“Ter tido oportunidade foi essencial”: A história do primeiro mestre em Neuroengenharia de Macaíba e de ‘sonhos’ no caminho da educação

Renata Moura e Kamila Tuenia

Repórteres

“Diante de um município com milhares de pessoas, de um estado com milhares de pessoas, de um país, de um mundo povoado por bilhões, quem é você? O que você vai ser?”.

A pergunta foi feita a crianças deitadas em uma sala de aula, levadas a refletir sobre o lugar que ocupariam no mundo.

O ano era 2007 e entre elas estava José Firmino Neto, que 13 anos depois se tornaria o primeiro mestre em Neuroengenharia nascido em Macaíba, município do Rio Grande do Norte com 81.821 habitantes e baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) na educação, segundo os dados mais recentes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O diploma do mestrado foi entregue no final de setembro deste ano pelo Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS), do Instituto Santos Dumont (ISD), Organização Social do governo federal que é vinculada ao Ministério da Educação e tem sede no município.

Não foi, porém, nas cadeiras do programa de pós-graduação – o primeiro do Brasil nessa área do conhecimento – que a história que envolve o menino e o Instituto teve início.

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