
O projeto do prolongamento da avenida Prudente de Morais foi licitado em 2007 com financiamento da Caixa Econômica Federal. As intervenções só começaram em 2009 e foram paralisadas no mesmo ano a pedido do Ministério Público Estadual e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devido aos impactos ambientais que as obras causariam na região.
Em razão disso o diretor do DER explica que o orçamento mais do que dobrou desde a licitação do projeto, de R$ 28 milhões para R$ 60 milhões, e os trabalhos ficaram paralisados por mais de seis meses. De acordo com o departamento, dois túneis deixaram de ser colocados no projeto original e os valores para desapropriações foram atualizados.
A construtora Queiroz Galvão pediu a rescisão do contrato, e a segunda colocada na licitação, EIT, precisou ser convocada para dar prosseguimento às intervenções. As obras foram retomadas em novembro do ano passado.
G1 RN

