
Esta semana um dos assuntos mais comentado na política em Macaíba foi sobre a guarda-municipal. A cidade que tem mais de 78 mil habitantes não tem sua guarda, diferente da cidade vizinha São Gonçalo do Amarante e outras como Ceará-Mirim. Mesmo com altos índices de criminalidade nos últimos anos, não houve uma sinalização efetiva de que a cidade teria a guarda-municipal implantada (não houve concurso). Chegando agora próximo das eleições deste ano, o assunto voltou a ser debatido, onde a lei federal LEI Nº 13.022, DE 8 DE AGOSTO DE 2014 disciplinas a criação das guardas, no artigo 7º a lei projeta a quantidade máxima que do efetivo sobre a quantidade de habitantes das cidades.
Macaíba se enquadra no inciso II, onde diz que a cidade não poderá ter efetivo superior a 0,3% (três décimos por cento) da população, em Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) e menos de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo não seja inferior ao disposto no inciso I.
Com base na população atual, Macaíba tem que ter 200 guardas no mínimo e no máximo 241 guardas. A pergunta que se faz neste momento é, qual pré-candidato a prefeito terá a coragem de dizer que caso seja eleito irá implantar a guarda municipal? visto que a entrada de 200 novos servidores trará um aumento significativo na folha de pagamento da prefeitura.


