O prefeito Fernando Cunha e o vereador Gelson Lima, presidente da Câmara de Macaíba, voam juntos para Brasília na próxima quarta-feira, 12. Nas malas, novos projetos para o município e a cobrança pela liberação dos recursos para a construção da nova ponte sobre o rio Jundiaí, sonho antigo dos macaibenses que sofrem com o trânsito intenso no centro da cidade. Gelson Lima lembra que o projeto, de sua autoria, tramita por ministérios há anos: “Não podemos mais esperar. Esta obra é urgente. Estamos confiantes que agora, com a ajuda do presidente Henrique Alves, vamos conseguir tirá-la do papel.”

Grande Ponto 

Recebemos hoje (10), pela manhã a informação que os garis da cidade de Macaíba não tinham recebido seus salários, no calendário da Prefeitura de Macaíba consta que no 06 de fevereiro foi feito o pagamento para as empresas prestadoras de serviços do município, então porque a empresa de limpeza   urbana (TCL) está atrasando os salários?.

Ninguém quer trabalhar sem receber, então a prefeitura de Macaíba tem o dever de saber o motivo do não pagamento aos garis, os garis não são funcionários da prefeitura, mais  prestam serviço diretamente a população.

    Macaíba no Ar
O Boletim da Notícia

MST

O Movimento dos Sem Terra tem por “pais” a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Teologia da Libertação e o declínio das vocações eclesiásticas, padres e freiras, colocando em risco a continuidade da Igreja Católica no Brasil.

Como atesta pesquisa do Instituto de Estudos da Religião (Iser)¹, as vocações eclesiásticas encontram-se confinadas à agricultura familiar da região sul, e esta vem sendo desarticulada pelo avanço do agronegócio no campo desde os anos 70.

É então que a CPT irá recrutar quadros, capacitar e dar apoio logístico ao Movimento, cuja saga e mito iniciais dar-se-ão na Encruzilhada Natalino, Rio Grande do Sul – célebre ocupação de terras ocorrida em 1979, em plena ditadura.

Inicialmente restrito aos estados do Sul, pois o velho sindicalismo rural permanecia forte no Norte e Nordeste, o MST se nacionalizou, dramaticamente, na esteira da tragédia de Eldorado dos Carajás, em 1996, e alcançou seu ápice em 1997, com a Marcha sobre Brasília e a novela o Rei do Gado, da Rede Globo.

Foi nesse momento que os sem-terra semearam acampamentos de Norte a Sul do País, realizando mais de 600 invasões em 1998. À época, eles estavam presentes em todos os conflitos que pipocaram no meio rural, como, por exemplo, as estiagens e secas, chegando a ocupar escolas e supermercados no meio urbano…

Toda essa disposição e vitalidade entraram em declínio, crise, e beiraram o colapso com a chegada de Lula à Presidência da República – que prometeu fazer a reforma agrária “de uma só canetada”.

Nascidos no berço do sindicalismo urbano do ABC paulista, Lula e o PT jamais foram devotos da reforma agrária e seus movimentos, para além da retórica. Ainda por cima, ambos migravam ao centro político, visando alcançar a Presidência da República, dando passos nessa direção tanto no Congresso do Anhembi, quanto, em seguida, na Carta aos Brasileiros, e, por fim, via aliança duradoura com o peemedebismo em 2006. Portanto, nada mais distante do esquerdismo e das ações radicais do MST, que foi, adiante, amortecido e “domesticado”.

Inicialmente, pela cooptação da sua direção e quadros intermediários, via Incra e Ministério do Desenvolvimento Agrário, além da irrigação de verba grossa nos cofres das cooperativas e ONGs satélites dos sem-terra.

De espetacular impacto, porém, foi a expansão do programa Bolsa Família que, chegando aos grotões, em especial no Nordeste, decretou a queda da demanda real pela reforma agrária, com o correlato despencar das invasões de terra e da média de invasores por ação.

Essa queda se refletiu no número de hectares desapropriados, que, na média dos anos FHC (Fernando Henrique Cardoso), foi de 1,3 milhão de hectares – chegando a 2,5 milhões em 1998 -, para uma média de 400 mil hectares nos governos Lula/Dilma e inexpressivos 6 mil hectares em 2008²!

Certamente decisivo para levar o Movimento a sua atual crise política, a chegada do PT ao poder subtraiu ao MST seu elemento principal de coesão e impulso: o mal absoluto, encarnado no “neoliberalismo” dos governos FHC, ironicamente quem mais desapropriou terras e assentou famílias em toda nossa história…

Carente do seu inimigo externo, o Movimento perdeu o rumo. Pior ainda: no poder, o lulo-petismo se aliou a outro dos seus adversários, o agribusiness, resultando que, mesmo dispondo de oceânicas maiorias no Congresso Nacional, em nada a legislação agrária avançou. O mesmo pode-se dizer da promessa de revisão dos índices de produtividade da terra que, permanecendo intocados, tornaram os milhões de hectares que seriam liberados para os sem-terra em uma miragem.

No tempo em que se propor um projeto para o Brasil tinha por imperativo a realização de uma reforma agrária, nossa urbanização era incipiente. De quebra, estávamos a meio caminho da transição da ancilar economia rural para a industrialização e caminhávamos para criar um mercado nacional, interligando infraestruturas regionais.

Hoje, temos um expressivo parque industrial, um sistema de cidades aonde vivem nove em cada 10 brasileiros, e o campo caminha para a redução inexorável da sua população remanescente. Em paralelo, desenvolvemos um agronegócio globalmente competitivo e a nossa secular pobreza rural vai sendo reduzida, via programas de transferência de renda e crescente malha de assistência social.

E o MST? Ainda que tenha o mérito de ter colocado na agenda nacional as demandas dos sem-terra e ajudado a reduzir a violência do patriciado rural, segue irreformável. Autoritário, centralizador e organizado dentro de uma hierarquia rígida que impõe os mesmos líderes de 30 anos atrás – egressos em sua esmagadora maioria do sul –, tende a assumir coloração milenarista, pregando a chegada futura da Era. Em realidade, o delírio de um passado sem volta.

Raul Jungmann, vereador no Recife pelo PPS, foi presidente do Incra e ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Fernando Henrique Cardoso

Da Carta Capital

Medida ocorreu depois de uma fiscalização realizada no último dia 12 de julho, quando uma equipe do CRM/RN esteve no local e constatou que a estrutura física do prédio é deficiente

O Governo do Rio Grande do Norte divulgou um novo prazo para que as obras do Hospital Alfredo Mesquita em Macaíba sejam concluídas. O prazo é até abril deste ano.

Recentemente, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte firmou um Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) com o Ministério Público Junto ao Tribunal De Contas do Estado (MPjTCE) para concluir até o mês de junho obras que estavam paralisadas em 10 unidades de saúde do Estado.

Assinaram o termo as secretarias estaduais de Saúde, Planejamento e Finanças, Infraestrutura e as empreiteiras contratadas para execução das obras.

Para os projetos complementares nas unidades de saúde da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o prazo é até abril, como também no Hospital Alfredo Mesquita, em Macaíba, e o Hospital José Pedro Bezerra (Santa Catarina), em Natal.

Nos hospitais de São Paulo do Potengi e no hospital regional de Santo Antônio o prazo será até maio. Já para os hospitais Walfredo Gurgel, João Machado, em Natal, e o Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu terão o prazo até junho.

   
Via Informativo Atitude
Portal No Ar

                                 Aluno esfaqueado até à morte na “Lhanguene Piloto”
No início da noite de ontem(09), aconteceu uma briga no bairro campinas, o fato ocorreu dentro de um bar, na rua Paulo Pereira Dantas, a discussão foi entre uma cliente e a dona do bar, conhecida como Oliete, em meio a discussão Oliete se armou com uma faca e foi para cima da mulher que estava discutindo com ela, para não ver a mãe cometer um crime o filho entrou no meio da briga e acabou sendo esfaqueado pela própria mãe.

Informativo Atitude/ Macaíba no Ar

Secretaria de  Meio Ambiente e Urbanismo irá fazer revitalização das praças públicas de Macaíba, a notícia foi anunciada essa semana, a pasta será conduzida por um novo secretário, o Joacy Carlos Pereira, o principal foco do secretário é planejar o paisagismo, arborização e revitalização das principais praças do município, nesta semana trouxemos o caso da praça da Morada da Fé que em 3 anos depois de construída já apresenta problema na estrutura.
Outra praça que está precisando de revitalização é a praça Antônio Siqueira, o seu paisagismo não é o mesmo, pois a grama  praticamente morreu por falta d`água, e os postes que ficam em cima da mureta do rio jundiaí estão com as luzes apagadas.
Segundo o site da prefeitura a primeira praça a ser revitalizada será a  Paulo Holanda Paz , na sequência, outras praças da cidade, como as dos conjuntos Auta de Souza e Monte Líbano também serão trabalhadas. Ainda de acordo com Joacy, futuramente o trabalho de revitalização poderá beneficiar praças de comunidades da zona rural. 
     Macaíba no Ar
O Boletim da Notícia

Escolas particulares já estão mais adaptadas às regras. Escolas públicas precisam de mais ajustes

A costureira Ana Cristina Duarte, 31, ainda não sabia que seu filho Marcos Antônio, de cinco anos,  não pode faltar mais que 40% dos dias letivos neste ano. Com a sanção da presidenta Dilma Rousseff em abril do ano passado, a Lei nº 12.796, inseriu a Educação Infantil na Educação Básica. E, por causa disso, ela será organizada de  forma diferente a partir de 2014. O aluno não poderá faltar mais que 80 dos 200 dias letivos, ou 320 das 800 horas. Para a mãe, as novas normas não serão problema para a família.  “Ele adora vir para o CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil). Não quer mais voltar pra  casa”, diz. 
Até hoje, não havia qualquer controle dos órgãos fiscalizadores da Educação quanto à presença e desenvolvimento pedagógico das crianças dessa faixa etária. Outra novidade são as avaliações, que não deverão gerar “retenção”, ou reprovação, segundo informou o Ministério da Educação. A partir de 2016, a matricula das crianças será obrigatória desde os 4 até os 17 anos de idade. Atualmente, a obrigatoriedade só é vigente a partir dos seis anos. Os casos graves de ausência podem ser encaminhados ao Ministério Público ou Conselhos tutelares e os pais punidos com base no Estatuto da Criança e do Adolescente e pagar multa de 3 a 20 salários mínimos (R$ 2.172 a R$ 14.480).
 “Se fosse assim desde antigamente, hoje minha mãe sabia ler”, pontua Ana Cristina. Como ela, a maioria dos pais abordados pela reportagem concordou com as mudanças na fase pré-escolar, ainda que não tivesse conhecimento prévio da novidade. “Eu acho importante a gente trazer, mesmo que não tivesse obrigação”, diz a dona de casa Larissa Mendes, 20, que tem uma filha de 4 anos. “Eu faço questão de trazer, porque a gente quer um futuro bom pra eles”, coloca Fábio da Silva, 35 anos, assistente de serviços gerais.
  Os filhos de Ana Cristina, Larissa e Fábio estudam no CMEI Marilanda Bezerra, que atende 350 crianças no bairro Guarapes, zona Oeste de Natal. Segundo a professora Luciana Lins, é raro um aluno chegar a faltar 40% do ano letivo, mas existem casos de frequência irregular. “Quando chega o fim do ano, os próprios pais percebem que a criança não desenvolveu tanto quanto poderia, como os colegas que vinham todos os dias”, coloca. 
A coordenadora Clézia Carvalho, explica que os pais são procurados pela escola, caso a ausência do aluno seja percebida. “A gente telefona ou vai até a casa dele para esclarecer o que está acontecendo. Nós tivemos uma reunião nesta semana e trouxemos representantes do Conselho Tutelar. Para os pais de uma comunidade como é essa, isso é um ganho”, coloca.
O que agora é obrigação para todas as escolas já era rotina nas escolas particulares. Do outro lado da cidade, no colégio Marista, a orientadora educacional Niane Oliveira, explica que a escola já trabalha há anos com a conscientização e participação da família na edução do aluno.  “Chegar na hora ou não faltar por qualquer coisa não depende da criança, mas da família. É preciso que os pais tenham compromisso com os filhos”, destaca. Segundo ela, não é raro as crianças ficarem constrangidas quando chegam atrasadas à aula e perdem alguma atividade realizada pela turma. 
A coordernadora pedagógica, Jacira Alves, conta que os pais são procurados, nos casos de ausência. “Nós tentamos compreender o motivo e encontrar uma solução. Geralmente o problema é na rotina da família. Às vezes é melhor mudar a criança de turno, por exemplo. E acaba dando certo”, diz. 
Alguns dos pais entrevistados questionaram a necessidade da lei. É o caso de Teobaldo Medeiros, engenheiro e funcionário público, que tem uma filha nesta faixa etária. “Quanto mais precoce a educação, melhor. Mas acho que essa, multa, por exemplo, não vai ser aplicada, assim como as que existem na justiça eleitoral”, afirma. “Não sei se precisa de uma lei para isso”, afirma a advogada Leila Moura.  
Da Tribuna do Norte

O cursinho popular do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte , em Natal, abre na próxima segunda-feira (10) cerca de 200 vagas para turmas que iniciarão, em março, preparação para o Enem 2014. O cursinho é voltado para estudantes que concluíram ou estão concluindo o ensino médio, preferencialmente em escolas públicas, e dispõe de acompanhamento pedagógico e didático realizado por estudantes da própria UFRN.

As vagas serão distribuídas entre os turnos vespertino e noturno, com opção para turmas de língua estrangeira inglesa ou espanhola. As aulas acontecem de segunda à sexta-feira, nas dependências da UFRN, com aulões quinzenais aos sábados abertos ao público.

Para a realização da matrícula, é necessário comparecer à secretaria do cursinho (setor I do campus, por trás do DCE) no horário entre as 9h e as 15h. Os documentação necessários são: cópias do RG, CPF, comprovante de residência e certificado/histórico de conclusão do ensino médio, uma foto 3×4, e o valor correspondente à matrícula que custa R$ 130. Para as demais mensalidades é cobrado o valor de R$ 55.
O cursinho do DCE foi criado há 17 anos pelo Diretório Central dos Estudantes da UFRN, com o objetivo de ampliar o acesso dos estudantes do estado a uma preparação de qualidade para admissão na Universidade Federal. Mantendo a mesma filosofia, passou a ser projeto de extensão do Centro de Educação da UFRN e atualmente é reconhecido como Empresa Júnior da Universidade, auxiliando na formação dos futuros profissionais e incentivando o empreendedorismo no âmbito acadêmico.

G1 RN

Atualmente, segundo dados da CNM, a droga está presente em 98% dos municípios do país. O Ministério da Saúde (MS) já admitiu que a droga virou uma epidemia. Os dados apresentados no “Observatório do Crack” que alertam para nível alto de problemas em 28 municípios potiguares refletem apenas uma parte do problema. A CNM informa que as informações são repassadas pelos gestores de cada cidade após contato com as secretarias municipais de Ação Social e Saúde.
Os dados são enviados diretamente no portal do Observatório através de login e senha cadastrado previamente. Para chegar ao índice de “alto”, “médio” ou “baixo” são contabilizadas e analisadas algumas variáveis. Entre elas, a presença de comitê municipal antidroga e a rede de assistência ao usuário. Número de homicídios e outros crimes também é contabilizado.
“O município é responsável por responder o questionário e repassar as informações. Infelizmente, nem todos fazem isso”, informa a assessoria de imprensa da CNM. Devido à falha, pelo menos 40 municípios estão enquadrados no quesito “sem resposta” no Observatório. Nenhum município está classificado como “sem problemas”.
O crack é uma substância derivada da cocaína, apresentada em forma de pedras, feita a partir da mistura da pasta base com diversos produtos químicos. É uma droga estimulante do sistema nervoso central, que causa o aumento da pressão arterial e aceleração dos batimentos cardíacos. O uso frequente pode provocar convulsões, parada cardíaca e levar à morte. Tribuna do Norte

Mais uma tentativa de homicídio é registrada na cidade de Macaíba, o fato ocorreu nesta manhã de domingo (09), segundo informações repassadas ao informativo dão conta que esposo efetuou dois disparos contra sua própria esposa, até o momento  não se sabe a identificação do criminoso, se sabe que ele é filho de Marisa, que reside na rua Ovídio Pereira em frente ao Fórum.
Informativo Atitude

A Prefeitura de Macaíba prossegue com as obras da nova creche do Campo das Mangueiras. A parte da fundação já foi feita. Estão sendo edificados os pilares e vigamentos.

A previsão é que nas próximas semanas seja iniciada a parte de alvenaria. Depois de sua conclusão, a creche da referida localidade vai atender cerca de 240 crianças de 0 a 5 anos de idade.

O senhor Kerginaldo José da Silva, residente na comunidade, motorista e ajudante de construção civil, demonstrou satisfação ao ver o saber sendo construído em seu bairro: “Essa obra é essencial para o bairro, para o município. Minha neta vai estudar aqui. Hoje em dia, quem tem criança tem que ir para outros lugares; a creche mais perto daqui é a do Campo da Santa Cruz”.

Assecom

Nesta semana, um dos nomes mais falados na internet e na política foi o de Rachel Sheherazade.

Tudo porque a apresentadora do jornal “SBT Brasil” emitiu uma opinião na última terça-feira (04) sobre um jovem de 15 anos, acusado de roubo, que foi agredido e acorrentado por populares no Rio de Janeiro.

Para a âncora, em um país onde há grandes índices de violência, as atitudes dos chamados vingadores são consideradas compreensíveis.

A jornalista ainda classificou o fato como uma “legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado” e incentivou que os defensores dos direitos humanos fizessem um “favor” ao Brasil e adotassem um bandido.

A crítica de Sheherazade alcançou enorme repercussão e gerou reclamações de muita gente, inclusive de partidos e sindicatos. O PSOL protocolou uma representação na Justiça por crime de incitamento à violência.

Já o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão de Ética também se manifestaram contrários ao posicionamento da âncora. Tais órgãos alertaram para a grave violação de direitos humanos através do pronunciamento da jornalista.

Em entrevista exclusiva ao NaTelinha, Rachel falou sobre sua opinião emitida no “SBT Brasil” e não poupou críticas aos que falaram mal dela.

Confira na íntegra:

NaTelinha – Você tem algum receio de que as suas opiniões polêmicas coloquem em cheque sua credibilidade?

Rachel Sheherazade – Opiniões não afetam a credibilidade. Quando você exibe sua opinião, você toma posicionamentos, mostra quem é, como pensa. Se opiniões depusessem contra nossa reputação só os idiotas teriam crédito.

NaTelinha – O que tem a dizer sobre a representação do PSOL contra você e do comunicado do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro repudiando sua critica?

RS – O PSOL é um partido que vem ganhando as manchetes dos jornais por seus escândalos de desvio de dinheiro público e fraudes. É uma legenda insignificante, inexpressiva, que agora, às vésperas da eleição, quer ganhar as manchetes, se fazer presente de alguma forma. Procurava uma vítima para chamar de sua e uma algoz a quem pudesse acusar, desviando, assim, a atenção dos eleitores de seus escândalos políticos recentes. Assim como o PT, o PSOL também defende o controle da mídia, que nada mais é do que a volta da CENSURA aos meios de comunicação. O partido acusa-me de incitação à violência quando simplesmente faço uso de um direito constitucionalmente garantido – a liberdade de expressão. Portanto, é um partido anti-democrático, que não tolera a imprensa livre. Seu presidente usou o plenário da Câmara para me fazer acusações levianas, na esperança de ganhar dividendos eleitorais.

Já o sindicato dos jornalistas do RJ, em vez de defender seus profissionais e a liberdade de imprensa, está jogando o jogo dos maus políticos, promovendo a volta da mordaça. O sindicato acaba maculando sua própria credibilidade, como entidade representativa dos direitos dos jornalistas. Só tenho a lamentar…

Agora eu me pergunto: que tipo de apoio o PSOL, o PT, o Sindicato dos Jornalistas do RJ e as ONGs de Direitos Humanos fizeram até agora pelo infrator preso ao poste? Alguma dessas entidades lhe socorreu? Estendeu-lhe a mão? Ou ele só foi usado como discurso panfletário e nada mais?

NaTelinha – O pessoal mais de direita te defende. Até dizem que você é reacionária. Concorda?

RS – Sou, de fato, uma pessoa com valores conservadores, muito mais à direita que à esquerda. Quero conservar o Estado democrático de Direito, a família, a propriedade privada, o voto livre, o parlamento forte, a Justiça independente, a liberdade religiosa, as garantias constitucionais, a paz social, a manutenção da ordem, o direito à vida… Se tenho atitudes reativas é porque reajo contra a corrupção, a violência, a impunidade, a falência do ensino, o desrespeito às nossas instituições e tudo o que põe em risco nossas maiores e mais importantes conquistas sociais.

NaTelinha – Você acha que, em algum momento de suas opiniões nestes anos de “SBT Brasil”, você tenha quebrado a ética jornalística?

RS – De forma alguma! Defendo, antes de tudo, a democracia, a legalidade, o bem comum, a ordem, e principalmente, os direitos dos cidadãos de bem esquecidos pelo Estado.

NaTelinha – No “SBT Brasil” desta quinta-feira (06), você deu explicações sobre sua opinião de terça (04). Foi obrigada pela direção de jornalismo a fazer isso? Como se sentiu diante de tantas críticas?

RS – A ideia de voltar ao assunto foi do nosso diretor de Jornalismo [Marcelo Parada] e acatei na hora. Fazemos um jornal muito transparente e somos muito próximos ao nosso público telespectador. Tamanha repercussão sobre aquele assunto não poderia passar em branco no SBT BRASIL.

Quanto as críticas, eles serão sempre bem vindas. É para isso que analisamos os fatos, nos posicionamos diante da notícia. O objetivo não é empurrar goela abaixo nossa opinião, mas fomentar debates na sociedade. Permitir ao telespectador um olhar mais apurado e aprofundado sobre a realidade do país.

Na Telinha

Durante o encontro, o presidente do PMDB recebeu a vista dos presidentes do PR e do Pros, os deputados João Maia e Ricardo Motta. Garibalde Filho também esteve presente

O PMDB está realizando reuniões individuais entre os prefeitos do partido no Rio Grande do Norte e o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves. O encontro serve para ouvir preferências sobre as alianças partidárias e a situação política de cada município liderado. O Ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho e o deputado estadual, Ezequiel Ferreira, também estiveram presentes.  

Os prefeitos opinaram sobre quatro nomes para governador: Henrique Eduardo Alves, Garibaldi Filho, Walter Alves e Fernando Bezerra. Além disso, discorreram sobre a composição do PMDB com outros partidos para formação da chapa majoritária e alianças proporcionais. Este foi o primeiro de uma série de encontros a serem realizados. Somente após conversar com seus 53 prefeitos, o partido lançará candidaturas.

“É importante para a democracia interna do partido, discutir as alianças  para montar uma chapa que represente a todos e seja vitoriosa”, ressaltou Henrique Alves.

Durante o encontro, o presidente do PMDB recebeu a vista dos presidentes do PR e do Pros. Os deputados João Maia e Ricardo Motta disseram que desejam fazer uma coligação onde possam participar da campanha e de um programa de governo que contemple a saúde, educação, segurança e geração de emprego e renda.

Neste sábado foram ouvidos 20 prefeitos:
Kerginaldo Medeiros, de Eloi de Souza;
Chico Araújo, de Espírito Santo;
Severino Rodrigues, de Monte Alegre;
Fabiano , de Serrinha;
Chilon, de Timbauba dos Batista;
Sérgio Cadó, de Pedro Avelino;
Celina, de Santa Maria;
Benes Leocádio, de lajes;
Daniel Pereira, de Fernando Pedroza;
Ivan Padilha, de Pedências;
Klaus Rego, de Extremoz;
Titico, de Porto do Mangue;
Breno Queiroga, de Olho D´agua dos Borges;
Beto de Isaias, de Jundiá;
Júnior, de Bom Jesus;
João Paulo, de Vera Cruz;
Arlindo Dantas, de São José de Mipibu;
Marcão Pereira, de Pedra Grande;
Suely, de Jardim de Angicos;
Gutemberg Pereira, de São Tomé.

Tribuna do Norte

A Prefeitura de Macaíba, através do projeto “Trabalho e Renda”, novo recurso da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (SEMTAS), divulga, nesta sexta-feira (07), oportunidades para o exercício das funções de eletricista e de auxiliar de serviços gerais.

Os interessados devem enviar seus currículos para o e-mail <oportunidadesmacaiba@hotmail.com >.  No título do e-mail, deverá ser especificada a vaga para a qual o candidato deseja concorrer. O preenchimento correto dessa informação é imprescindível para o candidato postulante. Os currículos também podem ser entregues na recepção da SEMTAS, ao lado da Prefeitura. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones 3271-6504 e 3271-6538.

Assecom

Os problemas da expansão urbana estão na conversa cotidiana dos milhões de brasileiros que vivem em grandes cidades e sabem “onde o sapato aperta”. São reféns do metrô e do ônibus, das enchentes, da violência, da precariedade dos serviços públicos. No vestibular, todo estudante depara com a “questão urbana” e os pesquisadores se debruçam sobre o assunto, que também é parte significativa da pauta nos meios de comunicação.

Não poderia ser diferente: com 85% da população nas cidades (chegará a 90% ao final desta década), quem pode esquecer a relevância do tema?

Parece incrível, mas os grandes operadores do sistema econômico e político tratam os problemas das cidades como grilos que irritam ao estrilar. Passados os incômodos de cada crise, quem ganha dinheiro no caos urbano toca em frente seus negócios e quem ganha votos, sua campanha. Só alguns movimentos populares e organizações civis –Passe Livre, Nossa São Paulo e outros– insistem em plataformas, debates e campanhas para enfrentar os problemas e encontrar soluções sustentáveis.

A criação do Ministério das Cidades, no governo Lula, fazia supor que o Brasil enfrentaria o desafio urbano, integrando as políticas públicas no âmbito municipal, estabelecendo parâmetros de qualidade de vida e promovendo boas práticas. Passados quase 12 anos, o ministério é mais um a ser negociado nos arranjos eleitorais.

A gestão é fragmentada, educação para um lado e saúde para outro, habitação submetida à especulação imobiliária, saneamento à espera de recursos que vão para grandes obras de fachada, transporte inviabilizado por um século de submissão ao mercado do petróleo. A fragmentação vem do descompasso entre União, Estados e municípios, desunidos por um pacto antifederativo, adversários na disputa pelos tributos que se sobrepõem nas costas dos cidadãos.

Os recentes conflitos em várias capitais, o protesto nos trens do Rio e agora no metrô de São Paulo indicam que a paciência da população já esgotou e as autoridades nem percebem, pois atribuem o caos à ação de sabotadores e continuam complacentes com o mau serviço.

Precisamos superar essa lógica restrita. Temos que construir um novo federalismo feito de autonomia e responsabilidades compartilhadas no enfrentamento dos problemas reais, entre eles a qualidade de vida nas cidades.

Uma nova gestão urbana pode nascer com a participação das organizações civis e movimentos sociais que acumularam experiências e conhecimento dos moradores das periferias e usuários dos serviços públicos. Quem vive e estuda os problemas, ajuda a achar soluções.

Com urgência, pois, ao contrário do que dizem, pior do que está pode ficar.

Marina Silva