EAJ realiza trabalho voltado para as comunidades Quilombola e Indígena

O Projeto de Extensão “Aquicultura Inclusiva: unidades modelo de produção” envolve atividades no campo que têm o objetivo de inserir unidades produtivas de aquicultura, seja para consumo próprio, seja para comercialização, tendo em vista a importância das relações entre a comunidade científica e a comunidade por meio de troca de saberes e a aplicação dos conhecimentos adquiridos para a construção de uma nova realidade social.

A ideia surgiu da necessidade de inserir em comunidades tradicionais, indígenas ou quilombolas, atividades produtivas, fornecendo técnicas de manejo adequado para produzir sustentavelmente. Deste modo, a comunidade poderá ter alimento saudável e de qualidade, além de poder comercializar excedentes.

A Professora e Coordenadora do Projeto, Karina Ribeiro, diz que atualmente o grupo atua na comunidade quilombola de Capoeiras, em Macaíba, e no assentamento Recanto Feliz, em Lagoa de Pedras. “Usamos o diálogo com a comunidade, oficinas e minicursos envolvendo as dificuldades locais de produção e oficinas de implantação de unidades produtivas aquícolas. Sou coordenadora do projeto e é sempre uma alegria poder estar trocando saberes com a comunidade e com os alunos envolvidos” conclui Ribeiro.

A ação reforça o papel da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, por meio da Escola Agrícola de Jundiaí, como agente de mudanças sociais, expandindo o conhecimento fora dos muros dos campi, agregando conhecimento também para a comunidade acadêmica ao trabalhar com os povos originários que ainda hoje resistem em meio às desigualdades sociais e representativas.

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