Nesta segunda-feira (15) foi divulgada a primeira pesquisa Certus/Fiern para presidente neste segundo turno no Rio Grande no Norte. O candidato Fernando Haddad lidera a disputa contra Jair Bolsonaro. A pesquisa foi realizada de 10 a 13 de outubro, com 1.410 entrevistas, a pesquisa tem margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. Pesquisa registrada na Justiça Eleitoral (TSE e TRE/RN) com os códigos: BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

 

Pesquisa estimulada:

Fernando Haddad 45,46%

Jair Bolsonaro 34,54%

Nenhum 11,42%

Não sabe 8,37%

Não respondeu 0,21%

Votos válidos 

Fernando Haddad 56,82%

Jair Bolsonaro 43,18%

Nesta segunda-feira (15) foi divulgada a primeira pesquisa Certus/Fiern para o segundo turno. A candidata Fátima Bezerra lidera a disputa contra Carlos Eduardo Alves. A pesquisa foi realizada de 10 a 13 de outubro, com 1.410 entrevistas, a pesquisa tem margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. Pesquisa registrada na Justiça Eleitoral (TSE e TRE/RN) com os códigos: BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

Pesquisa estimulada:

Fátima Bezerra 44,61%

Carlos Eduardo 38,58%

Nenhum 9,72%

Não sabe 6,88%

Não respondeu 0,21%

Votos válidos 

Fátima Bezerra 53,62%

Carlos Eduardo 46,38%

 

 

O candidato à presidência da República, Fernando Haddad, durante coletiva para a imprensa internacional, no Hotel Slavieiro.

Rovena Rosa/Agência Brasil

Agência Brasil – O candidato à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), disse hoje (14), em São Paulo, que a liberdade religiosa no país tem que ser garantida e que sua preocupação é manter o Estado brasileiro aberto a todas as crenças. “O Estado não pode ter uma religião, ele tem que abraçar todas as religiões. Tem que acolher todos os brasileiros independentemente da crença. Eu vejo com preocupação quando uma igreja tem um projeto de poder. A minha preocupação é manter o estado brasileiro aberto a todas as crenças. Não podemos correr o risco de perder essa pluralidade”.

As declarações foram feitas pelo candidato ao ser confrontado sobre suas recentes afirmações sobre Edir Macedo, líder da igreja Universal, após encontro com representantes de entidades ligadas a pessoas com deficiência, em um hotel da capital paulista.

“Entendo que uma igreja não pode mandar no Estado brasileiro, independentemente de quais sejam. Por isso manifestei minha preocupação, sobretudo em relação a esse projeto de poder que foi anunciado há décadas e que agora parece se materializar em uma candidatura [de Bolsonador]. Acho que uma candidatura deve representar todos os brasileiros. O homem público deve estar aberto a qualquer crença. A liberdade religiosa deve ser garantida.”

Questionado sobre a entrevista dada por Fernando Henrique Cardoso, na qual o ex-presidente afirma que havia um muro em relação a Bolsonaro e uma porta em relação à Haddad, o candidato disse que, em nome da democracia, essa porta estará sempre aberta. “Independentemente do PSDB ser oposição ou situação no próximo governo, se eu for eleito, o mais importante hoje é garantir as liberdades democráticas, que estão em risco no nosso país, como ele próprio [Fernando Henrique] reconhece na entrevista. Ele fala em um muro que o separa do mundo do Bolsonaro, que é um mundo de violência”, disse.

“[Eu e FHC] temos respeito mútuo um pelo outro. Uma porta não é um obstáculo para defender o país da ditadura, da tortura, da cultura do estupro. Uma porta não pode ser impedimento para reestabelecermos a ordem democrática no país”, completou.

Haddad criticou a onda de notícias falsas (fake news) que estão sendo disseminadas pelas redes sociais, especialmente pelo aplicativo WhatsApp, e considerou que isso põe em risco o pilar da democracia. “A democracia está em risco, acordem, esse é o apelo que eu faço. Chega de mentiras covardes, onde nós vamos parar? Para ganhar voto precisa fazer isso?”, disse.

“Isso põe em risco não só essa eleição. E as futuras eleições? E o futuro do país? Será que ninguém está preocupado com isso? Não se ganha uma eleição dessa maneira. É ruim para o Brasil. Vamos debater propostas.”

Pessoa com deficiência

Ao participar neste domingo de encontro com os representantes de pessoas com deficiência, Haddad assinou um termo de compromisso com ações que devem avançar em relação à Lei Brasileira de Inclusão, de 2015. “Aqui temos novos compromissos que avançam em políticas adicionais, com as quais estou me comprometendo com muita honra. Nosso governo estará muito aberto à participação de todas as entidades que congregam os valores e desejos de uma maior participação da comunidade da pessoa com deficiência na vida nacional, na escola, no trabalho, na vida pública, na política, na universidade.”

O candidato citou a política adotada durante sua gestão no Ministério da Educação, em que os beneficiários do programa de prestação continuada do governo federal que foram levados para as escolas. “Foram praticamente 400 mil crianças com alguma deficiência que recebiam benefício e não frequentavam a escola”, disse.

“Nós criamos um programa chamado BPC [Benefício de Prestação Continuada] na Escola, que significava exatamente isso, que nós íamos de porta em porta, promovendo a busca ativa, esclarecendo as famílias de que elas tinham o direito e o dever de matricular suas crianças”, acrescentou.

O candidato lembrou ainda que houve, em sua época de ministro, aporte de recursos expressivo para desenvolvimento e uso do livro falado; capacidade de impressão de livros em braile; e investimento nas licenciaturas de pedagogia voltadas para formação de pessoas com deficiência.

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Agência Brasil – O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (13) que o plano de privatizações previsto por sua campanha, caso seja eleito, será de inteiro agrado do mercado e que, em princípio, as primeiras estatais que serão alvo de análise para privatização serão as criadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, as privatizações serão realizadas com responsabilidade.

“Em um primeiro momento, aquelas quase 50 estatais criadas pelo PT e ainda sobram 100. Essas outras têm que ter um modelo para privatizar com responsabilidade, logicamente que as estratégicas não privatizaremos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas, entre outras. Mas, como um todo, tenho certeza que o mercado vai gostar do nosso plano de privatização porque é uma maneira a mais de combater a corrupção e o Estado tem que estar com aquilo que é essencial nas suas mãos, que são as estratégicas”, avaliou.

Com relação às propostas para a área da saúde, o candidato pelo PSL disse que prioritariamente é preciso combater à corrupção para que sobrem recursos para serem aplicados em outras áreas. As declarações foram dadas ao deixar a casa do empresário Paulo Marinho, onde gravou o programa político partidário.

Violência

Bolsonaro também voltou a falar sobre o aumento da violência motivada por disputas políticas. Ele citou a facada sofrida por ele, em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro, e disse que lamenta esse tipo de agressão, que classificou de “bastante violenta”.

“Gostaria que elas parassem. Me acusam de intolerante, mas quem levou a facada fui eu. Se eu tivesse poder de apenas falar para evitar tudo isso, eu exerceria esse poder. Apelo a todos do Brasil que deixem as paixões de lado. Não estamos disputando uma partida de Fla-Flu”, afirmou o candidato.

Bolsonaro não confirmou se participará dos dois debates que estão marcados para segundo turno. Ele disse que, mesmo se for liberado pelos médicos na avaliação que fará quinta-feira (18), pode não comparecer, “como estratégia de campanha”. No entanto, afirmou que, se Haddad quiser debater com ele na rua, na frente de jornalistas, aceitará o debate.

Investimento nas Forças Armadas

O presidenciável disse ainda que, se eleito, investirá mais nas Forças Armadas, que, segundo ele, ficaram esquecidas nos últimos anos. “Investir no Exército é benéfico para a própria economia. Vamos tratar com respeito e consideração.”

Para o candidato, isso não ocorreu ao longo dos últimos 30 anos.

Criança morre atropelada e motociclista é espancado até a morte em Natal — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Um jovem foi espancado até a morte após atropelar e matar uma criança de 1 ano e 4 meses no bairro Nazaré, em Natal, na noite de sexta (12).

De acordo com a Polícia Civil, o motociclista – identificado como Mateus Miranda do Nascimento, de 18 anos – estava empinando a moto pela Avenida Lima e Silva quando, próximo à Travessa Vila Viana, perdeu o controle do veículo e atropelou a criança. Kauan Henrique estava com a mãe no momento do acidente e morreu na hora.

Ainda segundo informações da polícia, o motociclista tentou fugir do local do acidente correndo, mas foi pego por populares que o espancaram até a morte. O jovem ainda levou uma facada no peito.

De acordo com o delegado Rysklyft Factore, os responsáveis pelo linchamento ainda não foram identificados, mas pelo menos cinco pessoas participaram do crime. Mateus Miranda não tinha passagem pela polícia.

Esse é o segundo caso de linchamento em Natal em dois dias. Na quinta-feira (11), um homem suspeito de assaltar um ônibus na Ribeira foi pego, amarrado pelo pescoço, arrastado pelo pescoço, espancado e baleado.

Informações do G1

O blog conseguiu confirmar com duas fontes ligadas ao PSL que o líder em todas as pesquisas para presidente do Brasil, o deputado Jair Bolsonaro, não vai receber o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, bem como sua campanha não vai fazer nenhuma sinalização de apoio para ao candidato do PDT no Rio Grande do Norte.

Inclusive, a campanha de Bolsonaro usou o primo de Carlos Eduardo, o ex-ministro Henrique Alves no seu primeiro programa eleitoral apresentado ontem como um dos exemplos de corrupção no Brasil.

“O apoio vai se restringir a pessoas do partido no RN alguns filiados e parlamentares do partido”, disse a fonte.

Informações do Blog do BG 

IFRN se posiciona contra casos de intolerância e agressão

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), diante de casos de agressão sofridos por cidadãos de todo país, inclusive da Instituição, devido ao momento político-eleitoral, torna público seu posicionamento de defesa às diferenças e direitos de expressão garantidos pela democracia.

Os casos de intolerância também foram citados em nota pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com a qual o IFRN se solidariza e se une como instituição de ensino pública, autônoma e de qualidade referenciada socialmente. Desse modo, lamenta os casos de violência física e moral sofridos por qualquer cidadão e aponta o diálogo e a educação como caminhos para superar o momento de tensão e construir um país com mais inclusão e democracia.

O posicionamento toma como base um dos principais norteadores das ações do Instituto, a sua função social, a qual enfatiza o compromisso com a formação humana integral, o exercício da cidadania e a produção e a socialização do conhecimento, “visando, sobretudo, à transformação da realidade na perspectiva da igualdade e da justiça sociais”.

Wyllys Farkatt Tabosa, reitor, representando o Colégio de Dirigentes do IFRN

Foto: Elisa Elsie

O PSB do Rio Grande do Norte anunciou, na manhã deste sábado (13), apoio à candidatura ao Governo do Estado da senadora Fátima Bezerra (PT). O anúncio foi feito na sede do Diretório Estadual do partido, em Natal, pelo seu presidente, o deputado federal Rafael Motta, e contou com representações de 70 municípios.

“Apesar de existir um entendimento nacional entre os partidos, essa é uma escolha com motivações locais. Conheço Fátima e nós defendemos muitas bandeiras juntos, em Brasília. Além disso, a cada discussão interna, na legenda, o apoio à sua candidatura saia mais fortalecido. Os socialistas querem dar esse voto nela”, disse Rafael.

O deputado federal reeleito, que preside o PSB no RN, referiu-se às representações dos 70 municípios que foram pessoalmente ao partido manifestar apoio à Fátima Bezerra. São prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças municipais que chegam para somar na eleição da senadora como governador do Estado.

Fátima Bezerra disse que estava muito à vontade em caminhar ao lado do PSB. “Este partido tem uma história de luta em defesa da democracia. Temos muitas afinidades, muitas bandeiras em comum. Inclusive, já era para estarmos juntos desde o primeiro turno. O apoio do PSB fortalece a nossa caminhada rumo à vitória”, falou Fátima.

O anúncio contou com a presença da senadora eleita Zenaide Maia (PHS), dos deputados estaduais Ricardo Motta (PSB) e Carlos Augusto Maia (PCdoB) e do vereador de Natal Franklin Capistrano (PSB), além das lideranças dos municípios representados.

Foto: Wallacy Medeiros / Agecom

O Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) vai sediar, entre os dias 16 e 18 de outubro, o “Congresso de Empreendedorismo Universitário: um olhar para o futuro”, iniciativa que integra várias instituições de ensino superior do Rio Grande do Norte.

O evento tem a realização da UFRN, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande (IFRN), Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), por meio de suas pró-reitorias de Extensão e Pesquisa.

A programação do congresso engloba uma série de palestras, mesas redondas, workshops e premiações. As inscrições podem ser realizadas por meio do Sistema de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa), ou pelo LINK.

A abertura do Congresso acontece no Auditório da Reitoria, às 19h do dia 16, com a mesa redonda “Cenários Futuros e as Oportunidades para Empreender”, tendo a participação do gerente de comunicação e marketing do Sebrae/RN, Edwin Aldrin, e do criador da metodologia Meu Planejamento Futuro  (MEF), Jaime Araújo, com mediação do diretor da Saber Inovar, Marcelo Bandiera.

Dando continuidade à programação, será promovido no segundo dia de evento (17) uma série de palestras abordando temas de fomento à cultura do empreendedorismo, tais como: “Internet das coisas, tecnologia e empreendimentos”; “Aceleração de ideias e incubação de negócios – experiencias das incubadoras”; e “Metodologias e ferramentas de suporte ao empreendedorismo”. As palestras acontecerão na sede do IMD nos turnos da manhã e tarde.

Para finalizar a programação será realizado no último dia do evento, no Auditório do IMD, o “Workshop e Premiação da Maratona 100 Projetos em 100 Dias”.

Nestas eleições, a Rede Sustentabilidade apresentou à sociedade brasileira um projeto alternativo à polarização. Frente ao ódio e à mentira, oferecemos a face da verdade e da união em prol de um Brasil mais próspero, justo e sustentável. Infelizmente, os dois postulantes no segundo turno representam projetos de poder prejudiciais ao país, atrasados do ponto de vista da concepção de desenvolvimento, autoritários em relação ao papel das instituições de Estado, retrógrados quanto à visão do sistema político e questionáveis do ponto de vista ético.

A Rede não se alinha e não apoia nenhum deles. A corrupção sistemática revelada pela Operação Lava Jato foi uma marca dos governos petistas, assim como de boa parcela dos parlamentares que agora estão com o Bolsonaro. Os dirigentes petistas construíram um projeto de poder pelo poder pouco afeito à alternância democrática.

Por outro lado, é impossível ignorar que o projeto de Bolsonaro, conforme tem sido reiteradamente afirmado, representa um retrocesso brutal e inadmissível em três pontos muito caros aos princípios e propósitos da Rede. Primeiro, promete desmontar inteiramente a estrutura de proteção ambiental existente no país, conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. Com isso, atenta contra o interesse da sociedade brasileira e destrói pilares fundamentais para o futuro do país. Além disso, ataca os direitos das comunidades indígenas e quilombolas, anunciando que não será demarcado mais um centímetro de suas terras. Segundo, é um projeto que despreza direitos humanos e a diversidade existente na sociedade, promovendo a incitação sistemática ao ódio, à violência e à discriminação. Por fim, é um projeto que ameaça a democracia e põe em cheque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988.

Dessa forma, a Rede Sustentabilidade declara publicamente que:

1. Será oposição democrática ao governo de qualquer dos candidatos que saia vencedor do embate a que se reduziu essa eleição.

2. Não tem ilusões quanto às práticas condenáveis do PT, dentro e fora do governo. No entanto, frente às ameaças imediatas e urgentes à democracia, aos grupos vulneráveis, aos direitos humanos e ao meio ambiente, a Rede Sustentabilidade recomenda que seus filiados e simpatizantes não destinem nenhum voto ao candidato Jair Bolsonaro e, isso posto, escolham de acordo com sua consciência votar da forma que considerem melhor para o país.

10 de outubro de 2018,
Executiva Nacional da REDE Sustentabilidade

O prefeito Fernando Cunha e o secretário municipal de Esportes e Lazer, Flaubert Benício apresentaram a Vila Olímpica de Macaíba para representantes do Ministério da Defesa, na tarde desta última quarta-feira (10). Na oportunidade foram discutidos projetos nas áreas da educação e do esporte que podem ser realizados no local, em uma parceria da Prefeitura com as Forças Armadas.

As autoridades também estiveram presentes na cerimônia de encerramento da 1ª Olímpiada do Programa Forças do Esporte (PROFESP) 2018, em Natal, no Sest/SENAT, na manhã desta quarta-feira (10). A Vila Olímpica foi sede da disputa na última segunda-feira (8).

Os representantes do Ministério que visitaram a Vila foram Leandro Joése de Andrade Bandeira, comandante do 3º Distrito Naval; Jorge Antônio Smicelato, general de divisão e diretor do departamento de Desporto Militar; Ricardo Machado Vieira, chefe do Estado-Maior da Aeronáutica e tenente Brigadeiro do Ar e José Ferreira de Barros, comandante da Marinha e coordenador Geral do PROFESP.

O comandante José Barros declarou sobre o complexo poliesportivo:”Já sabia que o prefeito e o secretário de Esportes são muito envolvidos em projetos sociais. Eu me surpreendi quando eu cheguei aqui na Vila Olímpica porque eu não imaginava que tinha uma maravilhosa estrutura para as crianças e adolescentes e o que mais me dexiou feliz foi a presença das crianças, brincando, se alimentando. Verdadeiramente é um lugar que a região precisa. As oportunidades estão sendo dadas e tenho que certeza que serão grandes cidadãos. Me maravilhei com a infraestrutura em prol da sociedade”, afirmou.

Assecom

Propaganda política Fernando Haddad

Agência Brasil – No primeiro programa do horário eleitoral gratuito no segundo turno, exibido hoje (12), a campanha de Fernando Haddad (PT) explorou os recentes episódios de violência motivados por divergência política. Segundo o programa, apoiadores de Jair Bolsonaro realizaram nos últimos dias pelo menos 50 agressões por “motivos fúteis” contra pessoas que declaram não votar no candidato do PSL.

Um dos casos mencionados foi o assassinato do mestre de capoeira Moa do Katendê, ocorrido na noite do dia 7 de outubro, em Salvador. O artista levou 12 facadas de um homem em um bar após uma discussão entre os dois por causa da discordância entre ambos na escolha do candidato a presidente.

Na sequência, a campanha do petista defendeu que a democracia está em risco com a possibilidade de eleição de Bolsonaro. Para campanha de Haddad, o segundo turno que deveria ter um debate de propostas foi transformado em uma “onda de violência e intolerância”. Foram exibidos ainda depoimentos de pessoas que dizem amedrontadas pela escalada de violência e o crescimento do ódio.

Haddad falou em defesa da preservação de direitos e de como enfrentar o desafio da geração de empregos e garantia de comida na mesa. Ele propõe a criação do programa “Meu emprego de novo” para estimular contratações a partir da retomada de obras públicas paradas. O candidato aponta que é melhor o povo com um livro não mão do que com armas.

Em outro ponto, o programa também destacou o currículo do petista, que é doutor em filosofia, mestre em economia e professor universitário, recordando suas realizações como ministro da Educação. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numa breve passagem, ao lado de Haddad, fazendo uma declaração de elogio ao seu ex-ministro.

PROPAGANDA ELEITORAL

Agência Brasil – No primeiro programa eleitoral do segundo turno no rádio e na televisão, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) fez críticas ao comunismo e ao seu opositor Fernando Haddad (PT), citando também o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O vermelho é um sinal de alerta para o que não queremos no país. A nossa bandeira é verde e amarela e nosso partido é o Brasil”, diz a propaganda do candidato, citando o Foro de São Paulo, “grupo político com viés ideológico, comunista, de esquerda liderado por Lula e Fidel Castro”.

Bolsonaro agradeceu aos eleitores pelos votos no primeiro turno e a Deus por sua vida. O candidato está em recuperação após levar uma facada durante um ato público de campanha em 6 de setembro, em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Ao apresentar seu perfil, o capitão reformado do Exército de 63 anos, exibiu a família, a esposa Michelle e os quatro filhos homens e também falou, emocionado, sobre a filha caçula, Laura. “Uma confissão. Eu já tinha decidido não ter mais filhos […] Fui no Hospital Central do Exército e desfiz a vasectomia e mudou muito minha vida com a chegada da Laura”, disse.

Ao finalizar o programa, o candidato destacou sua atuação no Congresso Nacional, dizendo que é honesto, “nunca fez conchavos”e “sempre defendeu os valores da família”.

A propaganda fala também da união do país. “Chegou a hora de o Brasil se unir e virar a página do passado e eleger um presidente que vai fazer o país crescer”, diz o locutor da propaganda.

“Precisamos de políticos honestos e patriotas, que falem de tudo. Um governo que saia do cangote da classe produtora. Temos certeza que desta forma teremos uma grande nação”, diz Bolsonaro.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) vem a público reiterar sua postura de defesa da pluralidade de pensamento e de respeito às liberdades políticas e individuais, ao mesmo tempo em que repudia veementemente todo ato de violência a qualquer cidadão brasileiro. Entende-se que a existência da Universidade, pilar do desenvolvimento científico e tecnológico nacional, depende do exercício da liberdade de opinião, caracterizando-se como um espaço incompatível com qualquer forma de intolerância ou opressão.

A UFRN externa sua preocupação e lamenta profundamente a disseminação de atos de constrangimento e violência física e moral, ocorridos em todo o país por motivação político-eleitoral, inclusive os que atingem membros da sua comunidade universitária.

Caminho para construir um país justo, inclusivo e democrático, a UFRN, como instituição federal de ensino superior pública, gratuita, autônoma e de qualidade, adotará todas as medidas legais cabíveis para coibir que atos de violência se repitam no âmbito da Instituição, da mesma forma em que manterá sua postura incondicional de defesa da Democracia e contra todo tipo de preconceito e discriminação em nosso país.

Reitora Ângela Maria Paiva Cruz

Vice-Reitor José Daniel Diniz Melo