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O Rio Grande do Norte vai receber 10 pacientes com Covid-19 transferidos da rede estadual de saúde do Amazonas, que vive situação de caos, com hospitais lotados e sem oxigênio para os infectados com o coronavírus. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) na tarde desta quinta-feira (14). Os pacientes ficarão internados no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), em Natal.

O portal G1 destaca que após uma reunião com o Ministério da Saúde nesta quinta-feira (14), prefeitos disseram que, de acordo com o ministro Eduardo Pazuello, a vacinação contra a Covid-19 começará em todo o país na quarta-feira (20) da semana que vem. A data depende de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial das vacinas Coronovac e Astrazeneca. A decisão da Anvisa sai no domingo (17).

“De acordo com @ministropazuelo, próxima segunda chegam as 2 milhões de doses da Astrazeneca para estados. Há também as 6 milhões da Coronavac. Anvisa liberando domingo, distribuem na terça para iniciar na quarta, dia 20. Ou seja: 8 milhões de doses para janeiro”, escreveu o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), em uma rede social.

O Instituto Butantan e o Governo de São Paulo informam que a vacina contra o coronavírus obteve 50,38% de eficácia global no estudo clínico desenvolvido no Brasil, além de proteção de 78% em casos leves e 100% contra casos moderados e graves da COVID-19. Todos os índices são superiores ao patamar de 50% exigido pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Os resultados foram submetidos a um comitê internacional independente e já estão com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que analisa o pedido de uso emergencial do imunizante no Brasil. A pesquisa envolveu 16 centros de pesquisa científica em sete estados e o Distrito Federal. O teste duplo cego, com aplicação da vacina em 50% dos voluntários e de placebo nos demais, envolveu 12,5 mil profissionais de saúde.

“É uma excelente vacina esperando para ser usada em um país onde morrem, no momento, em torno de mil pessoas por dia. Esperamos que as autoridades entendam o momento e ajudar nossa população a receber as vacinas o mais rapidamente possível”, afirmou o Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

“Os dados são extremamente importantes no impacto da saúde pública, impedindo que as pessoas adoeçam de forma grave e sobrecarreguem hospitais. É a possibilidade de impedirmos que as pessoas morram”, disse o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn. “Temos uma vacina que foi testada na vida real, no meio de uma pandemia e naqueles que eram mais expostos”, acrescentou.

O estudo verificou que a menor taxa foi registrada em casos de infecções muito leves, considerados score 2 e verificados em pacientes que receberam placebo. De uma amostragem de 9,2 mil participantes, 85 dos casos muito leves foram de pessoas que receberam vacina, e 167 em voluntários que tomaram placebo.

Já o resultado de eficácia dos casos leves, classificado como score 3, em pacientes que precisaram receber alguma assistência, foi de 77,96%, sendo que sete pessoas haviam recebido a vacina, e outras 31, placebo.

Para os casos moderados e graves que necessitaram de hospitalização, a eficácia foi de 100%. Nenhum paciente infectado que recebeu a vacina do Butantan precisou de internação. Entre os que tomaram placebo, houve sete pacientes que precisaram de internação.

Todo os voluntários são profissionais de saúde, com risco muito alto e contínuo de exposição ao coronavírus. Eles receberam duas doses da vacina, com intervalos de duas semanas entre cada aplicação. A pesquisa também demonstrou que o imunizante é extremamente seguro – nenhuma reação adversa grave foi registrada entre os participantes.

A vacina é desenvolvida pelo Butantan há pouco mais de seis meses, em parceria internacional com a biofarmacêutica Sinovac Biotech, sediada em Pequim. O produto é baseado na inativação do vírus Sars-CoV-2 para induzir o sistema imunológico humano a reagir contra o agente causador da COVID-19. A tecnologia é similar à de outras vacinas amplamente produzidas pelo instituto de São Paulo.

Em novembro, a revista científica Lancet, uma das mais importantes no mundo, publicou os resultados de segurança da vacina do Butantan nas fases 1 e 2, realizados na China, com 744 voluntários. A publicação mostrou que o produto é seguro e capaz de produzir resposta imune em 97% dos casos em até 28 dias após a aplicação.

O Butantan já dispõe de 10,8 milhões de doses da vacina em solo brasileiro. No final de março, a carga total de imunizantes disponibilizados pelo instituto é estimada em 46 milhões de doses. O Plano Estadual de Imunização tem início previsto para o próximo dia 25.

O resumo do estudo clínico com os dados de eficácia para os diferentes tipos de casos do coronavírus está disponível aqui para download.

Fonte: Portal Governo de SP

Com o intuito de ampliar os atendimentos médicos à população macaibense no Centro de Saúde Luís Antônio Fonseca Santos, mais conhecido como Posto da Maré, a gestão de Emídio Júnior providenciou um novo médico para a unidade já na sua primeira semana de mandato à frente do Executivo Municipal. A chegada do clínico geral Dr. Marcelo Lucena agora possibilita que os usuários do posto possam ter atendimento na área de terça a sexta-feira semanalmente.

Dona Maria das Graças, que estava com sintomas de infecção respiratória, foi uma das pacientes atendidas na manhã desta terça-feira (12/01) e relatou o seguinte: “Achei excelente, estava apresentando esses sintomas e fui encaminhada para o doutor. Foi um atendimento muito bom. Tô me sentindo melhor. Tá aprovado!”.

Pelo fato de se tratar de uma unidade com uma enorme quantidade de pacientes cadastrados, o Posto da Maré merece este reforço para ampliar sua capacidade de atendimento, de forma que as demandas solicitadas sejam atendidas e a população possa ser cada vez mais bem assistida.

Atualmente, o Posto da Maré conta com 28 especialidades médicas, constituindo-se em um dos mais completos e importantes centros de saúde pública da Grande Natal, referência para toda a região. Cardiologia, ginecologia, urologia, nefrologia, fisioterapia, pneumologia, fonoaudiologia se encontram entre as especialidades disponibilizadas.

Assecom-PMM

O Ministério da Saúde reafirmou, hoje (9), em nota, que todas as doses da vacinas contra o novo coronavírus que o Instituto Butantan produzir ou importar serão adquiridas pelo governo federal e distribuídas exclusivamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a pasta, técnicos ministeriais e representantes do laboratório paulista reuniram-se ontem (8) para discutir a incorporação da CoronaVac ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19.

Ao fim do encontro, ficou acertado que o governo federal terá o direito de exclusividade de compra de todo imunizante que o Butantan produzir ou importar. Além disso, caberá ao ministério disponibilizar a CoronaVac para os 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, simultaneamente e proporcionalmente ao tamanho da população de cada unidade federativa.

“Assim, brasileiros de todo o país receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde”, destaca a pasta, em nota divulgada nesta tarde.

Na quinta-feira (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tinha anunciado a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da CoronaVac. Esse contrato, no entanto, previa a compra inicial de 46 milhões de unidades a serem entregues até abril deste ano e a possibilidade de aquisição de mais 54 milhões posteriormente.

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A secretaria estadual de Saúde divulgou neste sábado (09) o boletim epidemiológico com os últimos dados do covid-19 em Macaíba. A cidade registra 991 casos suspeitos, 4849 descartados, 1469 confirmados, 35 óbitos em investigação e 86 óbitos confirmados.

 

A Índia iniciará campanha de vacinação contra a covid-19 em 16 de janeiro, com prioridade para cerca de 30 milhões de profissionais da saúde e da linha de frente, informou o governo em comunicado hoje (9).

O primeiro-ministro Narendra Modi revisou os preparativos para o programa de vacinação contra o novo coronavírus neste sábado, de acordo com o documento. A Índia espera inocular 300 milhões de seus 1,35 bilhão de habitantes gratuitamente nos primeiros seis a oito meses deste ano.

Com o maior número de infecções no mundo depois dos Estados Unidos, a Índia está desenvolvendo duas vacinas contra covid-19. Neste sábado, foram registrados 18.222 novos casos de coronavírus, totalizando 10,43 milhões.

O regulador de medicamentos da Índia aprovou duas vacinas contra o coronavírus para uso emergencial, a Covishield, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, e a Covaxin, da empresa local Bharat Biotech e um instituto estatal.

Agência Brasil

SESAP/ASSECOM

Em reunião presencial e virtual com prefeitos de todo o estado a governadora Fátima Bezerra confirmou nesta sexta-feira (8) que o Rio Grande do Norte está com estrutura pronta para receber e aplicar as vacinas contra a Covid-19. A chefe do Executivo garantiu que 72 horas após a chegada das doses, que deverão ser adquiridas e enviadas pelo Governo Federal, a vacinação será iniciada no estado.

“Nosso governo não se omite. Tomou medidas duras quando necessário. Adotou ações baseadas em estudos técnicos com fundamentação científica. Instalamos o comitê de especialistas das nossas universidades, junto com técnicos da nossa Secretaria de Saúde já no início da pandemia. Investimos R$ 221 milhões no enfrentamento ao novo coronavírus com novos leitos e melhorias na estrutura hospitalar, contratação de pessoal, insumos e reformas físicas. Melhorias permanentes que ficarão atendendo a população. Optamos por investir no SUS em vez de hospitais de campanha que são desativados. E agora estamos prontos para aplicar o Plano Estadual de Imunização”, afirmou na reunião realizada  no auditório da Escola de Governo, em Natal.

O Governo do RN tem em estoque 900 mil seringas e agulhas, quantidade suficiente para iniciar a primeira fase da vacinação. E está adquirindo mais 2,5 milhões de unidades para garantir as fases seguintes. O Governo, através da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) também assegurou a instalação da rede de frio necessária para a conservação das vacinas e, em parceria com o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais), da UFRN, está capacitando vacinadores.

“O RN foi o primeiro estado a lançar plano estadual de vacinação.  Afirmo a vocês que estamos prontos para a vacinação. Só falta a vacina chegar. O processo de vacinação deve ser feito em parceria com os municípios que são o ente responsável pela aplicação. O Governo do Estado elaborou o plano e vai dar todo o suporte aos prefeitos e aos municípios. Só aguardamos que a vacina chegue”, completou Fátima Bezerra.

Ao receber as vacinas a Sesap distribuíra às seis centrais onde os municípios devem retirar o material. Uma central de distribuição funcionará na capital e as outras cinco em Mossoró, Caicó, Santa Cruz, São José de Mipibu e João Câmara. “Devemos todos cumprir a parte que nos cabe e respeitar os protocolos de segurança. Enquanto autoridade devemos cumprir nosso papel somando esforços em assistência à população”, declarou a governadora que ainda alertou os municípios a seguirem as recomendações do Ministério Público para suspender as atividades com aglomerações e manter ações para a população respeitar as medidas protetivas: “O carnaval está suspenso. Tenho fé, esperança e confiança que, de mãos dadas, gestores e sociedade, vamos mitigar os efeitos da pandemia e salvar vidas”.

MONITORAMENTO

O Governo do RN também vai implantar o Regula Vacina, um programa no modelo do Regula RN, que registra a ocupação dos leitos críticos e clínicos específicos para a Covid. O Regula Vacina vai rastrear cada unidade de vacina recebida pela Sesap até seu destino final ao cidadão.

A reunião contou com 256 participantes na forma virtual, entre prefeitos, secretários de saúde e gestores públicos. Na presencial compareceram os prefeitos Júlio César (Ceará Mirim), Jussara Sales (Extremoz), Ivanildinho (Santa Cruz), Dr. Tadeu (Caicó), Emídio Junior (Macaíba), Manoel Bernardo (João Câmara), José Figueiredo (São José do Mipibu) e Mariana Almeida (Pau dos Ferros). O prefeito de São Tomé, Anteomar Pereira representou a Federação dos Municípios do RN.

Participaram também os secretários de saúde George Antunes (Natal), Mary Fernandes (Pau dos Ferros), Terezinha Rego (Parnamirim), Carlos Junior (Assu), Jalmir Simões (São Gonçalo do Amarante) e Morgana Dantas (Mossoró) e a representante do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems-RN), Elisa Garcia.

Presentes também os secretários de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia, de Gestão de Projetos e Metas de Governo e coordenador do programa Governo Cidadão, Fernando Mineiro, da Segurança Pública e Defesa Social, Francisco Araújo, da Comunicação Social, Guia Dantas, adjunta da Saúde, Maura Sobreira, assessora jurídica do Gabinete Civil, Luciana Daltro, e o procurador-geral do Estado Luiz Antônio Marinho.

FASES

A interrupção da circulação da Covid-19 no território nacional depende de uma vacina altamente eficaz sendo administrada em parcela expressiva da população. Em um momento inicial, onde não existe ampla disponibilidade da vacina no mercado mundial, o objetivo principal da vacinação é contribuir para a redução de morbidade e mortalidade pela Covid-19, de forma que existe a necessidade de se estabelecer grupos prioritários. Inicialmente a vacinação é prevista para três fases:

GRUPOS PRIORITÁRIOS – FASE 1

– Profissionais da saúde

– Pessoas de 75 anos e mais

– Pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas

– População indígena aldeada em terras demarcadas, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas.

GRUPOS PRIORITÁRIOS – FASE 2

– Pessoas de 60 a 74 anos

GRUPOS PRIORITÁRIOS – FASE 3 

– Pessoas com comorbidades

Os demais grupos prioritários serão vacinados nas demais fases de modo que a estimativa populacional está sendo atualizada pelo Ministério da Saúde para avaliação de qual fase esses grupos estarão inseridos, de acordo com o cenário de disponibilidade de vacinas e estratégia de vacinação.

A meta é vacinar os grupos prioritários até o final do primeiro semestre de 2021.

Foto: Kamila Tuenia / Ascom – ISD

Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi e o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), do Instituto Santos Dumont (ISD), retomam as atividades nesta segunda-feira (04), após recesso de fim de ano iniciado em 24 de dezembro.

No Anita/ISD, nesta segunda (04) já acontecem atendimentos previamente agendados para obstetrícia, neurologia, infectologia e otorrinolaringologia.

O Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi está inserido no SUS como serviço de referência ambulatorial para a atenção multidisciplinar à saúde materno-infantil e para reabilitação auditiva, física e intelectual.

Residência e Mestrado

A partir desta segunda, as atividades da Residência Multiprofissional no Cuidado à Saúde da Pessoa com Deficiência também são retomadas a todo vapor no Anita e as do Mestrado em Neuroengenharia, do IIN-ELS/ISD, seguem em formato remoto – com atividades presenciais para os mestrandos com pesquisas em andamento. Os dois cursos de pós-graduação do Instituto Santos Dumont receberão novas turmas a partir de março.

O Instituto Santos Dumont é uma organização social sem fins lucrativos vinculada ao Ministério da Educação.

SERVIÇO

Para marcação de atendimentos – consultas e exames – presenciais nas clínicas do Anita/ISD, os interessados devem entrar em contato através dos seguintes telefones: +55 (84) 3271-3612 | (84) 3271-1064. O Anita funciona de segunda a sexta-feira (com exceção de feriados nacionais e locais), das 8h às 17h.

Em nova reunião com representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou hoje (4) o pedido de mais informações para liberar a autorização emergencial do uso das doses da vacina contra a covid-19 que serão importadas do Serum Institute of India, que produz o imunizante da Oxford eAstraZeneca na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

No dia 31 de dezembro de 2020, a Anvisa autorizou a importação, em caráter excepcional, de 2 milhões de doses da vacina britânica da Oxford, produzida em parceria com a Fiocruz no Brasil. As doses importadas foram fabricadas. Em nota, a agência reguladora informa que fez, na manhã desta segunda-feira, uma reunião para tratar da submissão do protocolo do uso emergencial das doses da vacina.

Na reunião, representantes da Fiocruz apresentaram os dados já de posse da fundação. Na ocasião, a agência reguladora listou informações, ainda aguardadas pela Fiocruz, que são necessárias para que esta possa pedir autorização para uso emergencial da vacina no Brasil.

“Na reunião, a Fiocruz mostrou que está empenhada para que essas informações sejam reunidas e apresentadas à Anvisa com a maior brevidade”, diz a nota.

A Anvisa que saber se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido, que teve os dados clínicos aprovados, e se o método de produção e os materiais utilizados são os mesmos.

A vacina com a importação aprovada foi a produzida na Índia pela Serum Institute of India. A empresa produz a vacina da AstraZeneca, na Índia. Lá, o uso emergencial já foi aprovado.

“Para a autorização, a agência precisa avaliar os estudos de comparabilidade entre a vacina do estudo clínico, que é fabricada no Reino Unido, com a vacina fabricada na Índia, bem como os dados de qualidade e condições de boas práticas de fabricação e controle”, acrescenta o texto.

Segundo a Anvisa, as informações servirão para avaliar a equivalência da vacina produzida na Índia quanto à resposta da imunogenicidade. O termo diz respeito à habilidade de a vacina ativar resposta ou reação imune contra o coronavírus, tais como o desenvolvimento de anticorpos específicos, respostas de células T, reações alérgicas ou anafiláticas. “Ou seja, é necessário entender se o produto do fabricante indiano é semelhante ao fabricado no Reino Unido e que teve os dados clínicos aprovados”, reforça a Anvisa.

A agência diz ainda que não fará nenhum retrabalho durante sua análise e que já tem trabalhado para aproveitar a análise de agências de referência e focar em questões que são específicas para o Brasil. “A Anvisa e a Fiocruz seguem em comunicação para otimizar as avaliações e a entrega dos documentos necessários par avaliação e decisão da agência”, informa a Anvisa.

Agência Brasil

A secretaria estadual de Saúde divulgou neste sábado (02), o boletim epidemiológico com os últimos dados do covid-19 em Macaíba. A cidade registra 869 casos suspeitos,  4664 descartados, 1415 confirmados, 32 óbitos em investigação e 84 óbitos confirmados.

Com a aprovação dos documentos da fase 3 da vacina de Oxford pela Anvisa, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estuda pedir à Anvisa até quarta-feira (6) um registro emergencial para a vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca.

O infectologista Júlio Croda, da Fiocruz disse que “tem duas opções agora, solicitar o uso emergencial ou definitivo. Já ficou definido que quem vai fazer esse pedido é a Fiocruz, não é a Astrazeneca ou a Oxford. A Fiocruz deve estar fazendo esse registro até o dia 15 em definitivo, ou antecipadamente de maneira emergencial até semana que vem”.

De acordo com o vice-presidente de produção e inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, a ideia é utilizar dados já consolidados pelos países que já aprovaram o uso do imunizante, como o Reino Unido, para acelerar o processo de registro no Brasil.

Marco Krieger afirmou ainda que o registro regular corre paralelamente e será concluído em qualquer cenário. “Podemos adicionalmente pedir o uso emergencial, mas a ideia é ter a autorização permanente o quanto antes”, afirmou o vice-presidente.

“Toda a documentação dos estudos clínicos já foram enviados à Anvisa. Quase toda a documentação também que inclui os principais pontos de Certificações da produção e dados de controle de qualidade. Agora falta apenas os últimos dados de fabricação e isto finaliza a submissão”, finalizou.

A Fiocruz pretende entregar os documentos finais para o registro da vacina de Oxford no Brasil até 15 de janeiro. Para Krieger, o envio dos últimos dados podem ser feitos antes do dia planejado. Segundo ele, o processo “andou muito bem”.

A Fiocruz prevê produzir 100 milhões de doses da vacina a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) importado no primeiro semestre do ano que vem. No segundo semestre, mais 110 milhões de doses devem ser produzidas inteiramente no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), vinculado à fundação.

CNN Brasil

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 31/12/2020

As vítimas que não resistiram à covid-19 no Brasil chegaram a quase 195 mil. Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.094 óbitos, totalizando 194.949 mortes desde o início da pandemia. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 193.875 falecimentos.

Conforme o painel do MS, há ainda 733.959 casos ativos em acompanhamento. O número de pessoas que já se recuperaram da covid-19 chegou a 6.747.065.

Pelo terceiro dia seguido foram registradas mais de 1 mil mortes. Ontem a atualização diária trouxe 1.194 vidas perdidas. Na terça-feira (29), foram acrescidos 1.111 novos óbitos às estatísticas. Mas o último balanço semanal da pasta apontou queda nas mortes na semana de Natal.

O total de casos acumulados chegou a 7.675.973. Entre ontem e hoje, foram registrados 56.773 novos diagnósticos positivos. Até ontem, o painel da covid-19 trazia 7.619.200 casos acumulados.

As informações estão na atualização diária sobre a pandemia do Ministério da Saúde, divulgada na noite de quinta-feira (31). A atualização reúne as informações levantadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o país.

Estados

No topo da lista de mortes por covid-19 estão São Paulo (46.717), Rio de Janeiro (25.530), Minas Gerais (11.902), Ceará (9.990) e Pernambuco (9.654). Já entre os últimos no ranking estão Roraima (781), Acre (795), Amapá (925), Tocantins (1.234) e Rondônia (1.817).

Agência Brasil

 

A partir de hoje (30), passageiros de voos internacionais que embarcarem para o Brasil precisarão apresentar um teste RT-PCR negativo ou não reagente para covid-19. O exame deve ter sido feito até 72 horas antes da viagem. A obrigatoriedade vale para todos os viajantes, brasileiros ou estrangeiros, independentemente de sua origem.

Crianças menores de 2 anos estão dispensadas da apresentação do teste, assim como crianças com idade entre 2 e 12 anos, desde que seus acompanhantes cumpram todas as exigências. Já crianças entre 2 e 12 anos viajando desacompanhadas são obrigadas a apresentar o exame, da mesma forma que os demais viajantes.

A medida está prevista na portaria nº 648/2020, publicada na semana passada, que e também trata da proibição, em caráter temporário, da entrada no Brasil de voos com origem ou passagem pelo Reino Unido e Irlanda do Norte. No último dia 17, o governo já havia determinado a exigência do exame na portaria nº 630/2020.

 

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A secretaria estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira (29), o boletim epidemiológico com os últimos dados do covid-19 em Macaíba. A cidade registra 860 casos suspeitos,  4069 descartados, 1336 confirmados, 31 óbitos em investigação e 84 óbitos confirmados.