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Com apoio total e irrestrito da Universidade Federal da Paraíba, inclusive com o transporte, foi confirmada a participação do Pastoril Profª Alzira, coordenado pela Profª Maria Benedita e o teatro da turma do 9º ano, com a peça “Cartas de um exilado”, dirigida por Hailton Mangabeira para representar a cultura de Macaíba, na UFPB, durante o V Seminário Internacional de Práticas Educativas que acontece em Mamanguape nos dias 10,11 e 12 do corrente mês. Ainda na programação, o professor e cordelista macaibense também ministrará, num círculo de cultura, a oficina: Outras linguagens na escola: Poesia e cordel.

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As produções de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) serão apresentadas à comunidade de Macaíba, na segunda edição do UFRN na Praça, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) na quarta-feira, 9, e quinta-feira, 10, na praça Paulo Holanda Paz.

A mostra tem como objetivo levar ao público do interior algumas atividades destaque na área de extensão da Universidade. Para isso vai contar com a participação de projetos desenvolvidos nos campi de Santa Cruz, Caicó, Macaíba e Currais Novos, além do Campus Central, em Natal.

A programação é planejada nos moldes da Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (Cientec) da UFRN, com palestras, atividades recreativas e apresentações culturais. Já os projetos de extensão incluem o Parque das Ciências, Museu de Ciências Morfológicas, Planetário, oficinas de peixes ornamentais, entre outros trabalhos. O UFRN na Praça acontece das 14h às 21h, na quarta-feira, e das 8h às 12h, na quinta-feira.

Agência Brasil – – Os estudantes terão acesso ao resultado final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no dia 19 de janeiro. No resultado,  poderão saber quanto tiraram em cada uma das quatro provas realizadas neste final de semana: ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática. Também terão acesso à nota da redação, cuja tema foi a intolerância religiosa no Brasil. O gabarito será divulgado na quarta-feira (9), de manhã, no portal do Inep. O anúncio foi feito hoje (6) em coletiva de imprensa após o término do exame.

Teoria da Resposta ao Item

Mesmo com o gabarito em mãos, os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada item. O valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que teve grande número de acertos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar uma questão com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por aquele item. Dessa forma, o candidato só saberá a sua nota nas provas objetivas após a divulgação do resultado final, em janeiro.

Neste final de semana, mais de 8 milhões de candidatos fizeram o Enem em todo o país. As notas da prova podem ser usadas para pleitear vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bolsas no ensino superior privado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Além disso, os candidatos com mais de 18 anos podem usar o Enem para receber a certificação do ensino médio.

Divulgada lista de candidatos que terão redação corrigida

A Pró-Reitoria de Ensino acaba de divulgar na página do Exame de Seleção a lista de candidatos que terão a redação corrigida. O processo está sendo regido pelo Edital Nº 26/2016.

Os candidatos podem ainda conferir o score das questões objetivas acessando o portal do candidato. Com a divulgação do gabarito oficial, 2 questões tinham sido anuladas. O próximo passo é aguardar o resultado da correção das redações, o que será publicado neste site no dia 23 de novembro. Seguindo o cronograma, o resultado final será disponibilizado no dia 8 de dezembro de 2016.

Cerca de 22 mil candidatos se inscreveram no processo seletivo, que disponibilizou mais de 3 mil vagas divididas entre 31 cursos técnicos integrados, que serão ofertados pelo Instituto no próximo ano.

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ASCOM-R/Cícero Oliveira

O Conselho Superior Universitário (Consuni) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) posicionou-se publicamente contrário à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, atualmente PEC 55, devido aos efeitos negativos sobre a normalidade, qualidade e o desenvolvimento de políticas públicas sociais do governo federal, sobretudo no que diz respeito à educação pública superior no Brasil durante os próximos 20 anos.

A decisão expressa em Nota Pública, aprovada por unanimidade pelos conselheiros, ocorreu em reunião extraordinária realizada na tarde desta quinta-feira, 3, no auditório do Anfiteatro do Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET). Durante a reunião, diretores de Centros Acadêmicos, gestores da administração central e representação dos segmentos da comunidade universitária (servidores e estudantes) argumentaram porque a UFRN deve mostrar para população quais os prejuízos que a PEC 55 vai impor à sociedade brasileira.

Ao final da reunião, a reitora Angela Maria Paiva Cruz agradeceu o “esforço e as contribuições da comunidade universitária para construir uma unidade em defesa da UFRN”. A seguir, a Nota completa:

Nota pública do conselho universitário da UFRN sobre a PEC 241 (PEC 55 – Senado)

As universidades públicas federais experimentaram, na última década, grande expansão para atender às demandas da sociedade por educação, por profissionalização de qualidade, por pesquisa e inovação, que são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país. Entendemos que esse processo de expansão não pode ser interrompido, devendo ser consolidado e continuado a fim de garantir a oferta de educação de qualidade para todos os brasileiros, como estabelecem as metas do Plano Nacional de Educação, aprovado por unanimidade pelo Congresso Nacional.

Reconhecemos a necessidade do equilíbrio das contas públicas. No entanto, é um grande equívoco considerar educação, ciência, tecnologia e inovação somente como gastos públicos. Ao contrário, como demonstram as experiências históricas de muitos países, essas áreas devem estar entre as prioridades estratégicas, como investimentos indispensáveis, inclusive para a superação da crise econômica, com a retomada das atividades produtivas em todas as regiões e a construção de um país democrático e soberano com inclusão e justiça social.

As propostas contidas na PEC 241, a qual tramita no Congresso Nacional, possuem implicações estruturais para o futuro do país, atingindo também a saúde, a previdência social, os investimentos em infraestrutura e os programas sociais, cujos recursos são insuficientes no Brasil. As medidas a serem adotadas sacrificam apenas as despesas primárias da União (notadamente aquelas com pessoal, investimentos e custeio), preservando as despesas com a dívida pública, as quais consomem parte substancial do orçamento federal. Por atingirem direitos consagrados na Constituição de 1988, a adoção de tais medidas exige ampla discussão com a sociedade brasileira sobre as muitas alternativas para diagnóstico e soluções para a atual crise econômica.

A UFRN será duramente atingida com a aprovação da PEC 241. O financiamento das suas atividades acadêmicas e administrativas sofrerá drástica redução. Em uma análise feita sobre a evolução orçamentária, se a PEC 241 estivesse em vigor desde 2006, a UFRN teria sofrido uma perda superior a duzentos milhões de reais nos seus recursos de custeio e de investimento.

Isso significaria suprimir grande parte da expansão recente que proporcionou a criação de vários novos cursos, o aumento na oferta de vagas de graduação e pós-graduação, a ampliação de sua infraestrutura física, a realização de concursos para admissão de novos docentes e técnico-administrativos e a implantação de políticas de democratização do acesso e da assistência estudantil. Não teremos condições de manter a qualidade acadêmica que conquistamos nas avaliações dos nossos cursos, nem os processos exitosos de interiorização, de internacionalização e de inclusão social, o que ameaça a continuidade e a consolidação de inúmeros projetos em andamento.

Por todas essas razões, o Conselho Universitário manifesta publicamente seu posicionamento contrário à aprovação da PEC 241, apelando para que nossos representantes no Congresso Nacional votem em defesa da educação, da ciência, da tecnologia e da inovação e pela manutenção de direitos sociais fundamentais consagrados na Constituição brasileira.

Natal, 03 de novembro de 2016.

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

O primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não surpreendeu os candidatos e professores quanto à estratégia de usar temas atuais para abordar conceitos das diferentes disciplinas. Assuntos como a crise dos refugiados na Europa, a manutenção de comportamentos machistas na sociedade atual e as recentes discussões sobre a democratização de espaços urbanos, por exemplo, poderiam ser mais facilmente respondidos por quem dedicou parte do estudo ao noticiário recente.

Questões de filosofia sobre Platão e as ditaduras em países da América Latina no século 20 voltaram a ser objeto de avaliação do exame. Na história, a abordagem de questões sociais como a discriminação racial e a política brasileira foi elogiada por quem fez ou teve acesso ao caderno após as provas.

O professor de história Tiago Diana, coordenador pedagógico do Colégio Projeção, considera importante trazer à tona questões relativas ao ensino de africanidades, muitas vezes deixado de lado pelas escolas.

“O Enem sempre tem mostrado a importância desses temas. A prova, até pela quantidade de informações, é a chance de o candidato ter um pouco mais de conhecimento. Com certeza ele sai da prova melhor do que chegou, em termos de informação. É [a oportunidade de o estudante] olhar para o país, refletir, pensar no presente e no passado, ver que esses resquícios da história continuam presentes”, afirma.

Considerada a mais difícil por muitos estudantes, a prova de química chamou a atenção do professor Jônatas Gonçalves, que dá aulas nos colégios Pódion e Sigma, por trazer expressões de difícil compreensão e aprofundar-se em tópicos distantes do aprendizado médio dos estudantes. De acordo com ele, o conteúdo repassado ao longo dos três anos de ensino médio é “muito amplo” e “pouco explorado no Enem”.

Jônatas reconhece a importância de lidar com temas espinhosos por meio de fatos do cotidiano, mas alerta para a possibilidade de o texto “assustar” o estudante e impedi-lo de resolver com tranquilidade a questão. “Acredito que o exame aprofundou este ano na característica conteudista. A prova de química está fora da realidade da população brasileira. Certamente está muito acima do nível para qualquer aluno responder. Seja de escola pública ou privada, sem duvida os estudantes tiveram dificuldade”, critica.

Logo mais, às 21h30, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmite pela web, pelo rádio e pela TV o programa Caiu no Enem. Professores convidados vão comentar a prova e destacar quais foram os principais temas cobrados, as surpresas e expectativas da edição 2016 do exame.

O programa será transmitido ao vivo pelo Portal EBC, pela Rádio Nacional, Rádio MEC e TV Brasil. Para acompanhar a transmissão e enviar dúvidas aos especialistas, basta acessar as redes sociais da EBC. Amanhã (6), o programa para comentar o segundo dia de provas começa mais cedo, às 20h.

Foto: Macaíba no Ar

Foto: Macaíba no Ar

A importância do tratamento de esgoto, gestão dos recursos hídricos e saúde pública, estes foram alguns pontos abordados pelos alunos do curso técnico em Meio Ambiente, ofertado pela Escola Agrícola de Jundiaí através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), durante a Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura da UFRN (Cientec).

Realizada no período de 19 a 21 de outubro, a XXII Semana de Ciência Tecnologia e Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, trouxe como tema ‘Nós no planeta’, com o objetivo de estimular os participantes a refletirem o seu papel no mundo.

Orientados pelo Supervisor do Pronatec/EAJ/UFRN, Prof. Paulo Macêdo, os alunos apresentaram aos órgãos competentes do poder público, setor privado, comunidade científica e aos visitantes da Cientec, a necessidade de ações conjuntas para o tratamento do esgoto que é um dos maiores problemas sanitárias e de saúde da população brasileira.

“A grande inovação desse projeto está no fato da remoção dos nitratos e nitritos, que os tratamentos convencionais não conseguem eliminar. Esse sistema de tratamento apresentado pelos alunos do Pronatec/EAJ/UFRN elimina também os fármacos e metais pesados, além de matéria orgânica, vírus e bactérias, o que possibilita sua utilização para fins potáveis ou fins industriais, ou ainda, para criação de animais (peixes) ou irrigação de lavouras”, explica o Supervisor do Pronatec/EAJ/UFRN, Prof. Paulo Macêdo.

“Devido à situação socioeconômica brasileira, são imprescindíveis os investimentos no desenvolvimento de tecnologias alternativas, de baixo custo e boa eficiência para o tratamento das águas residuais. O tratamento de esgoto utilizando zona de raízes, conhecido como áreas alagadas, proposto pelos alunos do curso técnico em Meio Ambiente se revela uma alternativa eficiente e de baixo custo, quando comparadas aos sistemas convencionais.Esse tipo de tratamento pode ser utilizado por toda a nossa região, principalmente nas zonas rurais onde a escassez de água é acentuada, bem como nas zonas urbanas onde a população cresce desordenadamente sem nenhum planejamento, que pode levar ao colapso o abastecimento de água potável”, completa o Prof. Paulo Macêdo.

Com 1200 horas, o curso Técnico em Meio Ambiente tem como objetivo formar profissionais para a coleta interpretação de informações ambientais, além da elaboração de laudos, relatórios, estudos ambientais e organização de programas de educação ambiental. Atualmente 118 alunos estão matriculados no curso que é ofertado nos municípios de Macaíba, Natal, Caicó em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura.

Com informações Pronatec/EAJ/UFRN

O exame nacional do ensino médio (ENEM), será realizado normalmente em Macaíba, a cidade não teve nenhuma escola ocupada de forma que viesse a impedir a realização do exame. Hoje (05) e amanhã serão centenas de alunos da rede pública e privada que vão fazer a prova que possibilita o estudante chegar até ao ensino superior  ou obter o certificado de conclusão do ensino médio.

Os portões abrem a partir das 12 horas, horário de Brasília.

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Presidente Michel Temer

Presidente interino Michel Temer

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil *

O ministro da Educação, Mendonça Filho, defendeu o posicionamento do governo nas questões da proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos e da medida provisória (MP) que reforma o ensino médio no país. As duas pautas são as principais críticas dos estudantes que ocupam escolas em diversos estados e que motivaram as ocupações, mas o ministro não deu sinais de um possível recuo nessas questões.

Em entrevista concedida hoje (4) ao programa A Voz do Brasil, Mendonça Filho disse, em relação à PEC dos Gastos Públicos, que será estipulado um teto global, e não específico para cada área. Segundo o ministro, a medida será importante para reequilibrar as contas públicas e retomar o crescimento – assim como explicou, em outras ocasiões, o presidente Michel Temer.

“Há muita desinformação, na sua esmagadora maioria, com relação à PEC. Ela veio para reequilibrar o Orçamento público, devolver a capacidade de investimento ao Estado brasileiro, fazer com que o Brasil volte a crescer gerando empregos e aumentando a capacidade de investimento em educação e saúde”.

Mudanças no ensino médio

Após sua participação em A Voz do Brasil, o ministro conversou com a Agência Brasil e defendeu as mudanças propostas pelo governo ao ensino médio. “Acho que a gente precisa debater o conteúdo da proposta que altera o ensino médio. Tenho certeza que a esmagadora maioria dos alunos brasileiros que estudam no ensino médio aprova as mudanças”.

Entidades ligadas à educação dizem que o debate da proposta fica prejudicado pela imposição de uma medida provisória. O ministro minimizou a questão. Ele disse que a lógica entre MP e projeto de lei (PL) é a mesma. Segundo ele, apesar de só a MP ter vigência imediata, ambas “podem ser alteradas parcialmente, totalmente ou rejeitadas pelo Congresso”.

Mendonça Filho completou dizendo que não se preocupa com o formato da medida no Congresso, e sim com o debate da matéria. “Espero que, dentro da autonomia do parlamento, eles possam compor a apreciação da matéria da melhor maneira possível. Para mim pouco importa o caminho, se um [MP] ou outro [PL]. O mais relevante é o objetivo central, que são as mudanças no ensino médio brasileiro”.

O ministro citou uma pesquisa, a ser divulgada pelo ministério na próxima semana, que apresenta uma aprovação de 70% dos estudantes às reformas propostas pelo governo. Segundo ele, as manifestações contra essas medidas, sobretudo nas universidades, trazem um componente de “mobilização política” que prejudicam o debate.

“A discussão existe porque se obedece uma lógica partidária e ideológica. Peço que as pessoas mantenham suas convicções políticas e filiações partidárias, mas não transformem o ambiente universitário em um ambiente de domínio político de algumas forças que querem imaginar que a grande maioria da população tem que pensar igual ao que eles pensam”.

* colaborou Mariana Tokarnia

O FÓRUM DOS REITORES DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO GRANDE DO NORTE vem a público se manifestar em defesa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) como Instituição pública, gratuita e de qualidade.

Há 48 anos a UERN vem levando ensino superior público e de qualidade para o interior do Rio Grande do Norte, nos mais de 31 cursos de graduação (Bacharelado, Licenciatura e Tecnólogo) e 52 cursos de Pós-graduação (Mestrado, Doutorado, Especialização e Residência Médica). Atualmente, a UERN preenche 50% de suas vagas com o egresso das escolas municipais e estaduais do RN e devolve profissionais formados, em sua maioria, para atuarem na educação básica do RN e seus municípios, minimizando o déficit de formação do ensino superior, ainda muito expressivo na Região Nordeste.

É inquestionável que as Universidades Públicas do Estado atuam como permanente propulsoras da geração de conhecimento e da redução da igualdade social. Desse modo, é com preocupação que recebemos a proposta de privatização da UERN como solução para os problemas financeiros do Estado.

A educação sempre será um caminho transformador. É por meio da ciência, do saber e do ensino, da pesquisa e da extensão que serão formuladas as propostas verdadeiramente úteis e viáveis para o enfrentamento dos problemas econômicos e sociais que o Estado vivencia. Um Estado que se pretende forte e estruturado não pode, de forma alguma, prescindir de uma instituição de ensino superior.

Acreditamos que juntas, as universidades públicas do Estado do Rio Grande do Norte reúnem o que há de melhor da educação superior do Estado e emergem como um patrimônio vivo de valor imensurável. Reiteramos, portanto, nosso total e irrestrito apoio a manutenção da UERN como instituição pública e gratuita. E mais que isso, que a instituição receba do Governo do Estado do RN a valorização e o financiamento necessários ao crescimento da UERN.

Mossoró (RN), 31 de outubro de 2016.

Ângela Maria Paiva Cruz

Reitoria da UFRN

Wyllys Abel Farkatt Tabosa

Reitor da IFRN

Pedro Fernandes Ribeiro Neto

Reitor da UERN

José de Arimatea de Matos

Reitor da UFERSA

Portal UFRN – O Programa de Pós-graduação em Biologia Estrutural e Funcional do Centro de Biociências está com inscrições abertas, até o dia 31 de janeiro de 2017, para seleção de mestrado.

Serão oferecidas 20 vagas, sendo reservadas duas para servidores efetivos da UFRN, de acordo com os termos do disposto na Resolução 197/2013-Consepe. As vagas são distribuídas nas seguintes áreas de concentração/linhas de pesquisa: Regulação do Organismo e Biologia Celular e Tecidual.

O Programa  tem como objetivo capacitar profissionais para o exercício da docência e da pesquisa, com ênfase no estudo da morfofisiologia dos sistemas orgânicos, dentro de uma perspectiva multidisciplinar.

As provas ocorrem nas dependências do Departamento de Morfologia (DMOR), do Centro de Biociências e as inscrições estão sendo realizadas através do portal acadêmico da UFRN.

IFRN tem o melhor desempenho do Norte, Nordeste e Centro Oeste entre instituições de ensino profissional

Portal IFRN – Com 14 dos 20 campi que ofertam ensino médio integrado ao técnico avaliados pelo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2015, o IFRN apresentou o maior desempenho entre as instituições de ensino profissional das regiões Norte-Nordeste e Centro Oeste. Os outros 6 campi não foram avaliados porque ainda não possuem turmas de ensino médio concluintes. O resultado do ENEM 2015 por escolas com educação profissional foi divulgado nesta segunda, 31 de outubro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Com uma média de 621,86, o Campus Natal-Central do Instituto foi o que apresentou o melhor desempenho. Se considerarmos a lista das instituições de ensino profissional do Brasil, o Campus fica na 35º posição quanto aos melhores desempenhos e, se observarmos apenas as federais, essa posição sobe para 15º. Das 20 instituições de educação profissional com melhores pontuações nas regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste, 6 são campi do IFRN: Natal-Central, em 1º; Parnamirim e Mossoró, em 5º e 6º respectivamente; Caicó em 10º; São Gonçalo do Amarante em 12º e Natal-Zona Norte em 17º . Se considerarmos só Norte e Nordeste, das 10 primeiras, 5 são do IFRN. Os cálculos consideram a média entre as notas alcançadas entre as provas objetivas e a redação.

Quando nos referimos às instituições de ensino público do Rio Grande do Norte, as 8 maiores médias são de campi do IFRN, na sequência: Natal-Central; Parnamirim, com média de 601,42; Mossoró, com 600,93; Caicó, que apresenta média de 592,54; São Gonçalo do Amarante, com 587,07; Natal-Zona Norte, com 583,20; Currais Novos, com 580,50, e Ipanguaçu, com 566,14. A 9ª escola pública com maior desempenho é a Escola Agrícola de Jundiaí, com uma média de 558,80. Os 14 campi do IFRN avaliados pelo ENEM aparecem entre os que apresentam os 16 maiores desempenhos.

Regionalmente, o IFRN comprova a sua missão de levar educação pública de qualidade ao interior do Rio Grande do Norte. Em cidades como Currais Novos, Santa Cruz, Ipanguaçu, Apodi, Macau, Nova Cruz, João Câmara e São Gonçalo do Amarante, os campi do IFRN são as escolas com as médias gerais mais altas. Em Mossoró e Caicó, por exemplo, são a 2ª. Quanto ao resultado geral do estado, se continuarmos considerando as médias entre provas objetivas e redação, o IFRN tem 3 campi entre as 20 escolas com maior desempenho.

O diretor-geral do Campus Natal-Central, José Arnóbio de Araújo, chama a atenção para a formação integral proporcionada aos estudantes. “Nossos campi recebem mais de 50% de estudantes oriundos de escolas públicas, em geral, com defasagem de conteúdo. Mas o que percebemos é que, com a formação proporcionada pelo IFRN, essa defasagem é superada”, comentou. Já o diretor do Campus Parnamirim, Ismael Felix Coutinho, chamou a atenção para a necessidade de investimentos na educação. “Quando percebemos que os campi do IFRN dominam todos os primeiros lugares com relação às escolas públicas, avaliamos que, com investimentos, temos condições de fazer a mudança que precisamos na educação”, completou.

Robinson divulgação

Após o Presidente do Tribunal de Justiça do RN, Claúdio Santos, sugerir que o governo privatize a UERN, o Governador Robinson Faria se posicionou contra a sugestão, veja o que disse ele através das suas redes sociais.

Não vou privatizar a UERN. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte exerce um papel muito importante para a educação potiguar e é um patrimônio do povo. São milhares de alunos, professores e servidores espalhados por todo o Estado. Não faz parte da minha política de governo privatizar a UERN.

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Portal UFRN – O Programa de Pós-graduação em História (PPGH) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) lançou nesta terça-feira, 1º de novembro, edital para curso de mestrado referente ao período letivo de 2017.1. As inscrições ficam abertas até o dia 30 de novembro.

São oferecidas 27 vagas, distribuídas em duas linhas de pesquisa do Programa, conforme disponibilidade de orientação. São reservadas duas vagas para funcionários da UFRN, desde que devidamente aprovados. No caso de nenhum servidor efetivo ser selecionado, a vaga a eles destinada fica disponível para ser preenchida por outro candidato.

Podem se inscrever portadores de diploma de curso superior em História ou áreas afins como Antropologia, Arquitetura, Artes, Ciências Políticas, Economia, Educação, Geografia, Letras, Sociologia e Turismo. Na ausência do diploma de conclusão, serão aceitos para efeitos de inscrição, documentos oficiais que atestem a conclusão ou a possibilidade desta, no semestre 2016.2.

As inscrições são realizadas via Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). O candidato deve inserir as informações solicitadas e anexar os documentos exigidos no edital em formato PDF. O processo seletivo que ocorre em quatro etapas: Plano de Trabalho (eliminatória); Prova Escrita (eliminatória); Entrevista (eliminatória); e Análise de Currículos (classificatória).

O resultado final será divulgado no dia 17 de fevereiro de 2017. Outras informações podem ser obtidas no site site do PPGH.