
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte encerra suas atividades no ano de 2013 comemorando, mais uma vez, a boa avaliação do Ministério da Educação, que coloca a instituição na liderança, pelo segundo ano consecutivo, como a melhor do Norte/Nordeste entre as Instituições Federais de Ensino Superior, conforme o Índice Geral de Cursos (IGC).
A UFRN, segundo a reitora Ângela Paiva Cruz, vem buscando a expansão acadêmica com qualidade e avançando em todas as áreas contempladas em seus programas estruturantes, tais como: ações por uma universidade cidadã; desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação; meio ambiente e qualidade de vida; modernização da gestão; e gestão de pessoas.
Na expansão acadêmica, a universidade registrou um aumento de mais de 900 vagas para ingresso nos cursos de graduação em 2014, através do ENEM/SISu. Embora o grande destaque seja a criação de um novo curso multicampi de Medicina envolvendo os três campi (Caicó, Currais Novos e Santa Cruz), foram criados outros tais como Gestão de Cooperativa e Letras/ Libras no Campus Central e estão sendo criados para os campi do interior Psicologia (FACISA), Meteorologia e Oceanografia em Natal, com início previsto para 2014. E outros se encontram com projeto pedagógico aprovado ou em elaboração, tais como Terapia Ocupacional (FACISA), Música (CERES/Caicó), entre tantos que foram propostos pelas unidades acadêmicas e registrados no plano de expansão.
Os novos cursos criados pelo REUNI (Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) e pós-REUNI, segundo Ângela Paiva, estão sendo bem avaliados pelo MEC e, em sua maioria, estão obtendo notas 4 ou 5.
Na pós-graduação também foi registrado um crescimento muito significativo, com uma substancial elevação na qualidade dos cursos no último triênio (2010/2011/2012): 18 programas aumentaram seus conceitos e nenhum curso foi descredenciado. Vale salientar que o número de cursos de pós-graduação pulou de 82 em 2011 para 101, em 2013. “A UFRN tem tido uma grande visibilidade em relação às outras universidades na área da pós-graduação”, afirmou a reitora.
Vale salientar que todas essas ações foram trabalhadas com as ações de inclusão social, disse a reitora. “Estamos na política de cotas, estamos plenamente no SISu a partir de 2014 e aprovamos resolução para a inclusão regional”, disse se referindo à Resolução 177/2013, que cria o argumento de inserção regional, para estimular o acesso à Universidade dos estudantes que residem no entorno dos locais de oferta dos cursos da UFRN no interior.
As ações da UFRN para contemplar o programa estruturante Universidade Cidadã incluem também a preocupação com a melhoria do atendimento nos hospitais universitários, possibilitada com a adesão à EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), com a ampliação do ensino técnico (presencial e a distância) para jovens e trabalhadores, através do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), que está qualificando quase 30 mil pessoas, pela Escola Agrícola de Jundiaí, Escola de Enfermagem, Escola de Música e Instituto Metrópole Digital.
A política cultural da Universidade, além de permear toda vida cultural da cidade com suas ações, se constitui em um vetor para a qualidade de vida. A reitora, ainda destaca o trabalho da Escola de Música – que tem atrações semanais e, constantemente apresenta atrações internacionais – além de propor e realizar a disseminação de atividades artísticas e culturais por meio do Programa SIGArte.

