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Foto? CMM/Divulgação

A advogada Andressa Galvão foi homenageada com o título de Cidadã Macaibense durante sessão solene realizada na noite desta sexta-feira (14), na Câmara Municipal de Macaíba.

A honraria, proposta pelo vereador Reginaldo dos Ônibus, reconhece os relevantes serviços prestados por Dra. Andressa ao município e sua contribuição para a comunidade macaibense.

A vereadora Luciana de Netinho tem se destacado na pauta da saúde em Macaíba. Em seu primeiro ano de mandato, ela vem construindo, ao longo dos últimos dez meses, um trabalho marcado pelo comprometimento com a melhoria dos serviços públicos do município. A saúde tem sido uma de suas principais bandeiras, tanto no plenário da Câmara quanto nas ações realizadas fora do Legislativo.

Além de apresentar projetos de lei e proposições voltadas ao setor, Luciana também se sobressai pela atuação fiscalizadora. Em seu primeiro ano de mandato, a vereadora visitou unidades de saúde para verificar de perto a situação dos atendimentos, denunciou a falta de medicamentos e apresentou sugestões para aprimorar os serviços oferecidos à população.

Esse trabalho constante de fiscalização e aproximação com a realidade das comunidades tem feito com que Luciana ganhe cada vez mais reconhecimento dos cidadãos, consolidando-se como uma voz ativa em defesa da saúde pública em Macaíba.

Relator emite parecer favorável à cassação do mandato da vereadora Brisa  Bracchi. Veja vídeo

Foto: Reprodução

O relator da Comissão Especial Processante da Câmara de Natal, vereador Fulvio Saulo (Solidariedade), apresentou nesta quinta-feira (13) parecer favorável à cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). O processo foi aberto após denúncia de que ela teria usado R$ 18 mil de emendas impositivas para financiar um evento que teria comemorado a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, Brisa afirmou que o parecer foi concluído apenas 24 horas após as alegações finais da defesa e que o relator desconsiderou provas e depoimentos apresentados, classificando o caso como perseguição política.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (14) por abrir uma ação penal e tornar réu o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por coação no curso do processo. Relator do caso, ele foi o primeiro a votar. 

“Na presente fase de cognição restrita, há prova da materialidade e indícios razoáveis e suficientes de autoria nas condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro”, escreveu Moraes.

O ministro destacou que o deputado não ficou somente no plano das ameaças, mas efetivamente concretizou ataques e fomentou sanções contra autoridades brasileiras. “A grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América”, afirmou.

O parlamentar foi denunciado em setembro pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que acusou Eduardo de tentar intimidar o Judiciário brasileiro a arquivar a ação penal em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar um golpe de Estado fracassado.

O julgamento ocorre de forma virtual, na Primeira Turma do Supremo. Os demais ministros do colegiado – Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia – têm até 25 de novembro para votar. O ministro Luiz Fux foi para a Segunda Turma no mês passado e não participa.

Nesta fase, a Primeira Turma vai decidir se abre uma ação penal contra Eduardo, tornando-o réu. Se isso ocorrer, ainda deverá ser realizada uma instrução processual, na qual acusação e defesa terão oportunidade de apresentar suas provas e inquirir testemunhas.

Segundo a denúncia, Eduardo promove abertamente uma campanha junto ao governo dos Estados Unidos em prol de sanções contra o Brasil em geral e, em especial, contra autoridades judiciais brasileiras.

Desde que foi para os Estados Unidos, em março, alegando perseguição política, o deputado vem divulgando uma agenda intensa de reuniões com integrantes do governo do presidente estadunidense, Donald Trump, antigo aliado político de seu pai.

Neste ano, Trump decidiu impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, dando entre as justificativas oficiais o que vê como uma “caças às bruxas” a Bolsonaro. A Casa Branca também cancelou os vistos de ministros do Supremo e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

No caso de Moraes, as sanções foram além. Ele foi enquadrado, em julho, pela Casa Branca na Lei Magnitsky, que tem como alvo violadores de direitos humanos. O ministro passou a ser alvo de sanções financeiras, como a proibição de negociar com qualquer empresa norte-americana, incluindo bandeiras de cartão de crédito. Em setembro, o governo de Trump resolveu impor as mesmas sanções à esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Defesa

Como Eduardo não constituiu advogado, o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, ordenou que a Defensoria Pública da União (DPU) fizesse a defesa do parlamentar. Por ainda manter residência no Brasil, ele foi intimado a responder ao processo por meio de edital publicado no Diário de Justiça.

No fim de outubro, a DPU pediu a rejeição da denúncia, argumentando que o deputado não é autor das sanções e que suas manifestações são “exercício legítimo da liberdade de expressão e do mandato parlamentar”.

Eduardo foi denunciado junto com o jornalista Paulo Figueiredo, que constantemente o acompanha nas agendas em Washington, mas os casos acabaram tendo andamentos diferentes devido à dificuldade de intimar o blogueiro, que mora nos Estados Unidos há pelo menos 10 anos e não possui endereço no Brasil. 

Na semana passada, Moraes determinou que Figueiredo seja intimado por meio de carta rogatória, procedimento mais demorado e que depende da atuação em várias etapas por parte das diplomacias dos dois países e do judiciário dos EUA.

Confira as informações sobre o julgamento no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Pesquisa do instituto Media em cenário estimulado, sem o nome do senador Rogério Marinho (PL), aponta o ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos) na preferência da população de Parnamirim para governador.

A pesquisa foi divulgada pelo Jornal O Potengi, ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre os dias 3 e 5 de novembro de 2025. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 3%.

Cenário estimulado:

Álvaro Dias (Republicanos), 30,6%

Allyson Bezerra (União), 23,5%

Cadu Xavier (PT), 8,7%

Brancos e nulos: 7,7%

Indecisos ou não responderam: 29,4%.

 

A pesquisa Media/oPotengi em Parnamirim mostra um quadro fragmentado para a Assembleia Legislativa. Coronel Azevedo lidera com 3,63%, seguido por Taveira Jr (3,00%), Carol Pires (2,63%), Kleber Rodrigues (2,25%) e César Maia (2,00%). As diferenças estão dentro da margem de erro de 3 pontos, configurando empate técnico entre os primeiros.

Entre os demais citados: Robson Carvalho (1,75%), Michael Diniz (1,50%), Ivanilson Oliveira (1,38%), Dr. Bernardo (1,13%), Ezequiel (1,00%), Adjuto Dias (0,75%), Michael Borges (0,63%), Professor Ítalo (0,50%), Divaneide Basílio (0,38%). Com 0,25% cada: Abidene, Isolda Dantas, Afrânio Bezerra, Cristiane Dantas, Anne Lagartixa, Francisco do PT. Com 0,13%: Camila Araújo, Gustavo Carvalho, Marquinhos da Climep, Rafaela de Nilda, Odenise, Fernando Lucena, Delegado Lucena, Subtenente Eliabe, Eudiane Macedo, Júlio César, Tomba Farias e Gildásio Figueiredo.

O contingente não sabe/não respondeu chega a 69,38% e branco/nulo soma 5,13%. A preferência do eleitorado local para deputado estadual ainda não está definida.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Media/oPotengi para Parnamirim ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre 3 e 5 de novembro de 2025. Intervalo de confiança: 95%. Margem de erro: 3 pontos percentuais. Informações do O Potengi.

A pesquisa Media/oPotengi em Parnamirim mostra cenário aberto para a Câmara dos Deputados. General Girão (PL) aparece na frente com 6,63%, seguido por Carla Dickson (União) 6,00%, Natália Bonavides (PT) 5,13% e Kátia Pires (União) 4,63%. As diferenças estão dentro da margem de erro de 3 pontos, configurando empate técnico entre os primeiros colocados.

Na sequência vêm Nina Souza (União Brasil) 2,88%, Sargento Gonçalves (PL) 2,63%, Gabriel Cesar 2,25% (PL), Carlos Eduardo Alves (PSD) 2,00%, Kelps Lima (Solidariedade) 2,00%. Entre os demais citados: Matheus Faustino 1,25% (União), Benes Leocádio (União) 1,00%, Fernando Mineiro (PT) 1,00%, Dr. Bernardo 0,75% (PSDB), Robinson Faria 0,63% (PP), Thabatta Pimenta (PSOL) 0,63%, João Maia (PP) 0,38% e Wellington Bernardo 0,13% (PSB).

O grupo não sabe/não respondeu atinge 54,75% e branco/nulo, 5,38%. A elevada indecisão indica baixa cristalização de preferências no município.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Media/oPotengi para Parnamirim ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre 3 e 5 de novembro de 2025. Intervalo de confiança: 95%. Margem de erro: 3 pontos percentuais. Informações do O Potengi.

Prefeita Nilda: 'Saúde de Parnamirim estava na UTI, mas estamos resolvendo'

Foto: Tácio Cavalcanti / 94 FM

Pesquisa do portal O Potengi com 800 eleitores revela 42,4% de aprovação e 47,6% de desaprovação da gestão municipal entre 3 e 5 de novembro de 2025.

A mais recente sondagem realizada pelo Instituto Media para o jornal O Potengi entre os dias 3 e 5 de novembro de 2025, com 800 eleitores de todas as regiões de Parnamirim, mostra que a administração da prefeita Raimunda Nilda da Silva Cruz enfrenta maior desaprovação do que aprovação.

Avaliação da gestão municipal

  • Aprova: 42,4%
  • Desaprova: 47,6%
  • NS/NR: 10,0%

Panorama por bairro

A pesquisa também detalhou a avaliação nos bairros da cidade, revelando que Parnamirim está geograficamente dividida quanto à gestão de sua prefeita.

No bairro Nova Parnamirim, que concentra 24% da amostra do eleitorado, 64,6% dos entrevistados disseram reprovar a gestão municipal, enquanto 29,7% aprovam e 5,7% não souberam ou preferiram não responder.

Já em Passagem de Areia, que representa 9% da amostra, a aprovação de Nilda supera a desaprovação: 52,8% aprovam, contra 38,9% que desaprovam e 8,3% que não souberam ou não responderam.

No bairro Rosa dos Ventos/Vale do Sol (9% da amostra) são 31,9% os que aprovam a gestão e 55,6% os que desaprovam; 12,5% não opinaram.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Media/oPotengi para Parnamirim ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre os dias 3 e 5 de novembro de 2025. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 3%.

O Potengi 

Pesquisa realizada pelo Instituto Media, em parceria com o jornal O Potengi, entre os dias 3 e 5 de novembro de 2025, mostra os primeiros movimentos do eleitorado de Parnamirim na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

Cenário 1 – com Rogério Marinho

No primeiro cenário, com o senador Rogério Marinho incluído na disputa, o ex-ministro aparece na liderança com 35,5% das intenções de voto. Em segundo lugar, Allyson Bezerra registra 19,6%, seguido por Cadu Xavier com 7,9%. Brancos e nulos são 5,6% e 31,4% não sabem ou não responderam.

Cenário 2 – com Álvaro Dias

Em um segundo cenário testado, sem a presença de Rogério Marinho, quem assume a liderança é Álvaro Dias, com 30,6%. Allyson Bezerra aparece com 23,5%, enquanto Cadu Xavier obtém 8,7%. Brancos e nulos: 7,7%. Indecisos ou não responderam: 29,4%.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Media/oPotengi para Parnamirim ouviu 800 eleitores de todas as regiões do município entre os dias 3 e 5 de novembro de 2025. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 3%.

O Potengi

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) apresentou um requerimento pedindo que o Governo do Estado e o Comando da PM revoguem a Medalha de Mérito “Soldado Luiz Gonzaga”, concedida à deputada federal Natália Bonavides (PT) em 2023.

Azevedo alega que a participação da parlamentar em um ato onde manifestantes pediram o fim da Polícia Militar é incompatível com a honraria.

Natália Bonavides rebateu dizendo que o protesto era contra a operação policial no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes, e não contra as polícias. Ela afirmou ainda que seu mandato apoia e destina recursos para as forças de segurança do RN.

O pedido do deputado aguarda análise do Governo do Estado e do Comando da PM.

A vereadora Luciana de Netinho divulgou, neste sábado (08), um vídeo com mensagem de apoio e motivação aos estudantes de Macaíba que participarão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025.

“Meu recado especial de força e motivação para você que está prestes a realizar a prova mais importante do ano! Se o seu sonho é estudar na UFRN ou no IFRN, saiba que o esforço de hoje vale a pena! Assim como você, eu sou estudante e sei o quanto esse momento é decisivo”, declarou a parlamentar.

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro, em todo o país.

Milena Galvão: Tô fora! – Blog do Robson Pires

A vice-prefeita de Currais Novos, Milena Galvão (PSDB), está com o nome sendo cogitado para ocupar a vaga de primeira suplente na chapa da governadora Fátima Bezerra (PT) na disputa ao Senado. Além de exercer papel político relevante no Seridó, Milena é irmã do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira de Souza, o que reforça o peso político de seu nome dentro das articulações regionais.

 

Foto: Rayssa Vitorino/98 FM Natal

O homem acusado de tentar atropelar a vereadora Thabatta Pimenta durante um evento público em Natal, em 2024, vai a julgamento. O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) denunciou o réu pelos crimes de injúria qualificada e ameaça, após ele ter usado expressões transfóbicas e avançado com o carro em direção à parlamentar.

A Justiça aceitou a denúncia e marcou a audiência de instrução e julgamento para o caso. O episódio, ocorrido durante um evento aberto ao público na capital potiguar, foi registrado em vídeo por testemunhas.

Brasília - 21/10/2025 -  Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado realiza audiência pública para debater o projeto de lei (PL 1.087/2025) que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil por mês. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil.

Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE)  aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei (PL) do Executivo que isenta do Imposto de Renda (IR) os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês. A medida ainda reduz o IR, gradualmente, para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350.

O texto segue para o plenário do Senado com previsão de votar ainda nesta quarta-feira. Se aprovado, segue para sanção presidencial. Se sancionado até o final do ano, a redução do IR passa a valer a partir de janeiro de 2026.

Atualmente, é isento do IR quem ganha até dois salários mínimos (R$ 3.036 por mês).

O governo calcula que cerca de 25 milhões de brasileiros vão pagar menos impostos, enquanto outros 200 mil contribuintes terão algum aumento na tributação.