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O delegado Normando Feitosa continua filiado no Partido da República (PR), de acordo com o sistema do TSE. O PR é o partido pelo qual o vereador Emídio Júnior foi eleito. Como ambos têm o interesse de disputar o Palácio Auta de Souza, um deles vai ter que deixar a sigla.

No estado o PR é presidido pelo deputado João Maia, ao qual Emídio Júnior o apoiou. Diante da aproximação de ambos, dificilmente será o vereador que irá deixar o partido.

Segunda opção

Caso hoje saísse do PR, Normando Feitosa teria as portas abertas no PSC.

 

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No início desta semana, o grupo político “Macaíba é nossa e sem medo de ser feliz” realizou sua primeira reunião. O grupo opositor é liderado pelo professor Hailton Mangabeira e conta com membros tanto da zona urbana quanto da zona rural da cidade. O grupo se organiza para disputar a próxima eleição municipal.

O grupo ainda não declarou por qual partido estará na disputa.

 

 

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Conhecida em Macaíba por ter atuado no grupo Anjos da Madrugada, Ceyça Lima nos relatou que seu trabalho voluntário continua, só que voltado para outra área. Questionada sobre a permanência no PRB, Ceyça afirmou que a sigla se encontra em transição devido a mudança na direção estadual.

Sobre o pleito de 2020, Ceyça disse que está aberta ao diálogo, pois ainda é cedo para definições.

 

Já circula nos bastidores da política macaibense que a bancada de oposição na Câmara está fragmentada. Visando a campanha de 2020, dois vereadores já demonstram que poderão seguir um caminho diferente do vereador Emídio Júnior quando o assunto é a disputa pela Prefeitura.

Quem era próximo de Emídio se distanciou e quem não era próximo, caso do edil Denilson, hoje  mantém uma parceria. A pergunta é, sendo considerado hoje o principal nome para disputar o Palácio Auta de Souza pela oposição, Emídio terá força política para contornar a fragmentação dentro da própria bancada?.

Nos últimos dias a ex-prefeita Marília tem intensificado sua agenda em Macaíba. Em uma das visitas, Marília se encontrou com o presidente da Câmara Gelson Lima, no bairro Alfredo Mesquita. Na ocasião, se conversou muito sobre política.

 

Através de sua página no facebook, a ex-senadora Marina Silva, porta -voz nacional da Rede Sustentabilidade, voltou a defender as dez medidas contra corrupção e o apoio à operação lava jato. Veja o que disse a ex-senadora.

A política, infelizmente, está tomada por pessoas que não buscam fazer o que é melhor e nem o que é legítimo para a coletividade, mas apenas aquilo que é melhor para se dar bem. Fazem o discurso ético de conveniência e relativizam valores em benefício próprio. É isso que tem prejudicado imensamente o país. Em 1988, quando fui eleita vereadora por Rio Branco, mesmo ano em que Chico Mendes foi assassinado, fui tomada de surpresa durante uma entrevista ao ser questionada pelo jornalista sobre o valor do meu salário na Câmara de Vereadores. Sendo novata, não tinha ideia do montante. Ao consultar o holerite, estranhei a lista volumosa de benefícios e perguntei ao próprio repórter se era aquilo mesmo ao entregar a ele uma cópia do documento para que ele pudesse verificar. As denúncias que surgiram daquela exposição foram mal recebidas pelos demais vereadores. Fui alvo de muitos ataques. Mas foi o início de uma campanha pública para devolução de verbas adicionais daquilo que considerava um abuso. Na época, fui acusada de ser demagoga, populista e oportunista, como alguns me acusam nesse momento ao defender as dez medidas de combate à corrupção e à impunidade ou quando defendo que réus não estejam na linha sucessória da Presidência da República. A todos digo que esta luta não é de agora, é parte da minha história. Como já falei muitas vezes, a política é serviço e isso não se trata apenas de um discurso. É um compromisso de vida.