Polícia Civil incinera três toneladas de maconha apreendida durante operação em Macaíba

PC/ASSECOM

Na manhã desta quarta-feira (13), a Polícia Civil do RN, com apoio do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) da Polícia Militar, do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério Público, incinerou três toneladas de maconha, na Cerâmica Samburá, em São Gonçalo do Amarante.

As drogas foram apreendidas em uma granja na cidade de Macaíba, durante a Operação Conexão da Defur, que foi deflagrada na última quarta-feira (06). A queima das drogas foi acompanhada por representantes do Ministério Público.

O delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Odilon Teodósio destacou que a Defur apesar de trabalhar combatendo os crimes contra o patrimônio, logrou êxito em apreender três toneladas de drogas. “Nós sabemos que essas drogas têm conexão com uma série de crimes violentos, principalmente crimes contra a vida. Nós não estamos aqui queimando somente R$ 4 milhões de drogas, mas estamos combatendo homicídios, combatendo roubos que são praticados por jovens que trocam bens por drogas comaqueles que chamamos de `boqueiros´. São inúmeras as famílias que já perderam filhos, jovens envolvidos com as drogas. A Polícia Civil e todo o sistema de Segurança do Rio Grande do Norte, juntamente com o Ministério Público que tem nos apoiado a cada dia, têm dado esse resultado positivo. Também ficamos satisfeitos porque a Justiça de Macaíba, em menos de uma semana, autorizou a queima de todo esse quantitativo de droga”, detalhou o delegado Odilon Teodósio.

“Estamos tirando definitivamente de circulação três toneladas de maconha e 52 quilos de crack. Além das apreensões de drogas, também estamos efetuando prisões com o intuito de desarticular as organizações criminosas”, afirmou o delegado titular da Defur, Cláudio Henrique.

“Foi uma ação extremamente proveitosa e nós parabenizamos o trabalho da Polícia Civil e o delegado Odilon Teodósio que tem contribuído bastante com o Ministério Público e com a sociedade”, afirmou o promotor Glaucio Garcia, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias Criminais (CAOP- Criminal) do Ministério Público.

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