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Macaíba no Ar
O Boletim da Notícia
No último sábado, 8, o Grande Ponto conversou demoradamente com o vereador Gelson Lima, presidente da Câmara Municipal de Macaíba. Ele nos recebeu em sua granja para um papo que passeou da política às metas do legislativo para 2014.
Em meio às novidades anunciadas por Gelson Lima está a transferência da Câmara para um imóvel próprio em janeiro de 2015. A nova sede do Poder Legislativo será o Palácio Auta de Souza, onde hoje funciona a Prefeitura Municipal, que, até lá, será transferida para um moderno centro administrativo a ser construído pelo Executivo. veja a matéria na integra matéria na integra
A prioridade do Democratas para ano no Rio Grande do Norte é a eleição proporcional. O partido já iniciou conversas com o PMDB e PR. A Assessores próximos o senador José Agripino Maia e os deputados federal Felipe Maia e estaduais José Adécio Costa, Leonardo Nogueira e Getúlio Rego têm demonstrado sintonia com o projeto político de descartar a candidatura à reeleição da governadora Rosalba Ciarlini e, com isso, fechar aliança com o PMDB.
As reuniões com esse tom já começaram e têm como coordenadores o senador José Agripino e o deputado Henrique Eduardo Alves, presidente estadual do PMDB. Os líderes do DEM não acreditam nem mesmo que será necessário fazer prévia no partido, já que eles apostam na inelegibilidade da governadora Rosalba, que foi condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral a ficar oito anos inelegível.
José Agripino Maia tem mantido conversas freqüentes com os presidentes do PR, deputado João Maia, e do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves.
É explícito o distanciamento político do líder do DEM com a governadora Rosalba Ciarlini que, filiada ao partido, ainda tenta se viabilizar para a reeleição. A articulação do grupo de José Agripino é para formar uma chapa proporcional com o PMDB. A tese do bloco é que se a chefe do Executivo fosse candidata à reeleição criaria dificuldade para a chapa proporcional. Os deputados do DEM temem uma espécie de “contaminação” devido os índices de desaprovação da gestão Rosalba.
Assessores próximos à cúpula do DEM apontam que a executiva avalia uma candidatura da governadora como prejudicial para a eleição da proporcional.
Tribuna do Norte

As obras de duplicação e construção de viadutos e pontes, na BR-304, no trecho conhecido por Reta Tabajara, em Macaíba, devem começar no início de maio. A informação é do superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Estado, Walter Fernandes. A assinatura do contrato entre o Governo Federal e a empreiteira SBS Engenharia e Construções, do Rio Grande do Sul, ocorreu no dia 23 do mês passado e tem custo inicial de R$ 233 milhões. Pelo menos 70 imóveis deverão ser desapropriados no trecho, que possui 27 km de extensão.
Além do valor inicial da obra, o Dnit estima que outros R$ 10 milhões serão gastos com as desapropriações, gestão, gerenciamento ambiental e supervisão da obra. Walter Fernandes afirma que o planejamento já está em andamento e a empresa já começou a mobilizar do maquinário necessário para o início da obra. O Dnit já conta com licença de instalação concedida pelo Insituto de Defesa do Meio Ambiente (Idema). A expectativa é de que as intervenções durem 24 meses (dois anos).
A ordem de serviço, no entanto, só deve ser assinada no fim de março. O superintendente explica que a ideia inicial era de que a presidenta Dilma Rousseff assinasse o documento na visita que fez ao Rio Grande do Norte no dia 22 do mês passado, para a inauguração da Arena das Dunas, em Natal. A assinatura não foi possível por causa da agenda dela. O contrato entre o Dnit e a empresa foi assinado no dia seguinte e publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 31 de janeiro.
Agora o prazo de 60 dias, contados desde a contratação, é aguardado para a assinatura da ordem de serviço. “O contrato e a ordem de serviço iam ser assinadas juntos. Mas agora, antes disso, estamos finalizamos o pregão de supervisão da obra e vamos colocar o edital para o termo de referência para os planos ambientais e de gerenciamento”, explica o superintendente.
Após a conclusão do empreendimento, o trecho – que se estende desde o viaduto Trampolim da Vitória, em Parnamirim, até a rotatória que divide as BRs 304 e 226, terá nove obras de arte – como são chamadas, na engenharia, estruturas como pontes e viadutos. A primeira será uma alça viária, ainda no viaduto de Parnamirim, que será usada pelos motoristas que vierem da cidade no sentido a Macaíba.
“Também teremos duas pontes [uma de cada lado, nas marginais da BR] sobre o rio Pitimbu; um viaduto no girador da BR-226 com a BR-304, em Macaíba; mais uma ponte sobre o rio Jundiaí. Por fim, dois viadutos antes e dois depois do Jundiaí”, explica Walter Fernandes. As marginais também construídas. A pavimentação de 17 quilômetros da Reta Tabajara será de concreto, enquanto o restante de asfalto, explicou Fernandes.
Tráfego
De acordo com o Dnit, os motoristas não deverão se preocupar com desvios no tráfego de veículos, por enquanto. “Será normal, com as obras acontecendo”, disse. Durante o período, empresas concessionárias de serviços públicos deverão ser convocadas para fazer alterações nas estruturas de telefonia, água e energia, por exemplo, que utilizam a estrutura viária. “Vamos convocá-las para fazer as adequações em cada etapa”, explicou.
Desapropriações
Serão publicadas no DOU, segundo o Dnit, as 70 áreas de utilidade pública levantadas no trecho. Elas deverão ser desapropriadas para a execução do projeto. Walter Fernandes conta que um estudo já foi realizado. “Nenhuma das áreas é de grande porte. Vamos indenizar pequenos beneficiamentos feitos por algumas pessoas”, garante.
O que está previsto: Obra da duplicação da Reta Tabajara (BR-304)
Extensão: 27 km
Valor: R$ 233 milhões
Início: maio de 2014
Prazo: 24 meses
Desapropriações: 70
Órgão responsável: Dnit
Empresa responsável: SBS Engenharia e Construções
Projeto:
Duplicação
Construção de marginais
5 viadutos
3 pontes
1 alça viária
17 km de pavimentação rígida (concreto)
Tribuna do Norte

O prefeito Fernando Cunha e o vereador Gelson Lima, presidente da Câmara de Macaíba, voam juntos para Brasília na próxima quarta-feira, 12. Nas malas, novos projetos para o município e a cobrança pela liberação dos recursos para a construção da nova ponte sobre o rio Jundiaí, sonho antigo dos macaibenses que sofrem com o trânsito intenso no centro da cidade. Gelson Lima lembra que o projeto, de sua autoria, tramita por ministérios há anos: “Não podemos mais esperar. Esta obra é urgente. Estamos confiantes que agora, com a ajuda do presidente Henrique Alves, vamos conseguir tirá-la do papel.”
Recebemos hoje (10), pela manhã a informação que os garis da cidade de Macaíba não tinham recebido seus salários, no calendário da Prefeitura de Macaíba consta que no 06 de fevereiro foi feito o pagamento para as empresas prestadoras de serviços do município, então porque a empresa de limpeza urbana (TCL) está atrasando os salários?.
Ninguém quer trabalhar sem receber, então a prefeitura de Macaíba tem o dever de saber o motivo do não pagamento aos garis, os garis não são funcionários da prefeitura, mais prestam serviço diretamente a população.
Macaíba no Ar
O Boletim da Notícia
O Movimento dos Sem Terra tem por “pais” a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Teologia da Libertação e o declínio das vocações eclesiásticas, padres e freiras, colocando em risco a continuidade da Igreja Católica no Brasil.
Como atesta pesquisa do Instituto de Estudos da Religião (Iser)¹, as vocações eclesiásticas encontram-se confinadas à agricultura familiar da região sul, e esta vem sendo desarticulada pelo avanço do agronegócio no campo desde os anos 70.
É então que a CPT irá recrutar quadros, capacitar e dar apoio logístico ao Movimento, cuja saga e mito iniciais dar-se-ão na Encruzilhada Natalino, Rio Grande do Sul – célebre ocupação de terras ocorrida em 1979, em plena ditadura.
Inicialmente restrito aos estados do Sul, pois o velho sindicalismo rural permanecia forte no Norte e Nordeste, o MST se nacionalizou, dramaticamente, na esteira da tragédia de Eldorado dos Carajás, em 1996, e alcançou seu ápice em 1997, com a Marcha sobre Brasília e a novela o Rei do Gado, da Rede Globo.
Foi nesse momento que os sem-terra semearam acampamentos de Norte a Sul do País, realizando mais de 600 invasões em 1998. À época, eles estavam presentes em todos os conflitos que pipocaram no meio rural, como, por exemplo, as estiagens e secas, chegando a ocupar escolas e supermercados no meio urbano…
Toda essa disposição e vitalidade entraram em declínio, crise, e beiraram o colapso com a chegada de Lula à Presidência da República – que prometeu fazer a reforma agrária “de uma só canetada”.
Nascidos no berço do sindicalismo urbano do ABC paulista, Lula e o PT jamais foram devotos da reforma agrária e seus movimentos, para além da retórica. Ainda por cima, ambos migravam ao centro político, visando alcançar a Presidência da República, dando passos nessa direção tanto no Congresso do Anhembi, quanto, em seguida, na Carta aos Brasileiros, e, por fim, via aliança duradoura com o peemedebismo em 2006. Portanto, nada mais distante do esquerdismo e das ações radicais do MST, que foi, adiante, amortecido e “domesticado”.
Inicialmente, pela cooptação da sua direção e quadros intermediários, via Incra e Ministério do Desenvolvimento Agrário, além da irrigação de verba grossa nos cofres das cooperativas e ONGs satélites dos sem-terra.
De espetacular impacto, porém, foi a expansão do programa Bolsa Família que, chegando aos grotões, em especial no Nordeste, decretou a queda da demanda real pela reforma agrária, com o correlato despencar das invasões de terra e da média de invasores por ação.
Essa queda se refletiu no número de hectares desapropriados, que, na média dos anos FHC (Fernando Henrique Cardoso), foi de 1,3 milhão de hectares – chegando a 2,5 milhões em 1998 -, para uma média de 400 mil hectares nos governos Lula/Dilma e inexpressivos 6 mil hectares em 2008²!
Certamente decisivo para levar o Movimento a sua atual crise política, a chegada do PT ao poder subtraiu ao MST seu elemento principal de coesão e impulso: o mal absoluto, encarnado no “neoliberalismo” dos governos FHC, ironicamente quem mais desapropriou terras e assentou famílias em toda nossa história…
Carente do seu inimigo externo, o Movimento perdeu o rumo. Pior ainda: no poder, o lulo-petismo se aliou a outro dos seus adversários, o agribusiness, resultando que, mesmo dispondo de oceânicas maiorias no Congresso Nacional, em nada a legislação agrária avançou. O mesmo pode-se dizer da promessa de revisão dos índices de produtividade da terra que, permanecendo intocados, tornaram os milhões de hectares que seriam liberados para os sem-terra em uma miragem.
No tempo em que se propor um projeto para o Brasil tinha por imperativo a realização de uma reforma agrária, nossa urbanização era incipiente. De quebra, estávamos a meio caminho da transição da ancilar economia rural para a industrialização e caminhávamos para criar um mercado nacional, interligando infraestruturas regionais.
Hoje, temos um expressivo parque industrial, um sistema de cidades aonde vivem nove em cada 10 brasileiros, e o campo caminha para a redução inexorável da sua população remanescente. Em paralelo, desenvolvemos um agronegócio globalmente competitivo e a nossa secular pobreza rural vai sendo reduzida, via programas de transferência de renda e crescente malha de assistência social.
E o MST? Ainda que tenha o mérito de ter colocado na agenda nacional as demandas dos sem-terra e ajudado a reduzir a violência do patriciado rural, segue irreformável. Autoritário, centralizador e organizado dentro de uma hierarquia rígida que impõe os mesmos líderes de 30 anos atrás – egressos em sua esmagadora maioria do sul –, tende a assumir coloração milenarista, pregando a chegada futura da Era. Em realidade, o delírio de um passado sem volta.
Raul Jungmann, vereador no Recife pelo PPS, foi presidente do Incra e ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Fernando Henrique Cardoso
Da Carta Capital

O Governo do Rio Grande do Norte divulgou um novo prazo para que as obras do Hospital Alfredo Mesquita em Macaíba sejam concluídas. O prazo é até abril deste ano.
Recentemente, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte firmou um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) com o Ministério Público Junto ao Tribunal De Contas do Estado (MPjTCE) para concluir até o mês de junho obras que estavam paralisadas em 10 unidades de saúde do Estado.
Assinaram o termo as secretarias estaduais de Saúde, Planejamento e Finanças, Infraestrutura e as empreiteiras contratadas para execução das obras.
Para os projetos complementares nas unidades de saúde da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o prazo é até abril, como também no Hospital Alfredo Mesquita, em Macaíba, e o Hospital José Pedro Bezerra (Santa Catarina), em Natal.
Nos hospitais de São Paulo do Potengi e no hospital regional de Santo Antônio o prazo será até maio. Já para os hospitais Walfredo Gurgel, João Machado, em Natal, e o Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu terão o prazo até junho.
Via Informativo Atitude
Portal No Ar

No início da noite de ontem(09), aconteceu uma briga no bairro campinas, o fato ocorreu dentro de um bar, na rua Paulo Pereira Dantas, a discussão foi entre uma cliente e a dona do bar, conhecida como Oliete, em meio a discussão Oliete se armou com uma faca e foi para cima da mulher que estava discutindo com ela, para não ver a mãe cometer um crime o filho entrou no meio da briga e acabou sendo esfaqueado pela própria mãe.
Informativo Atitude/ Macaíba no Ar

O cursinho popular do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte , em Natal, abre na próxima segunda-feira (10) cerca de 200 vagas para turmas que iniciarão, em março, preparação para o Enem 2014. O cursinho é voltado para estudantes que concluíram ou estão concluindo o ensino médio, preferencialmente em escolas públicas, e dispõe de acompanhamento pedagógico e didático realizado por estudantes da própria UFRN.
As vagas serão distribuídas entre os turnos vespertino e noturno, com opção para turmas de língua estrangeira inglesa ou espanhola. As aulas acontecem de segunda à sexta-feira, nas dependências da UFRN, com aulões quinzenais aos sábados abertos ao público.
Para a realização da matrícula, é necessário comparecer à secretaria do cursinho (setor I do campus, por trás do DCE) no horário entre as 9h e as 15h. Os documentação necessários são: cópias do RG, CPF, comprovante de residência e certificado/histórico de conclusão do ensino médio, uma foto 3×4, e o valor correspondente à matrícula que custa R$ 130. Para as demais mensalidades é cobrado o valor de R$ 55.
O cursinho do DCE foi criado há 17 anos pelo Diretório Central dos Estudantes da UFRN, com o objetivo de ampliar o acesso dos estudantes do estado a uma preparação de qualidade para admissão na Universidade Federal. Mantendo a mesma filosofia, passou a ser projeto de extensão do Centro de Educação da UFRN e atualmente é reconhecido como Empresa Júnior da Universidade, auxiliando na formação dos futuros profissionais e incentivando o empreendedorismo no âmbito acadêmico.
G1 RN



