
As investigações do caso do assassinato do lutador de MMA, Luiz de França Sousa Trindade, de 25 anos, ocorrido no dia 10 de fevereiro passado, em frente para uma academia, no conjunto Cidade Satélite. Segundo a polícia, o tenente PM Iranildo Fêlix foi mesmo o executor, enquanto o soldado PM Moisés Gonçalves, de 41 anos – preso na manhã desta terça-feira – por ter planejado o crime com Iranildo e estar pilotando a moto em que ambos fugiram, após o homicídio. Além disso, dois delegados que estavam investigando o caso foram ameaçados pela dupla.
“Moisés tinha fotos minhas no celular dele, que ficava passando para o Iranildo. Outros policiais vieram me avisar para tomar cuidado, falando que eu estava correndo perigo, que o Moisés não era profissional, que ele estava se sentindo perseguido por mim. O caso foi passado ao Ministério Público, que percebeu o que realmente estava acontecendo: uma ameaça velada contra a minha pessoa. Outro policial, também foi ameaçado por ele”, destacou a delegada Danielle Filgueira, da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) “O meu nome estava em uma lista encontrada na casa do Iranildo quando ele foi preso no início de abril. O meu nome era o sexto da lista para ser assassinado”, contou o delegado Silvio Fernando, titular da 11ª DP.
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