As mudanças vem de conjunturas críticas. Ano que vem, os estados devem esgotar as manobras criativas e provavelmente quase todos vão quebrar. Se escaparem em 2016, de 2017 não escaparão.
Só escapam se o governo federal renegociar as dívidas e eu não conheço outra forma senão aumentando ainda mais a dívida interna federal.
As pessoas deveriam prestar mais atenção ao conteúdo do “Plano Temer”.
Por Anderson Santos, cientista político da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

