Sobre segurança pública, Marina Silva afirma que faltou aos governos ouvir e compromisso para agir

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A crise da segurança pública tem sido anunciada há muito tempo. Os massacres ocorridos nos primeiros dias do ano mostraram uma face de um problema complexo e que exige um esforço coordenado pelo governo federal, que infelizmente parece não ser capaz de perceber a magnitude do que está posto e enxergar além das exigências imediatas da caótica circunstância. Agora estamos diante de outra face do problema que são as condições salariais e de trabalho de policiais, que está colocada no Espírito Santo, mas que também é realidade nos outros estados.

Com a ausência dos policiais nas ruas, a violência toma conta e a sensação de insegurança se generaliza. Na campanha de 2014, chegamos a sugerir a ampliação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, como um importante mecanismo de apoio da União aos demais entes federados, mediante condicionantes relacionadas com as diretrizes da política nacional de segurança pública, sendo parte dos recursos destinada a investimentos em estrutura e equipamentos, e parte endereçada à melhoria da remuneração de policiais.

Há um completo descompasso entre as decisões da maioria dos governantes e as necessidades da vida das pessoas. Diagnósticos, alertas e propostas não faltaram ao longo de todos esses anos, em que as políticas públicas na área de segurança foram se decompondo. Aos governos faltou o básico: silêncio para ouvir e compromisso para agir.


Veja aqui o capítulo que trata de segurança pública apresentado no programa de governo da campanha de 2014 –

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