Diógenes
Melissa Nunes das chagas – 2º lugar em Informática – IFRN São Gonçalo
Educandário Venera Dantas
Gustavo Henrique da Silva – 1º lugar em Mecânica – IFRN Central
Italo Nunes de Lima – 2º lugar em Mecânica – IFRN Central
Maria Eduarda Santos Morais – 3º lugar em Edificações – IFRN São Gonçalo
Escola Municipal Auta de Souza
Sabrina Yohana da Silva – 3º lugar em Informática – IFRN São Gonçalo
Davi Dantas Peixoto – 18º geral em Mecânica – IFRN Central
![]()
Desenvolvida e coordenada desde 2017 por Aldair Rodrigues, Professor de Artes da Escola Agrícola de Jundiaí, a atividade aborda os conteúdos estudados durante o ano e se relaciona com outras disciplinas. Agora em 2019, a atividade pedagógica contou com a disciplina de Língua Portuguesa.
O desenvolvimento da atividade acontece ao longo de todo o ano letivo. No segundo bimestre foram elaborados textos dramáticos tendo como base autores regionais, nacionais e estrangeiros, e cenas com pequenos grupos também foram montadas. No terceiro bimestre foram feita cenas com textos literários e temas relacionados aos respectivos cursos das turmas. Já no quarto bimestre alguns critérios são estabelecidos pelo coordenador e a avaliação consiste em fazer a apresentação teatral utilizando os conhecimentos adquiridos durante o ano, especialmente no que se refere aos elementos da linguagem teatral.
Segundo Aldair Rodrigues, a atividade é importante devido às variadas formas de conhecimento trabalhadas. “Desenvolve, entre outras competências, a socialização, a criatividade, o trabalho em equipe, expressão corporal e vocal, desafiar suas potencialidades e fragilidades, sensibilização do olhar, poder de síntese, estabelecer ideias, criticidade, alteridade, entre outros”, comenta.
A peça conta com um processo de criação onde os alunos fazem um roteiro, elaboram os diálogos e criam os personagens. Isso se dá por meio da escolha e estudo de alguma obra da literatura. A partir disso, os estudantes farão a apresentação, podendo ser uma reinterpretação ou uma adaptação – até mesmo para os dias atuais – e fazer uma interseção com outros autores e outros tempos literários.
O professor de Língua Portuguesa e participante a atividade, Welson Lima, fala sobre a participação dos alunos nas atividades realizadas. “Num trabalho como esse, o professor se afasta um pouco do seu protagonismo e repassa esse protagonismo para os alunos. O aluno passa a ser sujeito. Ele passa a interseccionar os saberes aprendidos em sala de aula com os saberes que ele já domina e ele não só apresenta aquilo que ele aprendeu em sala de aula, mas ele intersecciona com aquilo que ele detém enquanto sujeito. A gente tem alunos que dançam, tocam, cantam e também temos aqueles alunos mais tímidos que vêem o desafio de estar à frente de um trabalho e conseguem superar determinadas limitações a partir do momento em que eles se percebem responsáveis não só como indivíduos, mas responsáveis em relação ao outro”, comenta. “Faz com que o aluno se torne protagonista do seu aprendizado. E você vê a importância do trabalho porque para chegar ao produto final o aluno precisa estudar com mais afinco, precisa fazer estudos interdisciplinares. Ele não decora, ele aprende! Ele domina [o assunto] para chegar ao produto final. Ele tem que se aprofundar nos diversos saberes que estão inter-relacionados”, explica.
As apresentações foram feitas pelos estudantes do Ensino Médio Integrado ao Curso Técnico. Os alunos do 2º ano de Aquicultura desenvolveram a atividade a partir da obra de Aluísio Azevedo, o livro “O cortiço”, onde fizeram uma releitura. Na sinopse elaborada pela turma, “João Romão era apenas um homem que, assim como todos os outros, desejava uma vida boa e cheia de dinheiro. E, para que conseguisse o que queria, resolveu abrir um bar em uma favela abandonada. Com o dinheiro arrecadado, Romão levantou a favela do cortiço e deu abrigo a muitas pessoas, incluindo uma refugiada venezuelana, Bertoleza. No entanto, o rico Miranda está disposto a atrapalhar os planos de João Romão de criar uma grande favela. Intrigas, traições e toda a sujeira da raça humana expressas em uma única obra. ‘O cortiço’ é uma releitura da clássica obra de Aluísio Azevedo”, diz a descrição da peça realizada pelos alunos.

A Fundação de Apoio ao IFRN (Funcern) divulgou na manhã de hoje (22) a lista dos aprovados para os Cursos Técnicos de Nível Médio na forma integrada. O processo seletivo, gerenciado pela Coordenação de Acesso Discente da Pró-Reitoria de Ensino (Proen), foi realizado pela Funcern. Foram ofertadas 3.172 vagas para 87 cursos distribuídos por 20 campi do Instituto.
MATRÍCULAS
Os candidatos aprovados deverão realizar sua pré-matrícula na diretoria acadêmica responsável pelo curso, no período de 8 a 10 de janeiro de 2020, nos horários informados no Anexo VI do Edital.
A matrícula poderá ser realizada pelo próprio candidato, quando maior de 18 anos; por responsável legal, para candidatos menores de 18 anos; ou por representante legal munido de procuração com firma reconhecida.
No ato da pré-matrícula todos os candidatos aprovados deverão apresentar a seguinte documentação:
a) 2 fotos 3×4 (recentes e iguais);
b) Carteira de identidade (cópia acompanhada do original);
c) Cadastro de Pessoa Física (CPF) (cópia acompanhada do original);
d) Cópia da Certidão de Casamento ou Nascimento;
e) Título de Eleitor, no caso dos maiores de 18 anos (cópia acompanhada do original);
f) Certificado de Alistamento Militar, de Dispensa de Incorporação ou de Reservista, no caso dos maiores de 18 anos do sexo masculino (cópia acompanhada do original);
g) Certificado de conclusão do Ensino Fundamental (cópia acompanhada do original); e,
h) Parecer de equivalência de estudos da Secretaria Estadual de Educação, para os aprovados que realizaram estudos equivalentes ao Ensino Fundamental, no todo ou em parte, no exterior.
O candidato beneficiado pelo Sistema de Reserva de Vagas que declarou ter cursado integralmente o ensino fundamental em escolas públicas deverá entregar, no momento da matrícula, além dos documentos exigidos no item 62, o Histórico Escolar do Ensino Fundamental (cópia acompanhada do original.
O candidato aprovado nas listas L2, L6, L10 ou L14 deverá apresentar autodeclaração de pertencimento à etnia preta, parda ou indígena conforme formulário disponível no Anexo IV deste Edital, assinada pelo candidato ou responsável, no caso de menores de 18 anos.
Acesse:
![]()
A Escola Agrícola de Jundiaí, Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias da UFRN, atende desde 2017 alunos com deficiências ou necessidades especiais utilizando a terapia complementar com uso do cavalo, a Equoterapia. O atendimento dá-se por meio da ação de extensão “Projeto Equoterapia UFRN”, realizado em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa Alberto Santos Dumont – ISD.
A prática é terapêutica e científica, utilizando- se do cavalo como instrumento numa abordagem multiprofissional e interdisciplinar. “No Brasil é normatizada pela Associação Nacional de Equoterapia – Ande-Brasil. O método é reconhecido pelo conselho federal de medicina (CFM) e pelo conselho de fisioterapia e terapia ocupacional (COFITO). O método pode ser utilizada como terapia na saúde e na educação, auxilia no crescimento e desenvolvimento biológico, psicológico e social, potencializando as habilidades e minimizando o comprometimento consequente às deficiências” diz o Professor Mário Cardoso, responsável pelo projeto. Mário não mede esforços para promover o acesso ao maior número de possível pessoas mostrando a eficácia da Equoterapia como recurso terapêutico para o tratamento desses indivíduos.
“Em nossa ação de extensão, atendemos crianças com transtornos do espectro do autismo (TEA). Tais transtornos são um grupo de desordens complexas, caracterizadas pelos prejuízos e déficits sociais, de comunicação e pelos comportamentos repetitivos e restritivos que levam a dificuldades adaptativas importantes dos sujeitos” complementa o Professor. Além disso, padroniza os trabalhos para que os resultados sejam evidenciados e comprovados.
Atualmente, 20 crianças atendidas pela rede do Sistema Único de Saúde que receberam diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista e prévio parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica realizam a prática da Equoterapia. Os atendimentos são feitos pela equipe multiprofissional, habilitada e certificada, composta de fisioterapeuta, fonoaudióloga, psicóloga, equoterapeutas e auxiliada pelos demais colaboradores alunos bolsistas e voluntários. Todos são familiarizados com as normas técnicas, principalmente as de segurança. Não existe nenhum custo aos familiares dos praticantes e os resultados são motivadores, principalmente em relação a motricidade, auto estima e sociabilidade destas crianças.
O atendimento equoterápico individual acontece no campus da Escola Agrícola de Jundiaí uma vez por semana, em dois turnos com duração de 50 minutos cada, onde são desenvolvidas as atividades previamente planejadas, apropriando-se dos vários estímulos motores e cognitivos, buscando a reabilitação física e/ou mental através do passo do cavalo e seus encantos.
A EAJ-UFRN tem como um de seus fundamentos o compromisso de intervenção em sua região, identificando problemas, criando e transferindo soluções técnicas e tecnológicas para o desenvolvimento regional com inclusão social. A estimulação das habilidades motoras é fundamental e proporciona, além da melhora dos aspectos motores, a possibilidade de maior participação em outras atividades cotidianas, de lazer e na interação social dos indivíduos com autismo.
O projeto da Escola Agrícola de Jundiaí já realizou, desde janeiro de 2017, em torno de 600 sessões individuais de Equoterapia. O acompanhamento da evolução dos praticantes torna visíveis os ganhos particulares nas áreas do autocuidado, onde são mensuradas habilidades de alimentação, cuidado pessoal, vestir, banho e uso de toalete, além do incremento das funções físicas tais como a coordenação motora ampla e fina, equilíbrio, força, agilidade, alterações nos padrões de marcha e tônus muscular. As sessões também apresentam resultados positivos com relação à adequação no humor, melhora do contato visual, linguagem expressiva/conversa, cuidados com os animais, melhora nos comportamentos sociais, aumento da volição e interesse por novas tarefas.
Ao todo 11 estudantes do Rio Grande do Norte foram classificados como finalistas na Etapa Regional da 6ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa – Escrevendo o Futuro, concurso nacional que envolve alunos de escolas públicas de todos os estados brasileiros. Dos 11 finalistas, nove são estudantes da rede estadual de ensino do RN e representarão o estado na última fase da olimpíada, a Etapa Nacional, que acontece no dia 9 de dezembro na cidade de São Paulo.
Realizada anualmente, a olimpíada tem por objetivo apoiar os professores no desenvolvimento das práticas de ensino da escrita e leitura, ao mesmo tempo em que estimula nos estudantes o interesse por essas áreas. Nesta edição, o tema para a produção textual dos alunos foi “O lugar onde vivo”, por meio do qual os estudantes foram instigados a aprofundar o olhar e a análise crítica sobre a realidade na qual estão inseridos.
A partir dessa temática os estudantes desenvolveram trabalhos distribuídos em seis categorias: Poema, voltada aos alunos do 5º ano do ensino fundamental; Memórias Literárias, destinada aos estudantes 6º e 7º anos; Crônica, contemplando os 8º e 9º anos; Documentário, para alunos do o 1º e 2º ano do ensino médio; e por último Artigo de Opinião, voltado aos concluintes do 3º ano do ensino médio.
Na Etapa Nacional, serão revelados os nomes dos vencedores em cada categoria.
Etapas de seleção
A Olimpíada é dividida em três principais fases, sendo a primeira a Etapa Escolar, que é realizada a nível municipal, quando as escolas promovem oficinas formativas com seus alunos. “Os professores fazem oficinas com os alunos dentro do gênero que foi escolhido a ser trabalhado, que é dentro da etapa escolar”, explica a técnica de avaliação da Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), Verônica Costa.
A partir das oficinas as escolas orientam a produção dos trabalhos dos alunos, a fim de selecionam aqueles considerados os melhores. “O aluno que sai da etapa escolar vai concorrer com outros alunos de outras escolas na etapa municipal”, ressalta Verônica.
Em sequência, as secretarias estaduais de educação selecionam, por meio de Comissões Julgadoras Estaduais, os melhores trabalhos e enviam as produções que representarão o estado na Etapa Regional, quando os estados se organizam em grupos definidos pelas regiões.
Por último, encaminha-se para a Etapa Nacional, onde, por meio de um encontro que envolve todos os finalistas nacionais, será realizada a premiação do vencedor de cada gênero. Além dos alunos, os professores orientadores também concorrem em uma categoria específica, que é a de Relato de Prática, na qual o docente descreve o trabalho de orientação dedicado aos alunos.
Conheça os finalistas potiguares da rede estadual de ensino:
Categoria Crônica
Aluno: Francisco Felipe da Silva
Escola Estadual Professora Maria das Graças Silva (Jucurutu)
Aluno: Thiago Moreira de Abrantes
Escola Estadual 26 de Março (Paraná)
Categoria Memórias Literárias
Aluno: Rayssa Damárys Fontes de Araújo
Escola Estadual Vicente de Fontes (José da Penha)
Categoria Poema
Aluno: Davi Henrique Teófilo de Azevedo Lima
Escola Estadual Natália Fonseca (Bom Jesus)
Categoria Documentário
Alunos: João Vyctor de Paula, Nathália Rocha e Raphael Dias
Centro Estadual de Educação Profissional Ruy Pereira dos Santos (São Gonçalo do Amarante)
Categoria Artigo de Opinião
Aluno: Antônia Edlâne de Souza Lins
Escola Estadual Desembargador Licurgo Nunes (Marcelino Vieira)
Aluno: Arysnágilo Waldoniêr Pinheiro Vieira
Escola Estadual Vicente de Fontes (José da Penha)

O Centro de Educação Rural Alfredo Mesquita Filho – CERU realizou nesta quinta- feira (21), um evento em alusão ao Dia da Consciência Negra. O evento contou com a interação dos alunos do 6° ao 9° ano e EJA, sendo trabalhado a cultura africana e anti-racista.
Professores e alunos construíram o evento de forma participativa, no evento foi possível prestigiar exposição cultural, danças de matrizes africanas e também homenagens aos povo afrodescendentes, o aluno Evene Igor relata “o evento foi uma grande oportunidade para nós alunos conhecermos e aprendermos sobre a cultura africana e também mudar o nosso pensamento em quanto cidadão em que nós somos iguais independente de qualquer coisa”.
O evento foi realizado nos dois turnos trabalhado pela escola!.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Educação anunciou hoje (21) a localização das 54 escolas públicas selecionadas para o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares em 2020. Destas, 38 são escolas estaduais e 16 municipais, localizadas em 23 estados e no Distrito Federal.
De acordo com a pasta, cerca de 1.000 militares, tanto da reserva como da ativa, vão participar do projeto-piloto, atuando na gestão educacional das instituições. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a escolha das escolas levou em conta a localidade, a partir de “uma equação com variáveis com base em critério absolutamente técnico”.
“São as primeiras 54 escolas cívico-militares. Começam a funcionar já na volta às aulas. É um modelo que a gente acredita que vai ter amplo sucesso no Brasil. Nossa meta é ambiciosa e vamos ajustar esse método”, disse o ministro.
Os critérios foram detalhados pelo secretário de Educação Básica do MEC, Jânio Carlos Macedo. Segundo ele, foram priorizadas escolas em capitais e regiões metropolitanas em função do acesso a um número maior de estudantes.
“É fundamental que qualquer modelo educacional possa trazer a possibilidade de atender a maior quantidade possível de estudantes para reduzir cada vez mais a distorção que existe entre regiões. Quando você faz a escolha por um município que tem uma grande população, obviamente você pode beneficiar uma quantidade maior de alunos”, disse o secretário.
Entre as escolas escolhidas, 19 estão localizadas na Região Norte; 12 na Região Sul; 10 na Centro-Oeste; 8 no Nordeste; e 5 no Sudeste. Piauí, Sergipe e Espírito Santo ficaram de fora. Cada escola receberá R$ 1 milhão do governo, o que totaliza R$ 54 milhões em recursos.
Parte dos recursos (R$28 milhões) terá como destino o Ministério da Defesa, a quem caberá arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas. O restante (R$ 26 milhões) vão para o governo local, para serem aplicados nas infraestruturas das unidades, materiais escolares e reformas.
A questão da disciplina foi destacada pelo subsecretário de Fomento às Escolas Cívico-Militares, coronel Aroldo Ribeiro Cursino, como forma de melhor aproveitar o tempo dedicado às aulas. “Se você verificar, há pesquisas que apontam que cerca de 30% do tempo em sala de aula não é utilizado por falta de silêncio ou controle da turma. Então, a disciplina será uma ferramenta, mas não será a essência principal. Ela é um meio. O principal objetivo é o aluno e a gestão, para que possamos formar de maneira integral esse jovem”, disse o subsecretário.
“O que se espera é um comportamento que preze um melhor tratamento do professor, dos colegas, e de respeito aos símbolos nacionais. Na nossa época, tínhamos [a disciplina de] Educação Moral e Cívica. A gente aprendia esses respeitos. A gente assiste filmes de outros países e vê respeito da população aos símbolos nacionais. Uma das coisas que a escola cívico-militar tenta ressuscitar e trazer à tona é essa questão”, complementou Macedo.

Os estudantes macaibenses Pedro Lucas dos Santos Silva (2ª série B), Wisliany da Silva Melo e Willamis Eduardo do Nascimento Álvares (ambos da 3ª série A), da ESCOLA ESTADUAL EM TEMPO INTEGRAL ALFREDO MESQUITA FILHO, foram classificados no concurso de redação “Operação Cisne Branco da Marinha do Brasil 2019”, em 1º, 2º e 3º lugares, respectivamente. A informação foi dada pelo capitão de fragata Henrique Afonso Lima, via ofício, no último dia 18 de novembro.
O concurso de redação ocorreu em nível municipal. Os três estudantes foram classificados entre vinte participantes da ESCOLA ESTADUAL EM TEMPO INTEGRAL ALFREDO MESQUITA FILHO, tendo em vista que foi a única unidade de ensino de Macaíba a enviar participantes para o concurso, segundo informações.
A cerimônia de premiação será realizada neste próximo dia 27 de novembro, às 15h30, no Comando do 3º Distrito Naval, em Santos Reis, Natal-RN. Na ocasião, serão anunciados os vencedores do concurso em nível estadual.
A Operação “Cisne Branco” busca despertar nos jovens, seus pais e professores o interesse pelos assuntos ligados ao Poder Naval. Cisne Branco (U-20) é um navio veleiro da Marinha do Brasil, que exerce funções diplomáticas e de relações públicas. PARABÉNS!!!
Por Rômulo Estânrley (via Facebook)

A ação intitulada “A prática do jiu-jitsu como ferramenta de melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho” dá-se através de encontros semanais para socialização e integração entre servidores e discentes da Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EAJ-UFRN), através da prática do jiu-jitsu, em todas suas vertentes. As atividades foram iniciadas em setembro de 2019 e serão encerradas no dia 05 de dezembro de 2019, quando será finalizado o projeto de e solicitada a renovação para o período 2020.1.
Na primeira quinzena de dezembro será realizado o primeiro evento de graduação dos alunos do projeto, que acontecerá na sede da Carlson Gracie Team, em Parnamirim-RN. Os discentes que participaram da ação neste período e que conservaram ou apresentaram melhora no seu índice de rendimento acadêmico terão preferência prevista em edital para a continuação das atividades em 2020.1. Já os discentes com decréscimo no IRA, que participaram das atividades em 2019.2, concorrerão de forma igualitária com os demais inscritos pela primeira vez.
A importância do projeto se dá na propagação do “estilo de vida jiu-jitsu”, que estimula o trabalho contínuo do corpo e o fortalecimento da mente, primando por respeito e disciplina, e contribui efetivamente como ferramenta na qualidade de vida em uma sociedade formada por pessoas cada dia mais desconectadas de si mesmas. “O esporte pode ser praticado por pessoas de todas as idades e proporciona a obtenção de ganhos qualitativos para a saúde dos praticantes, bem como para socialização e estreitamento saudável de relações interpessoais nos contextos social, familiar e profissional” acrescenta o Professor José Hamilton Filho, responsável pela ação.
O projeto destina-se, exclusivamente, a servidores e discentes em qualquer nível de formação da Escola Agrícola. Semanalmente são realizados dois treinos coletivos, podendo ocorrer um terceiro eventualmente. A primeira parte do treino é destinada ao alongamento, aquecimento dos músculos e integração entre os participantes. Ao tempo em que são realizados exercícios físicos coletivos, também são abordados temas livres, objetivando descontração, integração, relaxamento e aproximação entre os participantes; em seguida, o treino técnico é realizado por duplas, constantemente modificadas para que todos os atletas tenham a oportunidade de treinar juntos; por fim, realiza-se a prática das técnicas através da simulação de combate.
As rotinas de trabalho e de atividades acadêmicas levam servidores e discentes a situações contínuas de estresse e, em alguns casos, ao adoecimento físico e psicológico no ambiente universitário. O Projeto foi idealizado buscando mitigar os efeitos do estresse e do cansaço através da prática esportiva e da socialização, e tem contribuído para a melhoria das relações interpessoais entre os participantes e entre participantes e a comunidade universitária, bem como estimulado o empenho dos discentes em suas obrigações acadêmicas.
A equipe formada pelos participantes do projeto representará a EAJ-UFRN em campeonatos registrados na Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), a partir de 2020.1, e em 2020.2 projeta-se a oferta de uma turma de Jiu-Jitsu Kids, para filhos e filhas de servidores da EAJ-UFRN.

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais (PPGCFL), da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN), abre processo seletivo para Mestrado em Ciências Florestais, com início em 2020.1. O curso será realizado em Macaíba, a partir de 9 de março do próximo ano. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 5 de dezembro, podendo ser realizadas via Sigaa.
Podem se inscrever portadores de diploma de graduação em Engenharia Florestal, Engenharia Agronômica ou Agronomia, Ciências Biológicas ou Biologia, Ecologia, Engenharia Agrícola, Engenharia Industrial Madeireira, Engenharia Química, Química, Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos, Engenharia de Energias, Licenciatura em Ciências Agrárias, Engenharia Ambiental, Tecnologia em Gestão Ambiental (curso superior) e Tecnologia em Agroecologia (curso superior). São 23 vagas distribuídas em 3 linhas de pesquisa: Tecnologia e Utilização de Produtos Florestais; Sementes, Propagação e Fisiologia de Espécies Florestais; e Biodiversidade, Conservação e Uso dos Recursos Genéticos Florestais.
A seleção consiste em cinco etapas, sendo elas: homologação das inscrições, média de conclusão de curso, análise do plano de trabalho, análise do currículo e resultado final. O resultado de cada etapa será divulgado na página do PPGCFL, já o resultado final será publicado no dia 21 de dezembro. Para mais informações, acesse o edital.