Saúde Arquivo

Na manhã desta última terça-feira (16), a Prefeitura de Macaíba e os militares da Força Aérea Brasileira iniciaram os trabalhos de combate ao mosquito Aedes Aegypt, transmissor de doenças como a Dengue, a Chikungunya e o vírus Zika, um dos possíveis causadores dos recentes casos de microcefalia em recém-nascidos.

As ações começaram no bairro Campo das Mangueiras e se estenderão por toda a semana pelo Centro da cidade, pela manhã e tarde.

Combate efetivo aos focos de proliferação do mosquito e trabalhos de conscientização da população, como por exemplo, distribuição de panfletos fazem parte das atividades. A equipe de limpeza da Prefeitura de Macaíba também intensificará a coleta de lixo dos locais. A moradora do bairro, Renata Patrícia, 26, participou da ação e afirmou sobre as atividades e os cuidados em sua residência. “Estou achando bom, pois muitas pessoas descansam e deixam em seus terrenos materiais que acumulam água. Está mobilizando a comunidade. Estou tomando cuidado. Verificando onde tem água parada sempre”, disse.

O combate à proliferação do mosquito tem sido constante pela Prefeitura de Macaíba. Dentre os serviços realizados pela Prefeitura no combate ao mosquito estão os trabalhos da equipe de borrifação do Centro de Controle de Endemias, que contam com novos equipamentos, e a retirada de materiais com potencial de proliferação do Aedes no município.

Uma destas atividades é à retirada de toneladas de pneus usados do antigo prédio da Formosa, na comunidade Araçá, iniciada no último dia 5 de fevereiro. Os pneus estão recebendo o tratamento adequado com aplicação de veneno. O material será enviado para a reciclagem.

Assecom

Forças armadas inicia a partir de amanhã (15) ações de concientização, motivação de estudantes e efetivo de combate contra o mosquito Aedes aegypti. A parceria ocorre entre as secretarias de saúde  e as forças armadas (Exército, Aeronaútica e Marinha). A população deve colaborar recebendo os agentes de endemias e as forças armadas e tomar as precauções contra o mosquito.

Na Avenida Jundiaí próximo da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Macaíba, tem um galpão depredado cheio de pneus. O blog Cidadão Macaibense trouxe a informação e relata o problema denunciado por um internauta. O local semana passada teve a visita de agentes da secretaria de saúde, mais o que a Prefeitura de Macaíba precisa explicar é o destino desses pneus, já que o local serve de depósito para os pneus e qual seria seu destino final, lembrando que até duas semanas trás choveu bastante na cidade.

Os pneus no local não tem nenhuma cobertura, apenas do teto do prédio que está cheio de buracos, que vem sendo depredado há vários anos. O local será no futuro o centro administrativo da cidade. Em uma época de explosão de doenças transmitidas pelo mosquito da dengue, não se pode vacilar.

 

 

Representantes da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) se reuniram nesta quinta-feira, 11, para alinhar convênios de estágios e residências multiprofissionais em unidades de saúde pública do interior. A ideia é criar uma parceria perene entre estado, municípios e UFRN para interiorizar a formação em saúde com a integração entre ensino e serviço.

A reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz, solicitou a análise de novos convênios e celeridade aos processos que já tramitam na Sesap, visto que é necessário ter estrutura para atender aos alunos da graduação, pós-graduação e residências multiprofissionais da Escola Multicampi de Ciências Médicas. Somente neste semestre, são ofertadas 56 novas vagas para residentes no interior.

Entre as medidas previstas está a implantação de um hospital em Currais Novos com o mesmo modelo existente na capital, onde estudantes da UFRN estão imersos nos hospitais Walfredo Gurgel e Giselda Trigueiro. “Precisamos de uma articulação mais afinada para acelerar os trâmites burocráticos e garantir o desenvolvimento do ensino em saúde no interior”, defendeu Angela Paiva.

O secretário da Sesap, Ricardo Lagreca, ouviu atentamente às solicitações e garantiu que o Governo do Estado tem o maior interesse em apoiar a Instituição nesse trabalho. “Nós dispomos de muitas oportunidades para contribuir com a formação e capacitação profissional, pois sabemos que o ambiente hospitalar tem uma riqueza inacumulável de ensino. Portanto, buscaremos acelerar os processos em andamento e vamos analisar junto à UFRN a criação de novos convênios”, sinalizou.

Portal UFRN

Agência Brasil – Em resposta à epidemia do vírus Zika na América Latina, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) realiza este mês uma reunião para tratar do uso de técnicas nucleares para o controle de mosquitos. O encontro deve acontecer nos dias 22 e 23 de fevereiro em Brasília, conforme anunciou o diretor-geral da entidade, Yukiya Amano.

Uma das medidas a serem discutidas é a adoção da chamada Técnica do Inseto Estéril, um tipo de controle de peste que utiliza radiação ionizante para esterilizar insetos machos, produzidos em larga escala em instalações especiais. Segundo a AIEA, a estratégia tem sido utilizada com sucesso em todo o mundo há mais de 50 anos para o controle de diversos insetos que comprometem a agricultura.

Durante o evento, em Brasília, especialistas de países como China, México, Suécia, Tailândia, Trinidad e Tobago, Estados Unidos e Brasil, além de técnicos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), vão desenvolver um roteiro para o controle da população de Aedes aegypti na região a curto e médio prazo.

Até o momento, o vírus Zika foi identificado em 23 países das Américas. Há, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), fortes indicativos de que a infecção esteja associada ao aumento de casos de malformação congênita em bebês e da Síndrome de Guillain-Barré.

O Programa de Pós-graduação em Ensino na Saúde, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MPES/UFRN), está com Inscrições abertas, até o dia 15 de fevereiro, para o processo de seleção do curso de Mestrado Profissional em Ensino na Saúde, para o período 2016.1.

Os interessados deverão realizar o preenchimento da ficha de inscrição, anexar em PDF o anteprojeto de pesquisa, declarações, comprovantes e documentos pessoais que estão especificados no edital por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa).

A seleção dos candidatos será realizada no período entre 7 a 21 de março e em 3 etapas: análise do Curriculum Vitae e perfil profissional para a docência/preceptoria em saúde, análise do anteprojeto de mestrado e entrevista técnica.

A divulgação da lista com os candidatos selecionados para a entrevista técnica do processo seletivo será realizada com antecedência mínima de 5 dias do início das entrevistas. Nessa ocasião, será divulgado cronograma das entrevistas contendo data, hora e local em que os candidatos selecionados deverão se apresentar.

O resultado do processo seletivo será afixado no quadro de avisos no terceiro subsolo do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e na página do curso: Mestrado Profissional em Ensino na Saúde – MPES/UFRN. O inicio do curso está prevista para abril.

Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas no site  pelo telefone: (84) 3342-5066 ou pelo e-mail: mpes@ccs.ufrn.br.

Portal UFRN

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acaba de divulgar que constatou a presença do vírus Zika, com potencial de provocar infecção, em amostras de saliva e de urina. Segundo a entidade, agora, essas novas formas de transmissão serão mais estudadas.

“Essa comprovação tem um significado muito grande porque, até então, todas as evidências não significavam capacidade de infecção, muda o patamar e a forma que fazemos a pesquisa”, disse o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

Em entrevista à imprensa, a Fiocruz disse que a evidência de transmissão pelas excreções “sugere a necessidade de investigar a relevância de transmissão via oral”.

Até então, a única via de transmissão do vírus, confirmada por autoridades sanitárias, é pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Agência Brasil

Hospitais universitários de todas as regiões do País atenderam aos apelos do governo federal para o combate ao Aedes aegypti e, durante toda a semana, mobilizaram seus funcionários em busca de possíveis focos de reprodução do mosquito transmissor dos vírus da dengue, zika e chikungunya.

Nesta quinta-feira (4), no último dia de inspeção no Hospital Universitário de Brasília (HUB), cerca de 20 funcionários de setores diversos, como administração, assistencial, ambulatório, enfermagem e segurança, participaram dos trabalhos nos prédios da odontologia. Apesar do dia de sol intenso, foram encontrados diversos pontos de água parada em bueiros, calhas de ar condicionado e canteiros.

“No primeiro dia em que participei, não acreditei na quantidade de lugares com água parada que encontramos. Eram copos, entulho, móveis, plantas, tudo acumulando água, especialmente no setor de manutenção do hospital”, disse a auxiliar de enfermagem Solange de Carvalho, que nesta quarta-feira (3) também fez parte da inspeção.

A administração do HUB informou que, desde o último dia 29, quando começou a mobilização nacional, oito focos de reprodução de mosquito foram encontrados e devidamente sanados. “Foi uma vistoria do telhado ao porão”, afirmou o gerente executivo do hospital, Paulo Castro.

“Tranquiliza quem está aqui esperando para ser atendido. Às vezes, a gente fica aqui um tempão parado, serve de prato cheio para as picadas, não é?”, disse a paciente Suelen Almeida, de 39 anos, que aguardava uma consulta.

Pelo menos 37 hospitais universitários administrados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), uma empresa pública vinculada ao Ministério da Educação, em 24 Estados e no Distrito Federal, participaram do mutirão contra o Aedes aegypti.

 Agência Brasil

Pesquisa desenvolvida na Pós-graduação em Psicobiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) comprovou que o uso excessivo de cafeína e de álcool pode prejudicar a aprendizagem.

De acordo com a bióloga Luana Carla dos Santos, muitos estudos investigam o consumo de álcool, mas poucos analisam os efeitos da cafeína e do álcool combinados, mesmo essa combinação sendo tão comum entre os jovens, principalmente por meio dos energéticos. “Foi a partir dessa observação que nossa pesquisa teve inicio, a fim de entendermos que doses de álcool e cafeína podem ser usadas sem prejuízos e quais doses podem trazer malefícios para a saúde”, destaca a pesquisadora.

Para investigar essas drogas, foi usado o peixe paulistinha, que é bastante comum em estudos com visibilidade para tratamento em humanos, que tem recebido grande atenção dos pesquisadores por ter muita semelhança com os sistemas biológicos humanos.

“O peixe paulistinha, usado em nossos testes, apresenta grandes semelhanças genéticas e comportamentais com os seres humanos e, por serem animais de baixo custo de manutenção e curto ciclo de vida, são modelos importantes para a pesquisa. Assim, o estudo com o peixe pode ser futuramente ampliado e aplicado em mamíferos e pode favorecer o entendimento da ação das drogas em humanos”, diz Luana Santos.

Método

No estudo, foram observados os efeitos do álcool e cafeína sobre a aprendizagem do peixe paulistinha, em um teste de reconhecimento de objetos, no qual o animal deve saber identificar um objeto novo após ter tido contato com alguns outros objetos. “Esse protocolo traz informações relevantes, pois avalia a formação de memória de um evento de apresentação curta, muito mais fácil de ser perdida quando o individuo está fazendo uso de drogas”, destaca Luana.

“Após os testes com os animais, observamos que aqueles que ingeriram álcool uma única vez e os animais que estavam em abstinência de álcool ou de cafeína não conseguiram realizar o teste, ou seja, não formaram memória. Quando os peixes receberam a combinação de álcool e cafeína em dose moderada, mostraram formação de memória. Mas a dose alta de cafeína unida ao uso de álcool não foi eficiente para o animal formar memoria”, explica a bióloga.

Resultados

Segundo a pesquisadora, os resultados comprovam os efeitos negativos do uso do álcool na aprendizagem e sugerem que o uso contínuo de altas doses de cafeína causa efeitos negativos durante a abstinência. No entanto, quando o indivíduo já está dependente das duas substâncias, o uso moderado da cafeína parece diminuir os efeitos nocivos da ausência do álcool, permitindo ao peixe paulistinha concluir de forma eficaz a tarefa.

“Mostramos que o peixe paulistinha é um ótimo modelo para estudos de aprendizagem e memória, e alertamos para o consumo de álcool indiscriminado e para o uso dessa droga em associação com altas doses de cafeína, como em energéticos associados a bebidas destiladas, que pode trazer prejuízos cognitivos a curto e longo prazo”, conclui a pesquisadora.

O estudo intitulado “Irish coffee: Efeitos do álcool e cafeína para o reconhecimento” é parte da dissertação de mestrado da bióloga Luana Carla dos Santos e foi desenvolvido no Luchiari Lab, sob orientação da professora Ana Carolina Luchiari, vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Psicobiologia da UFRN.

Portal UFRN

A feira livre de Macaíba foi palco de mais uma ação de saúde organizada pela Prefeitura. No sábado (30), diversos profissionais da pasta da Saúde, incluindo médicos e enfermeiros, estiveram à disposição dos transeuntes para a realização de exames e transmissão de orientação sobre como prevenir a Hanseníase.

Segundo estimativas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), aproximadamente 50 atendimentos foram realizados com a população na Praça Augusto Severo (Praça do M). Além das abordagens feitas nos corredores da feira.

Assecom

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

O Ministério da Saúde confirma 404  casos de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, dos quais 17 estão relacionados ao vírus Zika. As informações estão em boletim divulgado hoje (2) pela pasta, que descartou 709 casos.

Ainda estão sendo investigados pelo ministério e pelas secretarias estaduais de Saúde 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, o que representa 76,7% das notificações. O boletim refere-se aos casos registrados até 30 de janeiro.

A pasta divulga separadamente a investigação das notificações de óbito. No total, foram notificadas 76 mortes após o parto ou durante a gestação. Destas, 15 foram investigadas e confirmadas para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central e cinco tiveram identificação do vírus Zika no tecido fetal. Há 56 casos ainda em investigação e cinco foram descartados.

Segundo o Ministério da Saúde, a microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como a sífilis, a toxoplasmose, outros agentes infecciosos, a rubéola, o citomegalovírus e o herpes Viral. “Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas”, diz em nota.

De acordo o boletim, os 404 casos confirmados desde o início das investigações, no dia 22 de outubro do ano passado, foram registrados em 156 municípios de nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A Região Nordeste concentra 98% dos municípios com casos confirmados. Pernambuco concentra o maior número de municípios com casos confirmados (56), seguido dos estados do Rio Grande do Norte (31), da Paraíba (24), da Bahia (23), de Alagoas (10), do Piauí (6), do Ceará (3), do Rio de Janeiro (2) e do Rio Grande do Sul (1).

Os novos números demonstram aumento dos casos classificados como confirmados e descartados na última semana, se comparado aos das semanas anteriores. O crescimento dos casos investigados e classificados foi de 52%, com relação ao boletim do dia 23 de janeiro. De 732 na semana anterior, os casos passaram para 1.113.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes a adotar medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição ao inseto, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e aplicar os repelentes permitidos para gestantes.

Nas próximas semanas, o ministério anunciará n a notificação compulsória dos  casos identificados como infecção pelo vírus Zika no Brasil. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) não contabiliza o número de infecções pelo Zika. O acompanhamento é feito pelo sistema de vigilância Sentinela para monitorar a circulação do vírus e prestar apoio às medidas de prevenção à doença.

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

O registro de casos de infecção pelo vírus Zika terá notificação obrigatória no Brasil. O anúncio foi feito hoje (1º) pelo Mnistério da Saúde, que deve anunciar os detalhes da medida na próxima semana.

Atualmente, a pasta não contabiliza o número de pacientes que tiveram a doença, e as secretarias não são obrigadas a registrar todos os casos, já que a capacidade de diagnóstico laboratorial do Brasil ainda é baixa e também porque em 80% das ocorrências não aparecem sintomas.

Há duas semanas, o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, informou que a pasta está aumentando a capacidade de diagnóstico laboratorial e  que, com isso, a notificação dos casos seria reavaliada. Na ocasião, Maierovitch disse que a pasta aumetaria de mil para 20 mil a capacidade mensal de diagnósticos de Zika no país.

Atualmente, o método de diagnóstico do Zika é o sentinela, pelo qual alguns casos de uma região são comprovados laboratorialmente e os seguintes, pelos sintomas. Em novembro, o governo brasileiro confirmou que a infecção pelo vírus Zika em gestantes pode causar microcefalia no feto, porém, nem toda gestante que for afetada pela doença terá o bebê com a malformação.

A microcefalia tem outros fatores causadores, como infecções pelo citomegalovírus, por toxoplasmose e por rubéola.

A Prefeitura de Macaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove o Dia D contra a Hanseníase no próximo sábado (30), a partir das 8h da manhã, na Praça Augusto Severo (Praça do M), estendendo-se até às 12h, contando com a presença de médicos e enfermeiros.

A ação de sábado é alusiva ao Dia Mundial de Combate à Hanseníase, que é comemorado todos os últimos domingos do mês de janeiro, conforme instituído pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O objetivo é conscientizar a população na luta contra a doença.

Hanseníase

A Hanseníase é uma enfermidade preocupante devido ao seu grande potencial de transmissão. Atinge principalmente a pele da pessoa acometida, mas também pode causar a perda de membros em casos mais graves. Pode ser transmitida até mesmo pelo ar.

Os sintomas variam desde manchas brancas, vermelhas ou marrons, em qualquer parte do corpo, até caroços e inchaços, com ocorrência de dores. Contudo, a doença tem cura. O diagnóstico e tratamento precoce são muito importantes. Quando mais cedo, melhor.

Assecom

A equipe de borrifação da Vigilância Ambiental acabou de receber seus EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) para que seja feito o procedimento na área ou perímetro onde apareceu algum caso confirmado de dengue.

“Entregamos este fardamento nesta semana e eles já vão começar a realizar o trabalho”, explicou a secretária de Saúde, Silvana Cosme. A equipe é composta por quatro borrifadores. Os EPIs incluem itens como calça, avental, óculos de proteção, pulverizadores, etc.

Reunião entre SMS e comissão de agentes

Recebemos ontem, 27 de janeiro, uma comissão formada por agentes (com nomes enviados pelo sindicato da categoria) e ganhadores do processo de licitação referente ao fardamento. Ressalta-se que o material segue o mesmo molde e modelo do fardamento de Natal.

“A Secretaria quer que chegue ao conhecimento dos agentes de saúde e de endemias que houve essa primeira reunião com uma parte da comissão de agentes e que, possivelmente, amanhã, sexta-feira, 29 de janeiro, haverá outra reunião, onde iremos receber outra parte do fardamento. Essa comissão irá acompanhar a entrega do fardamento e verificar o tipo de material”, esclareceu a secretária Silvana.

Assecom

Portal Brasil – Dos  2.246 profissionais  que concluem um ano de atuação no programa Mais Médicos nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, 1.266 (56%) vão permanecer na mesma vaga por até mais três anos, informa o Ministério da Saúde. Depois de um ano de atuação, ele poderiam sair do programa e garantir a bonificação de 10% em exames para ingresso em residência médica, mas decidiram continuar.

Os 1.173 postos restantes serão disputados pelos 12.791 médicos brasileiros com registro no País já inscritos, que devem indicar as opções de cidades até a próxima quarta-feira (27).

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Hêider Pinto, enfatiza a relevância desse grande número de brasileiros interessados em continuar no Mais Médicos. “Isso reforça o que os dados e pesquisas já vinham indicando: os médicos brasileiros não só estão aprovando o Programa, como estão vendo nele uma boa oportunidade de aprendizado e atuação na Atenção Básica”, declara o secretário. “É possível que vários deles nem viessem a ter contato com a Atenção Básica se o Mais Médicos não tivesse sido criado. É assim que estamos começando uma mudança no perfil dos médicos no País”, completa.

Mais Informações