Área Policial Arquivo

A cidade de Macaíba, localizada na região metropolitana de Natal, registrou na noite deste domingo  (22) mais uma ação violenta dos criminosos.

 A segunda  vítima  desta noite foi  Edi, proprietário de uma pizzaria no bairro Campo das Mangueiras, foi alvejada por disparos de arma de fogo no próprio bairro. Os responsáveis pelos disparos foram dois homens em uma moto de modelo e placa não identificadas.

O empresário foi socorrido  por um veículo particular até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Macaíba, e até o momento desta publicação, não se tinha informações sobre o estado de saúde da vítima.

A Polícia Militar foi acionada para realizar diligências no intuito de localizar os criminosos nos informou que ainda não há informações  se o atentado tem relação com tentativa de assalto.

Da Connect TV

Foi assassinado nesta noite, um jovem que estava de motocicleta na rua Coronel Maurício Freire, próximo da entrada do Conjunto Promorar, no centro de Macaíba. Segundo informações da Connect TV, a Polícia Militar foi acionada e isola o local do crime, até chegada do Instituto Científico de Polícia para realizar perícia e a remoção do corpo.

A Polícia Civil investigará o que motivou o assassinato do jovem que segue sem identificação.

 

Por volta das 16h30m, a Polícia Militar, através do 5º BPM, montou uma barreira policial na altura do supermercado Extra, localizado na Av. Engenheiro Roberto Freire.

Tendo à frente da operação o 1º Ten PM Farias, que comandou equipe do Delta 07 e outros policiais do 5º BPM, os militares realizaram revistas a diversos veículos, entre eles, micro ônibus, motos, carros de passeio (particulares) e a pessoas.

O intuito da barreira é coibir o porte ilegal de armas de fogo, tráfico de drogas e outros ilícitos.

Nessa primeira fase da operação, foram abordadas e revistadas 125 pessoas; 12 veículos, 03 ônibus e 15 motos também somam-se às abordagens.

A operação estendeu-se noite adentro na Vila de Ponta Negra e no Morro do Arrebite.

Agência Brasil

A busca por mais corpos na penitenciária estadual de Alcaçuz, em Nísea Floresta, Rio Grande do Norte, esbarra em um obstáculo invisível às câmeras da imprensa que, desde o massacre de 26 presos na semana passada, vigiam diariamente a unidade. São as 40 fossas de 18 metros cúbicos espalhadas pela área do presídio. Até mesmo procurar pelas cabeças de 13 corpos decapitados já retirados do local é uma tarefa difícil e, segundo o diretor-geral do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), Marcos Brandão, é provável que algumas nunca sejam encontradas.

Na primeira operação depois do massacre, 15 corpos foram resgatados sem cabeça e duas cabeças sem corpo. Identificadas as combinações entre as partes, restaram 13 mortos a serem completados. Ontem (21), o ITEP recolheu mais duas – uma delas incompleta – e um fragmento de crânio já em estado avançado de decomposição. O material será analisado para saber se correspondem a algum dos cadáveres já recolhidos ou se seriam de mortos ainda não contabilizados. Com o resultado positivo restariam ainda 11 cabeças a serem encontradas. Facções rivais disputam o controle do presídio.

Hoje (22), o diretor do presídio informou ao diretor do Itep que os presos apontaram uma fossa onde estaria mais uma delas. Ainda se espera a confirmação do local para que seja feita uma nova operação de resgate. No entanto, a grande quantidade de fossas e o tamanho delas, segundo Marcos Brandão, vai dificultar esse tipo de trabalho, a ponto de tornar provável que algumas cabeças fiquem para sempre debaixo daquele solo.

“São fossas muito grandes, 18 metros cúbicos, e são muitas. Demorou um dia inteiro só para esgotar uma delas. Lógico que as buscas vão continuar, mas acredito que não vamos achar todas. Em regra, nas fossas existe a parte líquida, mas tem a parte de lama que fica embaixo e não dá para tirar. E a cabeça em decomposição começa a soltar osso e fica muito difícil achar”, explica Brandão. “A gente tem que trabalhar com isso em mente”.

Atualmente existem quatro corpos dos 26 mortos no massacre do dia 14 de janeiro que ainda não foram identificados. Três deles, de presos que foram carbonizados, precisam de exames mais complexos. Caso as cabeças não sejam encontradas, as famílias vão receber os corpos assim mesmo. “É como em um acidente aéreo, que às vezes só se entrega uma mão”, compara. “Pelo menos vai haver a identificação de que houve a morte, que isso é importante”. O prazo legal para manter os cadáveres no Itep é de 45 dias, ou até que as buscas sejam encerradas.

Na avaliação de Brandão, é pouco provável que existam mais cadáveres ainda no interior do presídio, pois a área onde poderiam estar foi mapeada e analisada e nada foi encontrado. A vistoria, no entanto, só pôde ser feita nos prédios onde não há presos, já que os detentos controlam alguns pavilhões.

O diretor do Itep disse ainda que foram identificadas várias fogueiras na área. “Ainda vamos examinar se nessas fogueiras há algum material humano, porque lá realmente não deu para verificar. Mas elas foram feitas com muito combustível inflamável que tiraram da fábrica de bolas que tinha no presídio, solventes, essas coisas. Recolhemos um material que vamos analisar para saber se é corpo, mas não foi uma quantidade substancial. Se tiverem queimado pode ter sido um. Mas isso a gente ainda vai analisar, não estou dizendo nada conclusivo”, disse.

Ossos antigos

Na operação de ontem também foram encontrados fragmentos de ossos na fossa. Esse material, no entanto, não continha restos humanos, o que indica, de acordo com o diretor do Itep, que eles podem ser provenientes de uma rebelião anterior.

Na tarde deste último sábado (21), três equipes de peritos do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) retornaram à penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, aproveitando a intervenção do governo do Rio Grande do Norte, para investigarem onde estariam os outros corpos de presidiários assassinados durante o confronto entre membros das facções do PCC e do Sindicato do Crime, que – até então – havia deixado 26 mortos contados.

Segundo informações do Itep, que continuará buscando possíveis novos cadáveres, partes de corpos dos presos foram encontrados nos pavilhões 2, 3 e 4 – onde não há detentos no momento – do complexo prisional. O Itep, contudo, não deu maiores informações sobre as buscas e os materiais recolhidos.

Além disso, seguindo a informação dos próprios presos de que haveria mortos jogados em uma das fossas de Alcaçuz, uma equipe da Companhia de Águas e Esgoto (Caern) também foi levada ao presídio para encontrá-la e tentar esvaziá-la.

Agora RN

Natal - Presídio de Alcaçuz terá muros formados por contêiners (Sumaia Villela/ Agência Brasil)

Sumaia Villela/ Agência Brasil

Depois de uma grande operação durante todo o dia de hoje (21) para construção de um muro que separe os pavilhões ocupados por duas facções rivais na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, o comandante da Polícia Militar do estado, coronel André Azevedo, disse que o controle do presídio permanece nas mãos dos internos.

De acordo com o coronel, a prioridade da PM era garantir a ordem para que o muro provisório fosse construído a fim de evitar novas mortes. De um lado, englobando os pavilhões cinco (na verdade o presídio Rogério Coutinho Madruga) e quatro, está o Primeiro Comando da Capital (PCC), que busca expandir seu domínio nacionalmente. De outro, o Sindicato do Crime do RN, facção local que resiste à investida.

“Numa crise, o objetivo da operação policial, para que se retome o local, os dois principais objetivos são salvar vidas e aplicar a lei. Então a polícia chegou no local porque a Sejuc [Secretaria de Justiça e Cidadania] perdeu o controle da unidade. Estamos atuando para retomar o controle da unidade, e a primeira providência é instalar a barreira física, para evitar que se matem.”

Até o início da noite, a primeira linha de contêineres, sete no total, foi instalada com sucesso. A segunda linha já tinha sido iniciada quando o coronel deu a entrevista. Essa estrutura é provisória e será terminada ainda hoje. O muro permanente, de concreto, será construído pelo Departamento de Estradas e Rodagens (DER) do estado. A previsão é que ele seja concluído em, no máximo, 20 dias.

Questionado pela Agência Brasil se os presos continuariam portando armas, circulando, se relacionando livremente e falando ao celular, o comandante confirmou. “Exatamente. Isso depende de reformas estruturais, de serviços de engenharia, e não é a polícia que não vai realizá-la.”

A Penitenciária Estadual de Alcaçuz não tem grades nas celas desde uma rebelião realizada em 2015. Desde então, os presos circulam livremente entre os pavilhões. “Enquanto os presos estiverem soltos, enquanto não houver celas, com grades para prender os detentos nos pavilhões e nas celas, isso poderá ocorrer”, reforçou Azeverdo.

Armas não foram retiradas

Apesar do grande contingente destacado para realizar a operação, nenhuma vistoria foi realizada para a retirada de armas do presídio. Segundo o comandante, André Azevedo, não é atribuição da PM realizar a varredura, e sim do Grupo de Operações Especiais (GOE) e dos agentes penitenciários, ligados à Secretaria de Justiça e Cidadania.

Ainda assim, Azevedo defendeu que não adiantaria retirar armas brancas do local, porque os presos fabricariam outras. “A penitenciária está completamente destruída. Então por mais que se retirem as armas, qualquer pedaço de ferro se transforma em uma arma”, justificou. “Cada vez que a polícia entra com o apoio da Sejuc se retiram armas que se encontram, mas isso não é suficiente para garantir que amanhã não haverá armas. Seria ingênuo afirmar isso e vocês acreditarem”.

A arma de fogo que está dentro da unidade também não foi retirada. O comandante afirmou que não seria possível encontrar o objeto nas condições atuais, pelo tamanho do terreno, todo feito de areia, o que permite aos presos fazer buracos para esconder coisas no solo. “É uma área enorme, seria ingênuo cavar aqui, porque seria preciso uma operação de guerra com milhares de policiais, pessoas com detectores de metais para buscar em toda a extensão. Se for fazer uma parte do serviço hoje e outro amanhã, não dá certo porque eles desenterram aqui e colocam ali.”

A Secretaria de Justiça do estado não apresentou um porta-voz para falar com a imprensa. Por meio de sua assessoria de comunicação, explicou que o GOE não foi destacado para a operação por uma questão de “gestão de pessoal”, já que os integrantes do grupo estão realizando vistorias preventivas em outros presídios para impedir novas rebeliões.

Quanto às reformas necessárias para se retomar o controle da Alcaçuz, de acordo com a assessoria da secretaria, a previsão é que depois da construção do muro de concreto comece a reforma do chamado pavilhão 5, onde está o PCC, um prédio mais resistente, segundo a pasta, e que não sofreu grandes danos. Ainda não há um plano a ser divulgado para o outro lado do muro, onde está a maior parte dos presos, área controlada pelo Sindicato do Crime e o território mais danificado nesses dias de confronto.

O resultado das buscas por possíveis novos corpos será divulgada pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia, que fez a operação.

Hoje (21) uma moto Honda Titan de cores vermelha e branco, foi tomada de assalto na Rua Olímpio Maciel, na cidade de Macaíba. Há doze dias atrás uma outro moto também foi tomada de assalto nesta mesma região, diferente desse caso, o fato aconteceu durante a noite.

Outra região que também registra muitos roubos de veículos são os bairros próximos do Conjunto Auta de Souza. Macaíba é  uma das cidades do Rio Grande do Norte que têm altos índices de criminalidade.

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Segundo a Connect TV,   dois policiais militares do Estado do Rio Grande do Norte foram presos juntamente com mais uma pessoa durante a noite de ontem (20), no município de Macaíba.

A prisão foi realizada pelo  agentes da Polícia Civil da cidade na comunidade do “Pé do Galo”.

Segundo o site, os agentes receberam uma denúncia anônima que três homens em atitude suspeita se encontravam no interior de um veículo. Ao verificar a informação e durante abordagem, dois homens abordados foram identificados como policiais militares. Três armas foram encontradas com os mesmos sendo duas delas roubadas.

Ontem (20) a Polícia Rodoviária Federal realizou perseguição a veículo tipo corsa na cidade de Macaíba, na Região Metropolitana de Natal. Em atitude suspeita, os condutores do veículo não obedeceram a ordem dada pelos policiais, o que resultou em uma perseguição, vindo acontecer um confronto, onde  a viatura da PRF foi atingida por mais de dois disparos, revidando os policiais conseguiram parar o veículo, onde um dos ocupantes do veículo morreu e o outro fugiu para dentro de uma área de vegetação.

No veículo foram encontrados vários objetos femininos, como bolsa, perfumes e uma arma, o que fez a Polícia Rodoviária acreditar que os dois homens estariam cometendo assaltos na cidade.

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A Polícia Civil recuperou na tarde desta última quinta-feira (19) uma moto roubada alguns dias atrás no bairro Campo da Santa Cruz, em Macaíba.

O chefe de investigação Francisco Luciano, informou a reportagem da CONNECTTV que recebeu uma informação anônima que em uma determinada residência se encontrava uma moto roubada. Os agentes ao verificar a informação, constataram  que realmente a moto roubada se encontrava no local indicado.

Connect TV

Reprodução/TV Globo

Cerca de 650 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica já estão reforçando o patrulhamento das principais vias, corredores, pontos turísticos, hospitais e aeroporto da capital potiguar. A previsão é de que hoje (21) este número chegue a 1.500 e, no domingo (22), a quase 2 mil.

“Os trabalhos dentro de Alcaçuz vão continuar, e assim a gente vai enfrentando essa crise a cada dia”, destacou o governador, que conseguiu também a cooperação com equipamento do setor de engenharia do Exército. Amanhã será iniciada a construção de uma barreira física, de concreto, no presídio de Nísia Floresta.

O ministro Raul Jungmann salientou que a atuação das tropas federais dará maior disponibilidade, em termo de efetivo policial, para que o estado possa se dedicar mais às questões prisionais.

“Nós estamos aqui atendendo a um pedido do governador feito ao presidente da república que solicitou o apoio às forças armadas para a manutenção da ordem e da segurança neste momento que vive o Rio Grande do Norte. Até o domingo teremos 1846 homens aqui para assegurar, junto com a polícia militar e a polícia civil,  segurança e a tranqüilidade do povo de Natal e da região metropolitana”.

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Agência Brasil – O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), disse hoje (20) que só pediu auxílio federal para conter o clima de insegurança gerado pela crise penintenciária, que  teve início com o massacre de pelo menos 26 presos na penitenciária de Alcaçuz, porque enquanto a rebelião estava limita à unidade “não aconteceu nada de grave além das mortes” dos detentos. Ele também defendeu que a solução para os problemas em Alcaçuz era transferir todos os presos e desativar a unidade.

O questionamento foi motivado pela declaração do ministro da Defesa, Raul Jungmann, de que o apoio só chegou sete dias depois do início da crise em Alcaçuz porque o governador só havia pedido o reforço ontem (19). Faria, entratnto, afirmou que fez o pedido ao presidente da República, Michel Temer, na quarta-feira (18), por causa dos ataques a veículos e prédios públicos iniciados depois da transferência de mais de 200 presos de Alcaçuz para outras unidades.

“Isso é uma discussão de uma cronologia de 24 horas. E eu pedi a ajuda das forças federais porque começou a acontecer ocorrências nas ruas. Quando estava restrito à briga dentro do presídio o próprio governo estava enfrentando, e com coragem e com toda a logística, que não aconteceu nada de grave além da morte dos principais membros das facções”, respondeu à imprensa depois da reunião com o ministro, na noite de hoje.

Alcaçuz desativado

Faria também disse que a melhor alternativa para resolver os problemas estruturais de Alcaçuz – desde 2015 não existem grades nas celas, deixando os detentos livres para circularem nos pavilhões – , agravados com os últimos conflitos, seria a desativação da unidade e transferência da massa carcerária para novos prédios.

A localização “turística”, segundo o governador, não deveria ter sido escolhida para a construção do presídio, inaugurado em 1998. “Hoje tem que ser um novo presídio, até porque foi construído em cima de uma duna, foi um grande equívoco da época. Acho muito melhor fazer um deslocamento, hoje ali é uma área turística, tem muitas casas no entorno, tem lagoa, tem praia, é uma área que não cabe mais o presídio, tem que levar para uma área muito mais distante, isolada”.

Duas novas penitenciárias estão em construção no Rio Grande do Norte: uma em Ceará-Mirim (que tinha previsão de entrega no ano passado) e outra em Afonso Bezerra (anunciada em agosto de 2016), mas não há previsão a curto prazo para que as unidades sejam finalizadas. “O terceiro [presídio] virá com o dinheiro que o presidente Temer enviou, do fundo penitenciário. Se tiver uma condição de que, com esses três novos presídios, nós pudermos apagar a história maldita de Alcaçuz, nós iremos acabar com Alcaçuz”.

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Militares da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) detiveram, nesta quinta-feira (19), um homem que tentou jogar munições para dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz.

A equipe da FNSP fazia patrulhamento nos arredores da unidade prisional quando se deparou com Ítalo Gaspar da Costa, de 18 anos, carregando uma sacola. Ao realizar a abordagem, os militares constataram que o homem estava carregando munições.

O suspeito afirmou ser integrante de uma facção criminosa e que estava tentando arremessar as munições para dentro de Alcaçuz. Ele foi levado para a delegacia para os procedimentos cabíveis.

Na quarta-feira (18), a Força Nacional já havia apreendido um revólver calibre 32 e mais munições também na lateral da unidade.