Educação Arquivo

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) através do Programa de Pós-Graduação em Ensino de História (PPGEH) oferece 30 vagas para Mestrado Profissional em Ensino de História (Profhistória).  Os requisitos para ingresso são: ser portador de diploma de curso superior de licenciatura, devidamente registrado no Ministério da Educação, e atuar como professor de História em qualquer ano da Educação Básica, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

As inscrições vão até 25 de setembro, acessando este link. A taxa de inscrição é R$ 120. Mais informações no endereço eletrônico.

ProfHistória

O ProfHistória, programa de pós-graduação stricto sensu em Ensino de História, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação, visa à formação continuada do docente em História, que atua na Educação Básica, propiciando qualificação certificada para o exercício da profissão. O curso é presencial, com oferta simultânea nacional, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

IFRN sedia edição 2018 do Simpósio sobre Tecnologia Espacial Básica

IFRN

Portal IFRN – Entre os dias 11 e 14 de setembro, o Campus Natal – Central do IFRN sediou a quinta edição do simpósio “Creating Novel Opportunities with Small Satellite Space Missions” (Criando Novas Oportunidades com Pequenas Missões Espaciais de Satélites). Além do Instituto, o evento contou com a organização da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Agência Espacial Brasileira (AEB), do  do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da United Nations Office for Outer Space Affairs (UNOOSA), que é o escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior, além da Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern).

O Brasil foi escolhido e aceito para sediar o evento por ser membro da ONU e detentor de um programa espacial em pleno desenvolvimento, com missões de nanosatélites de sucesso. “O evento é puramente científico/tecnológico e visa, principalmente, o compartilhamento de tecnologias e informações científicas, além da capacitação de países em desenvolvimento”, explicou o representante oficial da UNOOSA, Medeni Soysal.

Entre os objetivos do Simpósio da ONU/Brasil estão: examinar questões relevantes para a implementação de pequenos programas de satélites, elaborar questões regulatórias de programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para esta classe de satélites, bem como questões legais e responsabilidades relacionadas aos programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para pequenas missões por satélite, continuar o desenvolvimento de um currículo de educação para engenharia espacial e discutir questões acerca da Iniciativa Básica de Tecnologia Espacial (BSTI).

Desde 2012, a BSTI vem organizando Simpósios Internacionais sobre Tecnologia Espacial Básica nas regiões correspondentes às Comissões Econômicas da ONU para África, Ásia e Pacífico, América Latina e Caribe e Ásia Ocidental. Já foram organizadas edições anteriores do Simpósio no Japão, Emirados Árabes, México e África do Sul.

Com mais de 200 pessoas de todos os continentes, o simpósio reúne ainda representantes e pesquisadores da NASA, bem como de outras agências espaciais de mais de 10 países. “É uma oportunidade única tanto para nós quanto para o mundo, pois daqui poderão sair muitas boas ideais”, afirmou o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho.

“A tecnologia espacial e sua ampla gama de aplicações contribuem com informações e serviços essenciais para muitos aspectos do desenvolvimento sustentável e pequenas missões por satélite estão se tornando cada vez mais importantes para apoiar esse papel específico da tecnologia espacial”, disse o coronel Marco Rezende, diretor de transporte e licenciamento da AEB.

O professor do Campus Natal-Central e membro do comitê local de organização do UN BSTI, Moisés Souto, destacou o empenho do IFRN para realizar o evento e a parceria com as instituições envolvidas. “O IFRN esteve trabalhado durante os últimos três anos para preparar esse grande evento. Em 2017, fiz parte da delegação brasileira, junto com o Manoel Jozeane do INPE, no mesmo simpósio na África do Sul, convidando todos para participar da edição brasileira. Ficamos muito realizados com a participação efetiva de pessoas de todos os continentes, além do grande esforço desprendido por todos”, destacou.

A Especialização em Tecnologias Educacionais da Rede e-Tec Brasil na UFRN, ofertada pela Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ) com apoio do Instituto Metrópole Digital (IMD), realizou nesta última quarta-feira (12) sua aula inaugural.

O evento aconteceu na direção da EAJ, contou com a presença de professores e alunos da pós-graduação e foi transmitido ao vivo pela internet (está disponível em www.youtube.com/eteceaj). O curso é a primeira especialização lato sensu da EAJ a distância com encontros presenciais.

O professor Ivonildo Rêgo, diretor do IMD, proferiu uma palestra sobre as Tecnologias na Educação e a atuação do Instituto. Ele destacou a Quarta Revolução Industrial e a importância da Tecnologia da Informação no desenvolvimento socioeconômico do Rio Grande do Norte.

O coordenador geral da Rede e-Tec Brasil na UFRN, professor Max Lacerda historiou a atuação do programa na Instituição. Com reconhecimento nacional, o e-Tec da UFRN é referência na gestão e na atuação da educação profissional a distância.

“Constatamos que seria necessário um espaço apropriado para registar e analisar nossas práticas. A pós-graduação é o ambiente ideal para produzirmos conhecimento na área, a partir de então trabalhamos no desenvolvimento da Especialização”, contou o coordenador.

O diretor da EAJ, professor Julio César de Andrade, destacou o crescimento da Escola, que começou com um curso técnico e hoje se destaca até na pós-graduação. “É um momento muito gratificante pelo patamar que a EAJ alcançou, graças ao trabalho de muitos profissionais qualificados e dedicados”, pontuou.

A coordenadora da Especialização, professora Adja Ferreira, apresentou os objetivos gerais do curso, o corpo docente – formado por especialistas, mestres e doutores, o perfil dos alunos (por município de origem e por formação) e falou sobre rendimento acadêmico.

Foto: Luiz Paulo Juttel

Em 27 de agosto, novos alunos de Iniciação Científica Jr. começaram estágio no Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS). Eles cursam o Ensino Médio na Escola Estadual Doutor Severiano, em Macaíba (RN), e demonstraram muito ânimo com as possibilidades de aprendizado no ambiente de pesquisa.

No primeiro dia de estágio, eles foram recepcionados por alunos do Mestrado em Neuroengenharia e pelo Coordenador de Pesquisas do IIN-ELS, Edgard Morya.

Durante os próximos doze meses, cinco estudantes receberão bolsas do Programa de Iniciação Científica Júnior – PIBIC Jr /RN, provenientes do edital FAPERN SEEC nº 001/2018, em que um projeto do IIN-ELS foi contemplado: Dispositivo de Interface Cérebro-Máquina Híbrido com Neuromodulação.

Ascom ISD

Macaíba no Ar

A coordenação de Políticas Estudantis da EAJ irá promover a roda de conversa em saúde mental, em alusão ao mês do setembro amarelo – mês de prevenção ao suicídio.
O evento ocorrerá no dia 12 de setembro de 2018, às 8:00h, na sala 02, no prédio da graduação da EAJ. 

O Pró-Reitor de Ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – IFRN, usando das atribuições que lhe confere a Portaria n° 631/2016-RE/IFRN, faz saber aos interessados que estarão abertas as inscrições do processo seletivo para os Curso Superior de Pós-Graduação em Gestão Pública, em nível de Especialização na modalidade a Distância, em parceria com a Universidade Aberta do Brasil – UAB, e Cursos Superiores de Pós-Graduação Lato Sensu em nível de Especialização também na modalidade a Distância, com ingresso previsto para o segundo semestre letivo de 2018.

Inscrições

A inscrição do candidato será feita exclusivamente via internet, no Portal do Candidato, por meio do sítio do Sistema Gestor de Concursos (SGC) do IFRN (http://processoseletivo.ifrn.edu.br) no período 12 de setembro de 2018, a partir das 13h a 18 de setembro de 2018, até 18h, horário local.

Vagas e cursos

Especialização em Gestão Pública 150 vagas
Especialização em Literatura e ensino 150 vagas
Especialização em Educação Ambiental e Geografia do Semiárido 150 vagas
Especialização em Língua Portuguesa e Matemática numa Perspectiva Transdisciplinar 150 vagas
Especialização em Ensino de Matemática para o Ensino Médio 150 vagas

Apoio

  • Canguaretama – Areia Branca
  • Caraúbas – Dr. Sebastião Maltez
  • Guamaré – Centro
  • Mossoró – Alto de São Manoel
  • Parnamirim – Cohabinal

Acesse 


EDITAL 33_2018  – Curso Superior de Pós-Graduação em Gestão Pública (em parceria com a UAB)

EDITAL 34_2018 – Curso Superior de Pós-Graduação

Foto: UFRN

O Programa de Formação Inicial e Continuada em Música (Promusica), da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN), está com inscrições abertas para curso básico de Teoria musical. O curso é gratuito e aberto ao público.

As inscrições podem ser feitas até próxima segunda-feira, dia 10. O interessado em participar deve preencher o formulário de inscrição online, acessível por meio deste link. As vagas são limitadas. Ao final das inscrições, os responsáveis pelo curso entrarão em contato com os alunos selecionados.

As aulas começam na sexta-feira, dia 14, e serão formadas duas turmas: uma para o período da manhã, com aulas das 7h50 às 9h45; e uma para a tarde, que funcionará das 13h às 14h40. O curso abarca o conteúdo básico inicial de Teoria da música, que incluem a prática de solfejos e ditados.

Ampliar o acesso e o financiamento ao ensino superior está entre os desafios a serem enfrentados pelo próximo presidente da República.

Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei em vigor desde 2014, a taxa bruta de matrículas no ensino superior, ou seja, o número total de estudantes matriculados, independentemente da idade, dividido pela população de 18 a 24 anos, deve chegar a 50% até 2024 – atualmente é 34,6%.

Nas universidades públicas, o problema está na falta de recursos. De acordo com os reitores das instituições federais, o orçamento não acompanhou o aumento no número de matrículas e a expansão dos campi ocorridos nos últimos anos.

Para 2018, por exemplo, os recursos previstos para investimentos nas universidades federais diminuíram para quase um quarto do valor destinado para a mesma finalidade em 2013 – de R$ 3,3 bilhões para R$ 786 milhões. O montante total, entretanto, aumentou, com destaque para pagamento de pessoal.

“O processo de crescimento das universidades federais ainda não está consolidado. Temos cursos novos, novos alunos, novos programas de pós-graduação. A universidade está em processo de crescimento ainda e com orçamento decrescente”, disse o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte, reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

 Brasil conta hoje com 63 universidades federais e 38 institutos federais, de responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

No total, as matrículas no ensino superior público – incluindo também universidades estaduais e municipais – passaram de 1,2 milhão em 2006 para quase 2 milhões em 2016, de acordo com os últimos dados do Censo da Educação Superior.

Toda a expansão demanda mais recursos, afirma Centoducatte. Segundo ele, cerca de 60% dos estudantes das universidades federais têm renda de até 1,5 salário mínimo, ou seja, R$ 1.431 mensais. “Eles precisam de assistência estudantil, auxílio alimentação, moradia”, diz o reitor. Na Ufes, a saída foi congelar o número de auxílios ofertados.

“Educação tem que ser política de Estado, não de governo. Tem que pensar a educação de forma global, ampla, como sistema educacional brasileiro. Tem que considerar desde o ensino fundamental, ensino médio, ensino superior e pós-graduação. Reconhecer a educação como principal fator de mobilidade social”, defendeu.

O reitor disse que é preciso considerar ainda que as instituições federais de ensino oferecem serviços a toda a população por meio de cursos de extensão, hospitais universitários, teatros, museus e bibliotecas.

Matéria na íntegra

O Diário Oficial do Rio Grande do Norte, de hoje (06/09) publicou a convocação de 104 professores temporários referente ao Processo Seletivo do Edital 001/2017- SEEC/RN. Os novos convocados irão trabalhar nas disciplinas demandadas em uma das diretorias regionais do estado.

Confira os nomes dos convocados e a documentação necessária para tomar posse.

Agência Brasil – Os números da educação brasileira são tão grandes quanto o desafio do próximo presidente da República para impulsionar a educação no país. Para assegurar a melhoria da qualidade, serão necessários investimentos em áreas distintas: garantir um ensino médio mais inclusivo e atrativo, ampliar o acesso e o financiamento ao ensino superior e melhorar a formação de docentes.

Na primeira matéria da série sobre desafios da educação, a Agência Brasil aponta os principais problemas do ensino médio, o maior gargalo da educação básica.

A reportagem também apresenta experiências educacionais inovadoras na rede pública. Em parceria com institutos e entidades privadas, essas escolas são exemplos de como a rede pública pode atender com excelência, priorizar currículos que preparem para o mercado de trabalho, além de se preocupar com a diversidade e o desenvolvimento socioemocional de jovens.

Educação básica

Na educação básica, atualmente 48,6 milhões de estudantes de 4 a 17 anos estão matriculados em 184,1 mil escolas públicas e privadas, mas cerca de 2,5 milhões não frequentam as salas de aula.

Isso significa que as redes pública e privada atendem 96,4% das crianças e adolescentes brasileiros. Em 1970, esse índice era de 48%, o que mostra a evolução do acesso à educação nos últimos anos no Brasil. O nível de aprendizagem, porém não acompanhou a universalização do acesso.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade da educação do país, que mede tanto a aprovação dos estudantes quanto o nível de aprendizagem dos estudantes em português e matemática, mostra que o país cumpre as metas estipuladas apenas até o 5º ano do ensino fundamental. No ensino médio, a meta não é cumprida desde 2013.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), quando saem da escola, ao final do ensino médio, sete a cada 10 estudantes não aprendem o básico em português. O mesmo número tem aprendizado insuficiente em matemática. Na outra ponta, apenas 4,5% dos estudantes alcançaram um nível de aprendizagem considerada adequada pelo MEC em matemática e 1,6% em língua portuguesa.

Graduação

No ensino superior, o desafio ainda é a ampliação de matrículas. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei em vigor desde 2014, a taxa bruta de matrículas, ou seja, o número total de estudantes matriculados, independente da idade, dividido pela população de 18 a 24 anos, deve chegar a 50% até 2024 – atualmente é 34,6%. Esse número tem caído nos últimos anos, tanto no setor público quanto no setor privado. Políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) reduziram o número de beneficiados.

Nas universidades públicas, o orçamento não acompanhou, de acordo com os reitores, o aumento das matrículas e a expansão das instituições que ocorreu nos últimos anos. Os recursos previstos para investimentos em 2018 caíram para quase um quarto do que eram em 2013.

Além disso, sem a ampliação do número de bolsas permanência e outros auxílios – ofertados pelas instituições para estudantes de baixa renda – muitos estudantes que precisariam dos recursos acabam abandonando os estudos.

Formação de professores

Os próximos governantes também terão que voltar a atenção a quem trabalha diariamente em sala de aula. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que muitos professores não têm formação nas disciplinas que lecionam.  Em 2016, na educação infantil, 53,4% não tinham formação superior adequada à área. No ensino fundamental, o percentual chegava a 49,1% nos anos finais (do 6º ao 9º ano) e 41% nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano). No ensino médio, 39,6% não tinham formação adequada.

Há ainda o desafio de valorizar esses profissionais. Atualmente, professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos.

Projetos do IFRN são premiados em mostra científica no Paraguai

Portal IFRN – O IFRN conquistou, com os três melhores trabalhos, o topo da Categoria “Ciências Ambientais” da Feria de Ciencias y Tecnología (Fecitec), que aconteceu de 22 a 25 de agosto na cidade de Encarnacíon, no Paraguai. As duas primeiras colocações ficaram com o Campus Natal-Zona Norte, e a terceira, com o Campus Natal-Central.

O primeiro, de autoria dos alunos Gabriele Teixeira, Gabriel Oliveira e Marcos Araújo, tratou da extração de um tipo de óleo essencial para a obtenção do biodiesel. “Buscamos desenvolver um meio de energia renovável baseado no uso de cascas de laranja de diferentes espécies para remover um óleo essencial para, a partir dessa substância, obter biodiesel, dando-lhe assim um destino sustentável”, explicou o professor Olímpio Silva, orientador dos dois melhores projetos.

O segundo lugar ficou com o trio Monise Bispo, Daniel Gomes e Victor Melo, autores do projeto que busca aplicar uma estrutura organometálica de cálcio na adsorção do corante azul de metileno no tratamento de efluentes. Em outras palavras, a pesquisa se propõe a reduzir os corantes da água utilizada nos processos industriais antes de ser despejada nos rios, mares, lagos, etc, ou no próprio esgoto. Além da premiação, a equipe recebeu o credenciamento para participar da ExpoCiencias Nacional, que acontece no México em 2019.

As estudantes Dayane Silva, Kaliane dos Santos e Runielly Garcia, do 4º ano do Curso Técnico Integrado em Controle Ambiental, do Campus Natal-Central, conquistaram o terceiro lugar com o projeto “Educação ambiental na escola: Estudo de caso sobre o uso da água e dos resíduos sólidos”, sob orientação da professora Ana Karla Costa.  O projeto foi desenvolvido com alunos do 5° ano de uma escola da rede pública do estado, afim de mostrar a importância da construção da educação ambiental desde cedo e contribuir na formação das crianças como agentes ativos no meio ambiente, além de mostrar o quão importante e necessário é a abordagem da educação ambiental como disciplina no ensino fundamental I.

Os três projetos premiados receberam credenciamento para participar de eventos científicos internacionais. O primeiro será apresentado no Encuentro de Jovenes Investigadores, sediado na Espanha, em dezembro deste ano. Os outros dois estarão presentes no ExpoCiencias Nacional, que acontece no México em 2019

A Mostra
A Fecitec Girasoles é uma feira aberta ao público que reúne estudantes pesquisadores de instituições educacionais da cidade de Encarnación e de todo o Paraguai, criando um ambiente interdisciplinar e de confraternização em torno de diversas ciências. O evento, que conta com a exposição de projetos de pesquisa, recebe, desde 2015, trabalhos internacionais oriundos de países como Brasil, México, Peru e Turquia, produzidos por jovens de 11 a 17 anos do que equivale, no Brasil, ao Ensino Médio.
Neste ano, foram contempladas as áreas de Ciências Sociais e do Comportamento; Ciências Básicas; Ciências Ambientais e Tecnologia; Ciências Exatas; Medicina, Saúde e Segurança no Trabalho; e Engenharia.

Agência Brasil – A meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) estabelecida para 2017 foi cumprida apenas nos anos iniciais do ensino fundamental, etapa que vai do 1º ao 5º ano. A etapa alcançou 5,8 (em uma escala que vai de 0 a 10), quando a meta estipulada era de 5,5.

No ensino médio, etapa mais crítica, o índice avançou 0,1 ponto, após ficar estagnado por três divulgações seguidas, chegando a 3,8. A meta para 2017 era 4,7.

Nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, a meta foi descumprida pela primeira vez em 2013 e não atingiu mais o esperado. Em 2017, com Ideb 4,7, o país não alcançou os 5 pontos esperados.

“Apesar do crescimento observado, o país está distante da meta projetada”, avalia o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Ideb.

Divulgado hoje (3) pelo Ministério da Educação (MEC), o Ideb é o principal indicador de qualidade da educação brasileira. O índice avalia o ensino fundamental e médio no país, com base em dados sobre aprovação nas escolas e desempenho dos estudantes no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O resultado do Saeb foi divulgado na semana passada pelo MEC.

Desde a criação do indicador, em 2007, foram estabelecidas diferentes metas (nacional, estadual, municipal e por escola) que devem ser atingidas a cada dois anos, quando o Ideb é calculado. O índice vai de 0 a 10. A meta para o Brasil é alcançar a média 6 até 2021, patamar educacional correspondente ao de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Nos estados

O ensino médio é a etapa mais crítica, com a meta descumprida em todos os estados. Além de não terem alcançado o índice esperado, cinco estados tiveram redução no valor do Ideb entre 2015 e 2017: Amazonas, Roraima, Amapá, Bahia e Rio de Janeiro. O estado com melhor Ideb, o Espírito Santo, obteve 4,4 pontos, não atingindo a meta de 5,1 para o estado.

Nos anos finais do ensino fundamental, sete estados alcançaram ou superaram a meta proposta para 2017: Rondônia, Amazonas, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso e Goiás. A situação melhorou em relação a 2015, quando cinco estados alcançaram a meta. No ano passado, Alagoas e Rondônia somaram-se à lista. Minas Gerais foi o único estado que teve queda do Ideb na etapa de ensino em 2017.

Já nos anos iniciais do ensino fundamental, apenas os estados do Amapá, Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul não alcançaram as metas para 2017. Oito unidades federativas alcançaram Ideb igual ou maior que 6: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Ceará, Paraná, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal. Na etapa, a maior diferença positiva em relação à meta ocorreu no Ceará que, com um Ideb 6,2, superou a meta 4,8 para o estado em 1,4 ponto.

Na análise do Inep, os números mostram avanços importantes, sobretudo nos anos iniciais do ensino fundamental, mas também, algumas preocupações que precisarão ser discutidas no âmbito das escolas.

A autarquia ressalta que será necessário “indispensável apoio e colaboração dos níveis mais elevados de gestão nos municípios, nos estados e no Ministério da Educação, para que o desempenho dos estudantes brasileiros possa seguir uma trajetória de melhoria”.

A Pró-Reitoria de Ensino (Proen) do IFRN divulgou hoje (29) o resultado final dos pedidos de isenção da taxa de inscrição do Exame de Seleção 2019, conforme o Edital 29/2018. É possível consultá-lo na Área do Candidato, no Portal do Candidato.

Em caso de indeferimento do pedido, para terem suas inscrições confirmadas no referido processo seletivo, é necessário que os candidatos gerem e paguem o boleto bancário uma taxa de R$ 30, referente ao valor da inscrição, até o dia 4 de setembro. As inscrições continuam abertas até o dia 3 de setembro.

Prova e resultados

As provas do Exame de Seleção serão aplicadas no dia 14 de outubro de 2018. No dia da prova, os participantes devem comparecer ao local definido portando documento oficial com foto, cartão de inscrição impresso e com uma caneta esferográfica transparente preta. O resultado final está previsto para ser publicado no dia 04 de dezembro de 2018. Os candidatos aprovados devem realizar as pré-matrículas entre 07 e 09 de janeiro de 2019, no campus selecionado para ingresso.

Acesse:

Portal do Candidato

Página do Processo Seletivo

Ministério da Educação nega vínculo com livro citado em vídeo

Foto: Portal Brasil

Em janeiro de 2016, o Ministério da Educação desmentiu o boato que estaria distribuindo o livro conhecido popularmente como “kit gay“.

Leia a nota na íntegra

Ministério da Educação (MEC) informa, em nota, que não produziu e nem adquiriu ou distribuiu o livro “Aparelho Sexual e Cia”, que, segundo vídeo que circula em redes sociais, seria inadequado para crianças e jovens brasileiros. O MEC afirma ainda que não há qualquer vinculação entre o ministério e o livro, já que a obra tampouco consta nos programas de distribuição de materiais didáticos levados a cabo pela pasta.

O vídeo que circula nas redes sociais sustenta que o governo distribuiu e, assim, estaria “estimulando precocemente as crianças a se interessarem por sexo”.

O Ministério da Educação informa que o livro em questão é uma publicação da editora Cia das Letras e que a empresa responsável pelo título informa, em seu catálogo, que a obra já vendeu 1,5 milhão de exemplares em todo o mundo e foi publicada em 10 idiomas.

As informações equivocadas presentes no vídeo, inclusive, repetem questão que tinha sido esclarecida anos atrás. Em 2013, o Ministério da Educação já havia respondido oficialmente à imprensa que “a informação sobre a suposta recomendação é equivocada e que o livro não consta no Programa Nacional do Livro Didático/PNLD e no Programa Nacional Biblioteca da Escola/PNBE”.

O ministério também disse que a revista Nova Escola, edição 279, de fevereiro de 2015, que traz a matéria “Educação sexual: Precisamos falar sobre Romeo…”, uma  reportagem sobre sexo, sexualidade e gênero, dirigida a professores, “não é uma publicação do MEC, e sim da Editora Abril”.

“O vídeo que apresenta as obras como sendo do MEC, em nenhum momento, comprova a vinculação do Ministério aos materiais citados, justamente porque essa vinculação não existe”, enfatiza a nota, divulgada pelo ministério.

Fonte: MEC