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O Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), do Instituto Santos Dumont (ISD), deu largada nesta quarta-feira (26) à seleção 2021.2 do Mestrado em Neuroengenharia – o único do Brasil nessa área do conhecimento.
As inscrições são gratuitas e seguem até 14 de junho. Esta será a 16ª turma do programa.
Vagas
O edital (disponível na página ) prevê um total de 10 vagas, com ingresso em agosto de 2021.
Do total ofertado, 7 são de ampla concorrência, 1 é reservada a professores e servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e 2 são para egressos do programa de Residência Multiprofissional no Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência, do ISD.
A quantidade de alunos aprovada pode, no entanto, ser inferior ou superior ao número de vagas disponíveis, em função do resultado da avaliação técnica dos candidatos e adequação nos projetos de pesquisa.
Processo seletivo
A seleção dos candidatos será realizada no período provável de 21 a 29 de junho de 2021.
O processo seletivo inclui análise de documentos como carta de intenção, cartas de recomendação, currículo lattes e histórico acadêmico. Para aprovados nessa etapa, há ainda a fase eliminatória e classificatória de entrevistas.
A divulgação dos aprovados é prevista para 02 de julho de 2021 e o início das aulas está programado para 02 de agosto.
Quem pode fazer o mestrado em Neuroengenharia?
O público-alvo do processo seletivo são portadores de diplomas de graduação nas áreas da saúde, engenharias ou biológicas.
O programa já recebeu graduados em cursos como engenharia biomédica, engenharia da computação, medicina, ciências biológicas, engenharia elétrica, ciência da computação, enfermagem, biotecnologia, engenharia civil, engenharia de controle e automação, engenharia química, fisioterapia, psicologia, biomedicina e fonoaudiologia.
Os alunos são procedentes de diversas instituições e regiões do Brasil.
O que os mestrandos estudam?
A neuroengenharia integra métodos de neurociência e de engenharia para estudar o funcionamento do sistema nervoso e desenvolver soluções para as limitações e disfunções associadas a ele.
Pesquisadores e alunos têm desenvolvido tecnologias para criação, por exemplo, de próteses mais baratas para pessoas amputadas, novas formas de terapia menos invasivas e com custo menor para pacientes com Parkinson, pesquisas com microscopia e citologias, e o uso de realidade virtual e realidade aumentada para reabilitação de pacientes paraplégicos e tetraplégicos.
