IFRN recebe visita de professores de sete países da Europa e América Latina

IFRN recebe visita de professores de sete países da Europa e América Latina

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) recebeu, nessa quinta-feira (13), a equipe de professores pesquisadores do projeto internacional EULA-GTEC. A visita faz parte da programação do Workshop in Natal, que acontece desde a quarta-feira (11) e tem fim nesta sexta-feira (14). O projeto tem como produto final a elaboração de um curso de mestrado ou MBA com foco em Gestão na Inovação e Tecnologia. No IFRN, o grupo atua no treinamento de professores que vão participar do curso de pós-graduação.

Em um dia de atividades dedicadas à Internacionalização, os participantes do EULA-GTEC conheceram o Campus Natal-Zona Leste, a Incubadora Tecnológica do Campus Natal-Central (ITNC) e participaram de reunião de trabalho com os gestores da Instituição, entre eles, o reitor Wyllys Farkatt Tabosa e o diretor-geral do Campus Natal-Central, Arnóbio de Araújo Filho. A nível de IFRN, a coordenação das atividades fica a cargo da professora Paula Binfaré, do Campus Canguaretama.

Na comitiva internacional, há profissionais da Universidad Nacional de Luján – UNLu (Argentina), Universidad Autónoma de Barcelona – UAB (Espanha), Universita’ Di Bologna – UNIBO (Itália), Aix-Marseille Université – AMU (França), Instituto Superior de Ciências Socias e da Empresa, Instituto Universitario de Lisboa – IUL (Portugal), Pontificia Universidad Católica de Perú – PUCP (Peru), Universidad Peruana Cayetano Heredia – UPCH (Peru), Fundação de Apoio a Universidade de São Paulo – FAUSP (Brasil), Universidad Nacional de Mar del Plata – UNMDP (Argentina) e Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

“Eles estão surpresas positivamente. Ontem nós estivemos no Campus Canguatetama e mostramos os trabalhos que a gente realiza em termos de pesquisa, ensino e extensão” disse Paula. Hernán Costa, coordenador geral do EULA-GTEC e professor da Universidade de Luhán confessa que gostou muito do foco regional que o IFRN tem: “existe uma política pública que me agrada porque aposta na educação. Principalmente uma região como o Nordeste do Brasil deve ter isso como política pública. Isso me causou uma ótima impressão”, afirma.

“Em cada um dos campi há algo especial. É o compromisso dos diretores, dos técnicos, dos responsáveis pelas atividades e dos professores. Este compromisso é importante e não existe em todas as instituições. Mas aqui no Instituto isso é um diferencial”, contou Hernán. Ainda de acordo com o pesquisador, é fundamental que uma instituição tão prestigiada como o IFRN possa fazer parte da parceria, que é cofinanciada pela Comissão Européia.

“Nós temos grupos de trabalho, agora estamos focando no conhecimento e na possível formação de um observatório chamado Antena, que vai interligar as 14 instituições latino-americanas e europeias”, diz Paula. “A ideia é que uma das reverberações desse trabalho seja a nossa inserção, possivelmente, até como protagonista para acolher o laboratório aqui no estado”, conclui.

“O que temos visto é que o Brasil, por meio do Instituto Federal, tem uma excelente capacidade, além de uma excelente matéria-prima”, contou Hernán. O professor vê que há, em comum, o objetivo de formar futuros empreendedores, gestores tecnológicos com muita vocação inovadora: “por isso, queremos a participação do IFRN. Sem dúvida alguma, é muito valiosa para enriquecer todas as atividades que já estamos desenvolvendo em conjunto com as 10 outras universidades que já nos acompanham”, conclui.O Worskhop incluiu, também, reuniões de trabalho no Instituto Metrópole Digital (IMD), da UFRN, que é parceiro do projeto.

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